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	<title>Blog Trace Sistemas &#187; Gestão de Portfolio de Projetos</title>
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	<description>A Trace Sistemas é uma empresa que tem seu Core Business centrado em sua solução de Gestão do Trabalho, TraceGP.</description>
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		<title>TraceGP: Gestão para Redes Associativas</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 16:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Portfolio de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[dashboard]]></category>
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		<description><![CDATA[
O sistema TraceGP foi a plataforma adotada pela Rede Nacional de Análise de Alimentos (RENALI) para gerenciar os projetos e o fluxo de repasse, auxiliando a prestação de contas do convênio obtidos junto a linha de financiamento MCTI/FINEP utilizada para estruturar a Rede na componente de Serviços Tecnológicos do Sistema Brasileiro de Tencologia &#8211; SIBRATEC.
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1757" title="FINEP - MCTI - RENALI" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/finep-mcpi-renali.png" alt="FINEP - MCTI - RENALI" width="640" height="154" /></p>
<p>O sistema TraceGP foi a plataforma adotada pela Rede Nacional de Análise de Alimentos (RENALI) para gerenciar os projetos e o fluxo de repasse, auxiliando a prestação de contas do convênio obtidos junto a linha de financiamento MCTI/FINEP utilizada para estruturar a Rede na componente de Serviços Tecnológicos do Sistema Brasileiro de Tencologia &#8211; SIBRATEC.</p>
<p>O cenário de utilização do produto abrange a gestão dos projetos com controle dos cronogramas físicos e financeiro, o workflow de processos de compras e patrimônio, envolvendo os membros da rede, o gestor financeiro (IEL/SC), coordenação técnica, núcleo da coordenação e a secretaria executiva, além de ser utilizado como ferramenta para a captação de demandas por investimento e novos projetos e prover total visibilidade sobre os serviços, certificações e capacidade de todos os seus integrantes.</p>
<blockquote><p><em><strong>&#8220;O sistema TraceGP tornou-se uma ferramenta fundamental nos processos da RENALI.&#8221;</strong> &#8211; Irineu Scartezini Jr &#8211; Secretário Executivo.</em></p></blockquote>
<p>O sistema TraceGP possui todas os recursos para a gestão e transparência em cenários de rede permitindo uma total governança sobre os recursos envolvidos.</p>
<p><strong>Links Relacionados:</strong></p>
<p><a href="http://www.tracegp.com.br" target="_blank">http://www.tracegp.com.br</a></p>
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		<title>TraceGP, Ágil como tem que ser</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 17:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão de Portfolio de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SCRUM]]></category>
		<category><![CDATA[gerenciamento de projetos]]></category>
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		<description><![CDATA[Pioneiro na disponibilização de funcionalidades para apoio na adoção das melhores práticas em modelos de qualidade, o TraceGP inovou com o conceito &#8220;Gestão do Trabalho&#8221; e lançou recentemente a nova versão da Solução: TraceGP Ágil.
A proposta da plataforma, é de permitir o gerenciamento de projetos adotando metodologias ágeis.
O site do TraceGP também está de cara [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Pioneiro na disponibilização de funcionalidades para apoio na adoção das melhores práticas em modelos de qualidade, o TraceGP inovou com o conceito &#8220;Gestão do Trabalho&#8221; e lançou recentemente a nova versão da Solução: <strong><a href="http://www.tracegp.com.br/agil" target="_blank">TraceGP Ágil</a></strong><span style="text-align: -webkit-auto;">.</span></p>
<p>A proposta da plataforma, é de permitir o gerenciamento de projetos adotando <a href="http://www.tracegp.com.br/agil" target="_blank">metodologias ágeis</a>.</p>
<p>O site do TraceGP também está de cara nova. O projeto, desenvolvido pela equipe de Marketing da Trace Sistemas, apresenta uma estrutura equilibrada, layout moderno e uma navegação intuitiva, facilitando a busca de qualquer informação de forma simples e rápida.</p>
<p>Você confere as novidades pelo link:<br />
<a href="http://www.tracegp.com.br" target="_blank"> http://www.tracegp.com.br</a></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="border-style: initial; border-color: initial; text-align: center;" title="TraceGP - www.tracegp.com.br" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/pirnt-tela.png" alt="TraceGP - www.tracegp.com.br" width="540" height="642" /></p>
<p><strong>Sobre o TraceGP &#8211; Gestão do Trabalho</strong></p>
<p>É uma Solução aderente e adaptável a empresas de pequeno, médio e grande porte, dos mais variados segmentos de atuação, com o objetivo de oferecer uma plataforma tecnológica para empresas que busquem elevar seu nível de maturidade.</p>
<p>O conceito Gestão do Trabalho, tem por foco a implantação de Processos de Governança e Gestão de Projetos nas organizações, integrando a estes, funcionalidades baseadas em diferentes metodologias de gestão (de nível operacional, tático e estratégico) que o mercado apresenta de forma segmentada, mas que são totalmente interdependentes para empresas que visem uma gestão potencializada, e realmente competitiva.</p>
<p>Através de diversas funcionalidades, o TraceGP transforma todo o trabalho de uma empresa em um grande Painel de Controle, permitindo a visualização instantânea de focos de stress por excesso de trabalho ou ociosidade, capacitando a maximização dos recursos e a aplicação de políticas efetivas de Gestão.</p>
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		<title>Reforçando a importância da comunicação em Gerência de Projetos</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/reforcando-a-importancia-da-comunicacao-em-gerencia-de-projetos/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/reforcando-a-importancia-da-comunicacao-em-gerencia-de-projetos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 17:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Portfolio de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Áreas de Gerenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Boas Práticas]]></category>
		<category><![CDATA[gerência de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Helson Costa
Antes de mais nada, a comunicação é fundamental para tudo aquilo que se pretende implementar na vida. Dessa forma, é preciso entender bem o que envolve o processo de envio de uma informação, não obstante a pressão da necessidade.
Enviar, nessa visão, não compreende somente identificar destino, via de entrega, conteúdo da informação&#8230;, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-418" title="Comunicação" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/communicate2.jpg" alt="Comunicação" width="197" height="200" />Por <span>Helson Costa</span></em></p>
<p>Antes de mais nada, a comunicação é fundamental para tudo aquilo que se pretende implementar na vida. Dessa forma, é preciso entender bem o que envolve o processo de envio de uma informação, não obstante a pressão da necessidade.</p>
<p>Enviar, nessa visão, não compreende somente identificar destino, via de entrega, conteúdo da informação&#8230;, em princípio é importante se perceber uma sempre existente responsabilidade, incrustada, naturalmente, na pessoa do emissor da informação, ou seja, é fundamental a carga do papel do emissor no processo de comuicação, pois todos os resultados finais desse processo estarão direta e proporcionalmente associados à qualidade com que ele atuou.</p>
<p>Muitas vezes, isso independe de se ter uma estrutura para se comunicar do nível bom, ruim ou péssimo. O simples fato de se enviar uma informação de forma displiscente, sem um critério de análise qualquer ou com critérios falhos, já torna o processo susceptível a erros, que, por sua vez, gerarão as devidas consequências, com destino já conhecido em sua origem.</p>
<p>Se o ambiente é o de projetos, essa premissa torna-se uma substância que pode assumir dois sabores, em momentos mutuamente exclusivos: uma vez, como forma de comunicação refinada, precisa, gerenciada e consciente, traz resultados saborosos e enraiza o que se chama de boas práticas na gerência de projetos; por outro lado, o dissabor, o mau uso desse recurso, até mesmo o descrédito de que nada agregará de valor para o final feliz desejado para o projeto.</p>
<p>Esta última visão já fez muitos projetos pagarem um alto preço pelo despreparo de ignorar a comunicação, que não se conceitua simplesmente em dar resultados, relatar fatos ou cadastrar tarefas, mas em se ter um planejamento para a comunicação, definindo-se canais onde ela pode acontecer nos projetos, formalizando contextos prioritários e vitais onde a comunicação com qualidade deve ser estabelecida, nomeando responsáveis por todo esse cenário, enfim, formando uma estrutura na qual o projeto adquirirá a consistência necessária e suficiente para trafegar suas informações geradas durante a implementação e assumir, por essa via, seu caminho de sucesso.</p>
<p>Fonte: <a href="http://" target="_blank">http://gerenciapratica.blogspot.com</a></p>
<blockquote><p> Helson Costa é Analista de Sistemas</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Arquitetura Corporativa e Gestão de Portfólio de Projetos</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/arquitetura-corporativa-e-gestao-de-portfolio-de-projetos/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/arquitetura-corporativa-e-gestao-de-portfolio-de-projetos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 13:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Portfolio de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[enterprise architecture]]></category>
		<category><![CDATA[gerenciamento de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[portólio de projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Atila Belloquim
Cada vez mais, as organizações apreciam as vantagens de implantar um Escritório de Projetos (PMO – Project Management Office) e de incluir nas atribuições deste órgão a tarefa de gerenciar o portfólio de projetos da organização.
A Gestão de Portfólio de Projetos é a disciplina (processos, técnicas e ferramentas) através da qual a organização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Atila Belloquim</em></p>
<p>Cada vez mais, as organizações apreciam as vantagens de implantar um Escritório de Projetos (<em>PMO – Project Management Office</em>) e de incluir nas atribuições deste órgão a tarefa de gerenciar o portfólio de projetos da organização.</p>
<p>A Gestão de Portfólio de Projetos é a disciplina (processos, técnicas e ferramentas) através da qual a organização é capaz de obter e documentar informações sobre os projetos em curso e programados ou demandados, e avaliar e comparar esses projetos entre si, em termos de um conjunto de aspectos, tais como alinhamento com o negócio, risco, retorno e uso de recursos. Com base nessa avaliação, o PMO pode classificar os projetos propostos, priorizando-os e alocando recursos proporcionais a sua importância a cada um, indicada pela classificação. Além disso, a Gestão de Portfolio de Projetos inclui práticas e ferramentas para monitorar e controlar os projetos coletivamente.</p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Benefícios da Gestão de Portfolio de Projetos</strong></p>
<p>Existem inúmeras vantagens em tratar os projetos da organização como uma carteira ou portfólio. Alguns dos principais são os seguintes:</p>
<ul>
<li>Eliminação de projetos duplicados. Projetos idênticos, ou muito similares, sendo conduzidos em duas ou mais áreas na empresa podem ser fundidos em um só, reduzindo custos e evitando incompatibilidades no futuro.</li>
<li>Combinação de projetos gerando economias de escala. Projetos que, embora não sejam idênticos, fazem sentido de serem executados juntos, pela mesma equipe e próximos no tempo. Um exemplo seriam projetos que produzem muitas entradas um para o outro.</li>
<li>Visão clara da interdependência entre projetos. É mais fácil perceber quais saídas do projeto A devem ser entradas para o projeto B e vice-versa.</li>
<li>Orienta a coordenação no tempo de diferentes projetos: o que deve acontecer no projeto A antes que se possa executar a tarefa X no projeto B.</li>
<li>Redução da prioridade de projetos necessários, mas menos importantes ou urgentes. Ao comparar o escopo do projeto com as necessidades estratégicas da organização, é possível detectar quais projetos podem ser deixados para depois, quando houver mais recursos disponíveis.</li>
<li>Aumento da prioridade de projetos estratégicos, mas de baixa visibilidade. Da mesma forma, o exame da relevância do projeto para o cumprimento das metas estratégicas pode levar à priorização e alocação de recursos adicionais a um projeto cuja visibilidade esteja baixa, talvez por falta de patrocinadores poderosos.</li>
<li>Otimização da alocação de recursos e talentos. A Gestão de Portfolio de Projetos provê orientação na formação de equipes, usando as habilidades das pessoas onde contam mais. Se existe alguém na organização que é um expert em uma das fases-padrão dos projetos normalmente executados, por que esta pessoa deveria estar “fixa” em uma equipe que pega um projeto após o outro, participando também das atividades nas quais não é tão bom assim? Se João é um ótimo especificador de requisitos, mas um desenvolvedor apenas mediano, que sentido tem ele fazer tudo na equipe? Não é melhor que ele especifique os requisitos no projeto A, depois vá fazer o mesmo no projeto B e assim por diante? Com a visão global que a Gestão de Portfolio dá, é possível planejar melhor o emprego dos especialistas nos diversos projetos.</li>
<li>Visão clara do que deve ser feito pela “prata-da-casa” e o que pode ou deve ser terceirizado. Projetos críticos que exijam a participação intensa de pessoal interno são mais facilmente identificados, de modo que podemos deixar os outros projetos como candidatos à terceirização.</li>
<li>Identificação de necessidades de contratação e treinamento. Como a Gestão de Portfolio provê uma visão de médio a longo prazo para os projetos da organização, é possível identificar com bastante antecedência quais serão as competências necessárias no momento em que os projetos começarem. Nada de treinar pessoas depois que o projeto já começou! Da mesma forma, é possível antecipar se será necessário trazer gente nova para o time.</li>
</ul>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Limitações da Gestão de Portfolios de Projetos</strong></p>
<p>Embora tudo isso seja verdade, a Gestão de Portfolio de Projetos (GPP) tem também suas limitações. A mais importante delas é que a GPP trata da priorização de projetos depois que foram sugeridos ou requisitados, ou mesmo quando já estão em andamento. Isto significa que nada garante que não sejam outros os projetos realmente necessários. A GPP tipicamente não produz sugestões de projetos, ela apenas analisa aqueles que lhe são propostos. E, como diz aquele velho ditado, “garbage in, garbage out”, ou seja, se entrar lixo, do outro lado do processo não há como sair algo diferente&#8230; E se a organização não tiver um processo para produzir a lista de projetos de que ela realmente precisa? Afinal, pode ser que os projetos necessários nem tenham sido sugeridos ou vislumbrados por ninguém&#8230;</p>
<p>Outra importante limitação da Gestão de Portfolio de Projetos é que a comparação se dá entre os projetos que estão no portfólio, mas aquilo que já existe na organização é desconsiderado. Suponha que o PMO detecte dois projetos com escopos quase idênticos, sendo conduzidos em diferentes departamentos. A Gestão de Portfolio de Projetos pode ajudar a evitar essa duplicidade, fundindo os projetos. Suponha agora que o escopo do projeto envolve produzir algo que já foi produzido antes por um terceiro projeto em um terceiro departamento, sendo que o projeto terminou e entregou o produto há, digamos, dois anos. A GPP não vai pegar isso. Embora se tenha evitado a redundância de dois projetos simultâneos fazendo a mesma coisa, não há como evitar que um projeto produza algo que já existe na organização.</p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Arquitetura Empresarial(1) e Gestão do Portfolio de Projetos</strong></p>
<p>É aqui que entra a Arquitetura Empresarial. É ela quem dá condições de complementar as práticas de GPP, superando as limitações citadas.</p>
<p>Como sabe o leitor, A Arquitetura Empresarial mapeia a organização inteira: começa com a Estratégia, prossegue com o mapeamento dos processos de negócio e em como esses processos executam (ou deixam de executar) a Estratégia; passa então para os Sistemas de Informação que automatizam (ou não) esses processos de negócio (bem ou mal) e termina identificando a infraestrutura tecnológica disponível para a execução desses sistemas. Além disso, o processo de Arquitetura Corporativa mapeia não só o que existe hoje (Arquitetura AS-IS), mas também o que é necessário no futuro para que a Estratégia da organização possa ser implementada (Arquitetura TO-BE). Por fim, o processo também leva os arquitetos a fazerem a análise entre o que existe hoje e o que deveria existir (gap analysis), e é justamente desta análise que deve sair o  portfólio dos projetos necessários para que a organização consiga implementar sua estratégia. Em outras palavras, são esses os projetos de que a empresa precisa. Inversamente, qualquer projeto proposto que não puder explicar como é que ele ajuda a organização a ir de onde ela está para onde ela quer chegar não merece ser incluído no portfolio. Ou seja, a Arquitetura Corporativa permite identificar os projetos realmente necessários, coisa que a Gestão de Portfolio de Projetos sozinha não é capaz de fazer.</p>
<p>Além disso, a Arquitetura Empresarial provê ao PMO as informações necessárias para responder a duas perguntas essenciais para a avaliação de projetos:</p>
<p>1. O que este projeto pretende produzir já existe em algum outro lugar na organização? Ou seja, a Arquitetura Corporativa resolve o segundo problema mencionado antes, a questão de saber se um projeto não é redundante com outro projeto que já tenha terminado e já esteja “fora” do portfólio.</p>
<p>2. O que este projeto pretende produzir aparece em alguma arquitetura futura (TO-BE) da organização? Se sim, o projeto deveria estar no portfolio de projetos da Arquitetura, ou então ser combinado com algum projeto que já esteja lá. Se não, das duas, uma: ou o projeto não é necessário e não deve ser executado; ou ele é, sim, necessário, e é a Arquitetura que está incompleta e deve ser atualizada.</p>
<p>Essas são apenas duas das formas pelas quais a Arquitetura Empresarial ajuda e completa a Gestão de Portfolios, mas existem várias outras. Uma que não é possível deixar de mencionar é a capacidade que a Arquitetura Corporativa dá ao PMO de avaliar corretamente o impacto e o risco de um projeto, ao disponibilizar informação sobre como os vários elementos da organização estão interligados. Sem Arquitetura, esse tipo de análise acaba sendo pouco mais que “chute”, e a sua aproximação em reação à realidade vai depender muito de quem estava disponível no momento para fazer a análise. Discutiremos esse aspecto da Arquitetura Corporativa em um próximo artigo.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>(1) Não existe ainda uma tradução universalmente aceita para a expressão em inglês “Enterprise Architecture”. De modo geral, a expressão vem sendo traduzida tanto como Arquitetura Corporativa quanto como Arquitetura Empresarial. Usaremos as duas expressões indistintamente.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.gnosisbr.com.br/arquitetura-corporativa-e-gestao-de-portfolio-de-projetos" target="_blank">http://www.gnosisbr.com.br/arquitetura-corporativa-e-gestao-de-portfolio-de-projetos</a></p>
<blockquote><p>Atila Belloquim: Sócio-Diretor da Gnosis. VicePresidente da Sucesu-SP. Graduado em Ciência da Computação pela USP e Mestre em Administração pela USP. É docente do curso de pós-graduação em Gestão da Qualidade de Software do Senac-SP, e coordenou o mesmo curso por três anos.</p></blockquote>
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