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	<title>Blog Trace Sistemas &#187; Carreira</title>
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	<description>A Trace Sistemas é uma empresa que tem seu Core Business centrado em sua solução de Gestão do Trabalho, TraceGP.</description>
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		<title>Pensar e Realizar</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 10:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Por muitas vezes pensamos em realizar muitas coisas, muitos projetos e muitos sonhos. Porém entre o pensar e o realizar existe uma ponte invisível a ser atravessada.
Nosso cérebro é uma máquina maravilhosa e única, mas que utilizamos em média apenas 7% de sua capacidade, ficando 93% em stand by. Ele está mais voltado para repetir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1706" title="Pensar e Realizar" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/Pensar-e-Realizar-Final-300x211.jpg" alt="Pensar e Realizar" width="300" height="211" />Por muitas vezes pensamos em realizar muitas coisas, muitos projetos e muitos sonhos. Porém entre o pensar e o realizar existe uma ponte invisível a ser atravessada.</p>
<p>Nosso cérebro é uma máquina maravilhosa e única, mas que utilizamos em média apenas 7% de sua capacidade, ficando 93% em stand by. Ele está mais voltado para repetir do que inovar ou criar.</p>
<p>Segundo Bob Piki, 3% das pessoas pensam, 7% pensam que pensam e 90% pensam que não tem que pensar coisa alguma.</p>
<p>A globalização nos traz um mundo em crise de pensamentos, ligado no piloto automático. Pense quantas coisas são realizadas todos os dias do mesmo modo: o mesmo caminho para escola, a mesma despedida dos filhos no carro, o mesmo beijinho no marido, o mesmo trabalho, a mesma forma de atender os clientes, o mesmo penteado, o mesmo perfume, o mesmo salário, etc.</p>
<p>Quantas oportunidades passam despercebidas por estamos no piloto automático!!</p>
<p>Estamos recebendo novos processos com vertentes de evolução e de muitas revoluções, principalmente na área empresarial. Por isso, estar com a mente aberta para pensar e realizar é imprescindível.</p>
<p>A grande sacada tem sido o sistema do Marketing de Relacionamento, encantando os líderes que procuram satisfação pessoal e rentável, em um espaço de tempo bem menor que o convencional. Um sistema de negócio de baixo risco e com capital inicial acessível, vem chamando a atenção dos mais bem sucedidos empresários brasileiros que buscam 3 coisas simples: Qualidade de vida, Retorno Financeiro e Tempo livre. Tudo que o Marketing de Relacionamento promove, além de ser dinâmico, envolvente e de fácil compreensão.</p>
<p>Então, pense em que grau de satisfação e realização se encontra a sua vida profissional e faça alguma coisa para mudar.</p>
<p>Essa sugestão vem do depoimento de pessoas que encontraram neste sistema, uma nova maneira de fazer negócio.</p>
<p><em>“Se você quer resultados diferentes, precisa fazer algo diferente.”</em></p>
<p>Vale à pena lembrar que tudo que você realizou em sua vida, foi primeiramente arquitetado em sua mente, foi (ou deveria ter sido) pensado. Aquelas férias inesquecíveis, aquele jantar especial, a compra de sua casa ou do seu carro, tudo isso começou no seu pensamento.</p>
<p>Isso também acontece no âmbito empresarial. Empresas como o Google, a Microsoft, ou a Padaria do seu bairro nasceram primeiramente no pensamento de uma mente empreendedora.</p>
<p>Sendo assim, o desejo de uma vida melhor deve nascer primeiro em seu pensamento, inundar a sua razão, motivando assim sua realização.</p>
<p>Tenha em mente que <strong>NADA SERÁ FÁCIL</strong>.</p>
<p>Quando estudamos a biografia de grandes vultos mundiais, percebemos que nada foi fácil para eles também, mas apesar de uma trajetória recheada de fracassos; eles tinham um compromisso inadiável com o sucesso.</p>
<p>Pense, escolha um “veículo” que está indo na velocidade que você precisa em direção ao sucesso e realize o seu projeto de vida.</p>
<p>Aquele Abraço!</p>
<p>Fonte: <a href="http://samuelazevedo.com/sua-carreira/pensar-realizar" target="_blank">http://samuelazevedo.com/sua-carreira/pensar-realizar</a></p>
<blockquote><p>Samuel Azevedo é natural do Rio de Janeiro e radicado no sul do Brasil a mais de duas décadas, comelou na carreira profissional com 18 anos (no final dos anos 80). Motivado pela família e pelos amigos, foi direcionado para o departamento de VENDAS.</p></blockquote>
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		<title>Riqueza ou Felicidade?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/riqueza-ou-felicidade/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 10:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[As pessoas ricas vivem numa realidade de abundância. As pessoas de mentalidade pobre vivem num universo de limitações. Embora elas habitem o mesmo mundo físico, a diferença está nas suas perspectivas.
Os indivíduos que pensam pequeno, cultivam conceitos baseados na escassez. Deixam-se guiar por lemas como “Nunca se tem o bastante” e “Não se pode ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1702" title="Riqueza ou Realidade?" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/dois-caminhos-02-300x200.jpg" alt="Riqueza ou Realidade?" width="300" height="200" />As pessoas ricas vivem numa realidade de abundância. As pessoas de mentalidade pobre vivem num universo de limitações. Embora elas habitem o mesmo mundo físico, a diferença está nas suas perspectivas.</p>
<p>Os indivíduos que pensam pequeno, cultivam conceitos baseados na escassez. Deixam-se guiar por lemas como “Nunca se tem o bastante” e “Não se pode ter tudo”. Mesmo assim, embora ninguém possa ter “tudo” – afinal, isso faz parte da vida – eu acredito que você, com toda a certeza, é capaz de possuir “tudo o que realmente quer”.</p>
<p>Você almeja uma carreira de sucesso ou ter mais tempo para ficar com a sua família? Ambos. Você quer se dedicar aos negócios ou se divertir? Ambos. Você deseja dinheiro ou uma vida com sentido? Ambos. Você pretende enriquecer ou fazer o trabalho que ama? Ambos.</p>
<p>As pessoas de mentalidade pobre sempre escolhem uma coisa ou outra, enquanto os ricos optam por ambas. Eles entendem que, com um pouco de criatividade, podem quase sempre imaginar uma forma de possuir o melhor dos dois mundos.</p>
<p>De agora em diante, quando você se confrontar com uma situação do tipo “ou uma coisa ou outra”, a questão fundamental a perguntar a si mesmo é:  “Como posso ter as duas coisas?” Esse questionamento mudará sua vida, ele o livrará de um modelo de escassez e limitação e, em troca, lhe dará um universo de possibilidades e abundância. Isso não se aplica apenas às coisas que você quer, mas a todas as áreas de sua vida.</p>
<p>Em nenhuma outra área o pensamento de que podemos ter “as duas coisas” é mais importante do que no campo financeiro. As pessoas de mentalidade pobre acreditam que devem optar entre a riqueza e os demais aspectos da vida, por isso racionalizam a posição de que o dinheiro não é tão importante.</p>
<p>Como já disse, essa idéia está errada. Afirmar que o dinheiro não é tão relevante quanto às outras coisas da vida é absurdo. Volto a perguntar: o que é mais importante – o seu braço ou a sua perna? Ambos é claro.</p>
<p>O dinheiro é um lubrificante, ele lhe permite deslizar pela vida, em vez de “se arrastar” por ela. Proporciona liberdade – para você comprar o que desejar e fazer o que quiser do seu próprio tempo. Com ele você tem condição de desfrutar o que há de melhor e também a oportunidade de ajudar outras pessoas a satisfazer suas necessidades básicas.</p>
<p>Acima de tudo, ser rico faz com que você não precise gastar a sua energia se preocupando com a falta de dinheiro.</p>
<p>A felicidade também é importante. Repito: é nesse ponto que as pessoas que pensam pequeno se confundem. Muitas delas acreditam que dinheiro e felicidade são mutuamente excludentes, não se combinam: ou se é rico ou se é feliz. Isso não passa de uma programação de quem pensa pequeno.</p>
<p>Uma pessoa que é rica, em todos os sentidos dessa palavra, entende que as duas coisas são indispensáveis, da mesma forma como precisamos de dois braços e de duas pernas, necessitamos de dinheiro e felicidade.</p>
<p>As pessoas ricas pensam: <em>“Posso ter as duas coisas.”</em></p>
<p>As pessoas de mentalidade pobre pensam: <em>“Posso ter uma coisa ou outra.”</em></p>
<p>Fonte: <a href="http://samuelazevedo.com/sua-carreira/riqueza-ou-felicidade" target="_blank">http://samuelazevedo.com/sua-carreira/riqueza-ou-felicidade</a></p>
<blockquote><p>Samuel Azevedo é natural do Rio de Janeiro e radicado no sul do Brasil a mais de duas décadas, comelou na carreira profissional com 18 anos (no final dos anos 80). Motivado pela família e pelos amigos, foi direcionado para o departamento de VENDAS.</p></blockquote>
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		<title>A única maneira lícita de melhorar o padrão de vida é</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/a-unica-maneira-licita-de-melhorar-o-padrao-de-vida-e/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/a-unica-maneira-licita-de-melhorar-o-padrao-de-vida-e/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 18:09:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[….melhorar o nível intelectual, pois essa melhora gera desenvolvimento pessoal, que gera crescimento profissional, que impacta na evolução da carreira e gera incremento na remuneração.
Por sorte boa da nova classe média brasileira esta enxergando esse movimento e transformando a educação na sua segunda maior preocupação (atrás apenas da violência). O resultado dessa “preocupação” pode ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1527" title="Educação" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/Educação.png" alt="Educação" width="321" height="193" />….melhorar o nível intelectual, pois essa melhora gera desenvolvimento pessoal, que gera crescimento profissional, que impacta na evolução da carreira e gera incremento na remuneração.</p>
<p>Por sorte boa da nova classe média brasileira esta enxergando esse movimento e transformando a educação na sua segunda maior preocupação (atrás apenas da violência). O resultado dessa “preocupação” pode ser materializado por dois indicadores muito importantes: nos últimos 06 anos o tempo médio de permanência do brasileiro na escola passou de 6,4 anos para 7,4 anos, e vale lembrar que cada ano a mais na escola representa em média 20% a mais no salário e, nessa classe social, 68% dos filhos tem nível de escolaridade superior ao dos pais. Óbvio que essa mudança de patamar é subsidiada pela entrada de 39,5 milhões de habitantes na classe C, fruto do encolhimento das classes D e E, e lastreada em uma visão clara de que educação é geradora de oportunidades e um investimento.</p>
<p>Dentro desse contexto é nosso papel como gestores reforçarmos essa postura e disseminarmos dentro da equipe o mesmo tipo de comportamento. É fundamental que todos da equipe (inclusive nós, gestores) entendam que o banco da sala de aula tem que ser uma rotina constante na nossa vida. Independente do nível hierárquico, da experiência profissional adquirida ou de qualquer outra variável a reciclagem de conhecimento e a abertura para aprender o novo são dois dos insumos mais importantes do processo de desenvolvimento pessoal, que de acordo com o primeiro parágrafo é o ponto de partida para a melhora do padrão de vida. Além de servir como exemplo lembre sempre, gestor, do seu papel como evangelizador dessa prática. Se um membro da equipe acabou a pós-graduação, incentive-o a dominar um segundo idioma. Se já domina o segundo, incentive-o a buscar o terceiro. Se não fez um MBA, incentive-o a fazer. Se não é o momento adequado para um MBA, incentive-o a estudar assuntos pontuais, como Andragogia e Gestão de Projetos, em cursos de educação continuada. Enfim faça com que esse membro da equipe entenda que ao final de um curso já deve começar a planejar o próximo.</p>
<p>Resumindo, estimule que a equipe invista parte do que ganha na sua própria formação. E se caso escutar que investir em educação é caro, reforce a questão levantada pelo professor Derek Bok, de Harvard: se você acha a educação cara, experimente o custo da ignorância.</p>
<p>Fonte: <a href="http://vocesa.abril.com.br/blog/gestao-estrategica/2011/09/23/a-unica-maneira-licita-de-melhorar-o-padrao-de-vida-e/" target="_blank">http://vocesa.abril.com.br/blog/gestao-estrategica/2011/09/23/a-unica-maneira-licita-de-melhorar-o-padrao-de-vida-e/</a></p>
<blockquote><p>Fábio Jorge Celeguim é graduado em Marketing, pós-graduado em Administração de Empresas pela FAAP e cursos de extensão e especialização em Contabilidade e Finanças pela FGV e em Desenvolvimento Gerencial pelo IBMEC.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Multinacional ou Empresa nacional de pequeno e médio porte?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/multinacional-ou-empresa-nacional-de-pequeno-e-medio-porte/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/multinacional-ou-empresa-nacional-de-pequeno-e-medio-porte/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 12:17:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recentemente dei uma entrevista para um portal especializado em gestão de carreira e liderança e a conversa girou em torno da seguinte questão: existe candidato, e por consequência colaborador, que seja adequado apenas a multinacionais e outros adequados apenas a empresas pequenas e médias nacionais ?
Minha resposta foi sim e não. Parece paradoxal, mas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1514" title="Positivo e Negativo" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/positivo-e-negativo.png" alt="Positivo e Negativo" width="140" height="141" />Recentemente dei uma entrevista para um portal especializado em gestão de carreira e liderança e a conversa girou em torno da seguinte questão: existe candidato, e por consequência colaborador, que seja adequado apenas a multinacionais e outros adequados apenas a empresas pequenas e médias nacionais ?</p>
<p>Minha resposta foi sim e não. Parece paradoxal, mas não é.</p>
<p>Acho que a dúvida esta fundamentada no fato de que convencionou-se dizer que empresas multinacionais são empresas onde existe um desenho hierárquico rígido, as atribuições são bem definidas, os processos são claros e  sem margem de manobra e onde existe uma limitação de poder fruto de uma relação de dependência forte com a matriz, criando assim um ambiente onde as decisões são mais lentas e os processos mais burocráticos. Por outro lado a respeito das empresas pequenas e médias nacionais comenta-se que são empresas onde é possível que uma mesma sala reúna diretores e estagiários para a mesma reunião, onde é necessário ser multi funcional, e como se diz por ai “chupar cana e assobiar ao mesmo tempo”, onde os processos existentes são flexíveis a ponto de se adequar ao estado de espírito dos gestores e onde as decisões são tomadas muito rapidamente já que são poucos os degraus que separam o assistente do presidente.</p>
<p>Nesse contexto acredito que os profissionais que entre outras características e habilidades sejam metódicos e disciplinados se adequam mais as multinacionais enquanto os profissionais mais dinâmicos e criativos, entre outras características e habilidades, as empresas nacionais. Essa é a parte do sim da resposta.</p>
<p>Porém não podemos nunca considerar que todas as empresas multinacionais ou nacionais são como se convencionou dizer. Apesar dos cenários valerem para a maioria da amostra, existem diversas exceções a essas convenções (o recém lançado anuário das Melhores Empresas para se Trabalhar da Você SA esta repleto desses casos) e por isso não podemos afirmar que só os metódicos e disciplinados se adequam a uma Multinacional e nem que todos os dinâmicos e criativos só encontram espaço nas empresas nacionais. Essa é a parte do não da resposta.</p>
<p>Acredito, portanto, que a adequação do profissional esta mais ligada as características da empresa e do ambiente de trabalho do que a origem do capital da empresa ou seu porte.</p>
<p>E você ? Qual é a sua opinião ?</p>
<p><a href="http://twitter.com/fabioceleguim" target="_blank">@fabioceleguim</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://vocesa.abril.com.br/blog/gestao-estrategica/2011/09/16/multinacional-ou-empresa-nacional-de-pequeno-e-medio-porte/" target="_blank">http://vocesa.abril.com.br/blog/gestao-estrategica/2011/09/16/multinacional-ou-empresa-nacional-de-pequeno-e-medio-porte/</a></p>
<blockquote><p>Fábio Jorge Celeguim é graduado em Marketing, pós-graduado em Administração de Empresas pela FAAP e cursos de extensão e especialização em Contabilidade e Finanças pela FGV e em Desenvolvimento Gerencial pelo IBMEC.</p></blockquote>
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		<title>Trate sua Carreira como um Negócio</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/trate-sua-carreira-como-um-negocio/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/trate-sua-carreira-como-um-negocio/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 11:24:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Por César Souza
Ouvi recentemente de um empresário catarinense que não vivemos apenas uma “época de mudanças”, mas sim uma “mudança de época”. Isso exige uma nova forma de pensar sobre a vida e o trabalho. A carreira tradicional acabou. Não fique esperando que a empresa onde trabalha planeje a sua. Quer fazer de sua carreira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1240" title="Carreira" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/carreiranegocio2.jpg" alt="Carreira" width="550" height="272" />Por César Souza</em></p>
<p>Ouvi recentemente de um empresário catarinense que não vivemos apenas uma “época de mudanças”, mas sim uma “mudança de época”. Isso exige uma nova forma de pensar sobre a vida e o trabalho. A carreira tradicional acabou. Não fique esperando que a empresa onde trabalha planeje a sua. Quer fazer de sua carreira um sucesso? Trate-a como um negócio, em vez de como uma sucessão de cargos que pretende acumular ao longo da sua vida útil.</p>
<p>Você provavelmente sabe muito bem cuidar dos projetos da empresa onde trabalha. Seja pelo menos tão bom ao gerenciar o seu projeto de vida e carreira. Você já deve ter preparado algum tipo de business plan para um novo produto, um negócio ou um mercado que sua empresa está analisando. Ou já deve ter assistido a apresentação de algum desses planos preparado por um colega. Se ainda não o é, você deve estar almejando um dia ser o presidente da empresa. Ou sonhando que um headhunter o recrute para ser o diretor-executivo de uma unidade de negócios ou até mesmo de outra empresa. Mas, lembre-se, você já é o presidente da sua vida, o empreendimento mais importante que pode imaginar. Chegou a hora de preparar o business plan mais importante de todos o negócios com os quais já se envolveu até hoje: o da sua carreira.</p>
<p>Mas, como fazer?</p>
<p>O primeiro passo é mudar sua forma de pensar. Pense como um empreendedor, saia da zona de conforto que você construiu para si nos últimos anos. A década na qual vivemos hoje será lembrada no futuro como o início de uma revolução imperceptível, o momento em que um grande número de pessoas reassumiu as rédeas de seu destino, que havia sido de certa forma delegado à empresa, ao governo, à Igreja e a outras instituições.</p>
<p>No passado nos acomodamos com a tentativa das empresas de traçar os planos de carreira de seus funcionários. Mas isso não é mais possível, esse mundo acabou. O ritmo alucinante de mudanças no qual vivemos impede as empresas de fazerem planos de carreira de longo prazo. Uma simples razão: será que algumas dessas carreiras na ladeira organizacional ainda existirão daqui a 10 anos?</p>
<p>Se você tem tido sucesso e se acostumou a pensar e a fazer as coisas de uma forma nos últimos anos, saiba que o sucesso do passado não garante seu futuro. E que o maior inimigo do sucesso é o próprio sucesso que acaba fazendo-nos acomodar. Não acredite que “devagar, e sempre, a gente chega lá”. Hoje em dia, devagar não se chega a lugar algum e quem espera nunca alcança. Ou pode chegar tarde demais quando as oportunidades viraram a realidade de quem chegou mais rápido que você.</p>
<p>Outra forma de pensar que pode ajudar muito seu posicionamento estratégico no mercado de trabalho: as opções que você tem não se limitam aos competidores da empresa onde trabalha. Muita gente quando pensa no mercado de trabalho se limita a pensar apenas na concorrência. Amplie seus horizontes. Pense em toda a cadeia do negócio. As oportunidades podem estar nos distribuidores dos produtos de sua empresa; ou em algum fornecedor estratégico, em algum parceiro. Ou pense em montar sua própria empresa para prestar serviços para o atual empregador.</p>
<p>Você já pensou onde quer chegar daqui a três anos, em 2010? E em 2015? Sim, isso mesmo, você já tem visualizado o futuro que gostaria de inventar? Identifique onde você quer chegar com clareza pois fica difícil definir uma estratégia quando não temos clara a métrica do nosso sucesso. E curiosamente a maioria das pessoas gasta a maior parte do seu tempo pensando no passado, de onde veio, as dificuldades que enfrentou, se vangloriando dos acertos que teve. Outra grande parte do tempo também é usada em justificar onde está, o seu presente, os desafios que vive, as metas a alcançar até o final do ano. E acaba dedicando pouquíssimo tempo a pensar onde deseja chegar, a inventar seu futuro, a sonhar de olhos abertos com os pés no chão. Perceba que o importante não é de onde você veio, nem onde está, mas onde você quer chegar !</p>
<p>Vamos lá, mexa-se! Prepare um plano para sua carreira e trate-a como um negócio. Pense como um empreendedor. Evite se colocar como um empregado que pensa na seqüência de cargos que pretende acumular ao longo do tempo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://colunas.epocanegocios.globo.com/bloglider/">http://colunas.epocanegocios.globo.com/bloglider/</a></p>
<blockquote><p>César Souza é consultor, palestrante e presidente da Empreenda. Apontado com um dos 10 palestrantes mais requisitados do Brasil (revista Exame e jornal o Globo). Autor dos bestsellers “Você é o Líder da Sua Vida?”, “Você é do Tamanho dos Seus Sonhos”,“Superdicas para Conquistar Clientes e para um Atendimento 5 Estrelas” e acaba de lançar “Cartas a um Jovem Líder – Descubra o Líder que existe em Você”. Apontado pelo World Economic Fórum como um dos “200 Global Leaders for Tomorrow”.</p></blockquote>
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		<title>Quem vem depois da Geração Y? Novo perfil de profissional já sonda o mercado</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/quem-vem-depois-da-geracao-y-novo-perfil-de-profissional-ja-sonda-o-mercado/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/quem-vem-depois-da-geracao-y-novo-perfil-de-profissional-ja-sonda-o-mercado/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 18:34:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Camila F. de Mendonça, InfoMoney
A Geração “Y” mudou o mercado de trabalho. Ansiosos por um crescimento rápido na carreira, os profissionais dessa geração alteraram a dinâmica e a hierarquia das empresas. E essas alterações foram tão profundas que pareciam ser as únicas sofridas pelo mercado. Contudo, mal a “Y” se estabeleceu e uma nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1196" title="The small businessman" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/geracao-y.jpg" alt="The small businessman" width="255" height="169" />Por Camila F. de Mendonça, InfoMoney</em></p>
<p>A Geração <em>“Y”</em> mudou o mercado de trabalho. Ansiosos por um crescimento rápido na carreira, os profissionais dessa geração alteraram a dinâmica e a hierarquia das empresas. E essas alterações foram tão profundas que pareciam ser as únicas sofridas pelo mercado. Contudo, mal a <em>“Y”</em> se estabeleceu e uma nova geração já promete mudar, de novo, a dinâmica do mercado.</p>
<p>Eles nem entraram no mercado de trabalho e já dão sinais de que vieram para causar mudanças tão intensas quanto as provocadas pela Geração <em>“Y”</em>. Para a gerente-geral da Right Management, Eliane Saad, ainda pairam dúvidas no ar sobre as exatas características da chamada Geração <em>“Z”</em>, até com relação ao seu início. Muitos afirmam que fazem parte dessa geração aqueles que nasceram em 1990. Há quem diga que somente aqueles que nasceram a partir de 1994 são considerados <em>“Zs”</em>. Para Eliane, essa nova leva de profissionais nasceu a partir do ano 2000.</p>
<p>Como a Geração <em>“Y”</em>, os profissionais da Geração <em>“Z”</em> têm ânsia por crescer. Diferentemente da geração atual, contudo, os novos profissionais que começarão a entrar no mercado daqui há alguns anos estão preocupados com outras questões para além do sucesso dentro da empresa. <em>“Eles não querem crescer a qualquer preço”</em>, ressalta Eliane.</p>
<p><em>“O que já podemos observar e que vem dos jovens do final da Geração Y é uma certa irreverência em relação ao trabalho”</em>, diz Eliane. <em>“São muito preocupados com a vida, com o planeta e com sua própria evolução em termos de bem-estar. Querem poder equilibrar trabalho e lazer melhor do que estão vendo seus pais fazerem”</em>, diz.</p>
<p><strong>O que vem depois da Y</strong></p>
<p>Intensidade é a palavra usada pela professora de Gestão de Pessoas da Trevisan Escola de Negócios Juliana Dutra para definir essa nova geração de profissionais que estão se formando agora.</p>
<p>Para ela, a nova geração tem tudo o que a atual tem, só que de uma maneira mais intensa, porém, mais planejada. <em>“Para eles, o crescimento profissional é visto de uma maneira diferente”</em>, afirma. <em>“Eles acreditam que o aprendizado vem com a prática”</em>, ressalta a professora.</p>
<p>De acordo com Juliana, que também atua na preparação de educadores para lidar com a nova geração de profissionais, esses jovens querem crescer tanto quanto a Geração <em>“Y”</em>, por isso, se arriscam mais. O risco, na avaliação da professora, é um dos pontos que mais diferencia a Geração <em>“Y”</em> da<em> “Z”</em>.</p>
<p><em>“É aí que os líderes devem dosar a coragem e o preparo desses jovens, pois correr riscos demais pode não ser vantajoso”</em>, avalia Juliana. “Os líderes atuais terão de compreender como lidar com esses novos profissionais e como motivá-los e satisfazê-los num mundo que não estará totalmente pronto para eles”, ressalta Eliane.</p>
<p><strong>Tecnologia</strong></p>
<p>O risco também é a palavra-chave encontrada pela gerente de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Melina Graf, para diferenciar a nova geração de profissionais, que ainda sonda o mercado, da geração que já está se preparando para liderar.</p>
<p>Contudo, como essa nova geração é nascida no berço da tecnologia, a agilidade deve ser a característica mais marcante dela. “A Geração Z está ligada à tecnologia desde o nascimento. São pessoas que são mais antenadas, mais ligadas a esse meio”, ressalta.</p>
<p>“Provavelmente será uma geração que usará a tecnologia de uma forma um pouco diferente”, completa Eliane. <em>“Observando-os, percebemos que lidam com seus compromissos e tarefas de maneira imediata e prontamente”</em>, diz. Para eles, diz a gerente, a tecnologia serve para comunicá-los de maneira imediata.</p>
<p><em>“Também serão profissionais que usarão a tecnologia para construir e customizar seus próprios equipamentos”</em>.</p>
<p>Diante disso, a nova geração de profissionais não quer saber de esperar. Dentre as características da geração que vem depois da Geração <em>“Z”</em>, Melina identifica outra que diferenciará ainda mais esse novo perfil de profissional: a criatividade. Empresas de tecnologia, que permitam um trabalho criativo e com horário flexível, serão as mais requisitadas pela nova geração.</p>
<p>E elas vão corresponder aos anseios da Geralção <em>“Z”</em>?<em> “As empresas terão de se adaptar”</em>, ressalta Melina.</p>
<p>Eliane também acredita que as empresas passarão, de novo, por mais uma fase de adaptação.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.administradores.com.br/" target="_blank">http://www.administradores.com.br/</a></p>
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		<title>Você tem um “QI” elevado?</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Julio Sergio
Quem nunca viu ou ouviu histórias de pessoas que conseguiram emprego por meio do famoso “QI” (Quem Indica)? Embora seja uma prática condenável, o apadrinhamento nos processos de seleção ainda existe. Mesmo em empresas sérias encontramos sobrinhos de diretores, filhos de amigos do presidente, amigos de funcionários e por aí vai.
Ontem mesmo, estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1046" title="quem-indicou-qi" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/quem-indicou-qi.jpg" alt="quem-indicou-qi" width="500" height="364" />Por Julio Sergio</em></p>
<p>Quem nunca viu ou ouviu histórias de pessoas que conseguiram emprego por meio do famoso “QI” (Quem Indica)? Embora seja uma prática condenável, o apadrinhamento nos processos de seleção ainda existe. Mesmo em empresas sérias encontramos sobrinhos de diretores, filhos de amigos do presidente, amigos de funcionários e por aí vai.</p>
<p>Ontem mesmo, estava no elevador quando uma moça dizia para a colega ao lado que deixou de ser promovida porque alguém “entrara pela janela”, ficando com a vaga. A outra então falou: “Ah, a única chance de conseguir sucesso no trabalho é ter QI’”. Não podemos ser ingênuos em achar que a figura do “Quem Indica” já morreu.</p>
<p>Claro que hoje os processos de recrutamento nas companhias são muito mais sérios e rigorosos do que já foram no passado. Há um enorme espaço para os talentos, prova disso é o cenário crítico que algumas organizações enfrentam para encontrar profissionais qualificados. Seria, então, uma desculpa para aqueles que não conseguem um lugar ao sol esse discurso do “QI”?</p>
<p>Digamos que sim e não. No caso dos medíocres eu diria que sim, mas precisamos reconhecer que uma mãozinha sempre ajuda.  Sem network não se chega a lugar algum. O que na verdade é o “QI”? Tem tudo a ver com networking. Se por um lado existe o lado mau do “QI”, há o lado bom, usado sob outro contexto.</p>
<p>Para driblar o problema da escassez de profissionais qualificados, por exemplo, muitas empresas oferecem bônus ou prêmios para funcionários que indicam ao RH potenciais candidatos a vagas em aberto. Microsoft e Ernst &amp; Young são alguns exemplos. Por isso é de fundamental importância manter um bom relacionamento com ex-colegas de trabalho, headhunters e  pessoas influentes.</p>
<p>Esse tipo de postura faz a maior diferença. De nada adianta ter gerado resultado para a empresa e ser um profissional brilhante se você não tem os contatos certos, se não se coloca na vitrine. Cada vez mais, as oportunidades aparecem para quem tem um bom networking. Se alguém da sua rede estiver contratando ou na companhia em que atua surgir vaga, provavelmente recorrerá aos conhecidos.</p>
<p>É o caminho mais fácil e acertado de achar o perfil desejado. A indicação acaba sendo uma espécie de referência. Então, se você é daqueles que rejeita veementemente o “QI” é bom rever seus conceitos. Comece já a articular contatos, travar novos conhecimentos, abrir portas. Faça a lição de casa e tenha certeza que na próxima você não estará se lamentando por não ter tido “QI”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cardozo-group.com" target="_blank">http://www.cardozo-group.com</a></p>
<blockquote><p>Julio Sergio Cardozo é palestrante, autor e consultor em gestão corporativa e “coaching” para executivos. Foi Chairman e CEO da Ernst &amp; Young South America até 2007</p></blockquote>
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		<title>Compromissos inexpressivos, mudanças gigantescas</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/compromissos-inexpressivos-mudancas-gigantescas/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 12:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aquele que deseja obter resultados diferentes, terá que agir de forma diferente. Práticas idênticas, levarão a resultados parecidos. Para crescer, ter sucesso e conquistar o pódio é preciso estar disposto a mudar. Quanto mais radical for as mudanças, maiores serão os resultados alcançados. Porém, é preciso levar em conta que a verdadeira mudança é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1027" title="De bem com a vida" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/buscando_felicidade.jpg" alt="De bem com a vida" width="318" height="336" />Aquele que deseja obter resultados diferentes, terá que agir de forma diferente. Práticas idênticas, levarão a resultados parecidos. Para crescer, ter sucesso e conquistar o pódio é preciso estar disposto a mudar. Quanto mais radical for as mudanças, maiores serão os resultados alcançados. Porém, é preciso levar em conta que a verdadeira mudança é um processo lento e, muitas vezes, doloroso: é preciso muita auto-reflexão e ação.</p>
<p>Mas, isso eu já sabia, o que devo então fazer para ser uma pessoa diferente, saudável, de bem com a vida e disposta a crescer?  Um resumo de minha pesquisa literária revela que a observância as seguintes ações ajudarão você a vencer:</p>
<p><strong>I – Cuide-se bem</strong></p>
<p>Beba muita água;<br />
Tome o café da manhã como um rei, almoçe como um príncipe e jante como um plebeu;<br />
Coma mais frutas e vegetais;<br />
Viva os três E&#8217;s &#8211; energia, entusiasmo e empatia;<br />
Valorize os momentos de lazer;<br />
Leia mais livros do que você leu no ano anterior;<br />
Sente-se em silêncio por pelo menos 10 minutos a cada dia;<br />
Durma, no minimo, sete horas por dia;<br />
Caminhe por 30 minutos diariamente e com sorriso espontâneo;</p>
<p><strong>II &#8211; Cuide do seu visual</strong></p>
<p>Não compare sua vida a outros: viva a sua vida;<br />
Procure conviver com pessoas positivas. Afaste-se dos “seca pimenteiras”;<br />
Não exagere. Respeite os limites do seu corpo;<br />
Não se leve tão a sério: “você não vai sair vivo desta vida mesmo”;<br />
Não desperdice sua energia preciosa em fofocas. Fale de projetos, conquistas, metas;<br />
Sonhe mais enquanto estiver acordado;<br />
Não perca tempo com a inveja: você já tem tudo que você precisa para ser feliz;<br />
Faça as pazes com o seu passado para ele não interferir no seu presente;<br />
Não desperdice seu limitado tempo na terra alimentando o ódio. Prefira o amor;<br />
A vida é como uma sala de aula, onde os problemas são simplesmente parte do currículo que aparecem e desaparecem, mas as lições que absorvemos durarão para sempre;<br />
Aprenda uma palavra nova a cada dia;<br />
Você não tem que se estressar tanto. É melhor ser paciente no trabalho do que no hospital.</p>
<p><strong>III &#8211; Cuide de sua vida e relacionamento</strong></p>
<p>Cuide de seus relacionamentos como cuida de sua higiene pessoal;<br />
Zele por seu maior patrimônio: nome, família, trabalho e amigos;<br />
Lembre-se de fazer pelo menos três pessoas sorrirem antes de ir dormir;<br />
Faça o bem e esqueça imediatamente, receba uma ajuda e lembre-se dela sempre;<br />
Fique mais tempo com pessoas acima de 70 e abaixo de 6 anos;<br />
O que as outras pessoas pensam de você não tem a menor importância: a forma como você reage a isso, sim;<br />
Quando acordar pela manhã, não esqueça de agradecer a Deus pela dádiva da vida. Prometa a Ele que fará com que o seu dia valha a pena;</p>
<p>Pense nisso e ótima semana.</p>
<p>Fonte: <a href="http://evaldocosta.blogspot.com" target="_blank">http://evaldocosta.blogspot.com</a></p>
<blockquote><p>Evaldo Costa Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil. Escritor, consultor, conferencista e professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”</p></blockquote>
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		<title>Liderança é um talento nato ou desenvolvido?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/lideranca-e-um-talento-nato-ou-desenvolvido/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 20:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Preston C. Bottger
Ou a pergunta sequer tem relevância?
As qualidades de um líder são natas ou adquiridas?
É uma questão que, ao longo dos anos, tem obcecado muitos estudiosos do conceito de liderança e é muitas vezes colocada em pauta por executivos em programas de desenvolvimento. Aqui está nossa resposta – é uma pergunta ruim, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1013" title="Lideranca" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/lideranca.jpg" alt="Lideranca" width="299" height="300" />Por Preston C. Bottger</em></p>
<p>Ou a pergunta sequer tem relevância?</p>
<p>As qualidades de um líder são natas ou adquiridas?</p>
<p>É uma questão que, ao longo dos anos, tem obcecado muitos estudiosos do conceito de liderança e é muitas vezes colocada em pauta por executivos em programas de desenvolvimento. Aqui está nossa resposta – é uma pergunta ruim, que gera respostas ruins.</p>
<p>A experiência de muitas décadas escrevendo sobre a liderança prova que esta é uma questão que não produz resposta satisfatória, principalmente para líderes aspirantes.</p>
<p>Compreensivelmente, a linha de pensamento adotada por educadores administrativos leva a crer que qualidades de liderança podem ser desenvolvidas, desde que haja características pessoais pertinentes, como inteligência e energia física. Mas o fato é que você não sabe exatamente com quais características nasceu até tentar arduamente expressá-las.</p>
<p>Então por que os executivos ainda debatem esta questão? Muitas vezes é para avaliar seu próprio potencial de liderança e, às vezes, para determinar o dos outros. No entanto, a pergunta &#8220;nata ou desenvolvida&#8221; não é apropriada para tais avaliações, pois faz com que executivos abordem os temas errados – como quais disposições são fixas e quais comportamentos são passíveis de mudança.</p>
<p>Na verdade, a questão pouco revela, pois não lida com um ponto chave: o tamanho da responsabilidade.<br />
Qual nível de liderança que a pessoa aspira? Os mais altos níveis apresentam tarefas enormes, complexas e conflituosas. O ambiente, os limites e as regras se tornam menos definidas e, definitivamente, é a função do líder moldar as escolhas que surgem.</p>
<p>Além disso, quanto mais os executivos avançam como líderes, mais terão de lidar com pessoas de alto calibre que sabem muito bem como conseguir o que querem, que são difíceis de lidar, com gênio forte e que têm um acentuado apetite pelo poder.</p>
<p>Para os executivos que tentam avaliar seu potencial de liderança, propomos três questões críticas.</p>
<p><strong>Questão 1: Até onde você quer ir?</strong></p>
<p>Para chegar ao cargo mais alto e para cumprir suas obrigações, você deve, continuamente, tomar medidas que afetarão a renda e a vida dos outros. Você estará inserido em um contexto onde outras pessoas vão querer a sua posição ou estarão competindo com você para chegar ao cargo acima.</p>
<p>É fácil criticar a competência daqueles com responsabilidades maiores do que as nossas e é ainda mais fácil imaginar como faríamos melhor.</p>
<p>Muitos que aspiram à liderança sênior simplesmente subestimam o grau e o tipo de esforço necessário para assumir essas responsabilidades.</p>
<p>Um exercício útil: Olhe para as funções de seu chefe e pergunte-se, honestamente, se poderia fazê-lo tão bem, ou melhor. Em seguida, considere o líder no mais alto escalão – talvez o CEO – e descubra com quais assuntos esta pessoa lida todos os dias. Tente analisar a maneira como você passa seu tempo e, em seguida, o tempo, energia e recursos necessários para realizar os trabalhos do CEO. O que é preciso para se tornar CEO de sua empresa?</p>
<p>O que você tem que fazer, mas que, neste momento, ainda não pode, ou não gosta? Do que você gosta agora, mas teria de abrir mão?</p>
<p><strong>Questão 2: Em que você está disposto a investir?</strong></p>
<p>Aspirantes à liderança podem se iludir a respeito de seus pontos fortes e limitações. É difícil digerir o fato de que você tem limitações significativas, mas, se estiver determinado a ser líder, enfrentará escolhas difíceis sobre quanto esforço deve aplicar e em quais áreas – a fim de desenvolver as capacidades que permitem o exercício da responsabilidade extrema.</p>
<p>A liderança certamente exige inteligência nos negócios, habilidades técnicas e sensibilidades culturais, mas, acima de tudo, exige poder. Embora seja perturbador para algumas pessoas, a realidade brutal é que não importa o que faça, um líder deverá conquistar, exercer e manter o poder. Encontramos muitos com &#8220;grande potencial&#8221; que aspiram à alta liderança, mas como estão acostumados a receber recompensas por serem inteligentes e criativos, acabam deixando de lutar por ela.</p>
<p>Embora tenha conotação negativa para alguns, a sede pelo poder é uma condição necessária para alcançar posições de alta responsabilidade.</p>
<p>Haverá prazeres dos quais você deve desistir e, certamente, haverá implicações em sua vida pessoal – levantando questões não somente a respeito do &#8220;equilíbrio trabalho-vida pessoal&#8221; no curto prazo, mas sim de encontrar uma &#8220;mistura viável&#8221; a longo prazo.</p>
<p>E há convicções limitadoras que deverão ser superadas. Elas reduzem sua capacidade de enxergar as coisas como realmente são e impedem gerar novos comportamentos. Atuando como um líder, você tem de levar as pessoas onde nunca estiveram antes – em pensamento e ação – muitas vezes contra as vontades iniciais delas.</p>
<p>Até você soltar os ganchos que o amarram ao seu próprio passado, não conseguirá alcançar novas fronteiras.</p>
<p><strong>Questão 3: Como vai manter isto?</strong></p>
<p>Por várias décadas, você precisa de métodos para se manter motivado nos momentos em que não está sendo reconhecido e recompensado pelo seu desempenho – e também para lidar com críticas, resistências, retrocessos e aqueles que não gostam de você ou aquilo que está pedindo. A avaliação dos custos da liderança não é um evento único. Se você visualiza mais 10, 20 ou mesmo 30 anos de trabalho de liderança, então deverá encontrar métodos eficazes para manter a vitalidade física, a flexibilidade emocional e o alcance e frescor intelectual.</p>
<p>Enquanto realizam o árduo trabalho da liderança, muitos se tornam cada vez mais fechados e dependentes da própria conduta que lhes trouxe o sucesso. Portanto, periodicamente, executivos seniores devem pausar as atividades para rever onde estão investindo seu tempo e energia para assegurar que permaneçam capazes de gerar novos comportamentos para lidar com novos desafios.</p>
<p>Educadores administrativos podem ter razão quando dizem que se aprende a liderança. Mas em vez de se reconfortar na idéia de que você pode se desenvolver, você deve temer a quantidade de trabalho há no desenvolvimento de métodos para administrar situações inusitadas e circunstâncias extremas.</p>
<p>A questão mais importante da liderança não é se é &#8220;nata ou desenvolvida&#8221;. As questões primordiais são: quais são os seus bens no momento e o que está disposto a fazer – ou sacrificar – para conquistar a posição mais alta possível da liderança?</p>
<p>Fonte: <a href="http://administradores.com.br" target="_blank">http://administradores.com.br</a></p>
<blockquote><p>Preston Bottger é professor de Leadership and General Management, no IMD. Ele leciona nos programas Leading the Global Enterprise (LGE), Orchestrating Winning Performance (OWP) e o Program for Executive Development (PED).</p></blockquote>
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		<title>Caráter e características do vencedor</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/carater-e-caracteristicas-do-vencedor/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 17:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você se considera um profissional acima da média? Deseja saber se você é tão bom quanto pensa?  Se estiver interessado nas respostas das perguntas acima, recomendo que leia com atenção este artigo,  pois nele revelaremos o caráter e as características do consultor de vendas de sucesso.
Para você vencer é necessário  perspicácia.  O vendedor tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-998" title="Vencedor" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/vencedor.jpg" alt="Vencedor" width="288" height="395" />Você se considera um profissional acima da média? Deseja saber se você é tão bom quanto pensa?  Se estiver interessado nas respostas das perguntas acima, recomendo que leia com atenção este artigo,  pois nele revelaremos o caráter e as características do consultor de vendas de sucesso.</p>
<p>Para você vencer é necessário  perspicácia.  O vendedor tem de ser sagaz.  Inteligente o suficiente para saber onde e como prospectar novos clientes, criar e manter relacionamentos e saber lidar com cada tipo de situação que envolve a venda.  Além disso, é importante que você tenha atitudes positivas.  O profissional de sucesso crê no seu potencial.  Sabe que um &#8220;não&#8221; pode significar &#8220;ainda não&#8221;. Ele aceita cada limão da gerência, contabilidade, financeiro, cliente etc e abre uma banca de limonada para vender a eles próprios. O bom profissional sabe transformar suor em dinheiro.</p>
<p>Um fator que determina seu potencial é a sua habilidade como comunicador. A sua fala deve atrai a atenção do ouvinte. Quando junta a arte da comunicação e habilidade de convencer, com as suas crenças e entusiasmo, o sucesso é certo. Principalmente quando unido com a disciplina. O vencedor sabe que precisa ser disciplinado para alcançar a sua meta no tempo e na dose certa. Nenhum talento pode vencer sem a contribuição da disciplina. Ninguém poderá vencer se a mente e o corpo não funcionarem perfeitamente e em sintonia, por essa razão é importante que você tome cuidados físicos e mentais. O profissional de sucesso dos dias atuais tem por obrigação dominar os recursos online. Não é mais possível manter contatos regulares, criar relacionamento sem recorrer à mídia social e outros aplicativos da rede digital.</p>
<p>Foco no planejamento. É imperioso que o profissional de vendas tenha um plano com metas bem definidas. É como revela o dito popular: “não há bons ventos para quem não sabe para onde ir”. O foco no planejamento cuidadoso separa o vencedor do fracassado. A meta é como se fosse o carro e o foco o combustível. Metas sem foco é como um carro sem combustível.</p>
<p>Busque uma carreira e não um bico. Não faça como aquela pessoa desempregada que perguntada pelo amigo em que área deseja trabalhar, diz: “de vendedor mesmo serve”. É preciso querer ganhar comissão maior e não salário fixo melhor. É necessário querer mais desenvolvimento pessoal e profissional do que ganhos rápidos.</p>
<p>Trajetória vitoriosa. Crie uma história de sucesso para contar aos filhos e netos.  Mediocridade só é boa para os medíocres. O vencedor atrai o sucesso, já o perdedor a derrota.</p>
<p>Oscile, mas não vacile. Esteja aberto a novos aprendizados. “Não veja problemas e sim desafios”. “Não enxergue obstáculos e sim horizontes”. A sua capacidade de adaptação será fundamental na jornada até ao topo. Os vencedores sabem que há sempre o que aprender e os derrotados acham saber tudo. Seja um eterno aprendiz</p>
<p>Trabalhe com obstinação. Trabalhe muito e com alegria. Comece a sua jornada cinco minutos antes e encerre cinco minutos depois. Se não puder vencer pelo talento, que vença pela dedicação ao trabalho. “Reze como se tudo dependesse de Deus e trabalhe como se tudo dependesse de só de você”;</p>
<p>Tenha muita fé e agradeça. Acorde e ore a Deus pela benção de estar vivo e com saúde para lutar por dias melhores. Lembre-se que você é um ser iluminado equipado com todos os recursos para vencer. “Creia que pode e poderá, creia que não pode e não poderá”. Sonhe com o sucesso. Saiba que o sucesso ou o fracasso depende somente de você e virá na proporção que você determinar.</p>
<p>Fonte: <a href="http://evaldocosta.blogspot.com" target="_blank">http://evaldocosta.blogspot.com</a></p>
<blockquote><p>Evaldo Costa Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil. Escritor, consultor, conferencista e professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”</p></blockquote>
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