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	<title>Blog Trace Sistemas &#187; Comunicação</title>
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	<description>A Trace Sistemas é uma empresa que tem seu Core Business centrado em sua solução de Gestão do Trabalho, TraceGP.</description>
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		<title>Ouça antes que seja tarde. (ou: o que a vida tem lhe falado?)</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/ouca-antes-que-seja-tarde-ou-o-que-a-vida-tem-lhe-falado/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 18:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<description><![CDATA[Numa daquelas coincidências incríveis que nosso cérebro insiste em categorizar como “avisos” fiquei sabendo, em um mesmo dia, da perda de um amigo aos 37 anos de idade e de uma “amigadeumaamiga” aos 35.  Pessoas aparentemente saudáveis, no auge de sua vida.
Mais coincidente ainda estava eu nessa semana a pensar sobre as pessoas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1591" title="Warning Sign Future" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/warning-sign-future-300x201.gif" alt="Warning Sign Future" width="300" height="201" />Numa daquelas coincidências incríveis que nosso cérebro insiste em categorizar como “avisos” fiquei sabendo, em um mesmo dia, da perda de um amigo aos 37 anos de idade e de uma “amigadeumaamiga” aos 35.  Pessoas aparentemente saudáveis, no auge de sua vida.</p>
<p>Mais coincidente ainda estava eu nessa semana a pensar sobre as pessoas que se envolvem em ritmos alucinantes de trabalho. 14, 18, 20 horas de trabalho. Todo dia. Todo santo dia.</p>
<p>Em nome de que se faz isso? Em nome de Quem?</p>
<p>Uma ou outra exceção, casos pontuais e urgentes tudo bem. Mas sem perceber, sem querer e sem questionar vamos girando nesse imenso turbilhão até sabe-se lá quando.</p>
<p>Mas a vida é sábia, ela nos dá chances de mudar nosso destino.</p>
<p>A grande questão é:</p>
<p><strong><em>Você ouve o que a vida está te falando? Você se permite silenciar e ouvir algo que não está sendo dito?</em></strong></p>
<p>Ou ao menor sinal de comunicação da vida você já sai atropelando e dizendo “não tenho tempo pra isso agora” ou “ depois eu vejo isso, preciso terminar meu trabalho agora” ou pior ainda “quando eu … eu vou …”</p>
<p>Megahiperultradica nº 112: Ouvir não é só perceber a informação mas estar preparado para ouvir e disposto a agir de acordo com aquilo que ouve.</p>
<p>É consciência, disposição e atitude.</p>
<p>Agora pare tudo o que está fazendo e simplesmente ouça o que a vida está lhe falando. É muito bom ouvir alguém que a gente gosta.</p>
<p>Bjs, abs e piparotes!</p>
<p>Eu estou indo tomar sorvete!</p>
<p>Fonte: <a href="http://vocesa.abril.com.br/blog/marcio-mussarela/2011/08/12/ouca-antes-que-seja-tarde-ou-o-que-a-vida-tem-lhe-falado/" target="_blank">http://vocesa.abril.com.br/blog/marcio-mussarela/2011/08/12/ouca-antes-que-seja-tarde-ou-o-que-a-vida-tem-lhe-falado/</a></p>
<blockquote><p>Márcio Mussarela é comunicador corporativo, apresentador de TV e palestrante.</p></blockquote>
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		<title>A Comunicação nas Lideranças: Eu Falo, Tu Interpretas…</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/a-comunicacao-nas-liderancas-eu-falo-tu-interpretas/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 19:17:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Waleska Farias
Comunicar-se bem demanda antes de tudo aprender a ouvir e compreender a intenção do outro, inclusive pelo o que não é falado. Aliás, as palavras representam apenas o que está na superfície. O corpo ilustra aquilo que desconforta e não consegue ser expressado; que não é dito, mas fala muito mais. Esse processo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1337" title="A Comunicação nas Lideranças" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/92706718-300x200.jpg" alt="A Comunicação nas Lideranças" width="300" height="200" />Por Waleska Farias</em></p>
<p>Comunicar-se bem demanda antes de tudo aprender a ouvir e compreender a intenção do outro, inclusive pelo o que não é falado. Aliás, as palavras representam apenas o que está na superfície. O corpo ilustra aquilo que desconforta e não consegue ser expressado; que não é dito, mas fala muito mais. Esse processo requer conhecimento no qual nem todo líder é versado.</p>
<p>A comunicação se torna fluida somente quando o ponto de vista do outro é compreendido e acolhido, independente do quão diferente possa ser das convenções em pauta. Quando a realidade do outro consegue ser entendida, a linguagem é usada com muita precisão e promove resultados bastante positivos no processo de entendimento entre o líder e seus colaboradores.</p>
<p>Quando um líder acredita que as pessoas ao seu entorno têm a obrigação de saber interpretar o que ele quer dizer, está na verdade contribuindo para que ocorram os ruídos e bloqueios no processo de comunicação. Afinal, se a boa comunicação é privilégio de poucos, o que dizer da leitura de mente?</p>
<p>Segundo pesquisa realizada pela DMRH, empresa de consultoria em recursos humanos, “47,9% dos profissionais brasileiros estão insatisfeitos com a comunicação no trabalho e 60% não entendem quais são as suas metas dentro da empresa.”</p>
<p>Esse número sugere uma atenção especial quando vinculado à capacidade de realização das pessoas, que precisam necessariamente entender o que e como fazer para que possam desempenhar no melhor de si.</p>
<p>Se o líder pretende conquistar a habilidade de bom comunicador, é bom estreitar vínculos com seus colaboradores para entender como suas necessidades e expectativas influenciam a forma como apreendem e transmitem suas mensagens antes de ceder ao impulso de imputar aos mesmos o insucesso dos resultados.</p>
<p>O líder, antes de comunicar-se com sua equipe, deve assegurar-se, sempre, de que sua fala está coerente com a mensagem que deseja transmitir. Nesse contexto, fazer um racional prévio e adequado à escuta do grupo ajuda a organizar as etapas da conversação para que sua fala seja entendida e as pessoas que o escutam acompanhem e compreendam com segurança o conteúdo comunicado.</p>
<p>É valido ressaltar, também, que as palavras sem sentimento tornam-se vazias e sem conotação, portanto é essencial considerar o conteúdo emocional da mensagem. Quando as pessoas sentem que o que está sendo dito é verdadeiro, acatam a mensagem com mais facilidade. A autenticidade do líder dá credibilidade à mensagem. É imperativo que suas ações ilustrem sua fala.</p>
<p>A consistência do discurso está diretamente vinculada ao sentimento impresso no momento da transmissão da mensagem, que se torna convincente apenas quando permeada pelo sentimento sincero de quem fala em convergência com a pessoalidade de quem ouve.</p>
<p>Nem todas as mensagens vestem todos os ouvidos. A comunicação, portanto, deve ser customizada.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.hsm.com.br" target="_blank">http://www.hsm.com.br</a></p>
<blockquote><p>Waleska Farias: Coach e Consultora de Gestão de Carreira e Imagem, desenvolve treinamentos, workshops e palestras com foco nos aspectos comportamentais das relações humanas, através da abordagem de conceitos essenciais, no que tange ao desenvolvimento de habilidades sociais e emocionais, que agreguem valores e contribua para criação de um diferencial competitivo no processo de construção de carreira e formação de imagem.</p></blockquote>
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		<title>Quem é esse tal empreendedor?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/quem-e-esse-tal-empreendedor/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/quem-e-esse-tal-empreendedor/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Dec 2010 11:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[competitividade]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Estilo e Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[estudos & pesquisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Tiago Aguiar
Você já reparou que há dez anos ouvia-se falar pouco sobre empreendedorismo? Essa atitude transformadora ganhou força com a estabilização da economia brasileira, é claro, mas não podemos deixar de fora os efeitos da globalização e a revolução tecnológica, com a internet.
O fato é que o desejo empreendedor contaminou o brasileiro. Entre 12 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1170" title="Empreendedor" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/empreendedor.png" alt="Empreendedor" width="320" height="288" />Por Tiago Aguiar</em></p>
<p>Você já reparou que há dez anos ouvia-se falar pouco sobre empreendedorismo? Essa atitude transformadora ganhou força com a estabilização da economia brasileira, é claro, mas não podemos deixar de fora os efeitos da globalização e a revolução tecnológica, com a internet.</p>
<p>O fato é que o desejo empreendedor contaminou o brasileiro. Entre 12 e 13% da população economicamente ativa empreende: algo em torno de 14 milhões de pessoas. Além disso, com mais de 5 milhões de empresas no País, as pequenas e médias compõem 98% da nossa economia. Para confirmar essa natureza empreendedora, pesquisas dão conta de que, em 2015, chegaremos a 9,1 milhões de empresas.</p>
<p>Com toda essa vocação, é importante lembrarmos algumas características fundamentais para desenvolver essa atitude empreendedora: é preciso ser capaz de traçar claramente um objetivo e ter persistência e determinação para ir ao encontro dessas metas estabelecidas. É possível dizer, inclusive, que o empreendedor é um eterno “insatisfeito”. É essa insatisfação, aliada à capacidade de enxergar seus objetivos, que move o ideal do empresário.</p>
<p>Mesmo em algumas empresas que já tenham atingido certo grau de maturidade é importante não deixar essa visão de lado, de um processo constante de especialização e profissionalismo. Organizações nunca são obras prontas e precisam estar em constante expansão. Afinal, diante do quadro de crescimento econômico, estagnação e retrocesso caminham lado a lado.</p>
<p>O que está por trás disso tudo, então? Sonhos! É a capacidade de sonhar que acaba gerando toda essa clareza de pensamento, resiliência e persistência. Tal qual o triângulo do fogo (no qual se uma das partes deixa de existir, o fogo como resultado final deixa de ser possível), esse quadrilátero formado por sonho, resiliência, persistência e foco é o cenário ideal e necessário para o produto empreendedorismo!</p>
<p>Mantenha em mente que cada empreendedor é único em sua trajetória. Não existem fórmulas de sucesso ou manuais com respostas definitivas. Empreender é ter a capacidade de perseguir seus sonhos. Persiga-os!</p>
<blockquote><p>Tiago Aguiar Advogado, ganhador do Aprendiz 4 &#8211; O Sócio, empresário e apresentandor do Programa Atitude BR &#8211; TV BAND, Domingo, 10hs</p></blockquote>
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		<title>Converse com seu CEO</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/converse-com-seu-ceo/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/converse-com-seu-ceo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 10:56:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Katia Cecotosti
No início de janeiro o CEO da GE, Jeff Immelt, fez sua visita anual ao Brasil. Como de praxe reúne-se a empresa num auditório de hotel, mostra-se alguns vídeos, o presidente faz um discurso e depois vem a sessão de perguntas e respostas. Eu, assim como todos os demais funcionários da GE, fui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por Katia Cecotosti</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">No início de janeiro o CEO da GE, Jeff Immelt, fez sua visita anual ao Brasil. Como de praxe reúne-se a empresa num auditório de hotel, mostra-se alguns vídeos, o presidente faz um discurso e depois vem a sessão de perguntas e respostas. Eu, assim como todos os demais funcionários da GE, fui convidado a participar. Ou seja, mais uma dessas inúteis reuniões corporativas para perder tempo, certo? Errado! Uma ótima oportunidade para o desenvolvimento profissional.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O Jeff lidera uma companhia de US$ 180 bilhões com presença em mais de 100 países, conversa frequentemente com presidentes dos principais países, lidera mais de 300.000 funcionários, sob várias óticas deve ser uma das 50 pessoas mais poderosas do mundo. Se você acha que não é importante ouvir o que o seu CEO tem a dizer, recomendo refletir profundamente porque ele está lá e você aí.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Estes eventos também apresentam uma oportunidade rara, você pode conversar diretamente com seu CEO sobre o assunto que quiser! O caminho é a sessão de perguntas e respostas, porém isso inclui obrigatoriamente pegar o microfone na frente de 500 pessoas e falar em inglês com o número 1 da companhia.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">As pessoas tem várias objeções a fazer perguntas nestas ocasiões, e as principais são timidez ou achar que é bobagem. É comum ter medo, porém ele pode e deve ser trabalhado, e quanto antes começar, melhor. E para quem acha que é bobagem eu discordo. Minhas razões são:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1. Seu CEO adora responder perguntas. Ele quer ter contato com o time local em todos os níveis e quer saber as ideias e inquietações das pessoas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">2. A sua liderança local adora que as pessoas façam perguntas. Afinal, quem não quer mostrar que tem uma organização madura e proativa que tem o que falar com o CEO?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">3. É um ótimo treinamento prático de como falar em público e lidar com pessoas de alto escalão. Quer goste ou não, quer se sinta confortável ou não, estes dois atributos são importantes para a evolução profissional.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">4. Exposição. Mais pessoas vão te conhecer, e novamente, quer goste ou não, isto é importante para a evolução na carreira. Naturalmente não serão estes 2 minutos de exposição que farão a diferença, é apenas mais uma pequena contribuição para quem te conhece formar um pouco mais de opinião e quem nunca te viu saber que você existe.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">5. Você vai aprender com a resposta dele, afinal é uma mini-consultoria gratuita de um grande líder global. E você naturalmente não vai fazer uma pergunta qualquer, só para marcar presença, certo?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Agora que você se convenceu que é uma boa idéia conversar com a sua liderança, vem a questão: como fazer para começar? É chegar no meio da apresentação, pensar em qualquer coisa, respirar fundo e ir para o microfone? Não! Minhas recomendações:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">1. Pense na pergunta pelo menos uma semana antes. Algo que seja relevante, que você realmente queira saber, que inclua algum recado que você quer passar para o CEO. E por favor, sem perguntas sobre balanço entre vida profissional e pessoal, qual a estratégia da companhia ou se o Brasil é prioridade. Estas perguntas são lugar comum e todos sabem as respostas: Não tem vida pessoal para o CEO; a estratégia você encontra em duzentos lugares, inclusive no relatório anual; e é claro que ele vai falar que o Brasil é prioridade mesmo que não seja.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">2. Entenda o estilo do seu CEO. Como ele geralmente age nestes eventos? Como lida com as perguntas? Se você nunca viu uma apresentação dele pergunte a outras pessoas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">3. Pense bem como formular sua pergunta, traduza para o inglês, repita várias vezes inclusive em voz alta. Comece sempre se identificando, e não é só falando o nome, diga seu cargo e unidade de negócios de uma maneira que todos entendam.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">4. Considere a possibilidade dele responder com outra pergunta. Pode parecer assustador mas é ótimo porque aí fica mais próximo de uma conversa. Tenha uma opinião formada sobre o assunto para poder discutir.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">5. Tenha uma pergunta backup. Alguém pode falar a sua primeiro ou pode estar incluída numa resposta dele. E você não vai lá só para marcar presença ou repetir o que todo mundo sabe, certo?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">6. Sente-se nas fileiras da frente. Já que é para falar com ele que seja de perto. Além disso, você fica focado só nele e não nas outras 500 pessoas que estão te olhando.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">7. A mais importante, que vale também para muita coisa na vida profissional: não fique extremamente preocupado com o que os outros vão pensar. Acredite que qualquer que seja a sua pergunta uns 15% vão adorar, uns 15% vão achar ridículo e os outros 70% não estão nem aí. Isso vale também para as opiniões sobre você após a apresentação. Elas vão desde “só quer aparecer, pergunta combinada, que inglês fraco” até “corajoso, boa pergunta, fala inglês fluente” passando por “pergunta? quem? onde?”.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Desta vez eu segui estas regras e fiz a pergunta para o Jeff, claro que deu um frio na barriga, mas foi uma experiência muito legal. E ainda teve um bônus porque quando a sessão de perguntas e repostas foi aberta ninguém se mexeu por uns 30 segundos, já estava ficando chato e eu acabei levantando e sendo o primeiro. Ele então imediatamente mandou uma piada “Brave guy! Give-me your name and I’ll get you promoted this afternoon”, foi ótimo para quebrar o gelo. Caso esteja curioso a pergunta foi sobre o tema “Integrated ‘One GE’ Strategy in India.”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Após a apresentação, conforme esperado pela minha regra do 15/70/15, os amigos parabenizaram, a maioria das pessoas nada falou, e um ou outro insinuou que era pergunta combinada. E ainda fui procurado por um colega de outra unidade interessado numa potencial parceria de negócios. Saldo positivo na minha opinião.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Aproveite o ano novo e inclua na sua lista de promessas fazer uma pergunta para seu CEO na próxima oportunidade. E comece treinando hoje mesmo nas apresentações do diretor da sua área ou do presidente da operação no Brasil. Com o tempo vai ficando mais natural e você nem precisa se preparar tanto antes. Boa conversa com seu CEO !</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Gustavo Loss (Executivo com experiência nas áreas de marketing, vendas e operações de multinacionais &#8211; http://pontodevistagustavoloss.blogspot.com)</div>
<p>Por Gustavo Loss</p>
<p>No início de janeiro o CEO da GE, Jeff Immelt, fez sua visita anual ao Brasil. Como de praxe reúne-se a empresa num auditório de hotel, mostra-se alguns vídeos, o presidente faz um discurso e depois vem a sessão de perguntas e respostas. Eu, assim como todos os demais funcionários da GE, fui convidado a participar. Ou seja, mais uma dessas inúteis reuniões corporativas para perder tempo, certo? Errado! Uma ótima oportunidade para o desenvolvimento profissional.</p>
<p>O Jeff lidera uma companhia de US$ 180 bilhões com presença em mais de 100 países, conversa frequentemente com presidentes dos principais países, lidera mais de 300.000 funcionários, sob várias óticas deve ser uma das 50 pessoas mais poderosas do mundo. Se você acha que não é importante ouvir o que o seu CEO tem a dizer, recomendo refletir profundamente porque ele está lá e você aí.</p>
<p>Estes eventos também apresentam uma oportunidade rara, você pode conversar diretamente com seu CEO sobre o assunto que quiser! O caminho é a sessão de perguntas e respostas, porém isso inclui obrigatoriamente pegar o microfone na frente de 500 pessoas e falar em inglês com o número 1 da companhia.</p>
<p>As pessoas tem várias objeções a fazer perguntas nestas ocasiões, e as principais são timidez ou achar que é bobagem. É comum ter medo, porém ele pode e deve ser trabalhado, e quanto antes começar, melhor. E para quem acha que é bobagem eu discordo. Minhas razões são:</p>
<ol>
<li><strong>Seu CEO adora responder perguntas. </strong>Ele quer ter contato com o time local em todos os níveis e quer saber as ideias e inquietações das pessoas.</li>
<li><strong>A sua liderança local adora que as pessoas façam perguntas. </strong>Afinal, quem não quer mostrar que tem uma organização madura e proativa que tem o que falar com o CEO?</li>
<li><strong>É um ótimo treinamento prático de como falar em público e lidar com pessoas de alto escalão.</strong> Quer goste ou não, quer se sinta confortável ou não, estes dois atributos são importantes para a evolução profissional.</li>
<li><strong>Exposição.</strong> Mais pessoas vão te conhecer, e novamente, quer goste ou não, isto é importante para a evolução na carreira. Naturalmente não serão estes 2 minutos de exposição que farão a diferença, é apenas mais uma pequena contribuição para quem te conhece formar um pouco mais de opinião e quem nunca te viu saber que você existe.</li>
<li><strong>Você vai aprender com a resposta dele</strong>, afinal é uma mini-consultoria gratuita de um grande líder global. E você naturalmente não vai fazer uma pergunta qualquer, só para marcar presença, certo?</li>
</ol>
<p>Agora que você se convenceu que é uma boa idéia conversar com a sua liderança, vem a questão: como fazer para começar? É chegar no meio da apresentação, pensar em qualquer coisa, respirar fundo e ir para o microfone? Não! Minhas recomendações:</p>
<ol>
<li><strong>Pense na pergunta pelo menos uma semana antes. </strong>Algo que seja relevante, que você realmente queira saber, que inclua algum recado que você quer passar para o CEO. E por favor, sem perguntas sobre balanço entre vida profissional e pessoal, qual a estratégia da companhia ou se o Brasil é prioridade. Estas perguntas são lugar comum e todos sabem as respostas: Não tem vida pessoal para o CEO; a estratégia você encontra em duzentos lugares, inclusive no relatório anual; e é claro que ele vai falar que o Brasil é prioridade mesmo que não seja.</li>
<li><strong>Entenda o estilo do seu CEO.</strong> Como ele geralmente age nestes eventos? Como lida com as perguntas? Se você nunca viu uma apresentação dele pergunte a outras pessoas.</li>
<li><strong>Pense bem como formular sua pergunta</strong>, traduza para o inglês, repita várias vezes inclusive em voz alta. Comece sempre se identificando, e não é só falando o nome, diga seu cargo e unidade de negócios de uma maneira que todos entendam.</li>
<li><strong>Considere a possibilidade dele responder com outra pergunta.</strong> Pode parecer assustador mas é ótimo porque aí fica mais próximo de uma conversa. Tenha uma opinião formada sobre o assunto para poder discutir.</li>
<li><strong>Tenha uma pergunta backup.</strong> Alguém pode falar a sua primeiro ou pode estar incluída numa resposta dele. E você não vai lá só para marcar presença ou repetir o que todo mundo sabe, certo?</li>
<li><strong>Sente-se nas fileiras da frente. </strong>Já que é para falar com ele que seja de perto. Além disso, você fica focado só nele e não nas outras 500 pessoas que estão te olhando.</li>
<li>A mais importante, que vale também para muita coisa na vida profissional: <strong>não fique extremamente preocupado com o que os outros vão pensar.</strong> Acredite que qualquer que seja a sua pergunta uns 15% vão adorar, uns 15% vão achar ridículo e os outros 70% não estão nem aí. Isso vale também para as opiniões sobre você após a apresentação. Elas vão desde “só quer aparecer, pergunta combinada, que inglês fraco” até “corajoso, boa pergunta, fala inglês fluente” passando por “pergunta? quem? onde?”.</li>
</ol>
<p>Desta vez eu segui estas regras e fiz a pergunta para o Jeff, claro que deu um frio na barriga, mas foi uma experiência muito legal. E ainda teve um bônus porque quando a sessão de perguntas e repostas foi aberta ninguém se mexeu por uns 30 segundos, já estava ficando chato e eu acabei levantando e sendo o primeiro. Ele então imediatamente mandou uma piada “Brave guy! Give-me your name and I’ll get you promoted this afternoon”, foi ótimo para quebrar o gelo. Caso esteja curioso a pergunta foi sobre o tema “Integrated ‘One GE’ Strategy in India.”</p>
<p>Após a apresentação, conforme esperado pela minha regra do 15/70/15, os amigos parabenizaram, a maioria das pessoas nada falou, e um ou outro insinuou que era pergunta combinada. E ainda fui procurado por um colega de outra unidade interessado numa potencial parceria de negócios. Saldo positivo na minha opinião.</p>
<p>Aproveite o ano novo e inclua na sua lista de promessas fazer uma pergunta para seu CEO na próxima oportunidade. E comece treinando hoje mesmo nas apresentações do diretor da sua área ou do presidente da operação no Brasil. Com o tempo vai ficando mais natural e você nem precisa se preparar tanto antes. <strong>Boa conversa com seu CEO</strong> !</p>
<p>Fonte: <a href="http://pontodevistagustavoloss.blogspot.com" target="_blank">http://pontodevistagustavoloss.blogspot.com</a></p>
<blockquote><p>Gustavo Loss é Executivo com experiência nas áreas de marketing, vendas e operações de multinacionais.</p></blockquote>
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		<title>Tudo Por Escrito ?!</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 19:40:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[documentação]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Luiz de Paiva
Existe uma prática que é adotada radicalmente por uns, mas considerada um exagero desnecessário por outros:  colocar TUDO por escrito em um projeto.
O tema é um pouco controverso.  A partir de que momento o nível de registro de informações se torna excessivo?  Ficar registrando tudo não reduz a produtividade do projeto?  A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-619" title="Tudo por escrito" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/documentacao-projeto-in.jpg" alt="Tudo por escrito" width="346" height="216" />Por Luiz de Paiva</em></p>
<p>Existe uma prática que é adotada radicalmente por uns, mas considerada um exagero desnecessário por outros:  colocar TUDO por escrito em um projeto.</p>
<p>O tema é um pouco controverso.  A partir de que momento o nível de registro de informações se torna excessivo?  Ficar registrando tudo não reduz a produtividade do projeto?  A burocracia não acaba virando burocratismo?</p>
<p>Minha opinião e prática é pecar pelo excesso:  toda informação que tenha qualquer importância no projeto deve ser documentada adequadamente.   Vou dar aqui algumas razões:</p>
<ul>
<li><strong>Minha memória é limitada:</strong> como gerente de projeto, sou o responsável por garantir o bom fluxo das informações.  Como sei que não consigo lembrar de tudo, prefiro documentar as informações a pensar “ah, eu não vou me esquecer disto”.</li>
<li><strong>A memória dos outros também é limitada:</strong> se não confio na minha capacidade de lembrar de tudo, como confiarei na dos outros?  Desconfie especialmente daqueles que não anotam as informações importantes em reuniões, e daqueles que gostam de repetir “pode deixar, eu consigo me lembrar de tudo que foi decidido”.</li>
<li><strong>Informações claras são uma característica fundamental de um projeto de sucesso:</strong> distribuir informações documentadas ajuda a esclarecer atividades, decisões e objetivos.  Identificar lacunas na comunicação terá impacto positivo direto nos resultados do projeto.</li>
<li><strong>Fácil referência futura: </strong>um projeto bem documentado também melhora o resultado de projetos futuros, permitindo uma melhor análise de lições aprendidas.</li>
<li><strong>Responsabilidades:</strong> mesmo que a boa vontade impere entre os membros da equipe, as responsabilidades sempre devem estar documentadas.  Novamente, lacunas de compreensão podem fazer com que uma atividade fique esquecida, com impactos de tempo e custo em sua recuperação.</li>
<li><strong>Não confio em todos a meu redor:</strong> infelizmente o gerente de projeto nunca deve se esquecer que podem existir pessoas que desejam o fracasso do projeto, ou querem fugir do trabalho.  Para estas pessoas, a falha no registro de informações é um prato cheio, já que elas poderão manipular suas próprias versões dos fatos sem que você tenha documentação adequada para expor a verdade.</li>
<li><strong>Distribuição:</strong> distribuir um e-mail ou um comunicado é muito mais prático do que ficar ligando para várias pessoas para passar uma informação.</li>
</ul>
<p>O segredo é achar a forma certa de fazer a documentação do projeto.  Da mesma forma que as decisões mais importantes dos principais stakeholders não devem ficar apenas em uma nota de e-mail, uma informação do dia a dia que apenas interessa a uma ou duas pessoas não precisa se tornar um relatório em formato padronizado.  Sempre gosto de repetir:  vale o bom senso!</p>
<p>Fonte: <a href="http://ogerente.com/stakeholder/" target="_blank">http://ogerente.com/stakeholder/</a></p>
<blockquote><p>Luiz Henrique de Paiva Jose é graduado em Engenharia Elétrica pela Unicamp, e pós-graduado em Gerenciamento de Projetos pela FGV. Certificado PMP  pelo PMI. Até 2007, atuou 5 anos como Gerente de Projetos e Diretor de Fábrica na Vitelcom México, multinacional fabricante de telefones celulares. Atualmente presta consultoria empresarial, voltada a Gerenciamento de Projetos e Presença Online para pequenas e médias empresas nas regiões de São Paulo, Jundiaí e Campinas. Proprietário da Avantta Consulting. Criador do Portal O GERENTE, e editor dos blogs do Portal.</p></blockquote>
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