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	<title>Blog da Trace Sistemas &#187; Carreira</title>
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	<description>A Trace Sistemas é uma empresa que tem seu Core Business centrado em sua solução de Gestão do Trabalho, TraceGP.</description>
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		<title>Você tem um “QI” elevado?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/voce-tem-um-qi-elevado/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Julio Sergio
Quem nunca viu ou ouviu histórias de pessoas que conseguiram emprego por meio do famoso “QI” (Quem Indica)? Embora seja uma prática condenável, o apadrinhamento nos processos de seleção ainda existe. Mesmo em empresas sérias encontramos sobrinhos de diretores, filhos de amigos do presidente, amigos de funcionários e por aí vai.
Ontem mesmo, estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1046" title="quem-indicou-qi" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/quem-indicou-qi.jpg" alt="quem-indicou-qi" width="500" height="364" />Por Julio Sergio</em></p>
<p>Quem nunca viu ou ouviu histórias de pessoas que conseguiram emprego por meio do famoso “QI” (Quem Indica)? Embora seja uma prática condenável, o apadrinhamento nos <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-processos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Workflow de Processos" >processos</a> de seleção ainda existe. Mesmo em empresas sérias encontramos sobrinhos de diretores, filhos de amigos do presidente, amigos de funcionários e por aí vai.</p>
<p>Ontem mesmo, estava no elevador quando uma moça dizia para a colega ao lado que deixou de ser promovida porque alguém “entrara pela janela”, ficando com a vaga. A outra então falou: “Ah, a única chance de conseguir sucesso no trabalho é ter QI’”. Não podemos ser ingênuos em achar que a figura do “Quem Indica” já morreu.</p>
<p>Claro que hoje os processos de recrutamento nas companhias são muito mais sérios e rigorosos do que já foram no passado. Há um enorme espaço para os talentos, prova disso é o cenário crítico que algumas organizações enfrentam para encontrar profissionais qualificados. Seria, então, uma desculpa para aqueles que não conseguem um lugar ao sol esse discurso do “QI”?</p>
<p>Digamos que sim e não. No caso dos medíocres eu diria que sim, mas precisamos reconhecer que uma mãozinha sempre ajuda.  Sem network não se chega a lugar algum. O que na verdade é o “QI”? Tem tudo a ver com networking. Se por um lado existe o lado mau do “QI”, há o lado bom, usado sob outro contexto.</p>
<p>Para driblar o problema da escassez de profissionais qualificados, por exemplo, muitas empresas oferecem bônus ou prêmios para funcionários que indicam ao RH potenciais candidatos a vagas em aberto. Microsoft e Ernst &amp; Young são alguns exemplos. Por isso é de fundamental importância manter um bom relacionamento com ex-colegas de trabalho, headhunters e  pessoas influentes.</p>
<p>Esse tipo de postura faz a maior diferença. De nada adianta ter gerado resultado para a empresa e ser um profissional brilhante se você não tem os contatos certos, se não se coloca na vitrine. Cada vez mais, as oportunidades aparecem para quem tem um bom networking. Se alguém da sua rede estiver contratando ou na companhia em que atua surgir vaga, provavelmente recorrerá aos conhecidos.</p>
<p>É o caminho mais fácil e acertado de achar o perfil desejado. A indicação acaba sendo uma espécie de referência. Então, se você é daqueles que rejeita veementemente o “QI” é bom rever seus conceitos. Comece já a articular contatos, travar novos conhecimentos, abrir portas. Faça a lição de casa e tenha certeza que na próxima você não estará se lamentando por não ter tido “QI”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cardozo-group.com" target="_blank">http://www.cardozo-group.com</a></p>
<blockquote><p>Julio Sergio Cardozo é palestrante, autor e consultor em gestão corporativa e “coaching” para executivos. Foi Chairman e CEO da Ernst &amp; Young South America até 2007</p></blockquote>
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		<title>Compromissos inexpressivos, mudanças gigantescas</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/compromissos-inexpressivos-mudancas-gigantescas/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 12:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aquele que deseja obter resultados diferentes, terá que agir de forma diferente. Práticas idênticas, levarão a resultados parecidos. Para crescer, ter sucesso e conquistar o pódio é preciso estar disposto a mudar. Quanto mais radical for as mudanças, maiores serão os resultados alcançados. Porém, é preciso levar em conta que a verdadeira mudança é um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1027" title="De bem com a vida" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/buscando_felicidade.jpg" alt="De bem com a vida" width="318" height="336" />Aquele que deseja obter resultados diferentes, terá que agir de forma diferente. Práticas idênticas, levarão a resultados parecidos. Para crescer, ter sucesso e conquistar o pódio é preciso estar disposto a mudar. Quanto mais radical for as mudanças, maiores serão os resultados alcançados. Porém, é preciso levar em conta que a verdadeira mudança é um processo lento e, muitas vezes, doloroso: é preciso muita auto-reflexão e ação.</p>
<p>Mas, isso eu já sabia, o que devo então fazer para ser uma pessoa diferente, saudável, de bem com a vida e disposta a crescer?  Um resumo de minha pesquisa literária revela que a observância as seguintes ações ajudarão você a vencer:</p>
<p><strong>I – Cuide-se bem</strong></p>
<p>Beba muita água;<br />
Tome o café da manhã como um rei, almoçe como um príncipe e jante como um plebeu;<br />
Coma mais frutas e vegetais;<br />
Viva os três E&#8217;s &#8211; energia, entusiasmo e empatia;<br />
Valorize os momentos de lazer;<br />
Leia mais livros do que você leu no ano anterior;<br />
Sente-se em silêncio por pelo menos 10 minutos a cada dia;<br />
Durma, no minimo, sete horas por dia;<br />
Caminhe por 30 minutos diariamente e com sorriso espontâneo;</p>
<p><strong>II &#8211; Cuide do seu visual</strong></p>
<p>Não compare sua vida a outros: viva a sua vida;<br />
Procure conviver com pessoas positivas. Afaste-se dos “seca pimenteiras”;<br />
Não exagere. Respeite os limites do seu corpo;<br />
Não se leve tão a sério: “você não vai sair vivo desta vida mesmo”;<br />
Não desperdice sua energia preciosa em fofocas. Fale de <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-gestao-de-projetos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Gerenciamento de Projetos" >projetos</a>, conquistas, metas;<br />
Sonhe mais enquanto estiver acordado;<br />
Não perca tempo com a inveja: você já tem tudo que você precisa para ser feliz;<br />
Faça as pazes com o seu passado para ele não interferir no seu presente;<br />
Não desperdice seu limitado tempo na terra alimentando o ódio. Prefira o amor;<br />
A vida é como uma sala de aula, onde os problemas são simplesmente parte do currículo que aparecem e desaparecem, mas as lições que absorvemos durarão para sempre;<br />
Aprenda uma palavra nova a cada dia;<br />
Você não tem que se estressar tanto. É melhor ser paciente no trabalho do que no hospital.</p>
<p><strong>III &#8211; Cuide de sua vida e relacionamento</strong></p>
<p>Cuide de seus relacionamentos como cuida de sua higiene pessoal;<br />
Zele por seu maior patrimônio: nome, família, trabalho e amigos;<br />
Lembre-se de fazer pelo menos três pessoas sorrirem antes de ir dormir;<br />
Faça o bem e esqueça imediatamente, receba uma ajuda e lembre-se dela sempre;<br />
Fique mais tempo com pessoas acima de 70 e abaixo de 6 anos;<br />
O que as outras pessoas pensam de você não tem a menor importância: a forma como você reage a isso, sim;<br />
Quando acordar pela manhã, não esqueça de agradecer a Deus pela dádiva da vida. Prometa a Ele que fará com que o seu dia valha a pena;</p>
<p>Pense nisso e ótima semana.</p>
<p>Fonte: <a href="http://evaldocosta.blogspot.com" target="_blank">http://evaldocosta.blogspot.com</a></p>
<blockquote><p>Evaldo Costa Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil. Escritor, consultor, conferencista e professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”</p></blockquote>
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		<title>Liderança é um talento nato ou desenvolvido?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/lideranca-e-um-talento-nato-ou-desenvolvido/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/lideranca-e-um-talento-nato-ou-desenvolvido/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 20:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Preston C. Bottger
Ou a pergunta sequer tem relevância?
As qualidades de um líder são natas ou adquiridas?
É uma questão que, ao longo dos anos, tem obcecado muitos estudiosos do conceito de liderança e é muitas vezes colocada em pauta por executivos em programas de desenvolvimento. Aqui está nossa resposta – é uma pergunta ruim, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1013" title="Lideranca" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/lideranca.jpg" alt="Lideranca" width="299" height="300" />Por Preston C. Bottger</em></p>
<p>Ou a pergunta sequer tem relevância?</p>
<p>As qualidades de um líder são natas ou adquiridas?</p>
<p>É uma questão que, ao longo dos anos, tem obcecado muitos estudiosos do conceito de liderança e é muitas vezes colocada em pauta por executivos em programas de desenvolvimento. Aqui está nossa resposta – é uma pergunta ruim, que gera respostas ruins.</p>
<p>A experiência de muitas décadas escrevendo sobre a liderança prova que esta é uma questão que não produz resposta satisfatória, principalmente para líderes aspirantes.</p>
<p>Compreensivelmente, a linha de pensamento adotada por educadores administrativos leva a crer que qualidades de liderança podem ser desenvolvidas, desde que haja características pessoais pertinentes, como inteligência e energia física. Mas o fato é que você não sabe exatamente com quais características nasceu até tentar arduamente expressá-las.</p>
<p>Então por que os executivos ainda debatem esta questão? Muitas vezes é para avaliar seu próprio potencial de liderança e, às vezes, para determinar o dos outros. No entanto, a pergunta &#8220;nata ou desenvolvida&#8221; não é apropriada para tais avaliações, pois faz com que executivos abordem os temas errados – como quais disposições são fixas e quais comportamentos são passíveis de mudança.</p>
<p>Na verdade, a questão pouco revela, pois não lida com um ponto chave: o tamanho da responsabilidade.<br />
Qual nível de liderança que a pessoa aspira? Os mais altos níveis apresentam tarefas enormes, complexas e conflituosas. O ambiente, os limites e as regras se tornam menos definidas e, definitivamente, é a função do líder moldar as escolhas que surgem.</p>
<p>Além disso, quanto mais os executivos avançam como líderes, mais terão de lidar com pessoas de alto calibre que sabem muito bem como conseguir o que querem, que são difíceis de lidar, com gênio forte e que têm um acentuado apetite pelo poder.</p>
<p>Para os executivos que tentam avaliar seu potencial de liderança, propomos três questões críticas.</p>
<p><strong>Questão 1: Até onde você quer ir?</strong></p>
<p>Para chegar ao cargo mais alto e para cumprir suas obrigações, você deve, continuamente, tomar medidas que afetarão a renda e a vida dos outros. Você estará inserido em um contexto onde outras pessoas vão querer a sua posição ou estarão competindo com você para chegar ao cargo acima.</p>
<p>É fácil criticar a competência daqueles com responsabilidades maiores do que as nossas e é ainda mais fácil imaginar como faríamos melhor.</p>
<p>Muitos que aspiram à liderança sênior simplesmente subestimam o grau e o tipo de esforço necessário para assumir essas responsabilidades.</p>
<p>Um exercício útil: Olhe para as funções de seu chefe e pergunte-se, honestamente, se poderia fazê-lo tão bem, ou melhor. Em seguida, considere o líder no mais alto escalão – talvez o CEO – e descubra com quais assuntos esta pessoa lida todos os dias. Tente analisar a maneira como você passa seu tempo e, em seguida, o tempo, energia e recursos necessários para realizar os trabalhos do CEO. O que é preciso para se tornar CEO de sua empresa?</p>
<p>O que você tem que fazer, mas que, neste momento, ainda não pode, ou não gosta? Do que você gosta agora, mas teria de abrir mão?</p>
<p><strong>Questão 2: Em que você está disposto a investir?</strong></p>
<p>Aspirantes à liderança podem se iludir a respeito de seus pontos fortes e limitações. É difícil digerir o fato de que você tem limitações significativas, mas, se estiver determinado a ser líder, enfrentará escolhas difíceis sobre quanto esforço deve aplicar e em quais áreas – a fim de desenvolver as capacidades que permitem o exercício da responsabilidade extrema.</p>
<p>A liderança certamente exige inteligência nos negócios, habilidades técnicas e sensibilidades culturais, mas, acima de tudo, exige poder. Embora seja perturbador para algumas pessoas, a realidade brutal é que não importa o que faça, um líder deverá conquistar, exercer e manter o poder. Encontramos muitos com &#8220;grande potencial&#8221; que aspiram à alta liderança, mas como estão acostumados a receber recompensas por serem inteligentes e criativos, acabam deixando de lutar por ela.</p>
<p>Embora tenha conotação negativa para alguns, a sede pelo poder é uma condição necessária para alcançar posições de alta responsabilidade.</p>
<p>Haverá prazeres dos quais você deve desistir e, certamente, haverá implicações em sua vida pessoal – levantando questões não somente a respeito do &#8220;equilíbrio trabalho-vida pessoal&#8221; no curto prazo, mas sim de encontrar uma &#8220;mistura viável&#8221; a longo prazo.</p>
<p>E há convicções limitadoras que deverão ser superadas. Elas reduzem sua capacidade de enxergar as coisas como realmente são e impedem gerar novos comportamentos. Atuando como um líder, você tem de levar as pessoas onde nunca estiveram antes – em pensamento e ação – muitas vezes contra as vontades iniciais delas.</p>
<p>Até você soltar os ganchos que o amarram ao seu próprio passado, não conseguirá alcançar novas fronteiras.</p>
<p><strong>Questão 3: Como vai manter isto?</strong></p>
<p>Por várias décadas, você precisa de métodos para se manter motivado nos momentos em que não está sendo reconhecido e recompensado pelo seu desempenho – e também para lidar com críticas, resistências, retrocessos e aqueles que não gostam de você ou aquilo que está pedindo. A avaliação dos custos da liderança não é um evento único. Se você visualiza mais 10, 20 ou mesmo 30 anos de trabalho de liderança, então deverá encontrar métodos eficazes para manter a vitalidade física, a flexibilidade emocional e o alcance e frescor intelectual.</p>
<p>Enquanto realizam o árduo trabalho da liderança, muitos se tornam cada vez mais fechados e dependentes da própria conduta que lhes trouxe o sucesso. Portanto, periodicamente, executivos seniores devem pausar as atividades para rever onde estão investindo seu tempo e energia para assegurar que permaneçam capazes de gerar novos comportamentos para lidar com novos desafios.</p>
<p>Educadores administrativos podem ter razão quando dizem que se aprende a liderança. Mas em vez de se reconfortar na idéia de que você pode se desenvolver, você deve temer a quantidade de trabalho há no desenvolvimento de métodos para administrar situações inusitadas e circunstâncias extremas.</p>
<p>A questão mais importante da liderança não é se é &#8220;nata ou desenvolvida&#8221;. As questões primordiais são: quais são os seus bens no momento e o que está disposto a fazer – ou sacrificar – para conquistar a posição mais alta possível da liderança?</p>
<p>Fonte: <a href="http://administradores.com.br" target="_blank">http://administradores.com.br</a></p>
<blockquote><p>Preston Bottger é professor de Leadership and General Management, no IMD. Ele leciona nos programas Leading the Global Enterprise (LGE), Orchestrating Winning Performance (OWP) e o Program for Executive Development (PED).</p></blockquote>
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		<title>Caráter e características do vencedor</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/carater-e-caracteristicas-do-vencedor/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 17:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você se considera um profissional acima da média? Deseja saber se você é tão bom quanto pensa?  Se estiver interessado nas respostas das perguntas acima, recomendo que leia com atenção este artigo,  pois nele revelaremos o caráter e as características do consultor de vendas de sucesso.
Para você vencer é necessário  perspicácia.  O vendedor tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-998" title="Vencedor" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/vencedor.jpg" alt="Vencedor" width="288" height="395" />Você se considera um profissional acima da média? Deseja saber se você é tão bom quanto pensa?  Se estiver interessado nas respostas das perguntas acima, recomendo que leia com atenção este artigo,  pois nele revelaremos o caráter e as características do consultor de vendas de sucesso.</p>
<p>Para você vencer é necessário  perspicácia.  O vendedor tem de ser sagaz.  Inteligente o suficiente para saber onde e como prospectar novos clientes, criar e manter relacionamentos e saber lidar com cada tipo de situação que envolve a venda.  Além disso, é importante que você tenha atitudes positivas.  O profissional de sucesso crê no seu potencial.  Sabe que um &#8220;não&#8221; pode significar &#8220;ainda não&#8221;. Ele aceita cada limão da gerência, contabilidade, financeiro, cliente etc e abre uma banca de limonada para vender a eles próprios. O bom profissional sabe transformar suor em dinheiro.</p>
<p>Um fator que determina seu potencial é a sua habilidade como comunicador. A sua fala deve atrai a atenção do ouvinte. Quando junta a arte da comunicação e habilidade de convencer, com as suas crenças e entusiasmo, o sucesso é certo. Principalmente quando unido com a disciplina. O vencedor sabe que precisa ser disciplinado para alcançar a sua meta no tempo e na dose certa. Nenhum talento pode vencer sem a contribuição da disciplina. Ninguém poderá vencer se a mente e o corpo não funcionarem perfeitamente e em sintonia, por essa razão é importante que você tome cuidados físicos e mentais. O profissional de sucesso dos dias atuais tem por obrigação dominar os recursos online. Não é mais possível manter contatos regulares, criar relacionamento sem recorrer à mídia social e outros aplicativos da rede digital.</p>
<p>Foco no planejamento. É imperioso que o profissional de vendas tenha um plano com metas bem definidas. É como revela o dito popular: “não há bons ventos para quem não sabe para onde ir”. O foco no planejamento cuidadoso separa o vencedor do fracassado. A meta é como se fosse o carro e o foco o combustível. Metas sem foco é como um carro sem combustível.</p>
<p>Busque uma carreira e não um bico. Não faça como aquela pessoa desempregada que perguntada pelo amigo em que área deseja trabalhar, diz: “de vendedor mesmo serve”. É preciso querer ganhar comissão maior e não salário fixo melhor. É necessário querer mais desenvolvimento pessoal e profissional do que ganhos rápidos.</p>
<p>Trajetória vitoriosa. Crie uma história de sucesso para contar aos filhos e netos.  Mediocridade só é boa para os medíocres. O vencedor atrai o sucesso, já o perdedor a derrota.</p>
<p>Oscile, mas não vacile. Esteja aberto a novos aprendizados. “Não veja problemas e sim desafios”. “Não enxergue obstáculos e sim horizontes”. A sua capacidade de adaptação será fundamental na jornada até ao topo. Os vencedores sabem que há sempre o que aprender e os derrotados acham saber tudo. Seja um eterno aprendiz</p>
<p>Trabalhe com obstinação. Trabalhe muito e com alegria. Comece a sua jornada cinco minutos antes e encerre cinco minutos depois. Se não puder vencer pelo talento, que vença pela dedicação ao trabalho. “Reze como se tudo dependesse de Deus e trabalhe como se tudo dependesse de só de você”;</p>
<p>Tenha muita fé e agradeça. Acorde e ore a Deus pela benção de estar vivo e com saúde para lutar por dias melhores. Lembre-se que você é um ser iluminado equipado com todos os recursos para vencer. “Creia que pode e poderá, creia que não pode e não poderá”. Sonhe com o sucesso. Saiba que o sucesso ou o fracasso depende somente de você e virá na proporção que você determinar.</p>
<p>Fonte: <a href="http://evaldocosta.blogspot.com" target="_blank">http://evaldocosta.blogspot.com</a></p>
<blockquote><p>Evaldo Costa Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil. Escritor, consultor, conferencista e professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”</p></blockquote>
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		<title>Sentando na cadeira do chefe</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/sentando-na-cadeira-do-chefe/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/sentando-na-cadeira-do-chefe/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 11:44:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Diego Homem
A Geração Y é conhecida por sua personalidade dinâmica e também desafiadora, mantém-se informada e atualizada sobre o que acontece ao seu redor, tendo sempre uma opinião ou sugestão quando perguntada (às vezes nem precisa perguntar) e é em muitas empresas observada com certa desconfiaça por aqueles que ocupam cargos de gerência. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por Diego Homem</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A Geração Y é conhecida por sua personalidade dinâmica e também desafiadora, mantém-se informada e atualizada sobre o que acontece ao seu redor, tendo sempre uma opinião ou sugestão quando perguntada (às vezes nem precisa perguntar) e é em muitas empresas observada com certa desconfiaça por aqueles que ocupam cargos de gerência. Mas o que acontece quando um membro dessa geração alcança um cargo de liderança? Será que sabemos utilizar nossas características para melhorar o desempenho, ambiente de trabalho e moral do time que coordenamos?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Um time (ou área, setor, departamento) pode ter sua composição bem variada dependendo do ramo de atuação da empresa, mas não é difícil encontrarmos times mistos, com membros de diferentes gerações. Saber coordenar as diferentes formas de encarar o trabalho é uma habilidade difícil de dominar, mesmo para os mais experientes.  Olhemos algumas das características da Geração Y e como elas podem ser empregadas ou até mesmo amenizadas:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Dinamicidade: absorvemos rapidamente novas ideias e conceitos, porém nem todos pensam assim. Devemos aprender a embasar as razões para a adoção de novidades e nos prepararmos para explicar o porque da mudança, enfim essa característica pede outra didática.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Desejo de aprender: acreditamos que através do auto aperfeiçoamente chegaremos mais longe. Mas e se alguns de seus colaboradores não pensarem assim? Demonstrar o valor de continuar sempre aprendendo é uma obrigação. Embora não ter desejo de ir mais longe não seja crime algum, podem haver bons empregados mais interessados em suas atividades particulares do que na carreira e saber identificar essas opções de vida e entende-las exige respeito.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Vida Digital: computadores, celulares, internet e toda novidade tecnológica é um mundo novo que descobrimos. Nem todos conseguem acompanhar esse ritmo, podemos e devemos mostrar as novidades, explicando porque são melhores, mas não podemos cobrar que todos demonstrem a mesma vontade que nós. Devemos demonstrar compreensão.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Multitarefas: se você consegue fazer diversas atividades ao mesmo tempo sem perder o foco, ótimo! Mas compreenda que nem todos tem essa capacidade, delegue tarefas de forma adequada e clara não demande multiplas tarefas daqueles que não conseguem executá-las. Tenha bom senso.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Trabalho em equipe: se antes éramos um dos membros mais participativos agora também precisamos ser motivadores, descobrir gostos e identificar a personalidade dos colaboradores se faz imprecindível, portanto esta é uma habilidade que precisamos desenvolver para alcançarmos os melhores resultados.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Desafios: um dos motivos que regem nossas carreiras, perceber e encontrar novas motivações para cada membro para ajudá-los a alcançar seus objetivos é um desafio e tanto, identificar os marcos e limites de cada um pode ser uma longa jornada, e ela requer paciência.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Sentar na cadeira do chefe é uma experiência ótima e que se bem aproveitada por essa geração poderá gerar grandes líderes. Cabe a cada um encará-la de frente, com a coragem e humildade de quem sabe que quanto mais aprende menos sabe.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">E você, o que faria se sentasse na cadeira do chefe?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: http://www.minhacarreira.com</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Diego Homem é bacharel em Design Gráfico pela UFSC e trabalha na Flip Media em Dubai como Arquiteto de Informação e Coordenador Criativo, sendo um dos fundadores do Minha Carreira.</div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-789" title="Sentando na cadeira do chefe!" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/sentando_na_cadeira_do_chefe.jpg" alt="Sentando na cadeira do chefe!" width="555" height="160" /></p>
<p><em>Por Diego Homem</em></p>
<p>A Geração Y é conhecida por sua personalidade dinâmica e também desafiadora, mantém-se informada e atualizada sobre o que acontece ao seu redor, tendo sempre uma opinião ou sugestão quando perguntada (às vezes nem precisa perguntar) e é em muitas empresas observada com certa desconfiaça por aqueles que ocupam cargos de gerência. Mas o que acontece quando um membro dessa geração alcança um cargo de liderança? Será que sabemos utilizar nossas características para melhorar o desempenho, ambiente de trabalho e moral do time que coordenamos?</p>
<p>Um time (ou área, setor, departamento) pode ter sua composição bem variada dependendo do ramo de atuação da empresa, mas não é difícil encontrarmos times mistos, com membros de diferentes gerações. Saber coordenar as diferentes formas de encarar o trabalho é uma habilidade difícil de dominar, mesmo para os mais experientes.  Olhemos algumas das características da Geração Y e como elas podem ser empregadas ou até mesmo amenizadas:</p>
<p><strong>Dinamicidade:</strong> absorvemos rapidamente novas ideias e conceitos, porém nem todos pensam assim. Devemos aprender a embasar as razões para a adoção de novidades e nos prepararmos para explicar o porque da mudança, enfim essa característica pede outra didática.</p>
<p><strong>Desejo de aprender: </strong>acreditamos que através do auto aperfeiçoamente chegaremos mais longe. Mas e se alguns de seus colaboradores não pensarem assim? Demonstrar o valor de continuar sempre aprendendo é uma obrigação. Embora não ter desejo de ir mais longe não seja crime algum, podem haver bons empregados mais interessados em suas atividades particulares do que na carreira e saber identificar essas opções de vida e entende-las exige respeito.</p>
<p><strong>Vida Digital:</strong> computadores, celulares, internet e toda novidade tecnológica é um mundo novo que descobrimos. Nem todos conseguem acompanhar esse ritmo, podemos e devemos mostrar as novidades, explicando porque são melhores, mas não podemos cobrar que todos demonstrem a mesma vontade que nós. Devemos demonstrar compreensão.</p>
<p><strong>Multitarefas: </strong>se você consegue fazer diversas atividades ao mesmo tempo sem perder o foco, ótimo! Mas compreenda que nem todos tem essa capacidade, delegue tarefas de forma adequada e clara não demande multiplas tarefas daqueles que não conseguem executá-las. Tenha bom senso.</p>
<p><strong>Trabalho em equipe:</strong> se antes éramos um dos membros mais participativos agora também precisamos ser motivadores, descobrir gostos e identificar a personalidade dos colaboradores se faz imprecindível, portanto esta é uma habilidade que precisamos desenvolver para alcançarmos os melhores resultados.</p>
<p><strong>Desafios:</strong> um dos motivos que regem nossas carreiras, perceber e encontrar novas motivações para cada membro para ajudá-los a alcançar seus objetivos é um desafio e tanto, identificar os marcos e limites de cada um pode ser uma longa jornada, e ela requer paciência.</p>
<p>Sentar na cadeira do chefe é uma experiência ótima e que se bem aproveitada por essa geração poderá gerar grandes líderes. Cabe a cada um encará-la de frente, com a coragem e humildade de quem sabe que quanto mais aprende menos sabe.</p>
<p>E você, o que faria se sentasse na cadeira do chefe?</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.minhacarreira.com" target="_blank">http://www.minhacarreira.com</a></p>
<blockquote><p>Diego Homem é bacharel em Design Gráfico pela UFSC e trabalha na Flip Media em Dubai como Arquiteto de Informação e Coordenador Criativo, sendo um dos fundadores do Minha Carreira.</p></blockquote>
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		<title>Vocação: ser e nascer para ser</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/vocacao-ser-e-nascer-para-ser/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/vocacao-ser-e-nascer-para-ser/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 11:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento profissional]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Danielle Abade
O dicionário sintetiza o termo “vocação” como a tendência ou inclinação para um estado, uma profissão, a aptidão natural; o talento. Mas será que todo mundo nasce assim: médico nato, comunicador nato, mecânico nato e outros mais natos do mercado? Durante a 32ª edição do Workshop de Criatividade da ESPM de São Paulo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por Danielle Abade</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O dicionário sintetiza o termo “vocação” como a tendência ou inclinação para um estado, uma profissão, a aptidão natural; o talento. Mas será que todo mundo nasce assim: médico nato, comunicador nato, mecânico nato e outros mais natos do mercado? Durante a 32ª edição do Workshop de Criatividade da ESPM de São Paulo, o Prof. José Predebon discutiu as ideias sobre a escolha profissional e seus desdobramentos. Centrou o debate principalmente na necessidade de ser criativo para reinventar a rotina e encontrar subsídios para as tarefas que não correspondem ao ideal que se tinha ao escolher determinada carreira.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Discutiu-se que gostar do que se faz também não é garantia de sucesso, é relevante, mas não garante. Afinal, “fazer só o que a gente gosta é vender a um cliente só”. E é mesmo. É restringir ao máximo suas opções de escolha, e também de atuação profissional. É estar fadado a uma carreira que, ao longo do tempo, não vai satisfazer o âmago do ser humano que busca realização enquanto pessoa ativa na sociedade, com uma carência latente de algo indefinido, que muitas vezes é suprida com o sucesso profissional.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Não se nasce engenheiro, talvez haja amadurecimento que torne alguém predisposto para a área de exatas, por pura questão de educação cultural ou percepção de mundo. Assim como não se nasce padeiro, há circunstâncias e necessidades que impulsionam alguém para tal posição. Quando há a possibilidade de escolher uma profissão, o autoconhecimento é sempre a primeira chave. Logo depois, delimitar aquilo que lhe convém e descobrir sobre as possibilidades são tarefas também essenciais. É imprescindível aceitar que erros podem ocorrer. O gosto pela profissão não vem pela perfeição, é por acreditar que ela vale à pena. A busca pela excelência surge daquilo que acreditamos, e se você não acredita no seu trabalho, por que buscá-la?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Tudo isso também se aplica para a escolha de áreas, para quem pensa que escolher uma profissão é delimitar o futuro, engana-se. Ela apenas reduz, embora de forma significante, as possibilidades de escolha. Não importa se você acredita que nasceu para ser, importa é o que você é (ou escolherá ser). Envolver-se por inteiro naquilo que se faz, não é bem uma questão de gosto. É coerência, necessidade. E esteja preparado para os desafios. Serão muitos dissabores pelo caminho, que não é reto e muito menos plano. Mas aquela satisfação de saber que, apesar de tudo, você está na estrada certa, faz toda a diferença.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: http://www.minhacarreira.com/</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Danielle Abade é estudante de Comunicação Social – Relações Públicas na PUC Minas e atualmente estagia na Fundação dos Empregados da Fiat no setor de produção de eventos. Estreou no Minha Carreira em Janeiro de 2010.</div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-781" title="Vocação" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/vocacao-nascer.jpg" alt="Vocação" width="555" height="160" /></p>
<p><em>Por Danielle Abade</em></p>
<p>O dicionário sintetiza o termo “vocação” como a tendência ou inclinação para um estado, uma profissão, a aptidão natural; o talento. Mas será que todo mundo nasce assim: médico nato, comunicador nato, mecânico nato e outros mais natos do mercado? Durante a 32ª edição do Workshop de Criatividade da ESPM de São Paulo, o Prof. José Predebon discutiu as ideias sobre a escolha profissional e seus desdobramentos. Centrou o debate principalmente na necessidade de ser criativo para reinventar a rotina e encontrar subsídios para as tarefas que não correspondem ao ideal que se tinha ao escolher determinada carreira.</p>
<p>Discutiu-se que gostar do que se faz também não é garantia de sucesso, é relevante, mas não garante. Afinal, “fazer só o que a gente gosta é vender a um cliente só”. E é mesmo. É restringir ao máximo suas opções de escolha, e também de atuação profissional. É estar fadado a uma carreira que, ao longo do tempo, não vai satisfazer o âmago do ser humano que busca realização enquanto pessoa ativa na sociedade, com uma carência latente de algo indefinido, que muitas vezes é suprida com o sucesso profissional.</p>
<p>Não se nasce engenheiro, talvez haja amadurecimento que torne alguém predisposto para a área de exatas, por pura questão de educação cultural ou percepção de mundo. Assim como não se nasce padeiro, há circunstâncias e necessidades que impulsionam alguém para tal posição. Quando há a possibilidade de escolher uma profissão, o autoconhecimento é sempre a primeira chave. Logo depois, delimitar aquilo que lhe convém e descobrir sobre as possibilidades são tarefas também essenciais. É imprescindível aceitar que erros podem ocorrer. O gosto pela profissão não vem pela perfeição, é por acreditar que ela vale à pena. A busca pela excelência surge daquilo que acreditamos, e se você não acredita no seu trabalho, por que buscá-la?</p>
<p>Tudo isso também se aplica para a escolha de áreas, para quem pensa que escolher uma profissão é delimitar o futuro, engana-se. Ela apenas reduz, embora de forma significante, as possibilidades de escolha. Não importa se você acredita que nasceu para ser, importa é o que você é (ou escolherá ser). Envolver-se por inteiro naquilo que se faz, não é bem uma questão de gosto. É coerência, necessidade. E esteja preparado para os desafios. Serão muitos dissabores pelo caminho, que não é reto e muito menos plano. Mas aquela satisfação de saber que, apesar de tudo, você está na estrada certa, faz toda a diferença.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.minhacarreira.com/" target="_blank">http://www.minhacarreira.com/</a></p>
<blockquote><p>Danielle Abade é estudante de Comunicação Social – Relações Públicas na PUC Minas e atualmente estagia na Fundação dos Empregados da Fiat no setor de produção de eventos. Estreou no Minha Carreira em Janeiro de 2010.</p></blockquote>
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		<title>O Mundo Gira!</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/o-mundo-gira/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 11:06:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[ceo]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>

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		<description><![CDATA[A alguns dias atrás estava discutindo com um colega de trabalho quais as melhores áreas para criar um plano de carreira para chegar até a posição de  CEO de uma empresa, na verdade falávamos que para ser um CEO a pessoa teria que ter uma visão generalista e não especialista, mesmo assim as áreas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A alguns dias atrás estava discutindo com um colega de trabalho quais as melhores áreas para criar um plano de carreira para chegar até a posição de  CEO de uma empresa, na verdade falávamos que para ser um CEO a pessoa teria que ter uma visão generalista e não especialista, mesmo assim as áreas que mais se destacavam como promissoras para que um profissional atingisse a posição de CEO eram as áreas de Finanças e Marketing e muito esporadicamente Vendas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para a minha grata surpresa estava lendo a revista HSM Management e encontrei uma matéria de um dos maiores experts do mundo em gestão de vendas e marketing – Neil Rackham – que jogou por terra a nossa visão, ou pelo menos nos deu outra perspectiva.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ele conta que a dez anos atrás quando os seus alunos perguntavam quais  eram as área que levavam ao caminho de se tornar um CEO, ele sempre indicava Marketing, Operações e Finanças, porém ele comenta que agora esta situação começa a se inverter, pois o foco das empresas está sendo direcionado para vendas, pois o momento de fusões agressivas, reorganização das empresas através de <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-processos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Workflow de Processos" >processos</a> , automação, gestão e qualidade total já não demonstram tanto interesse aos acionistas, agora o novo mantra segundo Rackham é crescimento orgânico, ou seja, Vendas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Toda esta mudança veio em função da crise mundial e agora Vendas está sob os holofotes (título da matéria). Vejo esta notícia com muita alegria, pois sempre acreditei que a área de vendas é de muito importante para as empresas, porém sempre notei que ela nunca recebeu o seu devido valor. Quem sabe agora?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Porém tem outro aspecto que Rackham chama a atenção, que é o do ensino, pois vemos muitas muitos cursos universitários de Marketing e Finanças, mas dificilmente encontramos cursos voltados para Vendas, nos Estados Unidos para cada 80 cursos universitários para Marketing existe um para Vendas, acredito que no Brasil deva estamos em situação menos favorável, existe um enorme “Gap” que as universidades tem que sanar em um curto espaço de tempo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Eu como profissional de vendas fico muito contente com esta mudança de foco, pois dou valor para todas as áreas e sei da importância de cada uma delas, porém vendas tem papel decisivo nas empresas, pois é ela que cria o elo entre a cia.  e os clientes, e se este final da cadeia não funcionar direito, todo o esforço das demais áreas não foram válidos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Acho que este recado de Neil Rackham é muito importante para as empresas e para os profissionais repensarem sobre as áreas e planos de carreira, pois mostra que o mundo gira e é importante sempre estar atento as mudanças de mercado.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para você leitor que está pensando em qual área investir pensando em sua carreira profissional ou para você que já está trilhando a sua carreira e nunca olhou para vendas como uma possibilidade…sugiro começar a prestar mais atenção neste departamento, talvez o seu novo CEO esteja aí.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Abs,</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Alexandre Silva</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: http://hsm.updateordie.com/</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Alexandre Silva é um profissional com mais de 15 anos de experiência em vendas, atuando nos últimos 10 anos no mercado Food Service em grandes empresas de alimentos.</div>
<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-769" title="O mundo gira!" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/globo1.jpg" alt="O mundo gira!" width="111" height="111" />Por Alexandre Silva</em></p>
<p>A alguns dias atrás estava discutindo com um colega de trabalho quais as melhores áreas para criar um plano de carreira para chegar até a posição de  CEO de uma empresa, na verdade falávamos que para ser um CEO a pessoa teria que ter uma visão generalista e não especialista, mesmo assim as áreas que mais se destacavam como promissoras para que um profissional atingisse a posição de CEO eram as áreas de Finanças e Marketing e muito esporadicamente Vendas.</p>
<p>Para a minha grata surpresa estava lendo a revista HSM Management e encontrei uma matéria de um dos maiores experts do mundo em gestão de vendas e marketing – Neil Rackham – que jogou por terra a nossa visão, ou pelo menos nos deu outra perspectiva.</p>
<p>Ele conta que a dez anos atrás quando os seus alunos perguntavam quais  eram as área que levavam ao caminho de se tornar um CEO, ele sempre indicava Marketing, Operações e Finanças, porém ele comenta que agora esta situação começa a se inverter, pois o foco das empresas está sendo direcionado para vendas, pois o momento de fusões agressivas, reorganização das empresas através de processos , automação, gestão e qualidade total já não demonstram tanto interesse aos acionistas, agora o novo mantra segundo Rackham é crescimento orgânico, ou seja, Vendas.</p>
<p>Toda esta mudança veio em função da crise mundial e agora Vendas está sob os holofotes (título da matéria). Vejo esta notícia com muita alegria, pois sempre acreditei que a área de vendas é de muito importante para as empresas, porém sempre notei que ela nunca recebeu o seu devido valor. Quem sabe agora?</p>
<p>Porém tem outro aspecto que Rackham chama a atenção, que é o do ensino, pois vemos muitas muitos cursos universitários de Marketing e Finanças, mas dificilmente encontramos cursos voltados para Vendas, nos Estados Unidos para cada 80 cursos universitários para Marketing existe um para Vendas, acredito que no Brasil deva estamos em situação menos favorável, existe um enorme “Gap” que as universidades tem que sanar em um curto espaço de tempo.</p>
<p>Eu como profissional de vendas fico muito contente com esta mudança de foco, pois dou valor para todas as áreas e sei da importância de cada uma delas, porém vendas tem papel decisivo nas empresas, pois é ela que cria o elo entre a cia.  e os clientes, e se este final da cadeia não funcionar direito, todo o esforço das demais áreas não foram válidos.</p>
<p>Acho que este recado de Neil Rackham é muito importante para as empresas e para os profissionais repensarem sobre as áreas e planos de carreira, pois mostra que o mundo gira e é importante sempre estar atento as mudanças de mercado.</p>
<p>Para você leitor que está pensando em qual área investir pensando em sua carreira profissional ou para você que já está trilhando a sua carreira e nunca olhou para vendas como uma possibilidade…sugiro começar a prestar mais atenção neste departamento, talvez o seu novo CEO esteja aí.</p>
<p>Abs,</p>
<p>Alexandre Silva</p>
<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com/" target="_blank">http://hsm.updateordie.com/</a></p>
<blockquote><p>Alexandre Silva é um profissional com mais de 15 anos de experiência em vendas, atuando nos últimos 10 anos no mercado Food Service em grandes empresas de alimentos.</p></blockquote>
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		<title>Errei. E Agora?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/errei-e-agora/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/errei-e-agora/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 11:37:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.tracegp.com.br/blog/?p=732</guid>
		<description><![CDATA[Por Gustavo Rocha
Quem nunca errou que atire a primeira pedra. Somos seres humanos, falíveis por natureza. Buscamos em nossa essência aperfeiçoarmos, buscamos a perfeição, contudo temos nossos momentos de erros e fraquezas.
Se é algo tão comum, por que nos importamos tanto?
Porque somos treinados para não errarmos. Somos cobrados para sermos perfeitos. Enfim, somos obrigados a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Gustavo Rocha</em></p>
<p>Quem nunca errou que atire a primeira pedra. Somos seres humanos, falíveis por natureza. Buscamos em nossa essência aperfeiçoarmos, buscamos a perfeição, contudo temos nossos momentos de erros e fraquezas.</p>
<p>Se é algo tão comum, por que nos importamos tanto?</p>
<p>Porque somos treinados para não errarmos. Somos cobrados para sermos perfeitos. Enfim, somos obrigados a ser o que não somos.</p>
<p>Não estou fazendo apologia ao erro, nem é meu intuito afirmar que devemos errar e pronto. Estou buscando demonstrar que o erro faz parte da vida, apenas isto.</p>
<p>E qual a importância disto? Que ao errarmos, temos que admitir o erro.</p>
<p>Nada adianta ficar fazendo promessas vazias, inverdades cada vez maiores para justificar erros.  Errou, assuma.</p>
<p>Mas eu vou perder o cliente, pode dizer um. Pense no cliente: O que é mais valioso num profissional: A verdade com um pedido de desculpas e busca pelo acerto ou uma mentira que depois cai por terra?</p>
<p>Não existe mentira eterna.</p>
<p><em>&#8220;Você pode enganar uma pessoa por muito tempo; algumas por algum tempo; mas não consegue enganar todas por todo o tempo.&#8221;</em> ( Abraham Lincoln )</p>
<p>A verdade pode ser crua, dura, mas é sempre mais doce do que a mais fantasiosa mentira.</p>
<p>Somente existe uma questão que não tem volta (e alguns como eu acreditam que até isto tem volta): a morte. Para todo resto há um jeito.</p>
<p>Perdi o prazo de apelação, isto não tem volta. E o recurso adesivo?</p>
<p>Perdi o prazo de contestação, isto não tem volta. E a nulidade da citação?</p>
<p>Perdi o prazo de recurso especial, isto não tem volta. Existia matéria para este recurso? A intimação foi válida?</p>
<p>Sempre poderão existir argumentos. Basta pensar com a razão e não com o sentimento de frustração de perda ou do erro.</p>
<p>Errei. E agora?</p>
<p>Agora vou ser sincero comigo mesmo, respirar fundo e buscar a solução. Esta é a resposta.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ogerente.com.br" target="_blank">http://www.ogerente.com.br</a></p>
<blockquote><p>Gustavo Rocha é Consultor nas áreas de Gestão, Tecnologia e Qualidade</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>É hora de planejar 2010</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/e-hora-de-planejar-2010/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/e-hora-de-planejar-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 10:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[balanço]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento profissional]]></category>
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Por Guilherme Tossulino
O fim de um ano representa o término de mais um ciclo. Época de confraternizar, comemorar e agradecer pelo o ano que passou. Para a carreira é hora de fazer a retrospectiva de 2009 e traçar os objetivos e metas para o ano novo. Reservar algumas horas ou dias para pensar e refletir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-685" title="Planejando" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/planejando.jpg" alt="Planejando" width="555" height="160" /></p>
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<p><em>Por Guilherme Tossulino</em></p>
<p>O fim de um ano representa o término de mais um ciclo. Época de confraternizar, comemorar e agradecer pelo o ano que passou. Para a carreira é hora de fazer a retrospectiva de 2009 e traçar os objetivos e metas para o ano novo. Reservar algumas horas ou dias para pensar e refletir como tudo aconteceu e planejar os desafios e desejos para o próximo ano é fundamental para quem deseja trilhar um caminho com menos incertezas e mais sucessos.<br />
Fazer o balanço profissional e refletir sobre o que você aprendeu, que competências adquiriu e quais experiências agregaram positivamente à sua carreira são importantes para identificação do que precisa ser aprimorado, investido e corrigido.</p>
<p>Pensando no futuro, é imprescindível impor metas desafiadoras. Metas de curto, médio e longo prazo devem ser sempre cultivadas para que os planejamentos tenham uma constante e para que o caminho a ser trilhado possa ser facilmente visualizado por quem o planeja.</p>
<p>Divido aqui algumas dicas para o planejamento profissional que costumo utilizar e espero que sejam úteis a quem está pensando em como se planejar para 2010:</p>
<ul>
<li><strong>Anote:</strong> Guardar o planejamento na cabeça é ilusão. Você vai lembrar dos principais itens, mas com o passar do tempo acaba esquecendo de coisas importantes. No fim do ano fica ainda mais difícil fazer o balanço e retrospectiva. Anote no celular, no computador ou naquele caderninho de anotações. Crie uma memória física para seus planos.</li>
<li><strong>Tenha disciplina:</strong> Seguir um planejamento requer muita disciplina. Quem deseja atingir metas precisa saber dizer não a si mesmo e lutar pelo que deseja. A disciplina é uma das características dos profissionais de sucesso. Se você não tem, pratique-a cada vez mais.</li>
<li><strong>Arrisque:</strong> Pense grande e não tenha medo de arriscar. O sucesso profissional geralmente está diretamente ligado à correr riscos. Quem arrisca-se com planejamento tem mais chances de vencer. Riscos calculados só são possíveis se forem bem planejados. Se errar, aprenda com a queda e utilize-a como experiência para os próximos desafios.</li>
<li><strong>Crie objetivos e metas desafiadoras:</strong> Objetivos e metas fáceis de serem alcançados não exigem muito planejamento, eles simplesmente acontecem. Objetivos desafiadores – possíveis, mas difíceis de serem conquistados – geram, normalmente, melhores resultados e benefícios, mesmo que não alcançados.</li>
<li><strong>Motive-se:</strong> A motivação para seguir o planejamento só depende de você. Não importa se tudo está dando errado. Você é responsável pela própria insatisfação e vai parecer que nada vai dar certo se você não estiver motivado. Se for preciso, refaça o planejamento, mas não desista.</li>
<li><strong>Busque conhecimento:</strong> A busca constante por conhecimento é importante para que a evolução da carreira seja sustentável. Objetivos e metas que envolvam capacitações e busca por conhecimentos devem estar nos seus planos. O conhecimento é a base para as novas ideias e para evolução pessoal.</li>
</ul>
<p>Acredito que estas sejam as principais características de um bom planejamento. Além de praticá-las, procuro pensar sempre em curto, médio e longo prazo com os ciclos de 1, 3, 5 e 10 anos. Todo ano reviso e atualizo meu planejamento, sem nunca esquecer de executá-lo.</p>
<p>Para complementar o assunto, recomendo uma reportagem que saiu na revista Você S/A deste mês. Nela há um teste bem interessante, desenvolvido pela consultoria em RH Ricardo Xavier, que ajuda na hora de fazer o balanço e planejar 2010.</p>
<p>Se você tem outras dicas ou sugestões para um bom planejamento, comente e contribua também.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.minhacarreira.com/" target="_blank">http://www.minhacarreira.com/</a></p>
<blockquote><p>Guilherme Tossulino é bacharel em Sistemas de Informação e pós graduando em Gerenciamento de <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-gestao-de-projetos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Gerenciamento de Projetos" >projetos</a>. Atualmente atua como coordenador de TI no Instituto de Estudos Avançados (IEA) em Florianópolis e é um dos fundadores do Minha Carreira.</p></blockquote>
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		<title>Destaque-se, seja resiliente!</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 12:44:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Leonardo Soares Grapeia
As corporações vem buscando profissionais capazes de suportar o estresse e se adaptar a ambientes conturbados. Veja dicas para desenvolver essa habilidade.
Hoje, neste mundo globalizado onde as empresas se relacionam em um ambiente de extrema competitividade por metas e resultados, o estresse é uma realidade observada nas mais diferentes áreas e setores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-589" title="Equilíbrio" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/0000079018.jpg" alt="Equilíbrio" width="300" height="170" />Por Leonardo Soares Grapeia</em></p>
<p>As corporações vem buscando profissionais capazes de suportar o estresse e se adaptar a ambientes conturbados. Veja dicas para desenvolver essa habilidade.</p>
<p>Hoje, neste mundo globalizado onde as empresas se relacionam em um ambiente de extrema competitividade por metas e resultados, o estresse é uma realidade observada nas mais diferentes áreas e setores do mercado de trabalho.</p>
<p>Para atender a esta realidade, as corporações vem buscando profissionais dotados da capacidade de se adaptarem a esse ambiente conturbado na busca de constantes resultados. Nessa busca destaca-se o chamado “profissional resiliente”. Mas o que é resiliência?</p>
<p>Resiliência é um conceito oriundo da Física, que se refere à propriedade de acumular energia quando exigidos ou submetidos a extrema pressão, voltando em seguida ao seu estado original, sem qualquer deformação, como um elástico. O dicionário Aurélio descreve a resiliência como “a capacidade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora de uma deformação elástica”.</p>
<p>No mundo corporativo, podemos definir resiliência como a capacidade do indivíduo de lidar com serenidade com o estresse e as adversidades cotidianas, decorrentes do ambiente de trabalho, moldando-se a cada situação e recuperando o seu estado original.</p>
<p>O equilíbrio humano é como a estrutura de um edifício. Se a pressão for maior que a resistência, aparecerão rachaduras, como doenças psicossomáticas. Daí a importância desta flexibilidade, característica principal do profissional resiliente.</p>
<p>Assim, pode-se considerar que a resiliência é uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades de maneira racional, buscando as soluções mais adequadas.</p>
<p><strong>Resiliência em dez dicas</strong></p>
<p>Um profissional resiliente, quando submetido a situação de estresse, a administrará de maneira sensata, sem impulsividade, visualizando o problema como um todo. Essa capacidade certamente lhe propocionará forças para enfrentar a adversidade e o tornará capaz de apresentar soluções criativas e eficazes.</p>
<p>A boa notícia é que todos nós podemos nos tornar resilientes. Seguem algumas dicas:</p>
<ul>
<li>Mentalize seu projeto de vida, mesmo que ele não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade;</li>
<li>Pratique esportes e métodos de relaxamento e meditação para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam o nível de endorfinas, hormônios que proporcionam sensação de bem-estar;</li>
<li>Procure manter o lar em harmonia, pois este é o &#8220;ponto de apoio” para recuperar-se;</li>
<li>Aproveite parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança;</li>
<li>Transforme-se em um otimista em potencial;</li>
<li>Assuma riscos (tenha coragem);</li>
<li>Apure o senso de humor (desarme os pessimistas);</li>
<li>Separe bem quem você é do que você faz;</li>
<li>Use a criatividade para quebrar a rotina;</li>
<li>Permita-se sentir dor, recuar e, às vezes, flexbilizar para em seguida retornar ao estado original.</li>
</ul>
<p>Lembre-se, resiliência é  a arte de transformar toda energia de um problema em uma solução criativa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com" target="_blank">http://br.hsmglobal.com</a></p>
<blockquote><p>Leonardo Soares Grapeia é fundador e editor da AGN &#8211; Administração, Gestão e Negócios.</p></blockquote>
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