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	<title>Blog Trace Sistemas &#187; Recursos Humanos</title>
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	<description>A Trace Sistemas é uma empresa que tem seu Core Business centrado em sua solução de Gestão do Trabalho, TraceGP.</description>
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		<title>Os segredos da produtividade</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 10:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Produtividade é um dos fatores primordiais para o crescimento da empresa. Porém, algumas organizações pecam em coisas que parecem simples, mas que fazem toda a diferença.
Para o funcionário produzir mais e melhor, é necessário uma combinação de diversos fatores que afetam a produtividade no trabalho. Alguns são apenas detalhes, e pequenas atitudes podem transformar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1692" title="Produtividade" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/produtividade.jpg" alt="Produtividade" width="320" height="240" />Produtividade é um dos fatores primordiais para o crescimento da empresa. Porém, algumas organizações pecam em coisas que parecem simples, mas que fazem toda a diferença.</p>
<p>Para o funcionário produzir mais e melhor, é necessário uma combinação de diversos fatores que afetam a produtividade no trabalho. Alguns são apenas detalhes, e pequenas atitudes podem transformar o ambiente em um local mais saudável e agradável. A vestimenta é uma questão interessante. A exigência do uso de roupa social, por exemplo. Por quê devemos utilizar roupa social trabalhando internamente? Qual o objetivo desta regra? Quando o funcionário se sente bem ele produz mais e melhor, como mencionado na introdução acima. E o fato de ele ser obrigado a utilizar algo que possa não gostar influencia no seu bem estar.</p>
<p>Há um tempo atrás alguns funcionários de uma multinacional tinham o costume de fazer piadas com times de futebol, principalmente nos dias posteriores aos de jogos nos campeonatos. O Diretor desta empresa proibiu as brincadeiras ao longo do dia, pois não gostava deste tipo de conversa. Qual é o sentido desta regra? Este fator só inibe as pessoas e cria um clima tenso no local de trabalho, diminuindo a produtividade.</p>
<p>Acredito que fatores como reconhecimento, perspectiva de crescimento, certa liberdade para questionar e buscar alternativas são essencias para uma organização saudável. Porém, infelizmente sabemos que isto, na maioria das empresas, ainda é uma utopia. Regras não são criadas somente para serem obedecidas. Devem ser questionadas, com união e o trabalho em equipe, em busca de um objetivo em comum.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.toptalent.com.br" target="_blank">http://www.toptalent.com.br</a></p>
<blockquote><p>Leonardo Breyer é formado em Administração de Empresas, Graduado no curso de mesmo nome. Atualmente é Analista Financeiro de uma Empresa Privada. Saiba mais em <a href="http://www.leonardobreyer.com/" target="_blank">http://www.leonardobreyer.com/</a></p></blockquote>
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		<title>Descarrilamento: onde os profissionais falham?</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 15:39:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>

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		<description><![CDATA[Você é capaz de identificar quais aspectos, hoje, podem comprometer o sucesso da sua trajetória profissional? Se não parou para pensar sobre o assunto, o momento é mais que oportuno. Afinal, quando o assunto é plano de carreira, visualizar os possíveis obstáculos e antecipar as devidas soluções pode fazer toda a diferença entre o sucesso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1721" title="Descarrilamento Profissional" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/descarrilamentoprofissional-200x300.jpg" alt="Descarrilamento Profissional" width="200" height="300" />Você é capaz de identificar quais aspectos, hoje, podem comprometer o sucesso da sua trajetória profissional? Se não parou para pensar sobre o assunto, o momento é mais que oportuno. Afinal, quando o assunto é plano de carreira, visualizar os possíveis obstáculos e antecipar as devidas soluções pode fazer toda a diferença entre o sucesso e o fracasso da sua empreitada profissional.</p>
<p>A competição cada vez mais acirrada, a demanda por resultados cada vez mais arrojados em menor espaço de tempo, as frequentes mudanças organizacionais e a necessidade de atualização constante atuam como catalisadores do stress e têm levado muitos profissionais a saírem dos trilhos e se perderem em meio a tantas variáveis.</p>
<p>É preciso ter compreensão de quais aspectos configuram os gaps profissionais sob o ponto de vista das empresas e procurar desenvolver algumas habilidades demandadas enquanto perfil sociopsicológico das novas lideranças. Aliás, já não é de hoje, tem-se conhecimento de que os fatores que mais respondem pelas demissões nas empresas estão pautados em determinados padrões comportamentais. E como reza o ditado: “em terra de cegos, quem tem um só olho é rei”. É uma questão de prioridade. E o tempo urge…</p>
<p>Problemas de comportamento levam a mais demissões que erros técnicos, segundo matéria exibida no Jornal Hoje de 24 de outubro de 2011 . É fato que você é contratado pelo seu QI (quociente de inteligência), mas é demitido pelo QE (quociente emocional). Seu currículo promove sua contratação e suas atitudes inadequadas, passo a passo, promovem sua demissão.</p>
<p>Assim como no segmento pessoal, nas esferas corporativas também terão sucesso aqueles que, munidos de bom senso no processo de autoavaliação, boa dose de habilidade social e atentos ao seu aperfeiçoamento contínuo, adaptarem-se ao ambiente onde trabalham e àqueles com quem convivem, contribuindo para a melhoria das relações interpessoais.</p>
<p>Através dos atendimentos de coaching executivo, tornam-se claros os motivos que mais levam os profissionais a descarrilarem profissionalmente, as tais “pedras de tropeço”. É necessário dedicar tempo à avaliação de determinados comportamentos e identificar os motivos que o levam a agir de modo inadequado para a partir daí investir no seu processo de autodesenvolvimento.</p>
<p>Nesse contexto, três conceitos são um norte e fundamentais como base para o sucesso da sua trajetória profissional:<br />
Autoconhecimento: Este é o princípio básico para evitar que o descarrilamento profissional aconteça. É essencial que os profissionais saibam a respeito de si tão bem quanto sobre suas funções. O que o faz feliz? O que o desconforta? O que você quer? E, principalmente, quem você realmente é? Essas perguntas, quando respondidas de modo consciente, certamente ajudam a manter um posicionamento profissional assertivo.</p>
<p>Autogestão: Aquele que não conhece a si mesmo não conseguirá assumir o controle de suas ações, nem mesmo entenderá o porquê de determinados comportamentos, tornando-se incapaz de manter um bom nível de relacionamento interpessoal na empresa. O quanto, hoje, seus sentimentos e emoções impactam as suas relações de trabalho? Saber gerenciar as próprias reações é um excelente indicador de resiliência e traduz habilidade de relacionamento.</p>
<p>Automotivação: O profissional deve assumir o papel de protagonista de suas vivências e reconhecer a autoria das próprias iniciativas, legitimando as prioridades para alcançar seus objetivos e registrar suas conquistas. Assumir a responsabilidade pessoal de traçar suas diretrizes profissionais. O que hoje o motiva a desempenhar no “melhor de si”? Se essa resposta ainda não está clara é prudente parar e refletir a respeito antes de traçar novas diretrizes.</p>
<p>Ano novo. Novas perspectivas. É hora de saber de si e fazer acontecer ao invés de esperar que simplesmente aconteça. Abandonar o lugar de vítima das circunstâncias e decidir construir sua realidade, definindo novas possibilidades para que o futuro as traga como resposta. Condição é apenas um pretexto. Sua crença e determinação bastam como decisão para que você mantenha-se no trilho e celebre suas realizações. É a sua vez…</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.hsm.com.br/blog/2011/11/descarrilamento-onde-os-profissionais-falham/" target="_blank">http://www.hsm.com.br/blog/2011/11/descarrilamento-onde-os-profissionais-falham/</a></p>
<blockquote><p>Waleska Farias: Coach e Consultora de Gestão de Carreira e Imagem, desenvolve treinamentos, workshops e palestras com foco nos aspectos comportamentais das relações humanas, através da abordagem de conceitos essenciais, no que tange ao desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais, que agreguem valores e contribua para criação de um diferencial competitivo no processo de construção de carreira e formação de imagem.</p></blockquote>
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		<title>É você quem decide</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/e-voce-quem-decide/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 10:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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		<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine que estamos nos primeiros anos da década de 1940. Você é um general do exército norte-americano e o governo dos Estados Unidos acaba de delegar a você a missão de liderar a construção da primeira bomba atômica.
Você terá de encontrar um físico para ser seu vice-comandante porque apenas físicos podem construir uma bomba desse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1688" title="É você quem decide" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/segredo1.jpg" alt="É você quem decide" width="268" height="320" />Imagine que estamos nos primeiros anos da década de 1940. Você é um general do exército norte-americano e o governo dos Estados Unidos acaba de delegar a você a missão de liderar a construção da primeira bomba atômica.</p>
<p>Você terá de encontrar um físico para ser seu vice-comandante porque apenas físicos podem construir uma bomba desse porte. O problema é que generais têm tanta afinidade com cientistas quanto uma raposa num galinheiro. Mesmo assim, você finalmente chega a uma lista final com três possibilidades – e você até deu apelidos a eles:</p>
<p>O primeiro candidato é o Magrelo – um fumante inveterado que poderia hipnotizar cobras usando seu charme pessoal.</p>
<p>No mundo da física todos o amam. Você confiaria nele? Mesmo sabendo que FBI julga que ele pode ter ligação com os comunistas?</p>
<p>O segundo é o Sargento. Um antinazista fanático que provavelmente poderia liderar um pelotão de recrutas para bombardear um ninho de inimigos alemães. Fugitivo da Hungria, até os o que o detestam o admiram.</p>
<p>O último da lista você o chamou de Doutor. É vencedor de um Prêmio Nobel, e talvez o mais inteligente dos três.</p>
<p>Teórico e técnico brilhante, voltou recentemente da Itália, mas não é uma figura popular.</p>
<p>Quem você escolheria?</p>
<p>Pare e pense. A cada instante você está frente a questões com múltiplas escolhas que poderão edificar ou demolir a sua vida ou a sua empresa. São problemas que envolvem familiares, herdeiros, funcionários e outros.<br />
Você sabe fazer escolhas? O que faz para aperfeiçoar sua capacidade de decisão? Joga dados? Usa o seu feeling? Suas emoções?</p>
<p>Aquele general americano optou pelo Magrelo – um físico judeu chamado Robert Oppenheimer. Apesar dos riscos de ligações com os russos, não eram os comunistas o alvo inimigo dos americanos no conflito da II Guerra. Escolheu bem, já que Oppenheimer levou o projeto a termo e produziu a bomba que derrotou os japoneses.</p>
<p>Decisão é exercício. Quanto mais você decide e analisa os resultados, mais sábio em tomar decisões você se torna.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.hsm.com.br/blog/2011/11/e-voce-quem-decide/#more-13516" target="_blank">http://www.hsm.com.br/blog/2011/11/e-voce-quem-decide/#more-13516</a></p>
<blockquote><p>Ben Shapiro é reconhecido como expert em marketing e vendas de Harvard Business Review, autor e co-autor de 14 livros, entre os quais se incluem: Marketing Management, Sales Program Management, Seeking Customers and Keeping Customer.</p></blockquote>
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		<title>O que o mercado espera dos jovens profissionais?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/o-que-o-mercado-espera-dos-jovens-profissionais/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 11:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com anos de experiência trabalhando em consultoria e, em especial com foco no jovem, o que sempre percebo é a falta de alinhamento entre o que os jovens e as empresas buscam e esperam um do outro.
Escuto sempre diversas perguntas, muitas vezes até formuladas de maneiras diferentes, mas que têm a intenção de obter a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1655" title="O que o mercado espera dos jovens profissionais?" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/happy_woman1.gif" alt="O que o mercado espera dos jovens profissionais?" width="325" height="489" />Com anos de experiência trabalhando em consultoria e, em especial com foco no jovem, o que sempre percebo é a falta de alinhamento entre o que os jovens e as empresas buscam e esperam um do outro.</p>
<p>Escuto sempre diversas perguntas, muitas vezes até formuladas de maneiras diferentes, mas que têm a intenção de obter a mesma resposta: Mas e afinal, o que o mercado espera dos jovens profissionais?</p>
<p>Resolvemos então perguntar a quem mais nos pergunta: os próprios jovens! Na 10ª edição da Pesquisa Empresa dos Sonhos dos Jovens® buscamos saber o que os jovens acham que as empresas esperam do recém-formado. Os resultados foram bem interessantes, nos quais Comprometimento e Capacidade de aprendizagem foram os mais citados, com respectivos 25% e 23%. Em seguida, características como Espírito empreendedor (13%) e Motivação (9%) também aparecem como aquelas desejadas pelas empresas, ainda na visão dos jovens. Ora, se a empresa me contratou ela espera que eu firme compromisso com o meu trabalho, tenha atitude de dono e esteja cheio de energia. Certo? Em parte, mas não totalmente!</p>
<p>A partir de um levantamento que fizemos em 2010, pudemos mapear as competências mais requisitadas pelo mercado em todos os programas de trainee que realizamos nesse ano. O resultado foi revelador! Entre todas as competências a mais citada foi a que chamamos de Estímulo à inovação, cujos comportamentos esperados são a capacidade de trazer soluções, gerar idéias novas para a situação proposta e não se limitar ao contexto apresentado. Em outras palavras, o famoso “pensar fora da caixa”. Além disso, as competências de Trabalho em equipe, com comportamentos de cooperação e colaboração, Foco no resultado, no qual a pessoa empreende esforços para obter resultados, e a Capacidade de análise, que envolve o uso de raciocínio lógico e da habilidade de sintetizar e organizar, também marcam presença na ambição das empresas em relação ao jovem talento procurado.</p>
<p>Observando essas demandas e muitas outras competências solicitadas pelo mercado, vemos que realmente ainda precisamos trabalhar em cima das expectativas que as empresas têm sobre os jovens profissionais, bem na forma que esses jovens se enxergam perante o mercado. Talvez essa seja a principal razão para o que comumente é chamado de “apagão de talentos”. Entretanto, mesmo esses dados sendo referentes ao jovem, nós não podemos deixar de pensar o quanto eles são válidos para qualquer profissional, independente da idade ou cargo. Será que sabemos oferecer exatamente o que o mercado procura?</p>
<p>Fonte: <a href="http://vocesa.abril.com.br/blog/carreira-em-geracoes/2011/09/21/o-que-o-mercado-espera-dos-jovens-profissionais/" target="_blank">http://vocesa.abril.com.br/blog/carreira-em-geracoes/2011/09/21/o-que-o-mercado-espera-dos-jovens-profissionais/</a></p>
<blockquote><p>Sofia Esteves é blogueira e já trabalha há muitos anos em consultoria, com temas sempre ligados às novas ”Gerações” (Y e Z). E ainda nesta área, escreve constantemente para o portal “Você S/A” através de seu blog, “Carreira em gerações”.</p></blockquote>
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		<title>Líderes ou gestores: o que é melhor para sua empresa?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/lideres-ou-gestores-o-que-e-melhor-para-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 11:58:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, intensificou- se a exigência por um ambiente de trabalho saudável dentro das empresas. Vemos diversas literaturas sobre isso, como &#8220;Great Place To Work&#8221;, &#8220;As 150 Melhores Empresas para se Trabalhar&#8221;, e se procurarmos esse assunto em sites de busca, encontraremos milhões de informações sobre a forte demanda por ter um clima organizacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1596" title="Lideres ou Gestores" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/lideres_ou_gestores.jpg" alt="Lideres ou Gestores" width="512" height="342" />Nos últimos anos, intensificou- se a exigência por um ambiente de trabalho saudável dentro das empresas. Vemos diversas literaturas sobre isso, como &#8220;Great Place To Work&#8221;, &#8220;As 150 Melhores Empresas para se Trabalhar&#8221;, e se procurarmos esse assunto em sites de busca, encontraremos milhões de informações sobre a forte demanda por ter um clima organizacional favorável em prol de ótimos resultados financeiros. O grande responsável pelo equilíbrio entre ambiente de trabalho agradável e alta performance é um só: o líder.</p>
<p>E o que realmente acontece no mundo corporativo?</p>
<p>Em uma pesquisa divulgada pela Sociedade Brasileira de Coaching, 84% das pessoas que trabalham nas empresas desempenham apenas 60% de seu potencial. Por quê? Qual é a relação com a liderança?</p>
<p>Segundo Abraham Maslow, todo ser humano almeja a realização pessoal. Ela só ocorre se a pessoa está motivada e se sentir pertencente a algo importante. Vale lembrar que a motivação é intrínseca, ou seja, ninguém consegue motivar alguém, mas sim, estimular.</p>
<p>O papel do líder é oferecer desafios aos seus colaboradores de forma a estimular a sua motivação e, ao mesmo tempo, dar sentido aos desafios oferecidos. Fazendo isso, o líder gera um forte vínculo do colaborador com a organização, tornando-o cada vez mais comprometido com os resultados a serem atingidos.</p>
<p>Para o verdadeiro líder, a sua realização pessoal é colocada de lado e seus colaboradores vêm em primeiro lugar. Ele os empodera e, com isso, gera um ótimo clima organizacional e resultados excepcionais. Dessa forma, para esse líder, o crescimento na carreira, o aumento salarial, entre outros são consequências do legítimo interesse do colaborador. Chefes e gestores não fazem isso, e se não o fazem não conseguem a alta performance.</p>
<p>No Brasil, de acordo com o banco de dados da Muttare, consultoria de gestão, nos últimos cinco anos foram avaliados quase 1.700 gestores. Entre os resultados, podemos destacar que, em uma escala que vai até 100% de uso do estilo:</p>
<ul>
<li><strong>78,2%</strong> dos casos predominam o estilo de liderança modelador: aquele que consegue fazer que seus colaboradores façam suas tarefas da mesma forma como ele faria, não aceitando formas diferentes de execução. Se não consegue convencer o colaborador a fazer do seu jeito, torna- se autoritário;</li>
<li><strong>66,8%</strong> dos gestores predominam o estilo afiliativo: aquele que, com a justificativa de manter um clima agradável em sua área, evita o conflito a todo custo. Ele coloca &#8220;panos quentes&#8221; em situações em que demandariam um posicionamento, e como &#8220;protege&#8221; os seus colaboradores de pessoas ou situações &#8220;ruins&#8221;, sua equipe tem grande dificuldade de crescer na organização;</li>
</ul>
<p>Com esses resultados, podemos afirmar que o modelador cria clones, evitando a inovação e o afiliativo, cria &#8220;aleijados&#8221; que não pensam por si. Os dois combinados fazem um grande estrago nas organizações. Esses estilos não agem com foco na visão da empresa nem de acordo com os valores dela e, sim, por interesses próprios. Colocam a si em primeiro lugar.</p>
<p>Portanto, o que você gostaria de ter em sua empresa: gestores ou líderes?</p>
<p>Fonte: <a href="http://carreiraenegocios.uol.com.br/gestao-motivacao/29/artigo209863-1.asp" target="_blank">http://carreiraenegocios.uol.com.br/gestao-motivacao/29/artigo209863-1.asp</a></p>
<blockquote><p>Roberta Yono Ebina é Consultora associada da Muttare, Consultora de Gestão, conduz treinamentos de contrução de time e programa de formação de liderança e é qualificada em MBTI e Processo de Executive Coaching.</p></blockquote>
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		<title>Gestão de mudança: o desafio de adaptar-se ao novo</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/gestao-de-mudanca-o-desafio-de-adaptar-se-ao-novo/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 16:55:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[humanização do trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Gerenciar mudanças é hoje um dos maiores desafios que todos temos de enfrentar. Às vezes, as mudanças que surgem são tão grandes que nos deixam sem norte, desorientados. Fusões, aquisições, mudanças de gestão, mudanças estratégicas, sistêmicas, tecnológicas, científicas e comportamentais. Uma avalanche contínua de novas vertentes que dificulta o posicionamento entre o que é e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1577" title="Mudança" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/mudanca-255x300.jpg" alt="Mudança" width="255" height="300" />Gerenciar mudanças é hoje um dos maiores desafios que todos temos de enfrentar. Às vezes, as mudanças que surgem são tão grandes que nos deixam sem norte, desorientados. Fusões, aquisições, mudanças de gestão, mudanças estratégicas, sistêmicas, tecnológicas, científicas e comportamentais. Uma avalanche contínua de novas vertentes que dificulta o posicionamento entre o que é e o que deverá ser. Em meio a essas indefinições, muitas vezes não conseguimos identificar o que queremos em convergência com o que, em essência, nos tornamos.</p>
<p>As trajetórias profissionais oferecem caminhos tão sinuosos que nos levam a reavaliar repetidas vezes a legitimidade e a viabilidade dos nossos propósitos para chegarmos a um denominador comum. Como mudar se na maioria das vezes nem ao menos conseguimos visualizar o que deve ser repaginado? Por isso muitas vezes nos sentimos desconfortados, estressados, desestimulados e sem a energia que responde pela determinação que nos mobiliza. Já não é possível identificar o que acontece e, então, é necessário parar e reavaliar nossas configurações pessoais e profissionais.</p>
<p>Muitas vezes a dificuldade de identificar e lidar com a causa real do desconforto nos leva a terceirizar o problema e vitimar pessoas ao nosso entorno. Quando não sabemos lidar com as questões em solo próprio, transferimos a responsabilidade e nos tornamos observadores, não mais protagonistas da nossa própria vida. É aqui que nos distanciamos da posição mestra da primeira pessoa e nos tornamos reféns de tudo o que construímos e permitimos enquanto próprio projeto de vida.</p>
<p>É essencial entender que, se uma carreira ou mesmo uma relação termina, em geral é porque não mais condiz com nossas necessidades e disposições. Quando não mais existem “trocas justas” nas relações de trabalho é porque elas já cumpriram sua função e devem ser superadas. Nesse processo, é preciso ter discernimento para perceber o ponto de não retorno para, então, darmos a nós mesmos e à outra parte uma saída honrosa em que ambos possam evitar desgastes e evoluir em novas direções.</p>
<p>Mudança é um fato inexorável. Ou mudamos ou algo acontece e nos faz mudar. Somos chamados constantemente a nos desapegar do velho e nos liberar para o novo. Entre o velho e o novo é que nos deparamos com o vazio da incompreensão e é nesse intervalo que nos sentimos sem rumo. Mas, quando não resistimos ao novo, constatamos que as mudanças muitas vezes oferecem excelentes oportunidades de evolução.</p>
<p>É exatamente nesse gap que começamos a definir as nuances da nova jornada. Quando compreendemos o porquê de algo terminar, percebemos que algumas situações não fazem mais sentido, justamente por não mais representarem o reflexo de quem somos e de quem queremos nos tornar. Assim, nos dispomos a criar algo que melhor defina nossa atual expressão.</p>
<p>Quando conseguimos vislumbrar o colorido de uma nova vida, os sonhos começam a se reconstruir e permitem aceitar que é o momento de resgatar as rédeas da nossa vida para construir um novo capítulo por meio de um reinício e de uma nova visão de futuro.</p>
<p>Se não tivermos certeza do local para onde ir e se os ventos sopram, mas o futuro ainda está incerto, um modo de nos posicionarmos melhor para usufruir das novas etapas é considerar a orientação de profissionais experientes, que ajudem no desenvolvimento dos processos de autopercepção, autogestão e elaboração de estratégias que possibilitem a conquista dos novos objetivos.</p>
<p>Assim como mudar é inexorável, aceitar e expandir novas possibilidades faz parte da vida. É o processo de evolução contínua reeditando o curso das nossas histórias. Cabe a nós aceitar e agir ou resistir e nos tornarmos vítimas.</p>
<p>Respondemos pela ratificação do nosso presente e construção do nosso futuro. A decisão é e sempre será nossa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.hsm.com.br/blog/2011/10/gestao-de-mudanca-o-desafio-de-adaptar-se-ao-novo/" target="_blank">http://www.hsm.com.br/blog/2011/10/gestao-de-mudanca-o-desafio-de-adaptar-se-ao-novo/</a></p>
<blockquote><p>Waleska Farias: Coach e Consultora de Gestão de Carreira e Imagem, desenvolve treinamentos, workshops e palestras com foco nos aspectos comportamentais das relações humanas, através da abordagem de conceitos essenciais, no que tange ao desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais, que agreguem valores e contribua para criação de um diferencial competitivo no processo de construção de carreira e formação de imagem.</p></blockquote>
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		<title>Fim de ano: transforme a confraternização em tradição na sua empresa</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/fim-de-ano-transforme-a-confraternizacao-em-tradicao-na-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 17:52:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Eber Freitas
Após um estafante ano de muito trabalho e resultados, nada mais justo do que descansar e&#8230; confraternizar. A maioria das empresas realiza esse tipo de comemoração entre os colaboradores no período natalino, algumas há tanto tempo que a festa já deixou de ser uma questão de interação ou clima organizacional para se transformar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1192" title="Equipe Confraternização" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/gansos.jpg" alt="Equipe Confraternização" width="240" height="181" />Por Eber Freitas</em></p>
<p>Após um estafante ano de muito trabalho e resultados, nada mais justo do que descansar e&#8230; confraternizar. A maioria das empresas realiza esse tipo de comemoração entre os colaboradores no período natalino, algumas há tanto tempo que a festa já deixou de ser uma questão de interação ou clima organizacional para se transformar em tradição.</p>
<p>O escritório de advocacia Moraes &amp; Souza Advogados e Consultores realiza o evento há 21 anos. &#8220;Fazer da confraternização um momento especial, de alegria, de união dos colaboradores, deve ser a marca de uma empresa com boa gestão. Deve ser um momento de indispensável descontração&#8221;, afirma o advogado Alexandre Moraes, sócio do escritório.</p>
<p>Ele completa dizendo que a intenção neste ano é fazer algo menos formal, nas próprias dependências do escritório. Para ele, a importância do evento reside na &#8220;integração dos colaboradores, pois a participação deles na organização do evento, através da divisão das tarefas, sugestões para ornamentação, integra-os neste processo de confraternização, fazendo com que todos estejam presentes e possam se sentir mais à vontade&#8221;.</p>
<p>A agência de publicidade Bloom utiliza a criatividade natural da empresa para fazer algo diferente no final do ano. &#8220;Nas confraternizações de fim de ano, eu e as demais sócias, a Carol Azevedo e Raquel Bianchi, elaboramos um filme em forma de retrospectiva para veicularmos entre os nossos funcionários. Essa é uma das nossas tradições&#8221;, enfatiza Júlia Maciel.</p>
<p>Veja algumas dicas para acertar na confraternização da sua empresa:</p>
<ol>
<li>Decidir os detalhes com a participação dos colaboradores;</li>
<li>Caso necessário, selecionar e contratar serviços terceirizados (como buffet ou músicos) com boa reputação;</li>
<li>Amigo oculto também é tradição e geralmente funciona;</li>
<li>Não precisa ser tão rígido nos detalhes, afinal, você e sua equipe não estão buscando resultados nem produzindo relatórios;</li>
<li>Dê preferência a dinâmicas e ações que promovam a união e desencoraje a segmentação/hierarquização dos colaboradores.</li>
</ol>
<p>Siga os posts do Administradores no Twitter: <a href="http://twitter.com/admnews" target="_blank">@admnews</a>.</p>
<p>Fonte <a href="http://www.administradores.com.br" target="_blank">http://www.administradores.com.br</a></p>
<blockquote><p>Eber é formado em Comunicação Social com habilitação em jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba; cursando especialização em Mídia e Assessoria de Comunicação pela Cesrei.</p></blockquote>
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		<title>Se a vida é um jogo&#8230; quais são as regras?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/se-a-vida-e-um-jogo-quais-sao-as-regras/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 15:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[vida feliz]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Evaldo Costa
Você crê no poder dos sonhos? Acredita que há um modelo ideal para uma vida feliz? Quer saber como alcançar a felicidade? Deseja tornar a viagem pela vida mais agradável?
Todos desejamos repostas para às questões acima, mas nem todos queremos dar a necessária cota de sacrifício para obtê-las na dose e no tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1186" title="easy game to play (1)" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/easy-game-to-play-1.jpg" alt="easy game to play (1)" width="270" height="217" />Por Evaldo Costa</em></p>
<p>Você crê no poder dos sonhos? Acredita que há um modelo ideal para uma vida feliz? Quer saber como alcançar a felicidade? Deseja tornar a viagem pela vida mais agradável?</p>
<p>Todos desejamos repostas para às questões acima, mas nem todos queremos dar a necessária cota de sacrifício para obtê-las na dose e no tempo certo. São muitas as lições a serem aprendidas se, realmente, desejamos encontrar o nosso verdadeiro propósito na vida.</p>
<p>É fato que a vida tem sido, muitas vezes, comparada a um jogo, em que as regras não são esclarecidas. Nós, simplesmente, começamos o “jogar” descobrindo  o nosso caminho através das sinalizações ao longo da “estrada”, na esperança de jogar direito. Podemos dizer que nós não sabemos exatamente o objetivo de jogar, nem o que significa realmente ganhar.</p>
<p>Cada pessoa no planeta tem seu próprio caminho, o seu conjunto de lições para aprender são individuais, únicos e intransferíveis. Precisamos fazer o “dever de casa” com disciplina se desejamos assimilar as lições com desenvoltura e evoluir para as próximas etapas.</p>
<p>Como então evoluir encontrando a felicidade? Não há resposta em formato de receita de bolo, mas algumas dicas, como as seguintes descritas, podem nos levar ao encontro da felicidade:</p>
<ol>
<li>A primeira lição a ser assimilada é não acreditar em solução rápida &#8211; Problemas emocionais, espirituais, intelectuais e de saúde são consolidados gradativamente;</li>
<li>Não espere que o tempo resolva todos os seus problemas – o tempo ajuda em muitos sentidos, mas os seus desafios é responsabilidade sua e, portanto, devem ser superados por você;</li>
<li>Viva a vida com sapiência – Não há jeitinhos para superar as lições da vida, portanto, aprendê-las é sempre a melhor solução para os que desejam evolução e uma vida melhor;</li>
<li>Não ache que vai fazer sucesso sem trabalhar &#8211; Você se lembra da frase que diz: “somente no dicionário a palavra sucesso aparece antes de trabalho”. Pois é isso mesmo, para vencer você terá que dar a sua cota de suor. Portanto, “trabalhe como se tudo dependesse de você e reze como se tudo dependesse de Deus”.</li>
<li>Finalmente, tenha muita fé, amor e esperança, pois dificilmente alguém conhecerá a felicidade sem essas três palavras que funcionam como se fossem o tripé da vida.</li>
</ol>
<p>Pense nisso e ótima semana,</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.evaldocosta.com" target="_blank">http://www.evaldocosta.com</a></p>
<blockquote><p>Evaldo Costa é Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil Escritor, consultor, conferencista e professor.</p></blockquote>
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		<title>As empresas perderam a vergonha &#8211; e os funcionários também</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/as-empresas-perderam-a-vergonha-e-os-funcionarios-tambem/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 20:47:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[rh]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Julio Sergio
As empresas perderam a vergonha de uma vez. Não ficam constrangidas na hora de mandar embora os funcionários. Descartam seus talentos grisalhos e, sem peso na consciência, vão direto ao assunto: “Acho que você já está preparado para um novo desafio”. Aquele discurso bonito de que o profissional foi valioso pelo tempo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1010" title="Pinóquio" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/pinoquio.jpg" alt="Pinóquio" width="111" height="200" />Por Julio Sergio</em></p>
<p>As empresas perderam a vergonha de uma vez. Não ficam constrangidas na hora de mandar embora os funcionários. Descartam seus talentos grisalhos e, sem peso na consciência, vão direto ao assunto: “Acho que você já está preparado para um novo desafio”. Aquele discurso bonito de que o profissional foi valioso pelo tempo de dedicação à companhia, já era.</p>
<p>Agora, o RH ou o chefe diz na lata: “Você está com uma saúde de ferro, todo gás e energia para seguir seu caminho”. Ou seja, nem precisa justificativa para dizer que você está na rua. Por isso, defendo a postura de cada um ser o CEO da própria carreira. A empresa não é e nem pode ser o responsável por sua vida. Seu destino quem faz é você.</p>
<p>Lembro-me de um executivo que entrou em depressão quando não cumpriu as metas de sua área no ano passado e levou um “belo” cartão vermelho de consolo. Simples assim. Ninguém quis saber se a crise tinha afetado os negócios, a mulher estava desempregada e as dívidas batendo à porta.</p>
<p>Da mesma forma que ele ficou surpreso com o tratamento que lhe foi dado, uma amiga confessou-me dias atrás que teve a mesma sensação ao ser demitida, sem saber sequer a razão. “Um belo dia, minha chefe volta de férias e diz que posso ir para casa. Eu precisava apenas passar no RH e ver como ficaria o plano de saúde”, disse-me.</p>
<p>Explicações, justificativas, segunda chance; tudo isso é coisa do passado. Como acontece nos relacionamentos de hoje, se não há sintonia entre as partes, a saída é “separar”. Sem choro nem vela, a realidade é uma só.</p>
<p>Por outro lado, esse cenário perverso vem levando as pessoas a atitudes extremas, como falta de comprometimento e de ética. Muitos não hesitam em tocar projetos paralelos, em falar mal da empresa fora do ambiente corporativo, em trocar de emprego como mudam de roupa, em “roubar” clientes quando vão para a concorrência, em levar equipes inteiras se recebem um convite de fora.</p>
<p>Infelizmente, o cenário é um tanto quanto assustador. Ninguém respeita mais ninguém. Na selva de pedra, quem vence é aquele que for mais esperto, passar o colega para trás, tirar o chefe da jogada, não ameaçar a liderança, tirar proveito de onde está. Onde vamos parar desse jeito?</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cardozo-group.com" target="_blank">http://www.cardozo-group.com</a></p>
<blockquote><p>Julio Sergio Cardozo é palestrante, autor e consultor em gestão corporativa e “coaching” para executivos. Foi Chairman e CEO da Ernst &amp; Young South America até 2007</p></blockquote>
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		<title>Inovação exige liderança</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/inovacao-exige-lideranca/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 12:50:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[lideres]]></category>

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		<description><![CDATA[Por José Hernani Arrym Filho
Líderes devem se avaliar constantemente para contribuir com a inovação das empresas para as quais trabalham ou são proprietários. Leia mais neste artigo de especialista.
Inovação é um termo para descrever como as organizações, em geral (privadas, públicas ou do terceiro setor), criam valor desenvolvendo conhecimento novo, transformando o já existente mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-407" title="Inovação exige liderança" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/0000076963.jpg" alt="Inovação exige liderança" width="300" height="170" />Por José Hernani Arrym Filho</em></p>
<p>Líderes devem se avaliar constantemente para contribuir com a inovação das empresas para as quais trabalham ou são proprietários. Leia mais neste artigo de especialista.</p>
<p>Inovação é um termo para descrever como as organizações, em geral (privadas, públicas ou do terceiro setor), criam valor desenvolvendo conhecimento novo, transformando o já existente mas de maneiras diferentes.</p>
<p>É frequentemente usado para descrever o desenvolvimento de novos produtos e serviços ou processos tecnológicos. No entanto, as organizações podem também de destacar com inovações em técnicas de gestão ou modelos de negócio.</p>
<p>James March, prêmio Nobel em 1991, utiliza a perspectiva da aprendizagem organizacional para distinguir as inovações. Sua origem provém de conhecimento inédito e as que buscam novas maneiras de explorar o já existente. Para ele, as empresas com foco em novos conhecimentos se destacam, pois atendem aos mercados existentes ou ultrapassam as expectativas criando novos nichos, produtos e serviços.</p>
<p>Podemos afirmar que as organizações atualmente líderes de mercado optaram pela excelência não apenas nas dimensões custo e qualidade, mas especialmente pela excelência na gestão da inovação.</p>
<p>E o que não faltam são exemplos, dentro e fora do Brasil de empresas como: Cia. Athlética, Fiat, Google, InBev, Michelin, Microsoft, Nestlé, Odebrecht, Pirelli, Rigesa e Souza Cruz, entre outras. Vale dizer que estas líderes, como poucos no universo empresarial, aprendem continuamente a definir estratégias vencedoras para pessoas, processos, ambiente e tecnologia, ou seja, as quatro dimensões da inovação.</p>
<p>Frente a isto, devemos nos preocupar com o que é exigido daqueles que estão (ou pretendem estar) à frente de organizações que optaram por uma estratégia de inovação, pois o perfil e desempenho que deles se espera é, no mínimo, especial. Além disto, não devemos nos esquecer que há muito estamos em tempos marcados por fortíssima turbulência e por mudanças radicais em alta velocidade, e assim continuaremos.</p>
<p>Na medida em que os desafios da inovação aumentam de tamanho e tornam-se cada vez mais singulares, algumas importantes perguntas devem ser feitas e consideradas como parte da permanente avaliação de empresários e empreendedores bem como daqueles profissionais em posições de liderança:</p>
<ul>
<li>Tenho uma visão clara dos objetivos que minha empresa quer atingir por meio da inovação?</li>
<li>Estou pronto e apto (conceitualmente) para esta empreitada e sei como ajudar minha empresa a chegar lá?</li>
<li>Sei como lidar com a incerteza?</li>
<li>Sou tolerante ao estresse e tenho o vigor e a disposição necessários para atingir os referidos objetivos?</li>
<li>Sei o que devo fazer para ampliar minha capacidade de aprendizagem permanente?</li>
<li>Sou tolerante ao risco (inclui o aprendizado decorrente de erros) e sei fomentar isto em minha equipe?</li>
<li>Sei o que é ser flexível e fomento isto em minha equipe?</li>
<li>Sei o que é ser inovador e sei como fomentar o espírito inovador em minha equipe?</li>
<li>Sei como lidar com a diversidade?</li>
<li>Sei como construir uma equipe cuja marca seja esta?</li>
<li>Sou um agente de mudanças?</li>
<li>Sei como desenvolver criar gerentes especialistas que também sejam verdadeiros agentes de mudanças?</li>
<li>Sei como criar agentes de mudanças na base da pirâmide?</li>
</ul>
<p>Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com">http://br.hsmglobal.com</a></p>
<blockquote><p>José Hernani Arrym Filho é empresário e sócio da Pieracciani &#8211; er dentre as consultorias do país na elaboração e implementação de programas integrados de gestão da inovação em organizações do setor público e privado. Website: <a href="http://www.pieracciani.com.br">www.pieracciani.com.br</a></p></blockquote>
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