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	<title>Blog da Trace Sistemas &#187; Carreira</title>
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	<description>A Trace Sistemas é uma empresa que tem seu Core Business centrado em sua solução de Gestão do Trabalho, TraceGP.</description>
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		<title>Você tem um “QI” elevado?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/voce-tem-um-qi-elevado/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Julio Sergio
Quem nunca viu ou ouviu histórias de pessoas que conseguiram emprego por meio do famoso “QI” (Quem Indica)? Embora seja uma prática condenável, o apadrinhamento nos processos de seleção ainda existe. Mesmo em empresas sérias encontramos sobrinhos de diretores, filhos de amigos do presidente, amigos de funcionários e por aí vai.
Ontem mesmo, estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1046" title="quem-indicou-qi" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/quem-indicou-qi.jpg" alt="quem-indicou-qi" width="500" height="364" />Por Julio Sergio</em></p>
<p>Quem nunca viu ou ouviu histórias de pessoas que conseguiram emprego por meio do famoso “QI” (Quem Indica)? Embora seja uma prática condenável, o apadrinhamento nos <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-processos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Workflow de Processos" >processos</a> de seleção ainda existe. Mesmo em empresas sérias encontramos sobrinhos de diretores, filhos de amigos do presidente, amigos de funcionários e por aí vai.</p>
<p>Ontem mesmo, estava no elevador quando uma moça dizia para a colega ao lado que deixou de ser promovida porque alguém “entrara pela janela”, ficando com a vaga. A outra então falou: “Ah, a única chance de conseguir sucesso no trabalho é ter QI’”. Não podemos ser ingênuos em achar que a figura do “Quem Indica” já morreu.</p>
<p>Claro que hoje os processos de recrutamento nas companhias são muito mais sérios e rigorosos do que já foram no passado. Há um enorme espaço para os talentos, prova disso é o cenário crítico que algumas organizações enfrentam para encontrar profissionais qualificados. Seria, então, uma desculpa para aqueles que não conseguem um lugar ao sol esse discurso do “QI”?</p>
<p>Digamos que sim e não. No caso dos medíocres eu diria que sim, mas precisamos reconhecer que uma mãozinha sempre ajuda.  Sem network não se chega a lugar algum. O que na verdade é o “QI”? Tem tudo a ver com networking. Se por um lado existe o lado mau do “QI”, há o lado bom, usado sob outro contexto.</p>
<p>Para driblar o problema da escassez de profissionais qualificados, por exemplo, muitas empresas oferecem bônus ou prêmios para funcionários que indicam ao RH potenciais candidatos a vagas em aberto. Microsoft e Ernst &amp; Young são alguns exemplos. Por isso é de fundamental importância manter um bom relacionamento com ex-colegas de trabalho, headhunters e  pessoas influentes.</p>
<p>Esse tipo de postura faz a maior diferença. De nada adianta ter gerado resultado para a empresa e ser um profissional brilhante se você não tem os contatos certos, se não se coloca na vitrine. Cada vez mais, as oportunidades aparecem para quem tem um bom networking. Se alguém da sua rede estiver contratando ou na companhia em que atua surgir vaga, provavelmente recorrerá aos conhecidos.</p>
<p>É o caminho mais fácil e acertado de achar o perfil desejado. A indicação acaba sendo uma espécie de referência. Então, se você é daqueles que rejeita veementemente o “QI” é bom rever seus conceitos. Comece já a articular contatos, travar novos conhecimentos, abrir portas. Faça a lição de casa e tenha certeza que na próxima você não estará se lamentando por não ter tido “QI”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cardozo-group.com" target="_blank">http://www.cardozo-group.com</a></p>
<blockquote><p>Julio Sergio Cardozo é palestrante, autor e consultor em gestão corporativa e “coaching” para executivos. Foi Chairman e CEO da Ernst &amp; Young South America até 2007</p></blockquote>
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		<title>Compromissos inexpressivos, mudanças gigantescas</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/compromissos-inexpressivos-mudancas-gigantescas/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 12:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aquele que deseja obter resultados diferentes, terá que agir de forma diferente. Práticas idênticas, levarão a resultados parecidos. Para crescer, ter sucesso e conquistar o pódio é preciso estar disposto a mudar. Quanto mais radical for as mudanças, maiores serão os resultados alcançados. Porém, é preciso levar em conta que a verdadeira mudança é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1027" title="De bem com a vida" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/buscando_felicidade.jpg" alt="De bem com a vida" width="318" height="336" />Aquele que deseja obter resultados diferentes, terá que agir de forma diferente. Práticas idênticas, levarão a resultados parecidos. Para crescer, ter sucesso e conquistar o pódio é preciso estar disposto a mudar. Quanto mais radical for as mudanças, maiores serão os resultados alcançados. Porém, é preciso levar em conta que a verdadeira mudança é um processo lento e, muitas vezes, doloroso: é preciso muita auto-reflexão e ação.</p>
<p>Mas, isso eu já sabia, o que devo então fazer para ser uma pessoa diferente, saudável, de bem com a vida e disposta a crescer?  Um resumo de minha pesquisa literária revela que a observância as seguintes ações ajudarão você a vencer:</p>
<p><strong>I – Cuide-se bem</strong></p>
<p>Beba muita água;<br />
Tome o café da manhã como um rei, almoçe como um príncipe e jante como um plebeu;<br />
Coma mais frutas e vegetais;<br />
Viva os três E&#8217;s &#8211; energia, entusiasmo e empatia;<br />
Valorize os momentos de lazer;<br />
Leia mais livros do que você leu no ano anterior;<br />
Sente-se em silêncio por pelo menos 10 minutos a cada dia;<br />
Durma, no minimo, sete horas por dia;<br />
Caminhe por 30 minutos diariamente e com sorriso espontâneo;</p>
<p><strong>II &#8211; Cuide do seu visual</strong></p>
<p>Não compare sua vida a outros: viva a sua vida;<br />
Procure conviver com pessoas positivas. Afaste-se dos “seca pimenteiras”;<br />
Não exagere. Respeite os limites do seu corpo;<br />
Não se leve tão a sério: “você não vai sair vivo desta vida mesmo”;<br />
Não desperdice sua energia preciosa em fofocas. Fale de <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-gestao-de-projetos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Gerenciamento de Projetos" >projetos</a>, conquistas, metas;<br />
Sonhe mais enquanto estiver acordado;<br />
Não perca tempo com a inveja: você já tem tudo que você precisa para ser feliz;<br />
Faça as pazes com o seu passado para ele não interferir no seu presente;<br />
Não desperdice seu limitado tempo na terra alimentando o ódio. Prefira o amor;<br />
A vida é como uma sala de aula, onde os problemas são simplesmente parte do currículo que aparecem e desaparecem, mas as lições que absorvemos durarão para sempre;<br />
Aprenda uma palavra nova a cada dia;<br />
Você não tem que se estressar tanto. É melhor ser paciente no trabalho do que no hospital.</p>
<p><strong>III &#8211; Cuide de sua vida e relacionamento</strong></p>
<p>Cuide de seus relacionamentos como cuida de sua higiene pessoal;<br />
Zele por seu maior patrimônio: nome, família, trabalho e amigos;<br />
Lembre-se de fazer pelo menos três pessoas sorrirem antes de ir dormir;<br />
Faça o bem e esqueça imediatamente, receba uma ajuda e lembre-se dela sempre;<br />
Fique mais tempo com pessoas acima de 70 e abaixo de 6 anos;<br />
O que as outras pessoas pensam de você não tem a menor importância: a forma como você reage a isso, sim;<br />
Quando acordar pela manhã, não esqueça de agradecer a Deus pela dádiva da vida. Prometa a Ele que fará com que o seu dia valha a pena;</p>
<p>Pense nisso e ótima semana.</p>
<p>Fonte: <a href="http://evaldocosta.blogspot.com" target="_blank">http://evaldocosta.blogspot.com</a></p>
<blockquote><p>Evaldo Costa Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil. Escritor, consultor, conferencista e professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”</p></blockquote>
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		<title>Liderança é um talento nato ou desenvolvido?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/lideranca-e-um-talento-nato-ou-desenvolvido/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/lideranca-e-um-talento-nato-ou-desenvolvido/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 20:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Preston C. Bottger
Ou a pergunta sequer tem relevância?
As qualidades de um líder são natas ou adquiridas?
É uma questão que, ao longo dos anos, tem obcecado muitos estudiosos do conceito de liderança e é muitas vezes colocada em pauta por executivos em programas de desenvolvimento. Aqui está nossa resposta – é uma pergunta ruim, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1013" title="Lideranca" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/lideranca.jpg" alt="Lideranca" width="299" height="300" />Por Preston C. Bottger</em></p>
<p>Ou a pergunta sequer tem relevância?</p>
<p>As qualidades de um líder são natas ou adquiridas?</p>
<p>É uma questão que, ao longo dos anos, tem obcecado muitos estudiosos do conceito de liderança e é muitas vezes colocada em pauta por executivos em programas de desenvolvimento. Aqui está nossa resposta – é uma pergunta ruim, que gera respostas ruins.</p>
<p>A experiência de muitas décadas escrevendo sobre a liderança prova que esta é uma questão que não produz resposta satisfatória, principalmente para líderes aspirantes.</p>
<p>Compreensivelmente, a linha de pensamento adotada por educadores administrativos leva a crer que qualidades de liderança podem ser desenvolvidas, desde que haja características pessoais pertinentes, como inteligência e energia física. Mas o fato é que você não sabe exatamente com quais características nasceu até tentar arduamente expressá-las.</p>
<p>Então por que os executivos ainda debatem esta questão? Muitas vezes é para avaliar seu próprio potencial de liderança e, às vezes, para determinar o dos outros. No entanto, a pergunta &#8220;nata ou desenvolvida&#8221; não é apropriada para tais avaliações, pois faz com que executivos abordem os temas errados – como quais disposições são fixas e quais comportamentos são passíveis de mudança.</p>
<p>Na verdade, a questão pouco revela, pois não lida com um ponto chave: o tamanho da responsabilidade.<br />
Qual nível de liderança que a pessoa aspira? Os mais altos níveis apresentam tarefas enormes, complexas e conflituosas. O ambiente, os limites e as regras se tornam menos definidas e, definitivamente, é a função do líder moldar as escolhas que surgem.</p>
<p>Além disso, quanto mais os executivos avançam como líderes, mais terão de lidar com pessoas de alto calibre que sabem muito bem como conseguir o que querem, que são difíceis de lidar, com gênio forte e que têm um acentuado apetite pelo poder.</p>
<p>Para os executivos que tentam avaliar seu potencial de liderança, propomos três questões críticas.</p>
<p><strong>Questão 1: Até onde você quer ir?</strong></p>
<p>Para chegar ao cargo mais alto e para cumprir suas obrigações, você deve, continuamente, tomar medidas que afetarão a renda e a vida dos outros. Você estará inserido em um contexto onde outras pessoas vão querer a sua posição ou estarão competindo com você para chegar ao cargo acima.</p>
<p>É fácil criticar a competência daqueles com responsabilidades maiores do que as nossas e é ainda mais fácil imaginar como faríamos melhor.</p>
<p>Muitos que aspiram à liderança sênior simplesmente subestimam o grau e o tipo de esforço necessário para assumir essas responsabilidades.</p>
<p>Um exercício útil: Olhe para as funções de seu chefe e pergunte-se, honestamente, se poderia fazê-lo tão bem, ou melhor. Em seguida, considere o líder no mais alto escalão – talvez o CEO – e descubra com quais assuntos esta pessoa lida todos os dias. Tente analisar a maneira como você passa seu tempo e, em seguida, o tempo, energia e recursos necessários para realizar os trabalhos do CEO. O que é preciso para se tornar CEO de sua empresa?</p>
<p>O que você tem que fazer, mas que, neste momento, ainda não pode, ou não gosta? Do que você gosta agora, mas teria de abrir mão?</p>
<p><strong>Questão 2: Em que você está disposto a investir?</strong></p>
<p>Aspirantes à liderança podem se iludir a respeito de seus pontos fortes e limitações. É difícil digerir o fato de que você tem limitações significativas, mas, se estiver determinado a ser líder, enfrentará escolhas difíceis sobre quanto esforço deve aplicar e em quais áreas – a fim de desenvolver as capacidades que permitem o exercício da responsabilidade extrema.</p>
<p>A liderança certamente exige inteligência nos negócios, habilidades técnicas e sensibilidades culturais, mas, acima de tudo, exige poder. Embora seja perturbador para algumas pessoas, a realidade brutal é que não importa o que faça, um líder deverá conquistar, exercer e manter o poder. Encontramos muitos com &#8220;grande potencial&#8221; que aspiram à alta liderança, mas como estão acostumados a receber recompensas por serem inteligentes e criativos, acabam deixando de lutar por ela.</p>
<p>Embora tenha conotação negativa para alguns, a sede pelo poder é uma condição necessária para alcançar posições de alta responsabilidade.</p>
<p>Haverá prazeres dos quais você deve desistir e, certamente, haverá implicações em sua vida pessoal – levantando questões não somente a respeito do &#8220;equilíbrio trabalho-vida pessoal&#8221; no curto prazo, mas sim de encontrar uma &#8220;mistura viável&#8221; a longo prazo.</p>
<p>E há convicções limitadoras que deverão ser superadas. Elas reduzem sua capacidade de enxergar as coisas como realmente são e impedem gerar novos comportamentos. Atuando como um líder, você tem de levar as pessoas onde nunca estiveram antes – em pensamento e ação – muitas vezes contra as vontades iniciais delas.</p>
<p>Até você soltar os ganchos que o amarram ao seu próprio passado, não conseguirá alcançar novas fronteiras.</p>
<p><strong>Questão 3: Como vai manter isto?</strong></p>
<p>Por várias décadas, você precisa de métodos para se manter motivado nos momentos em que não está sendo reconhecido e recompensado pelo seu desempenho – e também para lidar com críticas, resistências, retrocessos e aqueles que não gostam de você ou aquilo que está pedindo. A avaliação dos custos da liderança não é um evento único. Se você visualiza mais 10, 20 ou mesmo 30 anos de trabalho de liderança, então deverá encontrar métodos eficazes para manter a vitalidade física, a flexibilidade emocional e o alcance e frescor intelectual.</p>
<p>Enquanto realizam o árduo trabalho da liderança, muitos se tornam cada vez mais fechados e dependentes da própria conduta que lhes trouxe o sucesso. Portanto, periodicamente, executivos seniores devem pausar as atividades para rever onde estão investindo seu tempo e energia para assegurar que permaneçam capazes de gerar novos comportamentos para lidar com novos desafios.</p>
<p>Educadores administrativos podem ter razão quando dizem que se aprende a liderança. Mas em vez de se reconfortar na idéia de que você pode se desenvolver, você deve temer a quantidade de trabalho há no desenvolvimento de métodos para administrar situações inusitadas e circunstâncias extremas.</p>
<p>A questão mais importante da liderança não é se é &#8220;nata ou desenvolvida&#8221;. As questões primordiais são: quais são os seus bens no momento e o que está disposto a fazer – ou sacrificar – para conquistar a posição mais alta possível da liderança?</p>
<p>Fonte: <a href="http://administradores.com.br" target="_blank">http://administradores.com.br</a></p>
<blockquote><p>Preston Bottger é professor de Leadership and General Management, no IMD. Ele leciona nos programas Leading the Global Enterprise (LGE), Orchestrating Winning Performance (OWP) e o Program for Executive Development (PED).</p></blockquote>
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		<title>Caráter e características do vencedor</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/carater-e-caracteristicas-do-vencedor/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 17:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você se considera um profissional acima da média? Deseja saber se você é tão bom quanto pensa?  Se estiver interessado nas respostas das perguntas acima, recomendo que leia com atenção este artigo,  pois nele revelaremos o caráter e as características do consultor de vendas de sucesso.
Para você vencer é necessário  perspicácia.  O vendedor tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-998" title="Vencedor" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/vencedor.jpg" alt="Vencedor" width="288" height="395" />Você se considera um profissional acima da média? Deseja saber se você é tão bom quanto pensa?  Se estiver interessado nas respostas das perguntas acima, recomendo que leia com atenção este artigo,  pois nele revelaremos o caráter e as características do consultor de vendas de sucesso.</p>
<p>Para você vencer é necessário  perspicácia.  O vendedor tem de ser sagaz.  Inteligente o suficiente para saber onde e como prospectar novos clientes, criar e manter relacionamentos e saber lidar com cada tipo de situação que envolve a venda.  Além disso, é importante que você tenha atitudes positivas.  O profissional de sucesso crê no seu potencial.  Sabe que um &#8220;não&#8221; pode significar &#8220;ainda não&#8221;. Ele aceita cada limão da gerência, contabilidade, financeiro, cliente etc e abre uma banca de limonada para vender a eles próprios. O bom profissional sabe transformar suor em dinheiro.</p>
<p>Um fator que determina seu potencial é a sua habilidade como comunicador. A sua fala deve atrai a atenção do ouvinte. Quando junta a arte da comunicação e habilidade de convencer, com as suas crenças e entusiasmo, o sucesso é certo. Principalmente quando unido com a disciplina. O vencedor sabe que precisa ser disciplinado para alcançar a sua meta no tempo e na dose certa. Nenhum talento pode vencer sem a contribuição da disciplina. Ninguém poderá vencer se a mente e o corpo não funcionarem perfeitamente e em sintonia, por essa razão é importante que você tome cuidados físicos e mentais. O profissional de sucesso dos dias atuais tem por obrigação dominar os recursos online. Não é mais possível manter contatos regulares, criar relacionamento sem recorrer à mídia social e outros aplicativos da rede digital.</p>
<p>Foco no planejamento. É imperioso que o profissional de vendas tenha um plano com metas bem definidas. É como revela o dito popular: “não há bons ventos para quem não sabe para onde ir”. O foco no planejamento cuidadoso separa o vencedor do fracassado. A meta é como se fosse o carro e o foco o combustível. Metas sem foco é como um carro sem combustível.</p>
<p>Busque uma carreira e não um bico. Não faça como aquela pessoa desempregada que perguntada pelo amigo em que área deseja trabalhar, diz: “de vendedor mesmo serve”. É preciso querer ganhar comissão maior e não salário fixo melhor. É necessário querer mais desenvolvimento pessoal e profissional do que ganhos rápidos.</p>
<p>Trajetória vitoriosa. Crie uma história de sucesso para contar aos filhos e netos.  Mediocridade só é boa para os medíocres. O vencedor atrai o sucesso, já o perdedor a derrota.</p>
<p>Oscile, mas não vacile. Esteja aberto a novos aprendizados. “Não veja problemas e sim desafios”. “Não enxergue obstáculos e sim horizontes”. A sua capacidade de adaptação será fundamental na jornada até ao topo. Os vencedores sabem que há sempre o que aprender e os derrotados acham saber tudo. Seja um eterno aprendiz</p>
<p>Trabalhe com obstinação. Trabalhe muito e com alegria. Comece a sua jornada cinco minutos antes e encerre cinco minutos depois. Se não puder vencer pelo talento, que vença pela dedicação ao trabalho. “Reze como se tudo dependesse de Deus e trabalhe como se tudo dependesse de só de você”;</p>
<p>Tenha muita fé e agradeça. Acorde e ore a Deus pela benção de estar vivo e com saúde para lutar por dias melhores. Lembre-se que você é um ser iluminado equipado com todos os recursos para vencer. “Creia que pode e poderá, creia que não pode e não poderá”. Sonhe com o sucesso. Saiba que o sucesso ou o fracasso depende somente de você e virá na proporção que você determinar.</p>
<p>Fonte: <a href="http://evaldocosta.blogspot.com" target="_blank">http://evaldocosta.blogspot.com</a></p>
<blockquote><p>Evaldo Costa Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil. Escritor, consultor, conferencista e professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”</p></blockquote>
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		<title>A coragem de errar. (Ou acertar)</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/a-coragem-de-errar-ou-acertar/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 12:24:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[arriscar no trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[medo de errar]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Bruno Soalheiro
Quando o fim do ano se aproxima, alguns de nós temos o costume de começar a rever aquilo que foi feito de bom, e também o que não foi tão bom assim em nossas vidas. No que diz respeito à vida profissional esta avaliação geralmente enfoca aspectos como relacionamento no ambiente de trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-948" title="A coragem de errar" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/mistake-300x254.jpg" alt="A coragem de errar" width="300" height="254" />Por Bruno Soalheiro</em></p>
<p>Quando o fim do ano se aproxima, alguns de nós temos o costume de começar a rever aquilo que foi feito de bom, e também o que não foi tão bom assim em nossas vidas. No que diz respeito à vida profissional esta avaliação geralmente enfoca aspectos como relacionamento no ambiente de trabalho e desempenho no que diz respeito à realização de tarefas específicas.</p>
<p>Se você ainda não começou o seu “balanço”, deixo a sugestão de começar logo a fazê-lo, pois este é um hábito muito rico que pode nos ajudar a identificar pontos fracos e fortes para nosso desenvolvimento. Mas cuidado; não se deixe abalar caso descubra que cometeu alguns erros pelo caminho. Isto porque erros nem sempre são sinal de incompetência; algumas vezes pode até mesmo ser o contrário.</p>
<p>Fazendo meu próprio balanço descobri que neste ano errei diversas vezes. Alguns erros foram relativamente grandes e nada trouxeram de bom, muitos outros foram pequenos erros cujas conseqüências puderam ser sanadas sem maiores danos. Mas em especial ficou marcada uma situação na qual cometi um “erro”, e sofri conseqüências inusitadas.<br />
A questão foi que resolvi agir em uma situação que precisava de “ação imediata”, mas na qual eu não me sentia totalmente seguro. Embora eu houvesse já iniciado a busca pelos elementos que me permitiriam um posicionamento claro, o outro lado precisava com urgência de uma resposta. Foi então que decidi me posicionar, mesmo com os poucos elementos  disponíveis que tinha, e enviei a resposta com as ações a serem tomadas.  24 horas depois recebi as informações que faltavam e minha reação foi: Errei!</p>
<p>Três dias depois toca o telefone e o chefe me chama. Gelei. Mas fazer o que, engoli seco e subi as escadas já esperando pela “paulada” na cabeça. Chegando lá me olhou seriamente e soltou:</p>
<p>__ Bruno, você tomou uma decisão na semana passada, a respeito de nossos fornecedores, e o resultado é que acabamos pagando 12% a mais!  (Breve Pausa)…__Meus parabéns!</p>
<p>__ Você está me dando parabéns porque acabei autorizando um serviço que custou mais caro, em vez de esperar o fornecedor mais barato?</p>
<p>__ Não! Estou te parabenizando por avaliar a urgência da situação e entender que não poderíamos esperar pela resposta do fornecedor mais econômico. Caso não tivéssemos fechado com este o prejuízo seria bem maior, especialmente no relacionamento com nosso cliente.</p>
<p>Pois vejam, assumi o risco de errar e fui parabenizado. É claro que em outras vezes assumi o mesmo risco e não recebi os parabéns, pois o erro foi um “erro” mesmo, e não trouxe nada de positivo. De qualquer forma o que quero dizer é: Só não erra quem não arrisca.</p>
<p>Se você não cometeu sequer um erro ou engano ao longo do ano, pode ser que isto seja um sinal de que você ousou muito pouco; que fez o que sempre fez, da forma que sempre faz. Acredite: Isto não é exatamente algo positivo.</p>
<p>O profissional que erra é muitas vezes o profissional que busca melhorar <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-processos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Workflow de Processos" >processos</a> ou se arrisca tomando decisões importantes. É claro que assumir riscos calculados é bem diferente do que sair se atrapalhando com tudo pelo caminho. A qualidade nos processos cotidianos deve ser uma busca constante, só não devemos é abandonar o ímpeto de crescer, ou fraquejar diante de uma situação nebulosa, paralisados pelo medo de errar.</p>
<p>Afinal, como disse Dale Carnegie: Se você puder se assegurar de estar totalmente certo pelo menos 51% das vezes, pode ir a um cassino e ficar rico hoje mesmo!</p>
<p>Fonte: <a href="http://ogerente.com/carreiraesucesso/" target="_blank">http://ogerente.com/carreiraesucesso/</a></p>
<blockquote><p>Bruno Solheiro é psicólogo, palestrante e consultor em desenvolvimento humano.</p></blockquote>
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		<title>O que nos habilita a liderar?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/o-que-nos-habilita-a-liderar/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 12:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>

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		<description><![CDATA[O que nos habilita a liderar?
Por Evaldo Costa
Você já se perguntou sobre que habilidades uma pessoa deve deter para liderar com sucesso? Muita gente deseja desenvolver habilidades de liderança, mas nem sempre é uma tarefa fácil. A condição de líder não é fruto de eleição, nomeação ou qualquer outro atributo do gênero. Não importa a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O que nos habilita a liderar?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por Evaldo Costa</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Você já se perguntou sobre que habilidades uma pessoa deve deter para liderar com sucesso? Muita gente deseja desenvolver habilidades de liderança, mas nem sempre é uma tarefa fácil. A condição de líder não é fruto de eleição, nomeação ou qualquer outro atributo do gênero. Não importa a posição, classificação, título, idade, nacionalidade, raça, cor ou credo. Nada disso qualifica ninguém para liderar outras pessoas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O direito de conduzir não é uma atribuição, é uma conquista que pode levar muitos anos para ser alcançada. Para se tornar um líder admirado e respeitado não se deve concentrar-se em fazer as pessoas seguirem você, mas em tornar-se o tipo de pessoa que a maioria queira seguir.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">É bom saber que qualquer um poderá, com interesse e dedicação, desenvolver as habilidades de bom líder. Basta querer, agir alinhado com os seus princípios, sem se preocupar tanto com o passado e futuro. Para Oliver W. Holmes: “O que existe atrás de nós e o que existe à nossa frente são problemas menores, se comparado com o que existe dentro de nós”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para o famoso escritor John C. Maxwell, que já vendeu mais de 18 milhões de exemplares, em seu livro The Right to Lead, seguindo algumas dicas simples, como as abaixo citadas, podemos nos tornar líderes melhores.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1 &#8211; Cuidado com o seu ego</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os líderes verdadeiramente grandes não estão na liderança para ganho pessoal. Eles estão lá para servir os outros.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">2 – Primeiro, seja um bom seguidor</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Instituições como Academias Militares ensinam como se tornar bons seguidores. A maioria dos líderes eficazes aprende primeiro a se tornar bons seguidores.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">3 &#8211; Mantenha relacionamentos positivos</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Liderança é influência, nada mais, nada menos. Isso significa que é por natureza relacional. Hoje, a geração de líderes parece particularmente consciente do seu título e posição, pois significa pouco para eles. Verdadeiros líderes sabem intuitivamente que</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">as pessoas vão junto com outras pessoas que deseja conviver.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">4 &#8211; Trabalhe duro, mas de forma direcionada e inteligente</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ninguém respeita e segue a mediocridade. Líderes que querem ganhar o direito de conduzir devem trabalhar duro, de forma direcionada e inteligente. Eles trazem em jogo não só as suas habilidades e talentos, mas também uma grande paixão pelo trabalho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">5 &#8211; Confie na disciplina, não na emoção</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Na bonança, a liderança parece fácil. Quando a turbulência surge, quando tudo parece estar contra você é que você ganha o seu lugar como líder. Em todas as épocas, os líderes enfrentam momentos cruciais, quando tiveram que optar entre preparar-se ou desistir. As ações ligadas à disciplina e não a emoção que garante a boa liderança.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">6 &#8211; Crie metas inteligentes e valorize-as</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quando olhamos para líderes, cujos nomes são venerados por muito tempo, depois de terem saído de cena, quase sempre constatamos que eles ajudaram as pessoas a atingirem o seu potencial e a viverem melhor. A maior vocação da liderança é ajudar as pessoas a conseguirem o que mais desejam.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">7 &#8211; Não seja egoísta: compartilhe o poder</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O líder não pode se isolar. Ele precisa aprender a compartilhar. Você está destinado a ser um rio, não um reservatório. Se você usar seu poder para capacitar outros, a sua liderança irá conquistar muitos seguidores.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mas, lembre-se de que não basta explorar seus mundos e palavras para se tornar digno de seguidores. Liderança não se aprende ou aprimora rapidamente. É como diz o ditado: “levam-se muitos anos para fazer sucesso do dia para a noite”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Pense nisso,</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: http://evaldocosta.blogspot.com</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Evaldo Costa é Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil. Escritor, consultor, conferencista e professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas.</div>
<p><em>Por Evaldo Costa</em></p>
<p>Você já se perguntou sobre que habilidades uma pessoa deve deter para liderar com sucesso? Muita gente deseja desenvolver habilidades de liderança, mas nem sempre é uma tarefa fácil. A condição de líder não é fruto de eleição, nomeação ou qualquer outro atributo do gênero. Não importa a posição, classificação, título, idade, nacionalidade, raça, cor ou credo. Nada disso qualifica ninguém para liderar outras pessoas.</p>
<p>O direito de conduzir não é uma atribuição, é uma conquista que pode levar muitos anos para ser alcançada. Para se tornar um líder admirado e respeitado não se deve concentrar-se em fazer as pessoas seguirem você, mas em tornar-se o tipo de pessoa que a maioria queira seguir.</p>
<p>É bom saber que qualquer um poderá, com interesse e dedicação, desenvolver as habilidades de bom líder. Basta querer, agir alinhado com os seus princípios, sem se preocupar tanto com o passado e futuro. Para Oliver W. Holmes: “O que existe atrás de nós e o que existe à nossa frente são problemas menores, se comparado com o que existe dentro de nós”.</p>
<p>Para o famoso escritor John C. Maxwell, que já vendeu mais de 18 milhões de exemplares, em seu livro The Right to Lead, seguindo algumas dicas simples, como as abaixo citadas, podemos nos tornar líderes melhores.</p>
<p><strong>1 &#8211; Cuidado com o seu ego: <span style="font-weight: normal;">Os líderes verdadeiramente grandes não estão na liderança para ganho pessoal. Eles estão lá para servir os outros.</span></strong></p>
<p><strong>2 – Primeiro, seja um bom seguidor: <span style="font-weight: normal;">Instituições como Academias Militares ensinam como se tornar bons seguidores. A maioria dos líderes eficazes aprende primeiro a se tornar bons seguidores.</span></strong></p>
<p><strong>3 &#8211; Mantenha relacionamentos positivos: <span style="font-weight: normal;">Liderança é influência, nada mais, nada menos. Isso significa que é por natureza relacional. Hoje, a geração de líderes parece particularmente consciente do seu título e posição, pois significa pouco para eles. Verdadeiros líderes sabem intuitivamente que as pessoas vão junto com outras pessoas que deseja conviver.</span></strong></p>
<p><strong>4 &#8211; Trabalhe duro, mas de forma direcionada e inteligente: <span style="font-weight: normal;">Ninguém respeita e segue a mediocridade. Líderes que querem ganhar o direito de conduzir devem trabalhar duro, de forma direcionada e inteligente. Eles trazem em jogo não só as suas habilidades e talentos, mas também uma grande paixão pelo trabalho. </span></strong></p>
<p><strong>5 &#8211; Confie na disciplina, não na emoção: <span style="font-weight: normal;">Na bonança, a liderança parece fácil. Quando a turbulência surge, quando tudo parece estar contra você é que você ganha o seu lugar como líder. Em todas as épocas, os líderes enfrentam momentos cruciais, quando tiveram que optar entre preparar-se ou desistir. As ações ligadas à disciplina e não a emoção que garante a boa liderança. </span></strong></p>
<p><strong>6 &#8211; Crie metas inteligentes e valorize-as: <span style="font-weight: normal;">Quando olhamos para líderes, cujos nomes são venerados por muito tempo, depois de terem saído de cena, quase sempre constatamos que eles ajudaram as pessoas a atingirem o seu potencial e a viverem melhor. A maior vocação da liderança é ajudar as pessoas a conseguirem o que mais desejam.</span></strong></p>
<p><strong>7 &#8211; Não seja egoísta: compartilhe o poder: <span style="font-weight: normal;">O líder não pode se isolar. Ele precisa aprender a compartilhar. Você está destinado a ser um rio, não um reservatório. Se você usar seu poder para capacitar outros, a sua liderança irá conquistar muitos seguidores.</span></strong></p>
<p>Mas, lembre-se de que não basta explorar seus mundos e palavras para se tornar digno de seguidores. Liderança não se aprende ou aprimora rapidamente. É como diz o ditado: “levam-se muitos anos para fazer sucesso do dia para a noite”.</p>
<p>Pense nisso,</p>
<p>Fonte: <a href="http://evaldocosta.blogspot.com" target="_blank">http://evaldocosta.blogspot.com</a></p>
<blockquote><p>Evaldo Costa é Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil. Escritor, consultor, conferencista e professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas.</p></blockquote>
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		<title>Especialistas em quê?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/especialistas-em-que/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 11:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[especialista]]></category>
		<category><![CDATA[foco]]></category>
		<category><![CDATA[profissional]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Paulo Sérgio
Cada vez mais temos visto a falta de dedicação dos profissionais na busca da preparação adequada para exercer suas atividades laborais. Uma das maiores reclamações é a falta de tempo. Só depois de Cristo já são mais de dois mil anos que cada dia tem vinte e quatro horas. Mas, infelizmente, parece que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por Paulo Sérgio</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Cada vez mais temos visto a falta de dedicação dos profissionais na busca da preparação adequada para exercer suas atividades laborais. Uma das maiores reclamações é a falta de tempo. Só depois de Cristo já são mais de dois mil anos que cada dia tem vinte e quatro horas. Mas, infelizmente, parece que boa parte de nós ainda não percebeu isto: o dia não terá aumento de horas, continuará a ter vinte e quatro horas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">No trabalho, via de regra, são oito horas diárias de labor. São 480 minutos diários que temos para cumprir nossas tarefas e, em pouquíssimos lugares, invariavelmente, há espaço para treinamento nesse período. Não há outro jeito: preparação deve ser, sobretudo, fora do ambiente de trabalho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ao realizar treinamentos, palestras, cursos, não é difícil notar que alguns participantes estão ali meramente por obrigação. Sentem-se desconfortáveis, alguns, embriagados pela arrogância e soberba, murmuram que não precisariam estar ouvindo tudo aquilo novamente, pois já sabem tudo o que precisam para empreender um brilhante trabalho. Crasso erro, pois o primeiro sinal de ignorância é a crença de que tudo já se sabe.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quando o evento é aberto à população, é possível notar também que alguns vão deixando o treinamento quando começam a ouvir algumas verdades que lhes ferem profundamente o íntimo, tendo em vista que não aceitam ser contrariados, diante do primeiro sinal de contrariedade, sentem-se ofendidos e retornam ao lamentável mundo da mediocridade.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Muitos profissionais sentem-se mal quando precisam permanecer por duas ou três horas em treinamentos. Acreditam que é extremamente cansativo e que não traz resultado algum. No entanto, são capazes de varar a noite na espera do show de um cantor, grupo, de uma banda, cantora tipo como famosos. Enfrentam chuvas, lama, aglomeração, desconforto, empurra-empurra para assistirem, o mais próximo possível, o artista.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Sim, os artistas merecem o nosso carinho, mas, o maior carinho a quem devemos dar é a nós mesmos. Por que somos capazes de aguardar três, quatro, cinco horas para assistir a um show que, em muito pouco nos acrescentará profissionalmente, no entanto, não temos força de vontade para participar de treinamentos, palestras, que, quase sempre, nos enriquecem sobremaneira?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Uma das maiores reclamações quando instigo os participantes dos meus eventos a lerem é a falta de tempo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quando lhes digo que não estão lendo porque preferiram se tornar especialistas em novelas, em filmes, em jogos de futebol, por isso não têm tempo, a maioria sente-se desconfortável, pois refletem e concluem que é absolutamente verossímil a afirmativa. Mostro-lhes que se lerem, ao menos, 10 minutos por dia, ainda que sejam péssimos em leitura, lerão 3 páginas e, certamente, próximo de 100 páginas em um mês. Ficam boquiabertos quando revelo que com apenas 10 minutos por dia de leitura, serão capazes de ler mais de 1.000 páginas em um mês.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Não é preciso abandonar as novelas, os filmes, os jogos de futebol, os programas da tarde. Eles também têm seu papel na sociedade. Muitos deles esclarecem dúvidas latentes sobre a vida de cada ser humano. Até mesmo as novelas que, infelizmente, na sua maioria, não dão bons exemplos de moral, honestidade, ética, apenas revelam o lado caótico do país. Ainda assim, se as pessoas tivessem opinião crítica, aprenderiam, pois podemos aprender grandemente com os maus exemplos: podemos aprender a como não nos comportarmos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O grande problema gravita na necessidade neurótica que algumas pessoas têm de não perder um capítulo da novela, um segundo do jornal, um minuto do jogo de futebol. Conheço funcionários que quando são instigados a laborarem até mais tarde logo respondem: “só posso ficar até o horário da minha novelinha”. Se não mudarem tal comportamento são os melhores candidatos para vencer o jogo dos fracassados.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Não há meio termo para os que decidem não se especializar na atividade ou atividades que exercem: ou você conta muito com a sorte e vê o que acontece; ou você se prepara muito, conta pouco com a sorte e faz as coisas acontecerem?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Qual é a melhor decisão? Decidir é fácil, o difícil é enfrentar as conseqüências do que fora decidido!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Um abraço e felicidades sempre!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: http://www.ogerente.com.br/</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Paulo Sérgio é Contador, Consultor, Escritor e Palestrante nas áreas de Treinamento e Desenvolvimento Pessoal e Profissional, Vendas, Motivação, Liderança, Perfil Profissional. Pós-Graduado em Gestão e Auditoria de Negócios. Há mais de 12 anos vem contribuindo nos <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-processos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Workflow de Processos" >processos</a> de decisões empresariais e profissionais. Foco no desenvolvimento e potencialização de talentos.</div>
<p><em>Por Paulo Sérgio</em></p>
<p>Cada vez mais temos visto a falta de dedicação dos profissionais na busca da preparação adequada para exercer suas atividades laborais. Uma das maiores reclamações é a falta de tempo. Só depois de Cristo já são mais de dois mil anos que cada dia tem vinte e quatro horas. Mas, infelizmente, parece que boa parte de nós ainda não percebeu isto: o dia não terá aumento de horas, continuará a ter vinte e quatro horas.</p>
<p>No trabalho, via de regra, são oito horas diárias de labor. São 480 minutos diários que temos para cumprir nossas tarefas e, em pouquíssimos lugares, invariavelmente, há espaço para treinamento nesse período. Não há outro jeito: preparação deve ser, sobretudo, fora do ambiente de trabalho.</p>
<p>Ao realizar treinamentos, palestras, cursos, não é difícil notar que alguns participantes estão ali meramente por obrigação. Sentem-se desconfortáveis, alguns, embriagados pela arrogância e soberba, murmuram que não precisariam estar ouvindo tudo aquilo novamente, pois já sabem tudo o que precisam para empreender um brilhante trabalho. Crasso erro, pois o primeiro sinal de ignorância é a crença de que tudo já se sabe.</p>
<p>Quando o evento é aberto à população, é possível notar também que alguns vão deixando o treinamento quando começam a ouvir algumas verdades que lhes ferem profundamente o íntimo, tendo em vista que não aceitam ser contrariados, diante do primeiro sinal de contrariedade, sentem-se ofendidos e retornam ao lamentável mundo da mediocridade.</p>
<p>Muitos profissionais sentem-se mal quando precisam permanecer por duas ou três horas em treinamentos. Acreditam que é extremamente cansativo e que não traz resultado algum. No entanto, são capazes de varar a noite na espera do show de um cantor, grupo, de uma banda, cantora tipo como famosos. Enfrentam chuvas, lama, aglomeração, desconforto, empurra-empurra para assistirem, o mais próximo possível, o artista.</p>
<p>Sim, os artistas merecem o nosso carinho, mas, o maior carinho a quem devemos dar é a nós mesmos. Por que somos capazes de aguardar três, quatro, cinco horas para assistir a um show que, em muito pouco nos acrescentará profissionalmente, no entanto, não temos força de vontade para participar de treinamentos, palestras, que, quase sempre, nos enriquecem sobremaneira?</p>
<p>Uma das maiores reclamações quando instigo os participantes dos meus eventos a lerem é a falta de tempo.</p>
<p>Quando lhes digo que não estão lendo porque preferiram se tornar especialistas em novelas, em filmes, em jogos de futebol, por isso não têm tempo, a maioria sente-se desconfortável, pois refletem e concluem que é absolutamente verossímil a afirmativa. Mostro-lhes que se lerem, ao menos, 10 minutos por dia, ainda que sejam péssimos em leitura, lerão 3 páginas e, certamente, próximo de 100 páginas em um mês. Ficam boquiabertos quando revelo que com apenas 10 minutos por dia de leitura, serão capazes de ler mais de 1.000 páginas em um mês.</p>
<p>Não é preciso abandonar as novelas, os filmes, os jogos de futebol, os programas da tarde. Eles também têm seu papel na sociedade. Muitos deles esclarecem dúvidas latentes sobre a vida de cada ser humano. Até mesmo as novelas que, infelizmente, na sua maioria, não dão bons exemplos de moral, honestidade, ética, apenas revelam o lado caótico do país. Ainda assim, se as pessoas tivessem opinião crítica, aprenderiam, pois podemos aprender grandemente com os maus exemplos: podemos aprender a como não nos comportarmos.</p>
<p>O grande problema gravita na necessidade neurótica que algumas pessoas têm de não perder um capítulo da novela, um segundo do jornal, um minuto do jogo de futebol. Conheço funcionários que quando são instigados a laborarem até mais tarde logo respondem: “só posso ficar até o horário da minha novelinha”. Se não mudarem tal comportamento são os melhores candidatos para vencer o jogo dos fracassados.</p>
<p>Não há meio termo para os que decidem não se especializar na atividade ou atividades que exercem: ou você conta muito com a sorte e vê o que acontece; ou você se prepara muito, conta pouco com a sorte e faz as coisas acontecerem?</p>
<p>Qual é a melhor decisão? Decidir é fácil, o difícil é enfrentar as conseqüências do que fora decidido!</p>
<p>Um abraço e felicidades sempre!</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ogerente.com.br/" target="_blank">http://www.ogerente.com.br/</a></p>
<blockquote><p>Paulo Sérgio é Contador, Consultor, Escritor e Palestrante nas áreas de Treinamento e Desenvolvimento Pessoal e Profissional, Vendas, Motivação, Liderança, Perfil Profissional. Pós-Graduado em Gestão e Auditoria de Negócios. Há mais de 12 anos vem contribuindo nos processos de decisões empresariais e profissionais. Foco no desenvolvimento e potencialização de talentos.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Armadilha do Sucesso</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/a-armadilha-do-sucesso/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/a-armadilha-do-sucesso/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 11:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tracegp.com.br/blog/?p=810</guid>
		<description><![CDATA[Por Luiz de Paiva
O sucesso, quando mal administrado, pode ser um dos maiores bloqueios para o crescimento de um profissional ou uma empresa.
Pense no seguinte:  o sucesso é somente uma medida relativa ao passado, e não é um indicador de que o mesmo continuará acontecendo no futuro.  Em outras palavras, ter sucesso significa que as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por Luiz de Paiva</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O sucesso, quando mal administrado, pode ser um dos maiores bloqueios para o crescimento de um profissional ou uma empresa.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Pense no seguinte:  o sucesso é somente uma medida relativa ao passado, e não é um indicador de que o mesmo continuará acontecendo no futuro.  Em outras palavras, ter sucesso significa que as ações e atitudes do profissional ou empresa foram corretos até aquele momento em função das circunstâncias do passado.   Se estas circunstâncias mudam, a mesma formula que gerou o sucesso pode levar ao fracasso.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O profissional de sucesso deve constantemente monitorar o ambiente externo para garantir que suas ações serão sempre modificadas às novas realidades.   Ele deve se manter atualizado, com os sentidos abertos, pronto para receber feedback e idéias, e nunca se deixar levar pela arrogância do sucesso.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Não é difícil encontrar situações nas quais o sucesso “cegou” o profissional e empresa e estragou seu futuro.  É comum ver nas empresas profissionais em altas posições que cresceram rapidamente na carreira, mas agora se amarram a fórmulas e estilos de gestão ultrapassados, e mais atrapalham do que ajudam a equipe.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Também é fácil citar casos de empresas que não souberam administrar seu sucesso.  Vejam a General Motors.  A que uma vez foi a maior empresa do mundo, ficou para trás em termos de design, tecnologia e técnicas de gestão e produção, e agora beira a falência.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para esta questão não tenho uma lista de dicas e sugestões.   As questões que os bem-sucedidos devem se responder são:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">o que eu fiz para obter o sucesso de hoje, garantirá meu sucesso no futuro?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">quais atitudes e estratégias devem ser mantidas?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">quais atitudes de estratégias não servem mais?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">quais novas habilidades e conhecimentos devo adquirir para continuar bem-sucedido?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: http://ogerente.com/congestionado/</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Luiz Henrique de Paiva Jose é graduado em Engenharia Elétrica pela Unicamp, e pós-graduado em Gerenciamento de <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-gestao-de-projetos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Gerenciamento de Projetos" >Projetos</a> pela FGV. Certificado PMP  pelo PMI. Até 2007, atuou 5 anos como Gerente de Projetos e Diretor de Fábrica na Vitelcom México, multinacional fabricante de telefones celulares. Atualmente presta consultoria empresarial, voltada a Gerenciamento de Projetos e Presença Online para pequenas e médias empresas nas regiões de São Paulo, Jundiaí e Campinas. Proprietário da Avantta Consulting. Criador do Portal O GERENTE, e editor dos blogs do Portal.</div>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-811" title="cego-pelo-sucesso" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/cego-pelo-sucesso.jpg" alt="cego-pelo-sucesso" width="119" height="178" />Por Luiz de Paiva</p>
<p>O sucesso, quando mal administrado, pode ser um dos maiores bloqueios para o crescimento de um profissional ou uma empresa.</p>
<p>Pense no seguinte:  o sucesso é somente uma medida relativa ao passado, e não é um indicador de que o mesmo continuará acontecendo no futuro.  Em outras palavras, ter sucesso significa que as ações e atitudes do profissional ou empresa foram corretos até aquele momento em função das circunstâncias do passado.   Se estas circunstâncias mudam, a mesma formula que gerou o sucesso pode levar ao fracasso.</p>
<p>O profissional de sucesso deve constantemente monitorar o ambiente externo para garantir que suas ações serão sempre modificadas às novas realidades.   Ele deve se manter atualizado, com os sentidos abertos, pronto para receber feedback e idéias, e nunca se deixar levar pela arrogância do sucesso.</p>
<p>Não é difícil encontrar situações nas quais o sucesso “cegou” o profissional e empresa e estragou seu futuro.  É comum ver nas empresas profissionais em altas posições que cresceram rapidamente na carreira, mas agora se amarram a fórmulas e estilos de gestão ultrapassados, e mais atrapalham do que ajudam a equipe.</p>
<p>Também é fácil citar casos de empresas que não souberam administrar seu sucesso.  Vejam a General Motors.  A que uma vez foi a maior empresa do mundo, ficou para trás em termos de design, tecnologia e técnicas de gestão e produção, e agora beira a falência.</p>
<p>Para esta questão não tenho uma lista de dicas e sugestões.   As questões que os bem-sucedidos devem se responder são:</p>
<ul>
<li>o que eu fiz para obter o sucesso de hoje, garantirá meu sucesso no futuro?</li>
<li>quais atitudes e estratégias devem ser mantidas?</li>
<li>quais atitudes de estratégias não servem mais?</li>
<li>quais novas habilidades e conhecimentos devo adquirir para continuar bem-sucedido?</li>
</ul>
<p>Fonte: <a href="http://ogerente.com/congestionado/" target="_blank">http://ogerente.com/congestionado/</a></p>
<blockquote><p>Luiz Henrique de Paiva Jose é graduado em Engenharia Elétrica pela Unicamp, e pós-graduado em Gerenciamento de Projetos pela FGV. Certificado PMP  pelo PMI. Até 2007, atuou 5 anos como Gerente de Projetos e Diretor de Fábrica na Vitelcom México, multinacional fabricante de telefones celulares. Atualmente presta consultoria empresarial, voltada a Gerenciamento de Projetos e Presença Online para pequenas e médias empresas nas regiões de São Paulo, Jundiaí e Campinas. Proprietário da Avantta Consulting. Criador do Portal O GERENTE, e editor dos blogs do Portal.</p></blockquote>
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		<title>Sentando na cadeira do chefe</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/sentando-na-cadeira-do-chefe/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/sentando-na-cadeira-do-chefe/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 11:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[chefe]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Diego Homem
A Geração Y é conhecida por sua personalidade dinâmica e também desafiadora, mantém-se informada e atualizada sobre o que acontece ao seu redor, tendo sempre uma opinião ou sugestão quando perguntada (às vezes nem precisa perguntar) e é em muitas empresas observada com certa desconfiaça por aqueles que ocupam cargos de gerência. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por Diego Homem</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A Geração Y é conhecida por sua personalidade dinâmica e também desafiadora, mantém-se informada e atualizada sobre o que acontece ao seu redor, tendo sempre uma opinião ou sugestão quando perguntada (às vezes nem precisa perguntar) e é em muitas empresas observada com certa desconfiaça por aqueles que ocupam cargos de gerência. Mas o que acontece quando um membro dessa geração alcança um cargo de liderança? Será que sabemos utilizar nossas características para melhorar o desempenho, ambiente de trabalho e moral do time que coordenamos?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Um time (ou área, setor, departamento) pode ter sua composição bem variada dependendo do ramo de atuação da empresa, mas não é difícil encontrarmos times mistos, com membros de diferentes gerações. Saber coordenar as diferentes formas de encarar o trabalho é uma habilidade difícil de dominar, mesmo para os mais experientes.  Olhemos algumas das características da Geração Y e como elas podem ser empregadas ou até mesmo amenizadas:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Dinamicidade: absorvemos rapidamente novas ideias e conceitos, porém nem todos pensam assim. Devemos aprender a embasar as razões para a adoção de novidades e nos prepararmos para explicar o porque da mudança, enfim essa característica pede outra didática.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Desejo de aprender: acreditamos que através do auto aperfeiçoamente chegaremos mais longe. Mas e se alguns de seus colaboradores não pensarem assim? Demonstrar o valor de continuar sempre aprendendo é uma obrigação. Embora não ter desejo de ir mais longe não seja crime algum, podem haver bons empregados mais interessados em suas atividades particulares do que na carreira e saber identificar essas opções de vida e entende-las exige respeito.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Vida Digital: computadores, celulares, internet e toda novidade tecnológica é um mundo novo que descobrimos. Nem todos conseguem acompanhar esse ritmo, podemos e devemos mostrar as novidades, explicando porque são melhores, mas não podemos cobrar que todos demonstrem a mesma vontade que nós. Devemos demonstrar compreensão.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Multitarefas: se você consegue fazer diversas atividades ao mesmo tempo sem perder o foco, ótimo! Mas compreenda que nem todos tem essa capacidade, delegue tarefas de forma adequada e clara não demande multiplas tarefas daqueles que não conseguem executá-las. Tenha bom senso.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Trabalho em equipe: se antes éramos um dos membros mais participativos agora também precisamos ser motivadores, descobrir gostos e identificar a personalidade dos colaboradores se faz imprecindível, portanto esta é uma habilidade que precisamos desenvolver para alcançarmos os melhores resultados.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Desafios: um dos motivos que regem nossas carreiras, perceber e encontrar novas motivações para cada membro para ajudá-los a alcançar seus objetivos é um desafio e tanto, identificar os marcos e limites de cada um pode ser uma longa jornada, e ela requer paciência.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Sentar na cadeira do chefe é uma experiência ótima e que se bem aproveitada por essa geração poderá gerar grandes líderes. Cabe a cada um encará-la de frente, com a coragem e humildade de quem sabe que quanto mais aprende menos sabe.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">E você, o que faria se sentasse na cadeira do chefe?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: http://www.minhacarreira.com</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Diego Homem é bacharel em Design Gráfico pela UFSC e trabalha na Flip Media em Dubai como Arquiteto de Informação e Coordenador Criativo, sendo um dos fundadores do Minha Carreira.</div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-789" title="Sentando na cadeira do chefe!" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/sentando_na_cadeira_do_chefe.jpg" alt="Sentando na cadeira do chefe!" width="555" height="160" /></p>
<p><em>Por Diego Homem</em></p>
<p>A Geração Y é conhecida por sua personalidade dinâmica e também desafiadora, mantém-se informada e atualizada sobre o que acontece ao seu redor, tendo sempre uma opinião ou sugestão quando perguntada (às vezes nem precisa perguntar) e é em muitas empresas observada com certa desconfiaça por aqueles que ocupam cargos de gerência. Mas o que acontece quando um membro dessa geração alcança um cargo de liderança? Será que sabemos utilizar nossas características para melhorar o desempenho, ambiente de trabalho e moral do time que coordenamos?</p>
<p>Um time (ou área, setor, departamento) pode ter sua composição bem variada dependendo do ramo de atuação da empresa, mas não é difícil encontrarmos times mistos, com membros de diferentes gerações. Saber coordenar as diferentes formas de encarar o trabalho é uma habilidade difícil de dominar, mesmo para os mais experientes.  Olhemos algumas das características da Geração Y e como elas podem ser empregadas ou até mesmo amenizadas:</p>
<p><strong>Dinamicidade:</strong> absorvemos rapidamente novas ideias e conceitos, porém nem todos pensam assim. Devemos aprender a embasar as razões para a adoção de novidades e nos prepararmos para explicar o porque da mudança, enfim essa característica pede outra didática.</p>
<p><strong>Desejo de aprender: </strong>acreditamos que através do auto aperfeiçoamente chegaremos mais longe. Mas e se alguns de seus colaboradores não pensarem assim? Demonstrar o valor de continuar sempre aprendendo é uma obrigação. Embora não ter desejo de ir mais longe não seja crime algum, podem haver bons empregados mais interessados em suas atividades particulares do que na carreira e saber identificar essas opções de vida e entende-las exige respeito.</p>
<p><strong>Vida Digital:</strong> computadores, celulares, internet e toda novidade tecnológica é um mundo novo que descobrimos. Nem todos conseguem acompanhar esse ritmo, podemos e devemos mostrar as novidades, explicando porque são melhores, mas não podemos cobrar que todos demonstrem a mesma vontade que nós. Devemos demonstrar compreensão.</p>
<p><strong>Multitarefas: </strong>se você consegue fazer diversas atividades ao mesmo tempo sem perder o foco, ótimo! Mas compreenda que nem todos tem essa capacidade, delegue tarefas de forma adequada e clara não demande multiplas tarefas daqueles que não conseguem executá-las. Tenha bom senso.</p>
<p><strong>Trabalho em equipe:</strong> se antes éramos um dos membros mais participativos agora também precisamos ser motivadores, descobrir gostos e identificar a personalidade dos colaboradores se faz imprecindível, portanto esta é uma habilidade que precisamos desenvolver para alcançarmos os melhores resultados.</p>
<p><strong>Desafios:</strong> um dos motivos que regem nossas carreiras, perceber e encontrar novas motivações para cada membro para ajudá-los a alcançar seus objetivos é um desafio e tanto, identificar os marcos e limites de cada um pode ser uma longa jornada, e ela requer paciência.</p>
<p>Sentar na cadeira do chefe é uma experiência ótima e que se bem aproveitada por essa geração poderá gerar grandes líderes. Cabe a cada um encará-la de frente, com a coragem e humildade de quem sabe que quanto mais aprende menos sabe.</p>
<p>E você, o que faria se sentasse na cadeira do chefe?</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.minhacarreira.com" target="_blank">http://www.minhacarreira.com</a></p>
<blockquote><p>Diego Homem é bacharel em Design Gráfico pela UFSC e trabalha na Flip Media em Dubai como Arquiteto de Informação e Coordenador Criativo, sendo um dos fundadores do Minha Carreira.</p></blockquote>
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		<title>Vocação: ser e nascer para ser</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/vocacao-ser-e-nascer-para-ser/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/vocacao-ser-e-nascer-para-ser/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 11:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento profissional]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
		<category><![CDATA[vocação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Danielle Abade
O dicionário sintetiza o termo “vocação” como a tendência ou inclinação para um estado, uma profissão, a aptidão natural; o talento. Mas será que todo mundo nasce assim: médico nato, comunicador nato, mecânico nato e outros mais natos do mercado? Durante a 32ª edição do Workshop de Criatividade da ESPM de São Paulo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por Danielle Abade</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O dicionário sintetiza o termo “vocação” como a tendência ou inclinação para um estado, uma profissão, a aptidão natural; o talento. Mas será que todo mundo nasce assim: médico nato, comunicador nato, mecânico nato e outros mais natos do mercado? Durante a 32ª edição do Workshop de Criatividade da ESPM de São Paulo, o Prof. José Predebon discutiu as ideias sobre a escolha profissional e seus desdobramentos. Centrou o debate principalmente na necessidade de ser criativo para reinventar a rotina e encontrar subsídios para as tarefas que não correspondem ao ideal que se tinha ao escolher determinada carreira.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Discutiu-se que gostar do que se faz também não é garantia de sucesso, é relevante, mas não garante. Afinal, “fazer só o que a gente gosta é vender a um cliente só”. E é mesmo. É restringir ao máximo suas opções de escolha, e também de atuação profissional. É estar fadado a uma carreira que, ao longo do tempo, não vai satisfazer o âmago do ser humano que busca realização enquanto pessoa ativa na sociedade, com uma carência latente de algo indefinido, que muitas vezes é suprida com o sucesso profissional.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Não se nasce engenheiro, talvez haja amadurecimento que torne alguém predisposto para a área de exatas, por pura questão de educação cultural ou percepção de mundo. Assim como não se nasce padeiro, há circunstâncias e necessidades que impulsionam alguém para tal posição. Quando há a possibilidade de escolher uma profissão, o autoconhecimento é sempre a primeira chave. Logo depois, delimitar aquilo que lhe convém e descobrir sobre as possibilidades são tarefas também essenciais. É imprescindível aceitar que erros podem ocorrer. O gosto pela profissão não vem pela perfeição, é por acreditar que ela vale à pena. A busca pela excelência surge daquilo que acreditamos, e se você não acredita no seu trabalho, por que buscá-la?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Tudo isso também se aplica para a escolha de áreas, para quem pensa que escolher uma profissão é delimitar o futuro, engana-se. Ela apenas reduz, embora de forma significante, as possibilidades de escolha. Não importa se você acredita que nasceu para ser, importa é o que você é (ou escolherá ser). Envolver-se por inteiro naquilo que se faz, não é bem uma questão de gosto. É coerência, necessidade. E esteja preparado para os desafios. Serão muitos dissabores pelo caminho, que não é reto e muito menos plano. Mas aquela satisfação de saber que, apesar de tudo, você está na estrada certa, faz toda a diferença.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: http://www.minhacarreira.com/</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Danielle Abade é estudante de Comunicação Social – Relações Públicas na PUC Minas e atualmente estagia na Fundação dos Empregados da Fiat no setor de produção de eventos. Estreou no Minha Carreira em Janeiro de 2010.</div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-781" title="Vocação" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/vocacao-nascer.jpg" alt="Vocação" width="555" height="160" /></p>
<p><em>Por Danielle Abade</em></p>
<p>O dicionário sintetiza o termo “vocação” como a tendência ou inclinação para um estado, uma profissão, a aptidão natural; o talento. Mas será que todo mundo nasce assim: médico nato, comunicador nato, mecânico nato e outros mais natos do mercado? Durante a 32ª edição do Workshop de Criatividade da ESPM de São Paulo, o Prof. José Predebon discutiu as ideias sobre a escolha profissional e seus desdobramentos. Centrou o debate principalmente na necessidade de ser criativo para reinventar a rotina e encontrar subsídios para as tarefas que não correspondem ao ideal que se tinha ao escolher determinada carreira.</p>
<p>Discutiu-se que gostar do que se faz também não é garantia de sucesso, é relevante, mas não garante. Afinal, “fazer só o que a gente gosta é vender a um cliente só”. E é mesmo. É restringir ao máximo suas opções de escolha, e também de atuação profissional. É estar fadado a uma carreira que, ao longo do tempo, não vai satisfazer o âmago do ser humano que busca realização enquanto pessoa ativa na sociedade, com uma carência latente de algo indefinido, que muitas vezes é suprida com o sucesso profissional.</p>
<p>Não se nasce engenheiro, talvez haja amadurecimento que torne alguém predisposto para a área de exatas, por pura questão de educação cultural ou percepção de mundo. Assim como não se nasce padeiro, há circunstâncias e necessidades que impulsionam alguém para tal posição. Quando há a possibilidade de escolher uma profissão, o autoconhecimento é sempre a primeira chave. Logo depois, delimitar aquilo que lhe convém e descobrir sobre as possibilidades são tarefas também essenciais. É imprescindível aceitar que erros podem ocorrer. O gosto pela profissão não vem pela perfeição, é por acreditar que ela vale à pena. A busca pela excelência surge daquilo que acreditamos, e se você não acredita no seu trabalho, por que buscá-la?</p>
<p>Tudo isso também se aplica para a escolha de áreas, para quem pensa que escolher uma profissão é delimitar o futuro, engana-se. Ela apenas reduz, embora de forma significante, as possibilidades de escolha. Não importa se você acredita que nasceu para ser, importa é o que você é (ou escolherá ser). Envolver-se por inteiro naquilo que se faz, não é bem uma questão de gosto. É coerência, necessidade. E esteja preparado para os desafios. Serão muitos dissabores pelo caminho, que não é reto e muito menos plano. Mas aquela satisfação de saber que, apesar de tudo, você está na estrada certa, faz toda a diferença.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.minhacarreira.com/" target="_blank">http://www.minhacarreira.com/</a></p>
<blockquote><p>Danielle Abade é estudante de Comunicação Social – Relações Públicas na PUC Minas e atualmente estagia na Fundação dos Empregados da Fiat no setor de produção de eventos. Estreou no Minha Carreira em Janeiro de 2010.</p></blockquote>
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