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	<title>Blog Trace Sistemas &#187; inovação</title>
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	<description>A Trace Sistemas é uma empresa que tem seu Core Business centrado em sua solução de Gestão do Trabalho, TraceGP.</description>
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		<title>Estimule novas ideias!</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já vi muitas iniciativas em empresas que, a meu ver, não deram em nada por conta da falta de estímulos convincentes e da falta de engajamento por conta dos colaboradores que participaram dessas ações.
Ainda penso que grande parte das pessoas que são inovadoras estão presas aos processos tradicionais de desenvolvimento de suas tarefas e isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1761" title="Criatividade" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/creativity-400x208-300x1561.jpg" alt="Criatividade" width="300" height="156" />Já vi muitas iniciativas em empresas que, a meu ver, não deram em nada por conta da falta de estímulos convincentes e da falta de engajamento por conta dos colaboradores que participaram dessas ações.</p>
<p>Ainda penso que grande parte das pessoas que são inovadoras estão presas aos processos tradicionais de desenvolvimento de suas tarefas e isso as impede de pôr para fora todo o seu estímulo criativo. Muitas vezes, elas nem sabem que têm este lado por conta do ambiente que estão inseridas.</p>
<p>Já que essa condição não é algo obrigatoriamente ligado a uma área de trabalho específica, eu tenho quase certeza que isso tem mais a ver com o modo de lidar com a gestão dos negócios e das pessoas.</p>
<p>Pensando assim, como você, sendo um líder, pode estimular e criar um ambiente que gere insights e novas ideias que gerarão mudanças e inovação em seu ambiente?</p>
<p>Existem muitas áreas de negócios que dependem diretamente da geração de novas ideias e da criação de projetos únicos. Um exemplo disso são as empresas que atuam com publicidade e propaganda, marketing e criação.</p>
<p>Lembro-me de uma situação em que utilizei alguns artífices para estimular um grupo de profissionais a trabalharem em conjunto para resolver um determinado problema e percebi que alguns deles não tinham perfil para pensar fora de suas caixas e sentirem-se integrados e comprometidos na resolução do problema.</p>
<p>Mesmo tendo conseguido contornar a situação e extrair um resultado bem satisfatório, essa situação me levou a uma reflexão muito interessante que quero compartilhar com vocês: será que as pessoas estão preparadas para serem estimuladas a ter novas ideias e atuarem como agentes de mudanças para a implantação delas?</p>
<p>Mesmo com técnicas de integração, de estímulo e aplicando o bom e velho brainstorming, percebi que temos que saber escolher quem tem perfil para participar deste tipo de trabalho.</p>
<p>Entendo que a nossa motivação e a nossa consciência podem nos levar a pensar que a integração desse tipo de papel deve abranger um número diferenciado de perfis de profissionais em toda a organização. Cabe ainda entender que o tempo investido nesse tipo de projeto também interfere em outros fatores, como por exemplo, na gestão de custos de pessoas nas organizações e nos resultados de projetos em que elas estão envolvidas e em suas atividades mais operacionais.</p>
<p>Entendo perfeitamente e quero deixar claro que é importante pensar que, quanto mais diversificada essa equipe for, mais rico poderá ser o resultado do trabalho, mas não podemos perder o rumo da atividade a ser desempenhada.</p>
<p>Porém, volto a advertir as empresas, já que vejo que muitos destes projetos não são colocados em prática e isso acaba gerando um desconforto muito grande na equipe que participou de sua concepção.</p>
<p>Então, quero fechar levando a seguinte reflexão: Você está disposto a inovar? A mudar? A sair de sua zona de conforto? Está disposto a ter pessoas mais engajadas e que se sentem como parte do time dos seus projetos? Está realmente convencido da importância da participação de seus colaboradores na concepção das ideias e da tomada de decisões de algum tipo de projeto?</p>
<p>Pois bem, entendo que a colaboração e a cocriação sempre existiram, mas sinto que hoje estamos cada vez mais próximos delas se tornarem obrigatoriedade nas decisões mais estratégicas de nossos negócios. Afinal, as empresas que assumirem uma abordagem mais centrada no ser humano, tanto para fora quanto para dentro, já estarão inovando sem perceber.</p>
<p><a href="http://www.hsm.com.br/blog/2012/01/estimule-novas-ideias/" target="_blank">http://www.hsm.com.br/blog/2012/01/estimule-novas-ideias/</a></p>
<blockquote><p>Francisco Albuquerque é Consultor de Projetos com formação em Criação e Gestão de Negócios com mais de 9 anos de experiência na área de Planejamento Estratégico e Change Management, onde atuou criando e gerenciando Projetos Multidisciplinares passando por empresas dos setores de Engenharia, Tecnologia da Informação e Finanças.</p></blockquote>
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		<title>Estimule novas ideias!</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 15:42:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já vi muitas iniciativas em empresas que, a meu ver, não deram em nada por conta da falta de estímulos convincentes e da falta de engajamento por conta dos colaboradores que participaram dessas ações.
Ainda penso que grande parte das pessoas que são inovadoras estão presas aos processos tradicionais de desenvolvimento de suas tarefas e isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1753" title="Estimule novas ideias!" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/creativity-400x208-300x156.jpg" alt="Estimule novas ideias!" width="300" height="156" />Já vi muitas iniciativas em empresas que, a meu ver, não deram em nada por conta da falta de estímulos convincentes e da falta de engajamento por conta dos colaboradores que participaram dessas ações.</p>
<p>Ainda penso que grande parte das pessoas que são inovadoras estão presas aos processos tradicionais de desenvolvimento de suas tarefas e isso as impede de pôr para fora todo o seu estímulo criativo. Muitas vezes, elas nem sabem que têm este lado por conta do ambiente que estão inseridas.</p>
<p>Já que essa condição não é algo obrigatoriamente ligado a uma área de trabalho específica, eu tenho quase certeza que isso tem mais a ver com o modo de lidar com a gestão dos negócios e das pessoas.</p>
<p>Pensando assim, como você, sendo um líder, pode estimular e criar um ambiente que gere insights e novas ideias que gerarão mudanças e inovação em seu ambiente?</p>
<p>Existem muitas áreas de negócios que dependem diretamente da geração de novas ideias e da criação de projetos únicos. Um exemplo disso são as empresas que atuam com publicidade e propaganda, marketing e criação.</p>
<p>Lembro-me de uma situação em que utilizei alguns artífices para estimular um grupo de profissionais a trabalharem em conjunto para resolver um determinado problema e percebi que alguns deles não tinham perfil para pensar fora de suas caixas e sentirem-se integrados e comprometidos na resolução do problema.</p>
<p>Mesmo tendo conseguido contornar a situação e extrair um resultado bem satisfatório, essa situação me levou a uma reflexão muito interessante que quero compartilhar com vocês: será que as pessoas estão preparadas para serem estimuladas a ter novas ideias e atuarem como agentes de mudanças para a implantação delas?</p>
<p>Mesmo com técnicas de integração, de estímulo e aplicando o bom e velho brainstorming, percebi que temos que saber escolher quem tem perfil para participar deste tipo de trabalho.</p>
<p>Entendo que a nossa motivação e a nossa consciência podem nos levar a pensar que a integração desse tipo de papel deve abranger um número diferenciado de perfis de profissionais em toda a organização. Cabe ainda entender que o tempo investido nesse tipo de projeto também interfere em outros fatores, como por exemplo, na gestão de custos de pessoas nas organizações e nos resultados de projetos em que elas estão envolvidas e em suas atividades mais operacionais.<br />
Entendo perfeitamente e quero deixar claro que é importante pensar que, quanto mais diversificada essa equipe for, mais rico poderá ser o resultado do trabalho, mas não podemos perder o rumo da atividade a ser desempenhada.</p>
<p>Porém, volto a advertir as empresas, já que vejo que muitos destes projetos não são colocados em prática e isso acaba gerando um desconforto muito grande na equipe que participou de sua concepção.</p>
<p>Então, quero fechar levando a seguinte reflexão: Você está disposto a inovar? A mudar? A sair de sua zona de conforto? Está disposto a ter pessoas mais engajadas e que se sentem como parte do time dos seus projetos? Está realmente convencido da importância da participação de seus colaboradores na concepção das ideias e da tomada de decisões de algum tipo de projeto?</p>
<p>Pois bem, entendo que a colaboração e a cocriação sempre existiram, mas sinto que hoje estamos cada vez mais próximos delas se tornarem obrigatoriedade nas decisões mais estratégicas de nossos negócios. Afinal, as empresas que assumirem uma abordagem mais centrada no ser humano, tanto para fora quanto para dentro, já estarão inovando sem perceber.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.hsm.com.br/blog/2012/01/estimule-novas-ideias/" target="_blank">http://www.hsm.com.br/blog/2012/01/estimule-novas-ideias/</a></p>
<blockquote><p>Francisco Albuquerque é Consultor em Carreira, Planejamento, Estratégia, Gestão Empresarial, Empreendedorismo e Inovação. Autor do Blog: <a href="http://www.anossageracaoy.com.br" target="_blank">www.anossageracaoy.com.br</a></p></blockquote>
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		<title>Ainda dá tempo de planejar 2012!</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/ainda-da-tempo-de-planejar-2012/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/ainda-da-tempo-de-planejar-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 16:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não vamos cair nessa fantasiosa afirmação de que planejamento deve ser feito entre outubro e dezembro, quando “geralmente” avaliamos o fechamento da empresa, os números da gestão e os acontecimentos do ano. A toda hora é possível repensar as estratégias de uma empresa e tomar ações para colocar o trem nos trilhos.
Aproveitando que iniciamos um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1742" title="Planejamento 2012" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/plan_colabora-300x119.jpg" alt="Planejamento 2012" width="300" height="119" />Não vamos cair nessa fantasiosa afirmação de que planejamento deve ser feito entre outubro e dezembro, quando “geralmente” avaliamos o fechamento da empresa, os números da gestão e os acontecimentos do ano. A toda hora é possível repensar as estratégias de uma empresa e tomar ações para colocar o trem nos trilhos.</p>
<p>Aproveitando que iniciamos um novo ano e geralmente estamos mais estimulados a analisar e repensar o que fizemos, eu quero fazer um convite. Vamos rever o passado e conectar com o futuro as lições que aprendemos?</p>
<p>Mesmo que você, como empresário ou gestor, não tenha costume ou tempo para acompanhar relatórios e analisar os acontecimentos do passado, é importante entender que esse tipo de atividade, que em determinadas situações pode parecer “chata”, sem dúvida alguma irá ajudá-lo a tomar decisões importantes.</p>
<p>Recentemente, em um dos projetos de planejamento em que estou trabalhando, consegui provar com simples cálculos que a empresa faria um investimento para aumento da sua estrutura sem necessidade pelo simples fato de desconhecer a capacidade total da empresa.</p>
<p>Esse tipo de análise é, sem dúvida, muito interessante e prova a importância da gestão estratégica de negócios. Mas, para que a gestão estratégica funcione, é preciso ter um mínimo de planejamento, definindo muito bem os objetivos estratégicos da empresa com perspectivas claras, sendo elas: financeiras, de clientes, processos internos e aprendizagem e conhecimento (BSC).</p>
<p>Em alguns casos, também é importante repensar alguns pontos como a inovação do seu modelo de negócios e, neste aspecto, eu gosto muito da ferramenta criada por Alexander Ostenwalder e Yves Pigneur (Business Model Generation). Ela identifica gaps importantes no modelo da estrutura da empresa, falhas que muitas vezes os responsáveis pela organização não conseguem enxergar devido à visão contaminada do próprio negócio e da operação no dia a dia.</p>
<p>Ter uma visão macro do negócio no momento de planejamento é fundamental e agregar o conhecimento de outras áreas e de pessoas que têm influência na organização é ainda mais inovador. Isso se chama cocriação.<br />
O importante é nunca deixar o que podemos fazer hoje para ser feito amanhã, principalmente quando essa procrastinação interfere diretamente nos resultados da empresa.</p>
<p>Por outro lado, há a comunicação das estratégias, que é um passo importante após o planejamento. Ainda existem empresas que não gostam de abrir certas discussões e informações aos seus colaboradores – e entendo isso de certa forma -, mas posso dizer que há um grande benefício a partir da colaboração de pessoas-chave, algo que infelizmente ainda não está sendo experimentado em grande parte das empresas.</p>
<p>Pois bem, esse é o momento de quebrar alguns paradigmas e entender como a colaboração pode potencializar os planos para o seu negócio e tomar uma atitude inovadora!</p>
<p>Bem-vindo à era da colaboração!</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.hsm.com.br/blog/2012/01/ainda-da-tempo-de-planejar-2012/" target="_blank">http://www.hsm.com.br/blog/2012/01/ainda-da-tempo-de-planejar-2012/</a></p>
<blockquote><p>Francisco Albuquerque é Consultor em Carreira, Planejamento, Estratégia, Gestão Empresarial, Empreendedorismo e Inovação. Autor do Blog: <a href="http://www.anossageracaoy.com.br" target="_blank">www.anossageracaoy.com.br</a></p></blockquote>
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		<title>Vídeo: A evolução da tecnologia e da comunicação móvel</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/video-a-evolucao-da-tecnologia-e-da-comunicacao-movel/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/video-a-evolucao-da-tecnologia-e-da-comunicacao-movel/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 17:39:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[trends & insights]]></category>

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		<description><![CDATA[
Assistam ao vídeo abaixo, que mostra a evolução da tecnologia em uma linha de tempo e resgata marcos do início do século XX, além de projetar tendências para essa evolução até o ano de 2020.

Como já disse em posts anteriores, quando se trata de tecnologia a pergunta a ser feita não é se é possível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1473" title="Evolução Móvel" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/human_cel.jpg" alt="Evolução Móvel" width="450" height="231" /></p>
<p>Assistam ao vídeo abaixo, que mostra a evolução da tecnologia em uma linha de tempo e resgata marcos do início do século XX, além de projetar tendências para essa evolução até o ano de 2020.</p>
<p><iframe width="420" height="345" src="http://www.youtube.com/embed/hzHeo7nlLUQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Como já disse em posts anteriores, quando se trata de tecnologia a pergunta a ser feita não é se é possível ou não realizar algo, mas quando será possível realizá-lo. A tecnologia não tem limitações, principalmente se a enxergarmos como uma ciência que trata um fluxo de informações que pode ser moldado ou transformado.</p>
<p>Twitter: <a href="http://twitter.com/blogdomarcelao" target="_blank">@blogdomarcelao</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.hsm.com.br/blog/2011/08/video-a-evolucao-da-tecnologia-e-da-comunicacao-movel/" target="_blank">http://www.hsm.com.br/blog/2011/08/video-a-evolucao-da-tecnologia-e-da-comunicacao-movel/</a></p>
<blockquote><p>Marcelo de Souza Bastos é Formado em ciência da computação pelo Uniceub em Brasília e MBA em planejamento e gestão empresarial pela Universidade Católica de Brasília. Possui certificação PMP (Project Management Professional) pelo PMI (Project Management Institute) desde 2003.</p></blockquote>
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		<title>Inovação ou invenção?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/inovacao-ou-invencao/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 20:34:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[invenção]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Jony Lima da Silva
Muitas práticas de marketing que ontem davam certo não têm a mesma eficiência nos dias de hoje. Para que uma companhia se destaque neste mercado altamente competitivo é imprescindível inovar. Mas o que é, de fato, a inovação?
Diferentemente da invenção, que é a simples criação de algo totalmente novo, inovar significa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1349" title="Inovação ou Invenção?" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/1083011_thinking_out_of_the_box_2.jpg" alt="Inovação ou Invenção?" width="300" height="300" />Por Jony Lima da Silva</em></p>
<p>Muitas práticas de marketing que ontem davam certo não têm a mesma eficiência nos dias de hoje. Para que uma companhia se destaque neste mercado altamente competitivo é imprescindível inovar. Mas o que é, de fato, a inovação?</p>
<p>Diferentemente da invenção, que é a simples criação de algo totalmente novo, inovar significa introduzir novidade, mas não necessariamente algo inédito.</p>
<p>Longe de se limitar à invenção contínua de novos produtos, a inovação deve abranger processos, métodos, relacionamento e comunicação.</p>
<p>Porém, a aplicação do conceito de inovação não é realizada com pequenas ações: é necessário criar toda uma cultura renovadora na empresa.</p>
<p>O processo de inovação nas companhias normalmente começa pela direção e deve permear todos os níveis da empresa, não se limitando a um núcleo isolado dos demais setores.</p>
<p>É necessário que as barreiras entre os departamentos sejam ultrapassadas e que seja criado um ambiente que facilite o fluxo de informação. Este ambiente deve dar segurança para os colaboradores compartilharem ideias.</p>
<p>Depois de uma triagem, cabe iniciar um estudo para criar soluções e introduzir as inovações.</p>
<p>A falta de capital de giro para investir em pesquisa e desenvolvimento, base para inovações maiores, pode dificultar a implantação de processos inovadores.</p>
<p>No entanto, já existem linhas de crédito que favorecem empresas privadas que queiram desenvolver tais projetos. Há ainda o investimento de agências de pesquisa e o desenvolvimento de estudos juntamente com universidades e institutos de pesquisa.</p>
<p>Tais alternativas podem ajudar empresas a criar um ciclo contínuo de novidades para os clientes e, consequentemente, a conquista de uma posição melhor no mercado.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.hsm.com.br/blog/2011/05/inovacao-ou-invencao/#more-12127" target="_blank">http://www.hsm.com.br/blog/2011/05/inovacao-ou-invencao/#more-12127</a></p>
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		<item>
		<title>Bolha tecnológica</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/bolha-tecnologica/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/bolha-tecnologica/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 16:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[bolha]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[startup]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Leandro Ogalha
Há alguns anos assistimos a explosão da chamada bolha ponto.com, acabando com dezenas de empresas que criavam, de forma desordenada, o milagre da conectividade digital. Pouco tempo se passou e muita coisa aconteceu. Hoje vivemos uma revolução em termos de acesso a informação, conexão social por meio de novas mídias e interatividade com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1175" title="Bolha Tecnológica" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/bolha1.jpg" alt="Bolha Tecnológica" width="216" height="233" />Por Leandro Ogalha</em></p>
<p>Há alguns anos assistimos a explosão da chamada bolha ponto.com, acabando com dezenas de empresas que criavam, de forma desordenada, o milagre da conectividade digital. Pouco tempo se passou e muita coisa aconteceu. Hoje vivemos uma revolução em termos de acesso a informação, conexão social por meio de novas mídias e interatividade com os famosos aplicativos que surgem de forma frenética e com adesão em massa.</p>
<p>Este fenômeno tecnológico advém de pequenas empresas de tecnologia que, com aportes financeiros sem precedentes, produzem as plataformas e suas ferramentas que hoje nos possibilitam ler qualquer jornal do mundo em um tablet, ou compartilhar nossas vidas com uma rede de pessoas com quem provavelmente nunca tomaremos um café.</p>
<p>A questão é que essas tecnologias nos interessam muito, gerando uma corrida por novos lançamentos, fazendo com que investidores saiam assinando cheques bilionários para as chamadas startups tecnológicas manterem este ciclo de produção e consumo hi-tech.</p>
<p>O que tudo indica, é que esta movimentação e a junção de fatores podem desencadear em uma nova bolha.<br />
Claro que existem diferenças entre os dois momentos, a começar pelo fato dessas empresas (a maioria) não terem capital aberto negociados em bolsa. No entanto estão em permanente negociação com grupos que detém muito dinheiro em caixa, gerando investimentos cada vez maiores e muitas startups que ainda não faturam se quer um dólar tornam-se gigantes com valores astronômicos de mercado.</p>
<p>Vale citar as próprias palavras do investidor Fred Wilson, publicadas recentemente em seu blog e em matéria no NY Times: “Nunca vi fases com essas características terminarem bem”.</p>
<p>Claro que não pretendo ser profético, muito menos declarar algum tipo de apocalipse digital (até porque, eu, minha empresa e meus clientes, somos dependentes de todas essas tecnologias), mas pelo que tenho lido por aí, existem nuvens negras pelo horizonte. É bom ficar de olho, pois se esta bolha explodir vai respingar em todos nós.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.hsm.com.br/blog/2010/12/bolha-tecnologica/" target="_blank">http://www.hsm.com.br/blog/2010/12/bolha-tecnologica/</a></p>
<blockquote><p>Leandro Ogalha é e-empreendedor e publicitário, dirige a área de estratégia da agência Tboom Interactive. Integra o Update or Die, maior coletivo não-jornalistico do Brasil, um dos blogs mais influentes em inovação e criatividade do país.</p></blockquote>
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		</item>
		<item>
		<title>Não Terceirize sua Responsabilidade</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/nao-terceirize-sua-responsabilidade/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/nao-terceirize-sua-responsabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 13:03:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[gestão da mudança]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcelo de Souza Bastos
Pessoal,
nos últimos tempos temos visto uma onda muito grande terceirização de alguns trabalhos pela empresas. A estratégia de terceirização pode ser muito eficiente em vários tipos de contextos como adequar custos ao nível de demanda, contratação temporária de competência específica e não existente na empresa e outras mais. Mas se tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1134" title="Questionamento Constante" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/questionamento-constante.jpg" alt="Questionamento Constante" width="316" height="350" />Por Marcelo de Souza Bastos</em></p>
<p>Pessoal,</p>
<p>nos últimos tempos temos visto uma onda muito grande terceirização de alguns trabalhos pela empresas. A estratégia de terceirização pode ser muito eficiente em vários tipos de contextos como adequar custos ao nível de demanda, contratação temporária de competência específica e não existente na empresa e outras mais. Mas se tem alguma coisa que não podemos terceirizar é a nossa responsabilidade, principalmente, no que diz respeito as nossas responsabilidades como profissionais e como agentes de mudança.</p>
<p>No meu cotidiano, vejo muitas pessoas com atitudes pessimistas e passivas quanto a situações que elas vivem e não concordam. Dizem frases como “A empresa sempre foi assim”, “A empresa não vai mudar nunca”, “Nunca teremos um empresa que valorize a nós funcionários” e por aí vai. Soltam essas frases como se a “Empresa” fosse um ser vivo.</p>
<p>No entanto, essas mesmas pessoas afirmam que as “empresas são as pessoas”. Ora, se elas entendem que as empresas são as pessoas, e elas estão incluídas dentro desse grupo, qual é a ação que eles fazem para mudar a situação com a qual eles não concordam? Na verdade, o que eu vejo é que a maioria das pessoas terceirizam a responsabilidade de mudar as empresas para os altos escalões, permitindo mais ainda a concentração do poder no topo da pirâmide.</p>
<p>Já participei de inúmeros encontros ou reuniões em que as pessoas são chamadas a falar e a expor o que estão vendo de errado e, o que ocorre na maioria das vezes, é que elas entram mudas e saem caladas. Pouquíssimos são aqueles que tem a coragem de falar e criticar de forma construtiva o que está errado ou discordar da visão de alguém sobre os fatos. Ao final desses encontros, a maioria das pessoas que ficaram caladas comentam que não adiantava nada falar ou, o que é pior, criticam aqueles que se pronunciaram na reunião.</p>
<p>É preciso entender que empresas são abstrações. O que vale, de verdade, são as pessoas dentro delas. Empresas são redes interativas, não hierarquias verticais. Empresas são redes sociais tecidas e integradas pelos fios do conhecimento. Empresas são como os seres-humanos, estão em constante transformação. Se não estão em transformação, é porque entraram em processo de queda e que levará a sua extinção.</p>
<p>Para evitar esse trágico destino, e realizar a mudança necessária nos modelos de gestão, é preciso que cada pessoa entenda seu papel dentro do sistema e o seu significado dentro de todo o contexto organizacional. Feito isso, é preciso que cada um assuma a sua parcela de responsabilidade quanto ao futuro e perenidade das empresas e as redes as quais estão inseridos e dessa forma buscar verdadeiramente a mudança. Afinal de contas, ninguém muda ninguém, nós mudamos ao nos encontrarmos, ao buscarmos a interação e a diversidade de idéias visando construir uma inteligência coletiva onde realmente seja possível reconhecer que todos nós somos todos mais inteligentes do que qualquer um de nós.</p>
<p>Para finalizar, segue abaixo frase de Mahatma Gandhi:</p>
<p>“Seja a mudança que você quer para o mundo”</p>
<p>Portanto, não espere que os outros mudem, mude você começando por não terceirizar a sua responsabilidade pela mudança.</p>
<p>Um abraço.</p>
<p>Twitter: <a href="http://twitter.com/blogdomarcelao" target="_blank">@blogdomarcelao</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://marcelao.wordpress.com/" target="_blank">http://marcelao.wordpress.com/</a></p>
<blockquote><p>Marcelo de Souza Bastos é Formado em ciência da computação pelo Uniceub em Brasília e MBA em planejamento e gestão empresarial pela Universidade Católica de Brasília. Possui certificação PMP (Project Management Professional) pelo PMI (Project Management Institute) desde 2003.</p></blockquote>
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		<title>Como é difícil mudar</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 18:50:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Evaldo Costa
Você também admite que mudar de atitude é algo bem difícil? Se pensa que não ou ainda não parou para analisar o assunto, lhe convido a pegar uma folha de papel em branco e começar a listar os comportamentos que você um dia pensou em mudar, mas que ainda permanecem em você, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1120" title="Mudança" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/mudar.jpg" alt="Mudança" width="315" height="341" />Por Evaldo Costa</em></p>
<p>Você também admite que mudar de atitude é algo bem difícil? Se pensa que não ou ainda não parou para analisar o assunto, lhe convido a pegar uma folha de papel em branco e começar a listar os comportamentos que você um dia pensou em mudar, mas que ainda permanecem em você, como se nenhuma tentativa fosse experimentada.</p>
<p>Para mudar, é preciso crer que agir de forma diferente poderá gerar resultados melhores. É necessário estar aberto para ver os fatos por um prisma diferente, tem que ser capaz de &#8220;enxergar colorido&#8221;, o que antes só podia ser visto em preto e banco. Em síntese, é necessário ser inovador.</p>
<p>Fácil? Nem tanto. Escrevo este artigo logo após um dia de atividades no exterior, com empresas e pessoas que experimentaram a mudança e tem bons exemplos a dar. O primeiro ensinamento vem da Apple, que aos poucos vem desafiando o mundo a mudar o hábito de lidar com a informática, no que concerne a leitura, edição de textos, exposições de slides entre outros aplicativos.</p>
<p>Boa parte das pessoas, atualmente, acessa o computador e a internet ainda que esporadicamente. Naturalmente, a grande maioria delas acostumaram a usar os produtos Microsoft, a exemplo, do Windows. Daí, utilizar um IPad do concorrente para acessar a internet, editar textos, planilhas e fazer apresentações pode parecer impraticável a um usuário incipiente da nova tecnologia.</p>
<p>Confesso que, também foi preciso um pouco de persistência e coragem para decidir por um IPad e abandonar a ideia de comprar um notebook. Claro que não contar com a mesma lógica de arquivamento de documentos do Windows e outros recursos da Microsoft incomoda muito. No começo, parecia mesmo que não iria dar para escrever meus artigos e manter, agora eletronicamente, o hábito da leitura.</p>
<p>Afinal de contas, ler jornal sem sujar as mãos, livros sem sentir o cheiro ou a textura do mesmo, pode parecer desconfortável. E é, mas com o tempo percebemos que há outras vantagens que não devem ser subestimadas. O produto IPad é uma realidade, e mais cedo ou mais tarde, vai sim canibalizar o mercado de notebooks. Aos céticos, é esperar para comprovar.</p>
<p>Mas, afinal de contas, o que isso significa? Que alguém resolveu pensar diferente e desafiar um modelo que parecia perfeito e imutável.</p>
<p>Exemplo análogo vem da comunicação. Muita gente pensa que a TV, os jornais, revistas, rádios e outdoors são as únicas formas de promover com sucesso produtos e serviços.</p>
<p>Empresas, como a Ford americana, vêm desafiando este modelo e apostando de forma organizada e inteligente nas mídias sociais. No primeiro momento, muitos especialistas criticaram o projeto da fabricante norte-americana, mas agora, diante dos sólidos resultados, muita gente tem sido forçada a rever seus conceitos de marketing digital.</p>
<p>Esses são apenas exemplos que servem para evidenciar um conceito muito antigo, porém esquecido por muitos: &#8220;tudo muda se você mudar!&#8221;.</p>
<p>Pense nisso e ótima semana,</p>
<p>Fonte: <a href="http://evaldocosta.blogspot.com" target="_blank">http://evaldocosta.blogspot.com</a></p>
<blockquote><p>Evaldo Costa é Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor</p></blockquote>
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		<title>O DNA do Inovador</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/o-dna-do-inovador/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 10:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Jorge Carvalho
Um artigo na HBR de Dezembro joga um pouco de luz no assunto Inovação.  O artigo, escrito por Clayton Christensen, professor de Harvard, fala sobre a análise de um estudo de 6 anos que ele realizou. A ideia era tentar descobrir o que diferencia os líderes/empreendedores inovadores dos demais.  Foram descobertas cinco habilidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">por Jorge Carvalho</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Um artigo na HBR de Dezembro joga um pouco de luz no assunto Inovação.  O artigo, escrito por Clayton Christensen, professor de Harvard, fala sobre a análise de um estudo de 6 anos que ele realizou. A ideia era tentar descobrir o que diferencia os líderes/empreendedores inovadores dos demais.  Foram descobertas cinco habilidades que todos os inovadores possuem. Abaixo uma breve descrição de cada uma.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Habilidade 1 &#8211; Associação: Como o Steve Jobs costuma falar “Criatividade é conectar as coisas”. O estudo mostrou que a inovação muitas vezes acontece através da conexão de experiências ou conhecimento. Quanto mais diverso nosso conhecimento e experiências, mais conexões poderão ser feitas. O estudo mostrou que umas das experiências mais transformadoras na vida de pessoas inovadoras é passar por experiências internacionais e experimentar novas culturas. Nos “9 princípios de inovação do Google”, o princípio nº2 é “Ideias podem vir de qualquer lugar”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Habilidade 2 &#8211; Questionamento: O grande Peter Drucker já dizia que o importante não são as respostas certas mas saber fazer as perguntas corretas. Uma característica importante dos inovadores é questionar o statu quo. Não existe inovação sem as perguntas: Por que? Por que não? E se?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Habilidade 3 &#8211; Observação: Uma das filosofias da Toyota é “vá até o local e observe você mesmo”. Observar o usuário interagindo com o produto/serviço no dia a dia ajuda a descobrir insights que nunca teríamos fazendo pesquisas de mercado. O princípio de inovação nº6 do Google já diz tudo: Usuários, Usuários, Usuários.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Habilidade 4 &#8211; Experimentação: Thomas Edison costumava falar “Eu não fracassei. Apenas encontrei 10.000 maneiras que não funcionou”. O mundo é um laboratório. Empresas como o Google e Amazon conduzem centenas de pequenos experimentos todos os dias.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Habilidade 5 &#8211; Networking: Estamos falando de um tipo diferente de networking que costumamos ouvir por ai. O networking dos inovadores não é focado em se relacionar com o mercado ou cultivar o marketing pessoas. Eles buscam conhecer pessoas interessantes de diversas áreas e perspectivas. Um dos pontos importantes levantados pelo estudo é a participação em conferências como TED, Davos que sempre trazem insights valiosos. A inspiração de Michael Lazaridis, fundador da Research in Motion, para o aparelho de celular Blackberry aconteceu durante uma palestra da Coca Cola.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Imaginem dois profissionais de capacidade parecida. Damos a eles uma semana para criar uma nova ideia de negócio. O primeiro fica trancado no quarto pensando sozinho. O segundo, 1- fala com 10 pessoas (músicos, engenheiros, designers, economistas, etc) 2- visita 3 start-ups para observar como eles trabalham, 3- compra novos e inovadores produtos para experimentar, 4- mostra suas ideias e protótipos para várias pessoas e 5- Se pergunta “E se eu fizesse isso? Por que não tentar esse novo material? durante as quarto etapas anteriores.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quem você acha que traria a ideia mais inovadora e viável?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Alguns dos empreendedores estudados: Steve Jobs (Apple), Jeff Bezos (Amazon), Marc Benioff (Salesforce.com), Herb Kelleher (Southwest Airlines), Peter Thiel (PayPal), Pierre Omidyar (eBay), Niklas Zennstrom (Skype), Michael Dell (Dell), Scott Cook (Intuit), entre outros</div>
<p><img class="size-full wp-image-727 alignleft" title="Health Care Innovation" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/Health-Care-Innovation.jpg" alt="Health Care Innovation" width="283" height="424" />Por Jorge Carvalho</p>
<p>Um artigo na HBR de Dezembro joga um pouco de luz no assunto Inovação.  O artigo, escrito por Clayton Christensen, professor de Harvard, fala sobre a análise de um estudo de 6 anos que ele realizou. A ideia era tentar descobrir o que diferencia os líderes/empreendedores inovadores dos demais.  Foram descobertas cinco habilidades que todos os inovadores possuem. Abaixo uma breve descrição de cada uma.</p>
<p><strong>Habilidade 1</strong> &#8211; Associação: Como o Steve Jobs costuma falar “Criatividade é conectar as coisas”. O estudo mostrou que a inovação muitas vezes acontece através da conexão de experiências ou conhecimento. Quanto mais diverso nosso conhecimento e experiências, mais conexões poderão ser feitas. O estudo mostrou que umas das experiências mais transformadoras na vida de pessoas inovadoras é passar por experiências internacionais e experimentar novas culturas. Nos “9 princípios de inovação do Google”, o princípio nº2 é “Ideias podem vir de qualquer lugar”</p>
<p><strong>Habilidade 2</strong> &#8211; Questionamento: O grande Peter Drucker já dizia que o importante não são as respostas certas mas saber fazer as perguntas corretas. Uma característica importante dos inovadores é questionar o statu quo. Não existe inovação sem as perguntas: Por que? Por que não? E se?</p>
<p><strong>Habilidade 3</strong> &#8211; Observação: Uma das filosofias da Toyota é “vá até o local e observe você mesmo”. Observar o usuário interagindo com o produto/serviço no dia a dia ajuda a descobrir insights que nunca teríamos fazendo pesquisas de mercado. O princípio de inovação nº6 do Google já diz tudo: Usuários, Usuários, Usuários.</p>
<p><strong>Habilidade 4</strong> &#8211; Experimentação: Thomas Edison costumava falar “Eu não fracassei. Apenas encontrei 10.000 maneiras que não funcionou”. O mundo é um laboratório. Empresas como o Google e Amazon conduzem centenas de pequenos experimentos todos os dias.</p>
<p><strong>Habilidade 5</strong> &#8211; Networking: Estamos falando de um tipo diferente de networking que costumamos ouvir por ai. O networking dos inovadores não é focado em se relacionar com o mercado ou cultivar o marketing pessoas. Eles buscam conhecer pessoas interessantes de diversas áreas e perspectivas. Um dos pontos importantes levantados pelo estudo é a participação em conferências como TED, Davos que sempre trazem insights valiosos. A inspiração de Michael Lazaridis, fundador da Research in Motion, para o aparelho de celular Blackberry aconteceu durante uma palestra da Coca Cola.</p>
<p>Imaginem dois profissionais de capacidade parecida. Damos a eles uma semana para criar uma nova ideia de negócio. O primeiro fica trancado no quarto pensando sozinho. O segundo, 1- fala com 10 pessoas (músicos, engenheiros, designers, economistas, etc) 2- visita 3 start-ups para observar como eles trabalham, 3- compra novos e inovadores produtos para experimentar, 4- mostra suas ideias e protótipos para várias pessoas e 5- Se pergunta “E se eu fizesse isso? Por que não tentar esse novo material? durante as quarto etapas anteriores.</p>
<p>Quem você acha que traria a ideia mais inovadora e viável?</p>
<p>Alguns dos empreendedores estudados: Steve Jobs (Apple), Jeff Bezos (Amazon), Marc Benioff (Salesforce.com), Herb Kelleher (Southwest Airlines), Peter Thiel (PayPal), Pierre Omidyar (eBay), Niklas Zennstrom (Skype), Michael Dell (Dell), Scott Cook (Intuit), entre outros.</p>
<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com" target="_blank">http://hsm.updateordie.com</a></p>
<blockquote><p>Jorge Carvalho é coordenador do portal HSM Online.</p></blockquote>
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