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Inovando em conjunto

As organizações têm colocado a inovação como um dos principais objetivos de seus projetos. O interesse não reside em apenas fazer “o diferente”, mas em descobrir novos caminhos, otimizar procedimentos e resultados via riscos e ganhos que o processo inovador traz para dentro da empresa.
Para inovar de forma criativa, e igualmente sustentável, as ferramentas utilizadas vão desde o conhecimento técnico até a integração de idéias para expansão de resultados. E é neste quesito “integração” que muitos líderes se perdem. O trabalho dentro das equipes tem se transformado, muitas vezes, em um ambiente hostil que cultiva o individualismo, ao contrário do que se objetiva com a expressão “em equipe”. Há uma concorrência pouco saudável de idéias que é capaz de anular a contribuição do próximo para sobressair diante dos colegas. Obviamente que o mercado é competitivo, mas dentro de uma equipe, estamos para contribuir com todos, inclusive consigo mesmo.
Além de manter um comportamento coerente dentro da equipe, para alcançar a inovação deve-se admitir a necessidade de união e colaboração entre os envolvidos. É imprescindível cultivar um espaço democrático que incentive os riscos de forma construtiva, o que não significa estimular o erro, mas saber aproveitar o melhor deles caso venham à tona, e irão mesmo. As equipes inovadoras trabalham sob o viés da complementaridade, do desapego maior, do entusiasmo e da visão de objetivo.
Entender que não há verdades absolutas e que toda idéia pode e deve ser trabalhada, complementada e recriada é um passo importante para manter o entusiasmo e se abrir para o novo. Ainda que recorra ao psicodrama, se expondo temporariamente a uma situação que não considera relevante, o profissional não deve dispensar a chance de experimentar aquilo que abala sua zona de conforto. Ele deve caminhar em busca da solução de problemas, descobrir oportunidades e ser criativo, fazendo bom uso dos desafios que estão à sua frente. Os riscos e atritos são inevitáveis. Para inovar é preciso, acima de tudo, coragem.
Danielle Abade
Graduanda de Comunicação Social
Autora do blog Discutindo Relações

Por Danielle Abade

As organizações têm colocado a inovação como um dos principais objetivos de seus projetos. O interesse não reside em apenas fazer “o diferente”, mas em descobrir novos caminhos, otimizar procedimentos e resultados via riscos e ganhos que o processo inovador traz para dentro da empresa.

Para inovar de forma criativa, e igualmente sustentável, as ferramentas utilizadas vão desde o conhecimento técnico até a integração de idéias para expansão de resultados. E é neste quesito “integração” que muitos líderes se perdem. O trabalho dentro das equipes tem se transformado, muitas vezes, em um ambiente hostil que cultiva o individualismo, ao contrário do que se objetiva com a expressão “em equipe”. Há uma concorrência pouco saudável de idéias que é capaz de anular a contribuição do próximo para sobressair diante dos colegas. Obviamente que o mercado é competitivo, mas dentro de uma equipe, estamos para contribuir com todos, inclusive consigo mesmo.

Além de manter um comportamento coerente dentro da equipe, para alcançar a inovação deve-se admitir a necessidade de união e colaboração entre os envolvidos. É imprescindível cultivar um espaço democrático que incentive os riscos de forma construtiva, o que não significa estimular o erro, mas saber aproveitar o melhor deles caso venham à tona, e irão mesmo. As equipes inovadoras trabalham sob o viés da complementaridade, do desapego maior, do entusiasmo e da visão de objetivo.

Entender que não há verdades absolutas e que toda idéia pode e deve ser trabalhada, complementada e recriada é um passo importante para manter o entusiasmo e se abrir para o novo. Ainda que recorra ao psicodrama, se expondo temporariamente a uma situação que não considera relevante, o profissional não deve dispensar a chance de experimentar aquilo que abala sua zona de conforto. Ele deve caminhar em busca da solução de problemas, descobrir oportunidades e ser criativo, fazendo bom uso dos desafios que estão à sua frente. Os riscos e atritos são inevitáveis. Para inovar é preciso, acima de tudo, coragem.

Fonte: http://waleskafarias.com

Danielle Abade é estudante de Comunicação Social – Relações Públicas na PUC Minas e atualmente estagia na Fundação dos Empregados da Fiat no setor de produção de eventos. Autora do blog http://discutirrelacoes.blogspot.com, ela integra o grupo de colaboradores do site http://www.minhacarreira.com e da vitrine de textos http://www.toptalent.com.br, sendo autora também do blog http://casuloparticular.blogspot.com.

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