Comprometimento

ComprometimentoComprometa-se, primeiramente, consigo mesmo. Só assim, agimos e tomamos atitudes para alcançar o resultado almejado.

O comprometimento está ligado com o sentimento de responsabilidade, por um determinado ato. Porém, vou me focar aqui, ao comprometimento organizacional.

Na permanente busca por qualidade e eficiência, as organizações necessitam de um patrimônio humano efetivamente comprometido. O comprometimento na empresa apresenta-se como vantagem competitiva, pois um grupo comprometido é um recurso disponível para seguir adiante os objetivos da empresa.

Dessa maneira, as organizações necessitam de pessoas comprometidas que se identifiquem com elas, para atingir as suas metas e obter vantagens competitivas. Mas, para isso se faz necessário que a empresas proporcione condições para que seus colaboradores alcancem seus objetivos pessoais.

Na realidade, não há uma cartilha a seguir que garanta o comprometimento das pessoas no trabalho, é preciso que elas possam sentir-se realizadas naquilo que fazem. Gostar, acreditar, admirar…

Para isso existem alguns fatores que colaboraram para criar vínculos mais “fortes”, com o trabalho, determinando assim, melhores resultados organizacionais:

  • Reconhecimento: subjetivo e formal (salários e benefícios), o colaborador precisa perceber que seu trabalho atende ou não as expectativas dos gestores;
  • A importância da sua função, de seu trabalho na empresa: não entendendo a importância de suas atividades e a relação delas com os resultados, provavelmente não irão gerar significado naquilo que fazem;
  • Visão estratégica: precisam de clareza dos objetivos e das definições de como alcançá-los;
  • Ambiente de trabalho agradável: o bom relacionamento é essencial para a satisfação interna de todos (colaboradores e gestores);
  • Trabalho em equipe: é o impulso para resolução de problemas e o caminho certo para uma equipe vencedora;
  • Por fim, deve haver nitidez das responsabilidades, dos direitos e deveres, pois a eficácia do comprometimento diz respeito à relação entre a organização e a pessoa, dando importância às expectativas de ambos, fortalecendo os laços e gerando assim, os resultados e a produtividade esperada.

Fonte: http://www.toptalent.com.br

Valéria Maneira, arte-Educadora, pós graduada em Psicopedagogia, possui cursos de especialização em Metodologia de Ensino, na área de Códigos e Linguagens: Historia da Arte, A Arte como forma de Expressão Social, Teatro Terapêutico e Arteterapia. Desenvolvendo técnicas e práticas psicoeducativas, com ênfase no ambiente empresarial, realiza Consultoria e Treinamentos à Empresas. Atua como Arte- Educadora em projetos sociais, sendo que seus trabalhos vivênciais são aplicados em diversas cidades.

VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0 (from 0 votes)
Compartilhe:
  • Print this article!
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • E-mail this story to a friend!
  • Live
  • Rec6
  • Technorati
  • Tumblr
  • Twitter
  • Yahoo! Bookmarks
  • Yahoo! Buzz
  • LinkedIn
  • Turn this article into a PDF!
  • MSN Reporter
  • Netvibes
  • Posterous
  • RSS
  • Reddit
Publicado em Artigos | Tags: , | Comentários fechados

Pensar e Realizar

Pensar e RealizarPor muitas vezes pensamos em realizar muitas coisas, muitos projetos e muitos sonhos. Porém entre o pensar e o realizar existe uma ponte invisível a ser atravessada.

Nosso cérebro é uma máquina maravilhosa e única, mas que utilizamos em média apenas 7% de sua capacidade, ficando 93% em stand by. Ele está mais voltado para repetir do que inovar ou criar.

Segundo Bob Piki, 3% das pessoas pensam, 7% pensam que pensam e 90% pensam que não tem que pensar coisa alguma.

A globalização nos traz um mundo em crise de pensamentos, ligado no piloto automático. Pense quantas coisas são realizadas todos os dias do mesmo modo: o mesmo caminho para escola, a mesma despedida dos filhos no carro, o mesmo beijinho no marido, o mesmo trabalho, a mesma forma de atender os clientes, o mesmo penteado, o mesmo perfume, o mesmo salário, etc.

Quantas oportunidades passam despercebidas por estamos no piloto automático!!

Estamos recebendo novos processos com vertentes de evolução e de muitas revoluções, principalmente na área empresarial. Por isso, estar com a mente aberta para pensar e realizar é imprescindível.

A grande sacada tem sido o sistema do Marketing de Relacionamento, encantando os líderes que procuram satisfação pessoal e rentável, em um espaço de tempo bem menor que o convencional. Um sistema de negócio de baixo risco e com capital inicial acessível, vem chamando a atenção dos mais bem sucedidos empresários brasileiros que buscam 3 coisas simples: Qualidade de vida, Retorno Financeiro e Tempo livre. Tudo que o Marketing de Relacionamento promove, além de ser dinâmico, envolvente e de fácil compreensão.

Então, pense em que grau de satisfação e realização se encontra a sua vida profissional e faça alguma coisa para mudar.

Essa sugestão vem do depoimento de pessoas que encontraram neste sistema, uma nova maneira de fazer negócio.

“Se você quer resultados diferentes, precisa fazer algo diferente.”

Vale à pena lembrar que tudo que você realizou em sua vida, foi primeiramente arquitetado em sua mente, foi (ou deveria ter sido) pensado. Aquelas férias inesquecíveis, aquele jantar especial, a compra de sua casa ou do seu carro, tudo isso começou no seu pensamento.

Isso também acontece no âmbito empresarial. Empresas como o Google, a Microsoft, ou a Padaria do seu bairro nasceram primeiramente no pensamento de uma mente empreendedora.

Sendo assim, o desejo de uma vida melhor deve nascer primeiro em seu pensamento, inundar a sua razão, motivando assim sua realização.

Tenha em mente que NADA SERÁ FÁCIL.

Quando estudamos a biografia de grandes vultos mundiais, percebemos que nada foi fácil para eles também, mas apesar de uma trajetória recheada de fracassos; eles tinham um compromisso inadiável com o sucesso.

Pense, escolha um “veículo” que está indo na velocidade que você precisa em direção ao sucesso e realize o seu projeto de vida.

Aquele Abraço!

Fonte: http://samuelazevedo.com/sua-carreira/pensar-realizar

Samuel Azevedo é natural do Rio de Janeiro e radicado no sul do Brasil a mais de duas décadas, comelou na carreira profissional com 18 anos (no final dos anos 80). Motivado pela família e pelos amigos, foi direcionado para o departamento de VENDAS.

VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0 (from 0 votes)
Compartilhe:
  • Print this article!
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • E-mail this story to a friend!
  • Live
  • Rec6
  • Technorati
  • Tumblr
  • Twitter
  • Yahoo! Bookmarks
  • Yahoo! Buzz
  • LinkedIn
  • Turn this article into a PDF!
  • MSN Reporter
  • Netvibes
  • Posterous
  • RSS
  • Reddit
Publicado em Artigos, Carreira | Tags: | Comentários fechados

Confiança: Relação entre motivação e incerteza

IncertezaPessoal,

esse ano recebi o desafio de gerenciar uma equipe nova com um propósito novo dentro da diretoria em que trabalho no Banco do Brasil. Quem acompanha meus textos aqui no blog sabe que eu gosto de trabalhar com gerenciamento de projetos e uma equipe nova com um desafio novo é um caso clássico de um projeto que precisa ser gerenciado começando pela configuração da equipe, identificando quais as competências necessárias e os talentos que os possuem, passando pelo estabelecimento da visão de futuro para esse desafio e finalizando com a implementação dessa visão.

Como já escrevi em outros posts, o trabalho do gerente envolve muita ambuguidade. Ela precisa promover a mudança ao mesmo tempo que busca a estabilidade, sendo que tudo isso deve ser desenvolvido de forma equilibrada, não um equilíbrio do tipo 50% mudança e 50% estabilidade, mas sim de forma dinâmica ora pendendo um pouco mais para a mudança, ora pendendo um pouco mais para a estabilidade. É preciso oscilar entre o reino do Caos, favoráveis ao surgimento da criatividade principalmente em tempos de mudança, e o domínio do Caos e a busca da ordem e estabilidade. A ordem demais deixa o trabalho rigido e distante, enquanto que a ordem de menos impede que as pessoas funcionem

Esse cenário é facilmente percebido em situações como a que eu me encontro nesse momento. Em cenários como esse, o desafio do novo geralmente coloca as pessoas muito motivadas, mas, por outro lado, a incerteza é muito alta, justamente porque não há ainda uma rotina definida, uma certa estabilidade que facilite as pessoas visualizarem que funções elas desempenharão e como elas estarão inseridas dentro desse contexto. Apesar da motivação alta, a incerteza ainda é muito grande, portanto a confiança em realizar os projetos e as tarefas é baixa nesse momento.

O problema é que, a medida que o tempo passa, a motivação alta do inicio, motivada pelo desafio, começa a cair devido ao fato que essas pessoas não conseguem conectar o trabalho realizado no cotidiano com a visão de futuro estabelecida, o que acaba por aumentar ainda mais a incerteza. Nesse contexto, tenho me preocupado em encher as pessoas da equipe de informações. Para isso criei um documento que chamei de “Plano Geral da Equipe” que contém a visão que tenho para nosso trabalho, não só de forma textual, mas também com figuras que tangibilizassem o que proponho fazer. Também utilizei de referências de outras empresas para servir de benchmarking para o nosso trabalho.

Outro aspecto importante nessa fase é conversar bastante. É necessário estar o mais próximo possível das pessoas da sua equipe e, nessa hora, nada é melhor do que uma conversa olho no olho, pois, afinal de contas, não inventaram ainda banda larga mais rápida e eficiente que o contato humano para se trasmitir uma mensagem ou contar uma história. Procure relatar casos de melhores práticas a sua equipe, estabeleça cenários. Uma narrativa, contada em forma de história como nos quadrinhos, pode trazer grandes insights sobre sistemas complexos.

Mas o principal trabalho do gerente nesse momento da formação da equipe é justamente passar confiança para sua equipe. Confiança de que é possível chegar ao destino estabelecido pela visão definida, mostrando a evolução, mesmo que pequena, e saber identificar oportunidades de mostrar de forma visual essa evolução, pois, a medida que você consegue transformar a sua visão em algo mais tangível, mais rotineiro, a motivação inicial da equipe começa a ser resgatada, pois as pessoas começam a conectar suas atividades cotidianas com a visão estabelecida.

Em um mundo empresarial cada vez mais complexo, a incerteza é a única certeza que podemos garantir. Trabalhar pela redução dessa incerteza e conciliar com o trabalho motivador é o grande desafio das lideranças das empresas. Afinal de contas, confiança é resultado de uma motivação alta e de uma incerteza baixa.

Um abraço.

“Maybe i’m a dreamer, but i still believe”

Fonte: http://marcelao.wordpress.com/2011/09/25/confianca-relacao-entre-motivacao-e-incerteza/

Twitter: @blogdomarcelao

Marcelo de Souza Bastos é Formado em ciência da computação pelo Uniceub em Brasília e MBA em planejamento e gestão empresarial pela Universidade Católica de Brasília. Possui certificação PMP (Project Management Professional) pelo PMI (Project Management Institute) desde 2003.

VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0 (from 0 votes)
Compartilhe:
  • Print this article!
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • E-mail this story to a friend!
  • Live
  • Rec6
  • Technorati
  • Tumblr
  • Twitter
  • Yahoo! Bookmarks
  • Yahoo! Buzz
  • LinkedIn
  • Turn this article into a PDF!
  • MSN Reporter
  • Netvibes
  • Posterous
  • RSS
  • Reddit
Publicado em Artigos, Motivacional | Tags: | Comentários fechados

Os segredos da produtividade

ProdutividadeProdutividade é um dos fatores primordiais para o crescimento da empresa. Porém, algumas organizações pecam em coisas que parecem simples, mas que fazem toda a diferença.

Para o funcionário produzir mais e melhor, é necessário uma combinação de diversos fatores que afetam a produtividade no trabalho. Alguns são apenas detalhes, e pequenas atitudes podem transformar o ambiente em um local mais saudável e agradável. A vestimenta é uma questão interessante. A exigência do uso de roupa social, por exemplo. Por quê devemos utilizar roupa social trabalhando internamente? Qual o objetivo desta regra? Quando o funcionário se sente bem ele produz mais e melhor, como mencionado na introdução acima. E o fato de ele ser obrigado a utilizar algo que possa não gostar influencia no seu bem estar.

Há um tempo atrás alguns funcionários de uma multinacional tinham o costume de fazer piadas com times de futebol, principalmente nos dias posteriores aos de jogos nos campeonatos. O Diretor desta empresa proibiu as brincadeiras ao longo do dia, pois não gostava deste tipo de conversa. Qual é o sentido desta regra? Este fator só inibe as pessoas e cria um clima tenso no local de trabalho, diminuindo a produtividade.

Acredito que fatores como reconhecimento, perspectiva de crescimento, certa liberdade para questionar e buscar alternativas são essencias para uma organização saudável. Porém, infelizmente sabemos que isto, na maioria das empresas, ainda é uma utopia. Regras não são criadas somente para serem obedecidas. Devem ser questionadas, com união e o trabalho em equipe, em busca de um objetivo em comum.

Fonte: http://www.toptalent.com.br

Leonardo Breyer é formado em Administração de Empresas, Graduado no curso de mesmo nome. Atualmente é Analista Financeiro de uma Empresa Privada. Saiba mais em http://www.leonardobreyer.com/

VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0 (from 0 votes)
Compartilhe:
  • Print this article!
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • E-mail this story to a friend!
  • Live
  • Rec6
  • Technorati
  • Tumblr
  • Twitter
  • Yahoo! Bookmarks
  • Yahoo! Buzz
  • LinkedIn
  • Turn this article into a PDF!
  • MSN Reporter
  • Netvibes
  • Posterous
  • RSS
  • Reddit
Publicado em Artigos, Recursos Humanos, produtividade | Tags: , , | Comentários fechados

Riqueza ou Felicidade?

Riqueza ou Realidade?As pessoas ricas vivem numa realidade de abundância. As pessoas de mentalidade pobre vivem num universo de limitações. Embora elas habitem o mesmo mundo físico, a diferença está nas suas perspectivas.

Os indivíduos que pensam pequeno, cultivam conceitos baseados na escassez. Deixam-se guiar por lemas como “Nunca se tem o bastante” e “Não se pode ter tudo”. Mesmo assim, embora ninguém possa ter “tudo” – afinal, isso faz parte da vida – eu acredito que você, com toda a certeza, é capaz de possuir “tudo o que realmente quer”.

Você almeja uma carreira de sucesso ou ter mais tempo para ficar com a sua família? Ambos. Você quer se dedicar aos negócios ou se divertir? Ambos. Você deseja dinheiro ou uma vida com sentido? Ambos. Você pretende enriquecer ou fazer o trabalho que ama? Ambos.

As pessoas de mentalidade pobre sempre escolhem uma coisa ou outra, enquanto os ricos optam por ambas. Eles entendem que, com um pouco de criatividade, podem quase sempre imaginar uma forma de possuir o melhor dos dois mundos.

De agora em diante, quando você se confrontar com uma situação do tipo “ou uma coisa ou outra”, a questão fundamental a perguntar a si mesmo é:  “Como posso ter as duas coisas?” Esse questionamento mudará sua vida, ele o livrará de um modelo de escassez e limitação e, em troca, lhe dará um universo de possibilidades e abundância. Isso não se aplica apenas às coisas que você quer, mas a todas as áreas de sua vida.

Em nenhuma outra área o pensamento de que podemos ter “as duas coisas” é mais importante do que no campo financeiro. As pessoas de mentalidade pobre acreditam que devem optar entre a riqueza e os demais aspectos da vida, por isso racionalizam a posição de que o dinheiro não é tão importante.

Como já disse, essa idéia está errada. Afirmar que o dinheiro não é tão relevante quanto às outras coisas da vida é absurdo. Volto a perguntar: o que é mais importante – o seu braço ou a sua perna? Ambos é claro.

O dinheiro é um lubrificante, ele lhe permite deslizar pela vida, em vez de “se arrastar” por ela. Proporciona liberdade – para você comprar o que desejar e fazer o que quiser do seu próprio tempo. Com ele você tem condição de desfrutar o que há de melhor e também a oportunidade de ajudar outras pessoas a satisfazer suas necessidades básicas.

Acima de tudo, ser rico faz com que você não precise gastar a sua energia se preocupando com a falta de dinheiro.

A felicidade também é importante. Repito: é nesse ponto que as pessoas que pensam pequeno se confundem. Muitas delas acreditam que dinheiro e felicidade são mutuamente excludentes, não se combinam: ou se é rico ou se é feliz. Isso não passa de uma programação de quem pensa pequeno.

Uma pessoa que é rica, em todos os sentidos dessa palavra, entende que as duas coisas são indispensáveis, da mesma forma como precisamos de dois braços e de duas pernas, necessitamos de dinheiro e felicidade.

As pessoas ricas pensam: “Posso ter as duas coisas.”

As pessoas de mentalidade pobre pensam: “Posso ter uma coisa ou outra.”

Fonte: http://samuelazevedo.com/sua-carreira/riqueza-ou-felicidade

Samuel Azevedo é natural do Rio de Janeiro e radicado no sul do Brasil a mais de duas décadas, comelou na carreira profissional com 18 anos (no final dos anos 80). Motivado pela família e pelos amigos, foi direcionado para o departamento de VENDAS.

VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0 (from 0 votes)
Compartilhe:
  • Print this article!
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • E-mail this story to a friend!
  • Live
  • Rec6
  • Technorati
  • Tumblr
  • Twitter
  • Yahoo! Bookmarks
  • Yahoo! Buzz
  • LinkedIn
  • Turn this article into a PDF!
  • MSN Reporter
  • Netvibes
  • Posterous
  • RSS
  • Reddit
Publicado em Artigos, Carreira | Tags: | Comentários fechados

Descarrilamento: onde os profissionais falham?

Descarrilamento ProfissionalVocê é capaz de identificar quais aspectos, hoje, podem comprometer o sucesso da sua trajetória profissional? Se não parou para pensar sobre o assunto, o momento é mais que oportuno. Afinal, quando o assunto é plano de carreira, visualizar os possíveis obstáculos e antecipar as devidas soluções pode fazer toda a diferença entre o sucesso e o fracasso da sua empreitada profissional.

A competição cada vez mais acirrada, a demanda por resultados cada vez mais arrojados em menor espaço de tempo, as frequentes mudanças organizacionais e a necessidade de atualização constante atuam como catalisadores do stress e têm levado muitos profissionais a saírem dos trilhos e se perderem em meio a tantas variáveis.

É preciso ter compreensão de quais aspectos configuram os gaps profissionais sob o ponto de vista das empresas e procurar desenvolver algumas habilidades demandadas enquanto perfil sociopsicológico das novas lideranças. Aliás, já não é de hoje, tem-se conhecimento de que os fatores que mais respondem pelas demissões nas empresas estão pautados em determinados padrões comportamentais. E como reza o ditado: “em terra de cegos, quem tem um só olho é rei”. É uma questão de prioridade. E o tempo urge…

Problemas de comportamento levam a mais demissões que erros técnicos, segundo matéria exibida no Jornal Hoje de 24 de outubro de 2011 . É fato que você é contratado pelo seu QI (quociente de inteligência), mas é demitido pelo QE (quociente emocional). Seu currículo promove sua contratação e suas atitudes inadequadas, passo a passo, promovem sua demissão.

Assim como no segmento pessoal, nas esferas corporativas também terão sucesso aqueles que, munidos de bom senso no processo de autoavaliação, boa dose de habilidade social e atentos ao seu aperfeiçoamento contínuo, adaptarem-se ao ambiente onde trabalham e àqueles com quem convivem, contribuindo para a melhoria das relações interpessoais.

Através dos atendimentos de coaching executivo, tornam-se claros os motivos que mais levam os profissionais a descarrilarem profissionalmente, as tais “pedras de tropeço”. É necessário dedicar tempo à avaliação de determinados comportamentos e identificar os motivos que o levam a agir de modo inadequado para a partir daí investir no seu processo de autodesenvolvimento.

Nesse contexto, três conceitos são um norte e fundamentais como base para o sucesso da sua trajetória profissional:
Autoconhecimento: Este é o princípio básico para evitar que o descarrilamento profissional aconteça. É essencial que os profissionais saibam a respeito de si tão bem quanto sobre suas funções. O que o faz feliz? O que o desconforta? O que você quer? E, principalmente, quem você realmente é? Essas perguntas, quando respondidas de modo consciente, certamente ajudam a manter um posicionamento profissional assertivo.

Autogestão: Aquele que não conhece a si mesmo não conseguirá assumir o controle de suas ações, nem mesmo entenderá o porquê de determinados comportamentos, tornando-se incapaz de manter um bom nível de relacionamento interpessoal na empresa. O quanto, hoje, seus sentimentos e emoções impactam as suas relações de trabalho? Saber gerenciar as próprias reações é um excelente indicador de resiliência e traduz habilidade de relacionamento.

Automotivação: O profissional deve assumir o papel de protagonista de suas vivências e reconhecer a autoria das próprias iniciativas, legitimando as prioridades para alcançar seus objetivos e registrar suas conquistas. Assumir a responsabilidade pessoal de traçar suas diretrizes profissionais. O que hoje o motiva a desempenhar no “melhor de si”? Se essa resposta ainda não está clara é prudente parar e refletir a respeito antes de traçar novas diretrizes.

Ano novo. Novas perspectivas. É hora de saber de si e fazer acontecer ao invés de esperar que simplesmente aconteça. Abandonar o lugar de vítima das circunstâncias e decidir construir sua realidade, definindo novas possibilidades para que o futuro as traga como resposta. Condição é apenas um pretexto. Sua crença e determinação bastam como decisão para que você mantenha-se no trilho e celebre suas realizações. É a sua vez…

Fonte: http://www.hsm.com.br/blog/2011/11/descarrilamento-onde-os-profissionais-falham/

Waleska Farias: Coach e Consultora de Gestão de Carreira e Imagem, desenvolve treinamentos, workshops e palestras com foco nos aspectos comportamentais das relações humanas, através da abordagem de conceitos essenciais, no que tange ao desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais, que agreguem valores e contribua para criação de um diferencial competitivo no processo de construção de carreira e formação de imagem.

VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0 (from 0 votes)
Compartilhe:
  • Print this article!
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • E-mail this story to a friend!
  • Live
  • Rec6
  • Technorati
  • Tumblr
  • Twitter
  • Yahoo! Bookmarks
  • Yahoo! Buzz
  • LinkedIn
  • Turn this article into a PDF!
  • MSN Reporter
  • Netvibes
  • Posterous
  • RSS
  • Reddit
Publicado em Artigos, Recursos Humanos | Tags: , | Comentários fechados

É você quem decide

É você quem decideImagine que estamos nos primeiros anos da década de 1940. Você é um general do exército norte-americano e o governo dos Estados Unidos acaba de delegar a você a missão de liderar a construção da primeira bomba atômica.

Você terá de encontrar um físico para ser seu vice-comandante porque apenas físicos podem construir uma bomba desse porte. O problema é que generais têm tanta afinidade com cientistas quanto uma raposa num galinheiro. Mesmo assim, você finalmente chega a uma lista final com três possibilidades – e você até deu apelidos a eles:

O primeiro candidato é o Magrelo – um fumante inveterado que poderia hipnotizar cobras usando seu charme pessoal.

No mundo da física todos o amam. Você confiaria nele? Mesmo sabendo que FBI julga que ele pode ter ligação com os comunistas?

O segundo é o Sargento. Um antinazista fanático que provavelmente poderia liderar um pelotão de recrutas para bombardear um ninho de inimigos alemães. Fugitivo da Hungria, até os o que o detestam o admiram.

O último da lista você o chamou de Doutor. É vencedor de um Prêmio Nobel, e talvez o mais inteligente dos três.

Teórico e técnico brilhante, voltou recentemente da Itália, mas não é uma figura popular.

Quem você escolheria?

Pare e pense. A cada instante você está frente a questões com múltiplas escolhas que poderão edificar ou demolir a sua vida ou a sua empresa. São problemas que envolvem familiares, herdeiros, funcionários e outros.
Você sabe fazer escolhas? O que faz para aperfeiçoar sua capacidade de decisão? Joga dados? Usa o seu feeling? Suas emoções?

Aquele general americano optou pelo Magrelo – um físico judeu chamado Robert Oppenheimer. Apesar dos riscos de ligações com os russos, não eram os comunistas o alvo inimigo dos americanos no conflito da II Guerra. Escolheu bem, já que Oppenheimer levou o projeto a termo e produziu a bomba que derrotou os japoneses.

Decisão é exercício. Quanto mais você decide e analisa os resultados, mais sábio em tomar decisões você se torna.

Fonte: http://www.hsm.com.br/blog/2011/11/e-voce-quem-decide/#more-13516

Ben Shapiro é reconhecido como expert em marketing e vendas de Harvard Business Review, autor e co-autor de 14 livros, entre os quais se incluem: Marketing Management, Sales Program Management, Seeking Customers and Keeping Customer.

VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0 (from 0 votes)
Compartilhe:
  • Print this article!
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • E-mail this story to a friend!
  • Live
  • Rec6
  • Technorati
  • Tumblr
  • Twitter
  • Yahoo! Bookmarks
  • Yahoo! Buzz
  • LinkedIn
  • Turn this article into a PDF!
  • MSN Reporter
  • Netvibes
  • Posterous
  • RSS
  • Reddit
Publicado em Artigos, Gestão, Recursos Humanos, autodesenvolvimento | Tags: , , , | Comentários fechados

Ensinando o que não se sabe

Ensinando o que não se sabeO atual ambiente de negócios caracteriza-se por alta dose de incerteza. Os modelos até então vigentes têm caído por terra um a um em um efeito dominó. O que ocorre no mundo corporativo, na realidade, é reflexo das mudanças que caracterizam a sociedade contemporânea.

Nos negócios, um dos reflexos dessa incerteza é a complexidade em preparar adequadamente as pessoas para operarem com êxito perante aos novos desafios que se sucedem diariamente. Essa é uma das faces muitas vezes negligenciada ou esquecida do já popular “Apagão de Talentos” que caracteriza nosso país ainda hoje (mesmo com a tal da crise global batendo em nossa porta).

As organizações e todos os atores do sistema corporativo (escolas de negócios, consultorias, governo etc) deveriam refletir com mais consequência sobre esse desafio. O modelo atual em ensino de gestão é inadequado, pois se caracteriza pelo desenvolvimento de programas e proposições que tem como foco principal o ensino de questões fechadas, as tradicionais “receitas de bolo”. Seguindo um padrão tradicional opta-se por oferecer um contexto onde as respostas já seguem um modelo pré-formatado.

Essa lógica, que está presente nas empresas e é consequência do modelo vigente nas salas de aula, atende apenas parcialmente as demandas de aprendizado das organizações e deveria dar lugar a uma dinâmica caracterizada pelo aprendizado de mão dupla, em que as soluções são construídas mediante um diálogo constante entre professor e aluno.

O objetivo de quem ensina não deverá estar centrado em oferecer as respostas a todas as perguntas e sim em permitir que o próprio aluno tenha espaço para elaborar o significado do que busca. Essa busca estará orientada para o entendimento mútuo entre as partes – quem ensina e quem aprende – e as respostas estarão presentes na área de interseção destes dois agentes.

Parece muito distante da nossa realidade, não é? Pois retomando o início de nossa conversa, estamos vivendo um ambiente de intensas transformações. Para liderar este processo, é necessário refletir sobre caminhos até então não desbravados. Como na época das grandes navegações, colherão os frutos de sua ambição aqueles que ousarem novos rumos. Está mais do que chegada a hora de iniciarmos essa revolução.

Fonte: http://www.hsm.com.br/blog/2011/11/ensinando-o-que-nao-se-sabe/

Sandro Magaldi VP de Clientes e Negócios do Grupo TV1, professor do MBA da ESPM, FIA e FDC. Autor dos livros Vendas 3.0 e Movidos por ideias (c/ José Salibi Neto)

VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0 (from 0 votes)
Compartilhe:
  • Print this article!
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • E-mail this story to a friend!
  • Live
  • Rec6
  • Technorati
  • Tumblr
  • Twitter
  • Yahoo! Bookmarks
  • Yahoo! Buzz
  • LinkedIn
  • Turn this article into a PDF!
  • MSN Reporter
  • Netvibes
  • Posterous
  • RSS
  • Reddit
Publicado em Carreira | Tags: , | Comentários fechados

TraceGP, Ágil como tem que ser

Pioneiro na disponibilização de funcionalidades para apoio na adoção das melhores práticas em modelos de qualidade, o TraceGP inovou com o conceito “Gestão do Trabalho” e lançou recentemente a nova versão da Solução: TraceGP Ágil.

A proposta da plataforma, é de permitir o gerenciamento de projetos adotando metodologias ágeis.

O site do TraceGP também está de cara nova. O projeto, desenvolvido pela equipe de Marketing da Trace Sistemas, apresenta uma estrutura equilibrada, layout moderno e uma navegação intuitiva, facilitando a busca de qualquer informação de forma simples e rápida.

Você confere as novidades pelo link:
http://www.tracegp.com.br

TraceGP - www.tracegp.com.br

Sobre o TraceGP – Gestão do Trabalho

É uma Solução aderente e adaptável a empresas de pequeno, médio e grande porte, dos mais variados segmentos de atuação, com o objetivo de oferecer uma plataforma tecnológica para empresas que busquem elevar seu nível de maturidade.

O conceito Gestão do Trabalho, tem por foco a implantação de Processos de Governança e Gestão de Projetos nas organizações, integrando a estes, funcionalidades baseadas em diferentes metodologias de gestão (de nível operacional, tático e estratégico) que o mercado apresenta de forma segmentada, mas que são totalmente interdependentes para empresas que visem uma gestão potencializada, e realmente competitiva.

Através de diversas funcionalidades, o TraceGP transforma todo o trabalho de uma empresa em um grande Painel de Controle, permitindo a visualização instantânea de focos de stress por excesso de trabalho ou ociosidade, capacitando a maximização dos recursos e a aplicação de políticas efetivas de Gestão.

VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0 (from 0 votes)
Compartilhe:
  • Print this article!
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • E-mail this story to a friend!
  • Live
  • Rec6
  • Technorati
  • Tumblr
  • Twitter
  • Yahoo! Bookmarks
  • Yahoo! Buzz
  • LinkedIn
  • Turn this article into a PDF!
  • MSN Reporter
  • Netvibes
  • Posterous
  • RSS
  • Reddit
Publicado em Gestão de Portfolio de Projetos, Notícias, SCRUM | Tags: , , , , , , | Comentários fechados

6 formas de ajudar você a dizer NÃO

Sim ou não?Você já se deu conta de quantos “sim” você diz quando sua vontade real é dizer “Não”? Quando isso acontece, acabamos experimentando uma profunda sensação de desgosto, de raiva, de frustração e de irritação conosco mesmo. Mesmo assim, é difícil aprender: esse tipo de situação é tão comum que acaba se tornando um grande ladrão de tempo na nossa vida. E, pior do que isso nos mantém reféns da esfera das circunstâncias.

As razões para dizer esse “sim” na hora errada são as mais variadas possíveis. Sentimos uma espécie de necessidade de ser sempre solícitos e agradáveis. Fazemos nossa parte para manter nossas amizades. Temos medo de decepcionar as pessoas. Um outro motivo muito comum é o medo de assumir o controle da situação: quando respondemos “sim” às demandas alheias, nos calamos diante de nossas próprias decisões. Não importa os motivos. Cada um tem os seus – mas quando respondemos de forma positiva a uma resposta que merecia ou deveria receber um ”não”, estamos terceirizando nossa administração pessoal. E isso é grave.

Dizer “não” não é simples! É preciso assertividade, certeza do que é importante, coragem mas principalmente respeito ao seu próprio tempo! Selecionei 6 dicas que podem ajudar:

  1. Nunca se acanhe em dizer não. Você não precisa ser bonzinho para os outros nem parecer sempre disponível. Na verdade, todo mundo tem problemas em dizer não. A capacidade de dizer essa palavra costuma ser vista com admiração inclusive pela pessoa que a ouve. Ela, na verdade, gostaria de ter a mesma disciplina.
  2. Não adie: vá direto ao ponto. Pode doer, mas é melhor. Atrasar a comunicação do não quando a decisão já está tomada apenas prolonga o sofrimento. Um não bem dito logo no início do processo pode poupar muitos aborrecimentos (e dores!).
  3. Evite inventar desculpas ou dizer mentiras na hora de dizer o não. Se tiver uma justificativa fundamentada em fatos, você deve utilizá-la, com certeza. Mas lembre-se de que você não deve aos outros explicações nem precisa se desculpar por suas escolhas. Você está no comando! Forneça uma resposta amigável, com sorriso. E evite entrar em um debate ou discussão sobre as razões de sua decisão.
  4. Use o corpo para dizer não. Quando a pessoa estiver fazendo aquele convite que você não pretende aceitar, comece a torcer o nariz, contorcer a boca e franzir a testa de forma discreta antes que ela termine de falar. Esses movimentos já dão a entender para o seu interlocutor que você não está de acordo com a proposta. Isso tornará o “não” uma palavra natural e até mesmo esperada.
  5. Faça um acordo mental com você. A partir do momento que você decidiu que não quer algo, prometa para você mesmo que manterá essa posição. Essa pequena atitude reafirma para você mesmo a importância da sua resposta e evita os conflitos internos.
  6. E se o não tiver de ser dito ao seu superior? A melhor forma, nesse caso, é mostrar para ele sua lista de prioridades profissionais e deixar que ele resolva o que mais é importante. Se o que ele estiver propondo for algo pessoal (um convite para uma festa, para uma happy hour ou, em casos mais extremos, até mesmo uma insinuação ou uma cantada) você terá de avaliar a situação. E dizer seu não da forma mais direta possível.

Fonte: http://blog.maistempo.com.br/2011/11/01/6-formas-de-ajudar-voc-a-dizer-no/

Christian Barbosa é cientista de computação e o maior especialista no Brasil em administração de tempo e produtividade. É fundador da Triad Consulting, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. Dá treinamento e palestras para as maiores empresas do país e da Fortune 100. Sua metodologia já foi tema de matérias em diversos veículos conceituados, como as revistas Veja, IstoÉ e Época. É Facilitador do programa de empreendedores do Sebrae/ONU-Empretec e autor dos livros A Tríade do Tempo e Você, Dona do Seu Tempo, Estou em reunião e Mais tempo mais dinheiro.

VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.6.8_931]
Rating: 0 (from 0 votes)
Compartilhe:
  • Print this article!
  • Digg
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • E-mail this story to a friend!
  • Live
  • Rec6
  • Technorati
  • Tumblr
  • Twitter
  • Yahoo! Bookmarks
  • Yahoo! Buzz
  • LinkedIn
  • Turn this article into a PDF!
  • MSN Reporter
  • Netvibes
  • Posterous
  • RSS
  • Reddit
Publicado em Artigos, Gestão do Tempo | Tags: , | Comentários fechados

NewsLetter

Cadastre-se em nossa NewsLetter para receber as últimas publicações do Blog.




Nossa política de privacidade rigorosa mantém o seu endereço de email 100% seguro.

Follow tracegp on Twitter