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	<title>Blog Trace Sistemas &#187; Sem categoria</title>
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	<description>A Trace Sistemas é uma empresa que tem seu Core Business centrado em sua solução de Gestão do Trabalho, TraceGP.</description>
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		<title>Sete hábitos segundo Stephen Covey</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/sete-habitos-segundo-stephen-covey/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 16:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[bem sucedido]]></category>
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		<description><![CDATA[O livro sete hábitos de pessoas altamente eficazes é um sucesso do autor Stephen Covey. Ele traz 7 ideias para que o sucesso seja presente na sua vida. São ideias simples, mas realmente podem fazer a diferença, dependendo de como você encarar cada um no seu caminho.
Os 7 hábitos são:

Hábito 1: Ser Proativo;
Hábito 2: Começar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1636" title="Pessoas Eficázes" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/1171400_41534343.jpg" alt="Pessoas Eficázes" width="557" height="374" />O livro sete hábitos de pessoas altamente eficazes é um sucesso do autor Stephen Covey. Ele traz 7 ideias para que o sucesso seja presente na sua vida. São ideias simples, mas realmente podem fazer a diferença, dependendo de como você encarar cada um no seu caminho.</p>
<p>Os 7 hábitos são:</p>
<ul>
<li>Hábito 1: Ser Proativo;</li>
<li>Hábito 2: Começar com o Objetivo em Mente;</li>
<li>Hábito 3: Primeiro o Mais Importante;</li>
<li>Hábito 4: Mentalidade Ganha-Ganha;</li>
<li>Hábito 5: Procure Primeiro Compreender, Depois ser Compreendido;</li>
<li>Hábito 6: Criar Sinergia;</li>
<li>Hábito 7: Afinar o Instrumento.</li>
</ul>
<p>Comentários para prestadores de serviço destes hábitos.</p>
<p><strong>Hábito 1: Ser Proativo</strong></p>
<p>Você duvida que ser proativo é um hábito eficaz? Óbvio que não. Precisamos de pessoas que pensem em primeiro lugar. Sim, ser proativo significa pensar. É pensando que ideias se transformam em atitudes.</p>
<p><strong>Hábito 2: Começar com o Objetivo em Mente</strong></p>
<p>Saiba para aonde está indo. Planejamento, objetivos claros levam a uma execução perfeita. Apenas ir aonde os outros estão indo não levará você ao sucesso. Crie seu caminho. Tenha seus objetivos claros antes de executá-los.</p>
<p><strong>Hábito 3: Primeiro o Mais Importante</strong></p>
<p>Aprenda a priorizar suas tarefas. Escolha pela importância de tempo versus consequencia destas escolhas.</p>
<p><strong>Hábito 4: Mentalidade Ganha-Ganha</strong></p>
<p>Aprenda que negócios são negócios e amigos são amigos. Em termos de negócios, as relações devem ser ganha ganha. Indicou clientes? Fez processos em conjunto? Dividiu conhecimento sobre a tese? Porque não dividir o que ganhou adivindo da tua atitude?</p>
<p><strong>Hábito 5: Procure Primeiro Compreender, Depois ser Compreendido</strong></p>
<p>Isto vale mais do que para negócios, vale para vida. Não pense que tudo é contra você ou que o texto escrito fala mal de você. Tente compreender o contexto, os porquês, relevar paixões, pois tudo na vida é passageiro. O texto está grosseiro? Ligue para a pessoa. Vá até ela e converse. Compreender, perdoar e aceitar as diferenças são mais do que sinais de maturidade. São a forma de viver em paz consigo mesmo.</p>
<p><strong>Hábito 6: Criar Sinergia</strong></p>
<p>Busque ao seu redor padronizações e gestões de atos e procedimentos com objetivo claro de ser simples, direto e eficaz. No tratar, busque palavras afáveis e de paz. Seja aquilo que os outros devem ser para você. Quer respeito? Respeite. Isto é criar sinergia nas suas atitudes.</p>
<p><strong>Hábito 7: Afiar o Instrumento</strong></p>
<p>Mantenha-se sempre atualizado. Você precisa do conhecimento do seu negócio sempre na ponta da lingua. E não adianta conhecimento do ano passado. O conhecimento deve ser de hoje, no máximo de ontem. Da semana passada já pode estar desatualizado.</p>
<p>Enfim,</p>
<p>Estes sete hábitos são altamente eficazes. Os outros hábitos, você decide!</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.artigonal.com/negocios-admin-artigos/sete-habitos-segundo-stephen-covey-5311613.html" target="_blank">http://www.artigonal.com/negocios-admin-artigos/sete-habitos-segundo-stephen-covey-5311613.html</a></p>
<blockquote><p>Gustavo Rocha é  Diretor da Consultoria GestaoAdvBr,  Consultor nas áreas de gestao, tecnologia e qualidade.</p></blockquote>
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		<title>Dissonância cognitiva epidêmica</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/dissonancia-cognitiva-epidemica/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/dissonancia-cognitiva-epidemica/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 12:36:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[humanização do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal,
segundo a wikipedia, dissonância cognitiva é um termo da psicologia. Descreve uma tensão inconfortável que pode ou não ser gerada por dois pensamentos conflitantes, ou comportar-se de forma conflitante com suas crenças. Basicamente se trata da percepção de incompatibilidade entre duas cognições, onde “cognição” é definido como qualquer elemento do conhecimento, incluindo atitude, emoção, crenças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Pessoal,</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">segundo a wikipedia, dissonância cognitiva é um termo da psicologia. Descreve uma tensão inconfortável que pode ou não ser gerada por dois pensamentos conflitantes, ou comportar-se de forma conflitante com suas crenças. Basicamente se trata da percepção de incompatibilidade entre duas cognições, onde “cognição” é definido como qualquer elemento do conhecimento, incluindo atitude, emoção, crenças ou comportamento. A teoria da dissonância cognitiva prega que cognições contradizentes servem como estímulos para a mente obter ou inventar novos pensamentos ou crenças, ou modificar crenças pré-existentes, de forma a reduzir a quantidade de dissonância (conflito) entre as cognições.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A Teoria da Dissonância Cognitiva foi desenvolvida por Leon Festinger no meio do século XX. Ele define a Dissonância como uma tensão entre o que uma pessoa pensa ou acredita e aquilo que faz. Quando alguém faz uma ação que está em desacordo com aquilo que pensa, gera-se essa tensão e mecanismos psíquicos para repor a consonância são prontamente ativados. Das duas uma, ou aquilo que sabemos ou pensamos se adapta ao nosso comportamento, ou o comportamento adapta-se ao nosso conhecimento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A melhor atitude que podemos adotar é que o nosso comportamento adapta-se ao nosso conhecimento, pois desta forma, estaremos sendo integros e alinhando a prática ao discurso. Quando ocorre o contrário, aquilo que cremos ou pensamos se adapta ao nosso comportamente, nós exigimos uma compensação e essa compensação pode ser alcançada de diversas formas, mas, geralmente ela se dá através de compensação financeira. No mundo corporativo, isso ocorre com muita frequência quando abrimos mão de nossos valores para que seja possível conseguir uma promoção, fato esse bastante incentivado devido ao ambiente de competição exacerbado dentro do ambiente corporativo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mas, como tudo na vida, há um preço muito alto a ser pago quando vivemos em dissonância cognitiva com nossos valores e crenças. O preço disso no ambiente de trabalho é que as pessoas estão cada vez mais doentes e insatisfeitas com sua própria vida. Essa epidemia de dissonância cognitiva é agravada ainda mais devido a outros fatores como você pode constatar no vídeo abaixo :</div>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-710" title="cansado" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/cansado.jpg" alt="cansado" width="300" height="434" />Pessoal,</p>
<p>segundo a wikipedia, dissonância cognitiva é um termo da psicologia. Descreve uma tensão inconfortável que pode ou não ser gerada por dois pensamentos conflitantes, ou comportar-se de forma conflitante com suas crenças. Basicamente se trata da percepção de incompatibilidade entre duas cognições, onde “cognição” é definido como qualquer elemento do conhecimento, incluindo atitude, emoção, crenças ou comportamento. A teoria da dissonância cognitiva prega que cognições contradizentes servem como estímulos para a mente obter ou inventar novos pensamentos ou crenças, ou modificar crenças pré-existentes, de forma a reduzir a quantidade de dissonância (conflito) entre as cognições.</p>
<p>A Teoria da Dissonância Cognitiva foi desenvolvida por Leon Festinger no meio do século XX. Ele define a Dissonância como uma tensão entre o que uma pessoa pensa ou acredita e aquilo que faz. Quando alguém faz uma ação que está em desacordo com aquilo que pensa, gera-se essa tensão e mecanismos psíquicos para repor a consonância são prontamente ativados. Das duas uma, ou aquilo que sabemos ou pensamos se adapta ao nosso comportamento, ou o comportamento adapta-se ao nosso conhecimento.</p>
<p>A melhor atitude que podemos adotar é que o nosso comportamento adapta-se ao nosso conhecimento, pois desta forma, estaremos sendo integros e alinhando a prática ao discurso. Quando ocorre o contrário, aquilo que cremos ou pensamos se adapta ao nosso comportamente, nós exigimos uma compensação e essa compensação pode ser alcançada de diversas formas, mas, geralmente ela se dá através de compensação financeira. No mundo corporativo, isso ocorre com muita frequência quando abrimos mão de nossos valores para que seja possível conseguir uma promoção, fato esse bastante incentivado devido ao ambiente de competição exacerbado dentro do ambiente corporativo.</p>
<p>Mas, como tudo na vida, há um preço muito alto a ser pago quando vivemos em dissonância cognitiva com nossos valores e crenças. O preço disso no ambiente de trabalho é que as pessoas estão cada vez mais doentes e insatisfeitas com sua própria vida. Essa epidemia de dissonância cognitiva é agravada ainda mais devido a outros fatores como você pode constatar no vídeo abaixo:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3c88_Z0FF4k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/3c88_Z0FF4k&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Essa epidemia de dissonância cognitiva teve início com a revolução industrial que foi quando o trabalho foi separado do prazer. Trabalhar deixou de ser uma arte e passou a ser, de certa forma, um castigo, pois o ser-humano deixou de ser a força-motriz da economia dando lugar as indústrias e suas máquinas em linha de produção. A metáfora do processo de linha de produção linear tornou-nos alienado do processo de trabalho, como previu Karl Max, desconectados da verdadeira realidade em que vivemos, fazendo com que busquemos cada vez mais a riqueza para consumirmos mais com o objetivo de aplacar nossa insatisfação pessoal. Essa é a herança do capitalismo selvagem que visa o lucro acima de tudo, o retorno ao acionista em primeiro lugar e a priorização de objetivos de curto prazo em detrimento de objetivos de longo prazo mais sustentáveis.</p>
<p>Todo esse ambiente incentiva a que nós deixemos de ser nós mesmos, a viver em dissonância cognitiva com nossos valores e crenças. Faz com que não discordemos de nosso chefe, pois isso pode significar a perda de apoio dele na busca por uma promoção. Existem até cursos para deixarmos de sermos nós mesmos como os cursos para se sair bem em entrevista de empregos, onde as pessoas são treinadas para aparentarem serem super-profissionais, de forma que compareçam a processos seletivos com respostas feitas e gestos pré-concebidos.</p>
<p>O mercado de trabalho está cada vez mais focado em resultados, metas e lucros no curto prazo, desprezando  as questões humanas exigindo com que as pessoas estejam sempre superando seus limites, sempre fazendo mais e melhor, causando sofrimento, deixando as pessoas cada vez mais doentes e, com o tempo, fazendo com que a empresa também fique doente. Afinal de contas, como seres humanos, nós temos limites e não somos máquinas que trabalham 24 horas por dia e sete dias na semana.</p>
<p>Além desses fatores, o mundo corporativo está cheio de normas sociais e uma delas é o fato de gerenciarmos nossas vidas orientados pela expectativa de outras pessoas, pois ainda é muito valorizado o profissional que possui habilidades políticas, deixando de valorizar as competências técnicas e dando lugar a falsidadde. O preço disso é a perda da nossa identidade. Por medo de perder um emprego ou uma chance de promoção, e consequentemente ganhar mais para consumir mais, as pessoas sentem a necessidade de atender as expectativas e os desejos de outros e, se não fazem, são excluídas do grupo. A avaliação de desempenho, que deveria ser uma ferramento de crescimento pessoa, acaba por  tornar-se um dos mecanismos que levam os profissionais a, conscientemente ou não, se esforçarem para atender a expectativa alheia, utilizada para manipular, tirar da frente quem incomoda e valorizar os que entram nas regras do jogo.</p>
<p>Para começarmos a curar essa doença e reverter esse quadro de epidemia, precisamos entender, como lideres, o que as pessoas são capazes de alcançar, em termos de qualidade do trabalho e autodesenvolvimento. Passa por reconhecer que a questão primordial é como organizar as instituições do trabalho para promover essas habilidades. É preciso criar um ambiente de trabalho em que as pessoas sigam a um propósito de vida, pois o desejo de agir com sentido e significado, de fazer a diferença, é uma parte tão importante de nossas estruturas quanto nosso apetitite por dinheiro ou status, afinal de contas significado, sentido e propósito são a parte principal da força que nos permitem viver. O trabalho é nosso principal construtor de identidade nos dias atuais. Se ele não tem propósito, nossa vida não terá um propósito.</p>
<p>Tudo isso, passa pela conscientização dos líderes nas empresas e pela necessidade de se tornarem mais integros, fazendo com que a prática passe a funcionar conforme discurso, deixando de punir as pessoas que apresentem idéias divergentes do discurso predominante, a valorizar os pontos fortes ao invés de ficar procurando os pontos fracos dos funcionários, afinal de contas, cada um tem suas competências, vocações e interesses. Respeitar essa verdade e alinhar os interesses de cada funcionário aos interesses da empresa é o caminho para dar a sentido e propósito ao trabalho e a vencer essa epidemia e a esse mal que atinge a maioria das pessoas.</p>
<p>Um abraço.</p>
<p>“Keep the Faith”</p>
<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com" target="_blank">http://hsm.updateordie.com</a></p>
<blockquote><p>Marcelo de Souza Bastos é Formado em ciência da computação pelo Uniceub em Brasília e MBA em planejamento e gestão empresarial pela Universidade Católica de Brasília. Possui certificação PMP (Project Management Professional) pelo PMI (Project Management Institute) desde 2003.</p></blockquote>
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		<title>Mais confiança = Arriscar mais = Inovar mais</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/mais-confianca-arriscar-mais-inovar-mais/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 13:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[autoconfiança]]></category>
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		<category><![CDATA[Gestão de pessoas]]></category>
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		<category><![CDATA[Inovação na Gestão]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcelo de Souza Bastos
Pessoal,
estava assistindo ao jogo do Flamengo contra o Avaí há algumas semanas quando ocorreu um lance em que um jogador do Flamengo errou um passe de meio metro, o narrador comentou : “Quando fase é ruim, nada dá certo”. Feito esse comentário, o comentarista do jogo corrigiu : “Não é uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-427" title="Confiança" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/postblog.jpg" alt="Confiança" width="300" height="216" />Por Marcelo de Souza Bastos</em></p>
<p>Pessoal,</p>
<p>estava assistindo ao jogo do Flamengo contra o Avaí há algumas semanas quando ocorreu um lance em que um jogador do Flamengo errou um passe de meio metro, o narrador comentou : “Quando fase é ruim, nada dá certo”. Feito esse comentário, o comentarista do jogo corrigiu : “Não é uma questão relacionada a fase, mas sim quando os resultados não aparecem, a confiança diminuiu e o jogador passa a arriscar menos, pois se arriscar muito e errar, a torcida, que já não anda satisfeita, passa a perseguir o jogador”.</p>
<p>Fiz essa introdução utilizando o futebol para mostrar a importância que a confiança tem para a inovação. Se estamos confiantes, passamos a arriscar mais e, dessa forma, fazemos coisas que, em situações normais, seriam consideradas impossíveis. Eu, por exemplo, jogo como goleiro no futebol e o goleiro precisa fundamentalmente de confiança. Sempre digo que a defesa mais importante sempre é a primeira, porque é ela que vai me dar confiança para o resto da partida. É impressionante a importância da confiança nesse caso. Já tive vários jogos que eu comecei muito bem as partidas e dizia para mim mesmo “Hoje não vou tomar gol” e não tomava mesmo. Você chega quase que a antever o que o jogador vai fazer antes de bater na bola. Mesmo quando havia um penalti nesses dias, eu mentalizava que nem penalti ia passar e, na maioria das vezes, não passava mesmo.O mais interessante disso é quanto mais eu fechava o gol, mais eu recebia elogios de meus colegas de time e mais confiante eu ficava.</p>
<p>Mudando um pouco de esporte, analisem o tênis por exemplo. Tênis é basicamente confiança. Pode ser o Roger Federer que se ele tiver uma pequena dúvida do seu potencial, ele perde o jogo. Aliás, a final do US Open americano desse ano foi um exemplo disso. O argentino Juan Martin Del Potro acreditou em si muito mais que outros, foi para cima do Federer e venceu seu primeiro Grand Slam. Vale lembrar que nos anos de 2004 a 2007, Roger Federer passou a dominar o tênis mundial quando venceu seu primeiro Grand Slam em Winbledon(2003). Foi nesse título que ele percebeu que ele não era mais uma promessa e sim uma realidade. Durante esse período (2004-2007), muitos adversários entravam em quadra para enfrentar o Feder respeitando-o demais, diminuindo sua confiança e perdiam por essa razão.</p>
<p>O futebol e o tênis são alguns dos exemplo onde a confiança é muito importante para realizar o que muitos consideram impossível, mas, em qualquer esporte ou situação da vida, se você tem confiança, você arrisca mais e faz coisas consideradas impossíveis por muitos. Quando você não tem confiança, você procura aumentar sua margem de segurança, não vai para as linhas como se diz no tênis e erra passes de meio metro no futebol, e aí você torna-se uma presa fácil para o seu adversário. Se o Petkovic não tivesse uma confiança muito grande em si mesmo, ele não teria dado aquele passe para o Zé Roberto fazer o gol da vitória do Flamengo em cima do São Paulo no último sábado (10/10).</p>
<p>Agora vamos transportar essa realidade para o nosso ambiente empresarial. Quantas vezes diminuimos a confiança de nossos funcionários quando coibimos o erro ou tentativa de fazer algo novo? Quantas inovações deixam de surgir porque não damos atenção as ideías das pessoas? Qual a contribuição que nós gestores oferecemos para criar um clima onde as pessoas tenham confiança para arriscar mais em busca de novas idéias?</p>
<p>A inovação tem profunda e forte ligação com arriscar mais. Ocorre que para arriscar mais, as pessoas precisam ter mais confiança em si. Confiança essa que só é possível se tivermos um clima de colaboração e respeito as idéias, independente de sua origem.</p>
<p>Um abraço.</p>
<p>“Keep the faith”</p>
<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com" target="_blank">http://hsm.updateordie.com</a></p>
<blockquote><p>Marcelo de Souza Bastos é Formado em ciência da computação pelo Uniceub em Brasília e MBA em planejamento e gestão empresarial pela Universidade Católica de Brasília. Possui certificação PMP (Project Management Professional) pelo PMI (Project Management Institute) desde 2003.</p></blockquote>
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		<title>PM Tools &#8211; TraceGP</title>
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		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/pm-tools-tracegp/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 21:01:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos dias 16 e 17 aconteceu em São Paulo, o PM Tools &#8211; Special Day, evento que teve como objetivo apresentar as principais soluções tecnológicas sobre o gerenciamento de projetos, programas e portfólio de projetos que atualmente são destaques no mercado nacional e internacional. Diferentemente dos demais eventos da revista MundoPM o evento PM Tools [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 16 e 17 aconteceu em São Paulo, o PM Tools &#8211; Special Day, evento que teve como objetivo apresentar as principais soluções tecnológicas sobre o gerenciamento de projetos, programas e portfólio de projetos que atualmente são destaques no mercado nacional e internacional. Diferentemente dos demais eventos da revista MundoPM o evento PM Tools apresentou, num road show de 2 dias, as principais ferramentas de mercado associadas a gestão de projetos.</p>
<p>O evento contou com a presença de mais de 135 pessoas e expositores como FIA, Veris-IBTA, IBM, Microsoft/BHS, além dos apoiadores/patrocinadores como Senac, ProAge e a Trace Sistemas com a Solução TraceGP.</p>
<p>Mostrando o que a tecnologia pode fazer para os seus projetos, o evento teve demonstrações de software e várias apresentações de técnicas e métodos para implatação e potencial de uso das ferramentas.</p>
<p>Fotos do evento:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://www.tracegp.com.br/images/noticias/pmtools/pmtools-tracegp-01.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.tracegp.com.br/images/noticias/pmtools/pmtools-tracegp-02.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.tracegp.com.br/images/noticias/pmtools/pmtools-tracegp-03.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.tracegp.com.br/images/noticias/pmtools/pmtools-tracegp-04.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.tracegp.com.br/images/noticias/pmtools/pmtools-tracegp-05.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
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		<title>IBM Workplace e IBM Lotus Notes para SAP</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/ibm-workplace-e-ibm-lotus-notes-para-sap/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/ibm-workplace-e-ibm-lotus-notes-para-sap/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 May 2006 20:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A IBM anunciou o lançamento do IBM Workplace e IBM Lotus Notes para SAP. Estes lançamentos são parte de uma iniciativa da IBM para conectar suas tecnologias aos ambientes SAP dos clientes, sem a necessidade de realização de upgrade. Para permitir a integração, as tecnologias são construídas sobre arquitetura orientada a serviços (SOA).
O IBM Workplace [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A IBM anunciou o lançamento do IBM Workplace e IBM Lotus Notes para SAP. Estes lançamentos são parte de uma iniciativa da IBM para conectar suas tecnologias aos ambientes SAP dos clientes, sem a necessidade de realização de upgrade. Para permitir a integração, as tecnologias são construídas sobre arquitetura orientada a serviços (SOA).</p>
<p>O IBM Workplace para SAP inclui uma variedade de funções, incluindo scorecards, dashboards, alertas, formulários eletrônicos (e-forms), gerenciamento de documentos, gerenciamento de conteúdo, mensageiro instantânea, dentre outros. Melhorias futuras planejadas pela IBM incluem funcionalidades de auto-atendimento para gerentes e colaboradores.</p>
<p>Já o IBM Lotus Notes para SAP integra dados e processos de negócio com as tarefas do Lotus Notes, incluindo workflow de férias, relatórios de horários, gerenciamento de contatos, geração de relatórios e módulos de aprovação. Todas as tarefas são realizads através do Notes Client.</p>
<p>O lançamento dos dois produtos está previsto para o dia 30 de maio.</p>
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		<title>Empresas não compreendem as necessidades dos consumidores, diz recente pesquisa da IBM</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/empresas-nao-compreendem-as-necessidades-dos-consumidores-diz-recente-pesquisa-da-ibm/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 May 2006 20:39:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As empresas estão cada vez mais tomando ações sem antes compreender as necessidades dos consumidores &#8211; é o que consideram os próprios consumidores. Esta é a conclusão obtida por uma recente pesquisa realizada pela IBM, que envolveu mais de 700 consumidores e executivos da Europa e América do Norte. O interessante é que muitas empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas estão cada vez mais tomando ações sem antes compreender as necessidades dos consumidores &#8211; é o que consideram os próprios consumidores. Esta é a conclusão obtida por uma recente pesquisa realizada pela IBM, que envolveu mais de 700 consumidores e executivos da Europa e América do Norte. O interessante é que muitas empresas reconhecem esta deficiência.</p>
<p>Dos executivos entrevistados, 79% admitiu que ações promocionais e de marketing são tomadas sem uma compreensão clara das expectativas dos consumidores. Apenas 17% dos executivos declararam que consideram fatores emocionais de seus consumidores na hora da tomada de decisão. A grande maioria dos executivos, cerca de 75%, explicou que isto ocorre devido à rapidez e eficiência esperada no dia a dia, o que exige deixar de lado a busca por uma maior compreensão do que o consumidor valoriza.</p>
<p>&#8220;Como uma empresa constrói e sustenta uma vantagem competitiva depende do quanto ela provê de experiência aos seus consumidores &#8211; comportamental, cognitiva e emocionalmente, assim como desejado pela próprio consumidor. Ao mesmo tempo, a empresa deve atender aos seus próprios objetivos&#8221; &#8211; declarou Joby John, professor e diretor de marketing da Universidade de Bentley, em Boston. &#8220;Este relatório mostra claramente que falhar ao coletar e analisar informações sobre o consumidor (as quais destacam fatores emotivos presentes durante as interações empresa X consumidor) é jogar fora a oportunidade de aumentar o valor do serviço e conquistar uma maior fatia de mercado&#8221;.</p>
<p>A pesquisa também encontrou distinções claras entre as emoções dos consumidores. Consumidores de todos os países, exceto os norte-americanos, consideram que ser tratado com dignidade e empatia é o fator mais importante no momento de tomar uma decisão sobre qual produto de um banco irá adquirir, por exemplo. Os consumidores alemães também consideram o tratamento recebido como o fator mais importante.</p>
<p>&#8220;Para permanecer competitivo, as empresas devem integrar informações sobre seus consumidores, informações estas originadas de todos os lugares possíveis, desde processos não-relacionados ao negócio principal assim como de fontes externas. Estas informações devem possuir atributos emotivos coletados em interações com os consumidores, com o objetivo de construir uma completa visão sobre o que realmente deve ser oferecido à eles&#8221;, disse o líder global de estratégia Steve LaValle, da IBM Global Business Services CRM. &#8220;Isto permite às empresas inovarem seus modelos de negócios ao prestarem atenção em fatores que não são óbvios à primeira vista, permitindo a realização de mudanças impactantes nos contatos com os clientes. Podemos citar como exemplo uma remodelagem do processo de venda pessoal, o que permite aprender mais sobre os fatores emocionais, assim como aprender sobre aspectos específicos dos produtos para um processo de hipoteca&#8221;.</p>
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		<title>O mundo em 2006 é mais &#8216;e-ready&#8217; do que nunca</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Apr 2006 20:36:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O mundo em 2006 é mais &#8216;e-ready&#8217; do que nunca&#8221;, é o que afirma recente pesquisa realizada pela Economist Intelligence Unit (EIU), firma global de análise de mercado, em parceria com o IBM Institute for Business Value. O termo &#8216;e-ready&#8217; é usado pela pesquisa para definir o quão preparados os países estão para realizar negócios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O mundo em 2006 é mais &#8216;e-ready&#8217; do que nunca&#8221;, é o que afirma recente pesquisa realizada pela Economist Intelligence Unit (EIU), firma global de análise de mercado, em parceria com o IBM Institute for Business Value. O termo &#8216;e-ready&#8217; é usado pela pesquisa para definir o quão preparados os países estão para realizar negócios e aproveitar oportunidades de forma digital.</p>
<p>A edição de 2006 da pesquisa, intitulada &#8220;The 2006 e-readiness rankings&#8221;, aponta que a Dinamarca e os Estados Unidos são, dentre 68 países analisados, os mais preparados para realizar negócios em ambiente online (o Brasil ocupa o 41° lugar no ranking). Porém, a distância existente entre os níveis de cada país são cada vez menores. &#8220;A divisão digital não é mais aquele abismo que as pessoas temiam&#8221;, afima o editor-chefe da EIU. Os mercados emergentes, por exemplo, são os principais responsáveis pelas novas conexões a telefone e internet.</p>
<p>De acordo com George Pohle, do IBM Institute for Business Value, &#8220;o progresso econômico é cada vez mais dependente de inovações no uso da tecnologia &#8230; e a competitividade no futuro será guiada pela criação de novos serviços que explorem a infraestrutura disponível&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.ibm.com/iibv" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Conheça o site do IBM Institute for Business Value</span></a><br />
<a href="http://www.eiu.com/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Conheça o site da Economist Intelligence Unit</span></a><br />
<a href="http://www.tracesistemas.com.br/extranet/novosite.nsf/($texto_documentos)/eready/$File/the_2006_ereadiness_rankings.pdf" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Veja a pesquisa completa</span></a></p>
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		<title>Estudo aponta tendências em Business Intelligence para 2006</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/estudo-aponta-tendencias-em-business-intelligence-para-2006/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Apr 2006 20:34:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quais tendências estão sendo responsáveis por moldar as iniciativas de Business Intelligence em 2006? A consultoria americana Knightsbrige Solutions aponta 10 aspectos que irão influenciar as prioridades de BI e criar uma nova onda de desafios e oportunidades para a área.
Qualidade da informação, Master Data Management e arquitetura orientada a serviços são somente algumas das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quais tendências estão sendo responsáveis por moldar as iniciativas de Business Intelligence em 2006? A consultoria americana Knightsbrige Solutions aponta 10 aspectos que irão influenciar as prioridades de BI e criar uma nova onda de desafios e oportunidades para a área.</p>
<p>Qualidade da informação, Master Data Management e arquitetura orientada a serviços são somente algumas das poucas tendências que irão afetar os esforços de Business Intelligence em 2006.</p>
<p>Para saber mais sobre as tendências de BI para 2006, confira o white paper<br />
<a href="http://www.tracesistemas.com/extranet/novosite.nsf/($texto_documentos)/bi_01/$File/Top_10_Business_Intelligence_Trends_2006.pdf" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Top 10 Trends in BI for 2006</span></a> (em inglês).</p>
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		<title>Hyperion Solutions 2006 apresenta tecnologia de ponta em Gestão de Desempenho de Negócios</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Apr 2006 20:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Hyperion, líder global em software de Business Performance Management e Business Intelligence, anuncia mais uma edição do Solutions 2006, conferência mundial da empresa e o mais importante evento do mundo na área de Gestão de Desempenho de Negócios. São esperados mais de 4 mil líderes de mercado, clientes e parceiros da empresa no evento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Hyperion, líder global em software de Business Performance Management e Business Intelligence, anuncia mais uma edição do Solutions 2006, conferência mundial da empresa e o mais importante evento do mundo na área de Gestão de Desempenho de Negócios. São esperados mais de 4 mil líderes de mercado, clientes e parceiros da empresa no evento, que será realizado no Mandalay Bay Resort and Casino, em Las Vegas, Nevada, Estados Unidos, entre os dias 23 e 26 de abril.</p>
<p>O Solutions 2006 contará com mais de 270 sessões temáticas, apresentações e demonstrações comandadas por especialistas da Hyperion, clientes e parceiros. Os participantes terão a oportunidade de reunirem-se com as equipes de produtos e desenvolvimento da Hyperion para discutir os últimos avanços e serviços em tecnologia, além de saber dos clientes como eles estão usando as soluções da empresa para superar seus problemas de negócios.</p>
<p>Os executivos presentes poderão ainda conhecer as mais recentes inovações e soluções do mercado, com ajuda dos cerca de 50 parceiros de primeira classe da Hyperion que estarão da conferência, como Deloitte Consulting LLP, Hitachi Consulting, HP, Intel, Pinnacle Group Worldwide, Ranzal &amp; Associates, Teradata e UpStream Software.</p>
<p>Os participantes terão contato, na prática, com as soluções de Gestão de Desempenho de Negócios na Oficina Hyperion System 9 Business Performance Management. Em uma situação prática de negócios, eles poderão explorar o Hyperion System 9 no seu próprio ritmo e observar como as empresas podem melhorar radicalmente seu desempenho com o uso do BPM.</p>
<p>Companhias e instituições como a Guarda Nacional do Exército dos Estados Unidos, De Lage Landen, Erickson Retirement Communities, France Telecom e The Stanley Works demonstrarão o seu êxito com as Soluções Hyperion. Outros três clientes internacionais,, Pearson, Skadden e Zebra Technologies apresentarão casos de sucesso durante o evento.</p>
<p>Entre as grandes corporações brasileiras presentes à edição de 2006 do Solutions, destacam-se Avon, Bradesco, Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), Embraer, Liquigas, Net, Suzano Petroquímica &#8211; Polibrasil, RGE e Vivo. As companhias nacionais também terão a oportunidade de mostrar aos executivos presentes na conferência os benefícios, em seus negócios, gerados por soluções Hyperion. CVRD, Polibrasil e Vivo apresentarão, durante a programação, cases de projetos bem sucedidos envolvendo ferramentas da empresa.</p>
<p>Mais informações sobre o Solutions 2006 podem ser obtidas pelo site <a href="http://www.solutions2006.com/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">http://www.solutions2006.com</span></a></p>
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		<title>Certificações em DB2 consolidam a Trace em Information Management</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/certificacoes-em-db2-consolidam-a-trace-em-information-management/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Mar 2006 20:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Em março, a Trace Sistemas conquistou duas novas certificações em banco de dados DB2. Esta conquista consolida a atuação diferenciada de consultoria e assessoria em Information Management, além de elevar o nível de parceria IBM.
&#8220;Hoje são mais de 20 certificações técnicas e comerciais apenas na linha de software IBM, isso reforça a atuação e compromisso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em março, a Trace Sistemas conquistou duas novas certificações em banco de dados DB2. Esta conquista consolida a atuação diferenciada de consultoria e assessoria em Information Management, além de elevar o nível de parceria IBM.</p>
<p>&#8220;Hoje são mais de 20 certificações técnicas e comerciais apenas na linha de software IBM, isso reforça a atuação e compromisso da Trace Sistemas com essa parceria&#8221;, declara Rodrigo Aver, Diretor de Tecnologia da Trace.</p>
<p>Já Marco Hoffmann, Diretor de Negócios, salienta que &#8220;estas certificações tornam a Trace única no Rio Grande do Sul no atendimento de soluções de Information Management da IBM&#8221;.</p>
<p>Saiba mais sobre as certificações:</p>
<p><strong>•</strong> <strong>DB2 UDB Family Fundamentals:</strong> Certificação nas funções e componentes do IBM DB2 UDB, um administrador de bancos de dados relacionais. A certificação possui foco nos serviços DB2 e em suas operações.</p>
<p><strong>•</strong> <strong>DB2 UDB for Linux, UNIX, and Windows Database:</strong> Certificação sobre tarefas administrativas no DB2, como criação de instâncias, criação e população de bancos de dados e design lógico para suporte a concorrência e requerimentos de recuperação em DB2 UDB para Linux, UNIX e Windows.</p>
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