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	<title>Blog Trace Sistemas &#187; decisão</title>
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	<description>A Trace Sistemas é uma empresa que tem seu Core Business centrado em sua solução de Gestão do Trabalho, TraceGP.</description>
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		<title>Descubra o poder das decições</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 12:52:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais do que qualquer outra coisa, creio que são nossas DECISÕES, e não as CONDIÇÕES de nossas vidas, que determinam nosso destino. Você sabe e é verdade que há pessoas que nascem com vantagens: têm vantagens genéticas, ambientais, familiares ou de relacionamentos. Contudo, também sabemos que constantemente conhecemos, lemos a respeito e ouvimos falar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1523" title="Decisão" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/a-1.jpg" alt="Decisão" width="227" height="222" />Mais do que qualquer outra coisa, creio que são nossas DECISÕES, e não as CONDIÇÕES de nossas vidas, que determinam nosso destino. Você sabe e é verdade que há pessoas que nascem com vantagens: têm vantagens genéticas, ambientais, familiares ou de relacionamentos. Contudo, também sabemos que constantemente conhecemos, lemos a respeito e ouvimos falar de pessoas que, contra todas as possibilidades, se projetaram além dos limites de suas condições, ao tomarem novas decisões sobre o que fazer com suas vidas. Tornaram-se exemplos do poder sem limites do espírito humano.</p>
<p>Se decidirmos, você e eu podemos fazer de nossas vidas um desses exemplos inspiradores. Como? Simplesmente tomando decisões hoje sobre como viveremos nossas vidas nos anos 2020 e além. Se você não tomar decisões sobre como vai viver, então já tomou uma decisão, não é mesmo? Ou seja, decidiu se deixar dirigir pelo ambiente, em vez de moldar seu próprio destino. Toda a minha vida mudou em apenas um dia – o dia em que determinei não apenas o que gostaria de ter, ou o que queria me tornar, mas também decidi quem e o que eu estava COMPROMETIDO em ser em minha vida. É uma distinção simples, mas crítica.</p>
<p>Pense comigo. Há uma diferença enorme entre estar interessado e ser comprometido em alguma coisa? Pode apostar que sim! Muitas pessoas dizem coisas como ‘’Puxa, eu realmente gostaria de ganhar mais dinheiro!’’ ou ‘’Gostaria de perder peso’’. Mas esse tipo de declaração não representa de modo algum um compromisso. A pessoa apenas anuncia sua preferência, dizendo ‘’Estou interessado que isto aconteça, se não tiver que fazer nada.’’ Isso não é PODER! É uma oração fraca, sem qualquer fé para acioná-la. Não apenas você tem que decidir que resultados está comprometido em conseguir, como também o tipo de pessoa em que está comprometido em se tornar.</p>
<p>Merece estabelecer e viver segundo um padrão elevado, não importa o que aconteça na vida. Mesmo quando tudo sair errado, mesmo quando chover na sua parada, mesmo que ninguém dê o apoio que precisa, ou que a Bolsa despenque, mesmo que seu amor o abandone, ainda sim deve manter a decisão de viver sua vida no mais alto nível.</p>
<p>Infelizmente, a maioria das pessoas nunca faz isso por estar ocupada a inventar desculpas. A razão pela qual essas pessoas não atingiram seus objetivos ou não estão vivendo a vida de seus sonhos deve-se ao modo como seus pais as trataram, ou à falta de oportunidade na juventude, ou porque são muito velhas, ou estão jovens demais. Todas essas desculpas não são apenas limitadoras, são DESTRUTIVAS. As desculpas perpetuam a mediocridade.</p>
<p>Usar o poder da decisão lhe dá a capacidade de vencer qualquer desculpa e modificar qualquer parte de sua vida em um instante. Pode mudar seus relacionamentos, seu ambiente de trabalho, nível de saúde, rendimentos e estados emocionais. Pode determinar se está alegre ou triste, frustrado ou animado, escravizado pelas circunstâncias ou expressando sua liberdade. A decisão muda o rumo da sua vida. É num momento de decisão que sua vida muda para sempre. E decisão significa cortar qualquer outra alternativa e entrar em ação logo em seguida. Sua vida muda no instante em que você toma uma decisão nova, coerente e empenhada. O mais extraordinário nessa força, nesse poder, é que você já o possui. O ímpeto explosivo da decisão não é algo reservado apenas a uns poucos eleitos, com as credenciais certas, dinheiro ou nome de família. Está disponível tanto ao trabalhador normal quanto ao presidente.</p>
<p>Está disponível para você agora, enquanto lê este artigo. Este poder é seu agora. Decida fazer da sua vida, uma vida inspiradora, decida fazer sua vida valer a pena e não apenas passar por ela, decida desfrutar e não consertar sua vida, decida explodir de felicidade e não ficar frustrado com as coisas, decida amar e jamais odiar, decida viver intensamente o agora. Decida-se, viva, grite, pule, festeje, comemore, queime, sorria adoidado e viverá de verdade.</p>
<p>Tomar uma decisão de verdade significa se comprometer em atingir um resultado, e cortar qualquer outra possibilidade.</p>
<p>O espírito humano é poderoso. A vontade de vencer, a vontade de obter sucesso, de moldar a própria vida, de assumir o controle, só pode ser aproveitada quando você decide o que quer, e crê que nenhum desafio, nenhum problema, nenhum obstáculo poderá detê-lo. Quando você decidir isso, sua vida passará a ser formulada não pelas condições, mas por suas decisões e, neste instante, ela mudará para sempre, e você poderá assumir o controle da vida. Tome uma decisão rápida. Tome uma decisão corajosa e viverá a vida dos seus sonhos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.qualidadebrasil.com.br/artigo/lideranca/descubra_o_poder_das_decisoes" target="_blank">http://www.qualidadebrasil.com.br/artigo/lideranca/descubra_o_poder_das_decisoes</a></p>
<blockquote><p>Fernando Viel é um dos especialistas da nação brasileira em Psicologia da Mudança. Coach Executivo. Master e Trainer em PNL. Peak Performance Trainer. Treinador, filantropo, amigo, defensor dos desamparados, uma pessoa que faz a diferença, uma força para o bem, comunicador de alto impacto, um curador, um desafiador&#8230; e uma pessoa divertida, audaciosa e humilde!</p></blockquote>
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		<title>Inovar ou lamentar? A decisão é sua</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/inovar-ou-lamentar-a-decisao-e-sua-2/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/inovar-ou-lamentar-a-decisao-e-sua-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 15:56:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Eduardo Zugaib
Cuidado com determinados modelos de crenças, como aquele: “Prefiro ganhar pouco, ter saúde e ser feliz do que ganhar muito e viver preocupado”
Quando o resultado das nossas ações não satisfaz, é preciso parar um pouquinho e, com toda a lucidez e humildade, analisar onde podemos estar errando. Viver despreocupadamente é o desejo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1223" title="Inovação" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/inovação1.jpg" alt="Inovação" width="251" height="245" />Por Eduardo Zugaib</em></p>
<p>Cuidado com determinados modelos de crenças, como aquele: “Prefiro ganhar pouco, ter saúde e ser feliz do que ganhar muito e viver preocupado”</p>
<p>Quando o resultado das nossas ações não satisfaz, é preciso parar um pouquinho e, com toda a lucidez e humildade, analisar onde podemos estar errando. Viver despreocupadamente é o desejo que trazemos “de fábrica”. Porém, em muitos momentos, deixamos de assumir o controle de nossos pensamentos, sentimentos e atitudes, uma auto-sabotagem que confundimos com uma pseudo-tranquilidade.</p>
<p>Não é raro depararmos com amigos que miram duas opções extremas de vida. Percebem apenas o oito e o oitenta, esquecendo-se das 72 opções que existem entre eles, das sete que antecedem o oito e do infinito que sucede o oitenta. “Prefiro ganhar pouco, ter saúde e ser feliz do que ganhar muito e viver preocupado” é o tipo de crença instalada que nos serve de justificativa para a nossa falta de mobilização e o nosso medo – sim, o medo – de assumir o controle.</p>
<p>Quem disse que não é possível ganhar bem, ter saúde e ser feliz? Essa dissociação entre dinheiro e felicidade, tratados como universos antagônicos, estabelece em nós um padrão limitante de crenças. A partir desse modelo, idealizamos nossos pensamentos, que rascunharão nossos sentimentos, que comporão nossas atitudes e, finalmente, materializarão nossos resultados. O dinheiro é uma energia neutra e sua polarização está nas nossas mãos: é possível tratá-la como algo sujo, que corrompe e demoniza ou como algo que promove mudança, movimenta a economia, gera trabalho, fomenta a tecnologia e todas as outras esferas de prosperidade que a nossa inteligência pode imaginar.</p>
<p>Além do dinheiro, as demais energias neutras à nossa disposição – como o trabalho, o tempo, a fé, a ciência e os relacionamentos, entre outras – estão sujeitas ao nosso padrão mental. A possibilidade de inovação desse padrão é uma realidade, mas a decisão em adotá-la e monitorá-la é individual. O nosso modelo de crenças, ou padrão mental, é o mapa que vai nos orientar no campo da ação, e devemos estar conscientes que, entre mapa e terreno, existem variáveis controláveis e incontroláveis.</p>
<p>Daí a necessidade de avaliar cada passo, parando de tratar tudo como fruto do acaso ou do “azar que me ungiu quando nasci” – outro modelo de crença. No oposto do espírito da inovação está o espírito da lamentação. Quando o padrão mental é de lamentação, o resultado que se atinge, invariavelmente é o de uma vida lamentável.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.sobreadministracao.com" target="_blank">http://www.sobreadministracao.com</a></p>
<blockquote><p>Eduardo Zugaib é Profissional de comunicação e palestrante</p></blockquote>
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		<title>Inovar ou lamentar? A decisão é sua</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 12:46:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Eduardo Zugaib
Cuidado com determinados modelos de crenças, como aquele: “Prefiro ganhar pouco, ter saúde e ser feliz do que ganhar muito e viver preocupado” 
Quando o resultado das nossas ações não satisfaz, é preciso parar um pouquinho e, com toda a lucidez e humildade, analisar onde podemos estar errando. Viver despreocupadamente é o desejo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1100" title="Inovação" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/inovacao.jpg" alt="Inovação" width="350" height="300" />Por Eduardo Zugaib</em></p>
<p>Cuidado com determinados modelos de crenças, como aquele: <em><strong>“Prefiro ganhar pouco, ter saúde e ser feliz do que ganhar muito e viver preocupado” </strong></em></p>
<p>Quando o resultado das nossas ações não satisfaz, é preciso parar um pouquinho e, com toda a lucidez e humildade, analisar onde podemos estar errando. Viver despreocupadamente é o desejo que trazemos <em>“de fábrica”</em>. Porém, em muitos momentos, deixamos de assumir o controle de nossos pensamentos, sentimentos e atitudes, uma auto-sabotagem que confundimos com uma pseudo-tranquilidade.</p>
<p>Não é raro depararmos com amigos que miram duas opções extremas de vida. Percebem apenas o oito e o oitenta, esquecendo-se das 72 opções que existem entre eles, das sete que antecedem o oito e do infinito que sucede o oitenta. <em>“Prefiro ganhar pouco, ter saúde e ser feliz do que ganhar muito e viver preocupado”</em> é o tipo de crença instalada que nos serve de justificativa para a nossa falta de mobilização e o nosso medo – sim, o medo – de assumir o controle.</p>
<p>Quem disse que não é possível ganhar bem, ter saúde e ser feliz? Essa dissociação entre dinheiro e felicidade, tratados como universos antagônicos, estabelece em nós um padrão limitante de crenças. A partir desse modelo, idealizamos nossos pensamentos, que rascunharão nossos sentimentos, que comporão nossas atitudes e, finalmente, materializarão nossos resultados. O dinheiro é uma energia neutra e sua polarização está nas nossas mãos: é possível tratá-la como algo sujo, que corrompe e demoniza ou como algo que promove mudança, movimenta a economia, gera trabalho, fomenta a tecnologia e todas as outras esferas de prosperidade que a nossa inteligência pode imaginar.</p>
<p>Além do dinheiro, as demais energias neutras à nossa disposição – como o trabalho, o tempo, a fé, a ciência e os relacionamentos, entre outras – estão sujeitas ao nosso padrão mental. A possibilidade de inovação desse padrão é uma realidade, mas a decisão em adotá-la e monitorá-la é individual. O nosso modelo de crenças, ou padrão mental, é o mapa que vai nos orientar no campo da ação, e devemos estar conscientes que, entre mapa e terreno, existem variáveis controláveis e incontroláveis.</p>
<p>Daí a necessidade de avaliar cada passo, parando de tratar tudo como fruto do acaso ou do <em>“azar que me ungiu quando nasci”</em> – outro modelo de crença. No oposto do espírito da inovação está o espírito da lamentação. Quando o padrão mental é de lamentação, o resultado que se atinge, invariavelmente é o de uma vida lamentável.</p>
<p>Fonte: <a href="http://criarsaberviver.blogspot.com/" target="_blank">http://criarsaberviver.blogspot.com/</a></p>
<blockquote><p>Eduardo Zugaib é Profissional de comunicação, Escritor e Palestrante Motivacional e Comportamental. Articulista dos sites Instituto Empreender Endeavor, Portal HSM, Webinsider, Venda Mais, Revista Motivação, entre outros e também do jornal O Diário (Alto Tietê/SP), jornal Diário do Litoral (Baixada Santista/SP), Revistas Femme e Ser Mais. Vencedor do Prêmio Biblioteca Mário de Andrade de Literatura &#8211; São Paulo 450 anos. Autor dos livros “Gotham Sampa City”, finalista do Prêmio Jabuti 2007, e “Denny tem que correr”, pela Editora Melhoramentos. Co-autor do livro “Ser Mais Líder”, da Editora Ser Mais.</p></blockquote>
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		<title>Especialistas em quê?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/especialistas-em-que/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 11:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Paulo Sérgio
Cada vez mais temos visto a falta de dedicação dos profissionais na busca da preparação adequada para exercer suas atividades laborais. Uma das maiores reclamações é a falta de tempo. Só depois de Cristo já são mais de dois mil anos que cada dia tem vinte e quatro horas. Mas, infelizmente, parece que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por Paulo Sérgio</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Cada vez mais temos visto a falta de dedicação dos profissionais na busca da preparação adequada para exercer suas atividades laborais. Uma das maiores reclamações é a falta de tempo. Só depois de Cristo já são mais de dois mil anos que cada dia tem vinte e quatro horas. Mas, infelizmente, parece que boa parte de nós ainda não percebeu isto: o dia não terá aumento de horas, continuará a ter vinte e quatro horas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">No trabalho, via de regra, são oito horas diárias de labor. São 480 minutos diários que temos para cumprir nossas tarefas e, em pouquíssimos lugares, invariavelmente, há espaço para treinamento nesse período. Não há outro jeito: preparação deve ser, sobretudo, fora do ambiente de trabalho.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ao realizar treinamentos, palestras, cursos, não é difícil notar que alguns participantes estão ali meramente por obrigação. Sentem-se desconfortáveis, alguns, embriagados pela arrogância e soberba, murmuram que não precisariam estar ouvindo tudo aquilo novamente, pois já sabem tudo o que precisam para empreender um brilhante trabalho. Crasso erro, pois o primeiro sinal de ignorância é a crença de que tudo já se sabe.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quando o evento é aberto à população, é possível notar também que alguns vão deixando o treinamento quando começam a ouvir algumas verdades que lhes ferem profundamente o íntimo, tendo em vista que não aceitam ser contrariados, diante do primeiro sinal de contrariedade, sentem-se ofendidos e retornam ao lamentável mundo da mediocridade.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Muitos profissionais sentem-se mal quando precisam permanecer por duas ou três horas em treinamentos. Acreditam que é extremamente cansativo e que não traz resultado algum. No entanto, são capazes de varar a noite na espera do show de um cantor, grupo, de uma banda, cantora tipo como famosos. Enfrentam chuvas, lama, aglomeração, desconforto, empurra-empurra para assistirem, o mais próximo possível, o artista.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Sim, os artistas merecem o nosso carinho, mas, o maior carinho a quem devemos dar é a nós mesmos. Por que somos capazes de aguardar três, quatro, cinco horas para assistir a um show que, em muito pouco nos acrescentará profissionalmente, no entanto, não temos força de vontade para participar de treinamentos, palestras, que, quase sempre, nos enriquecem sobremaneira?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Uma das maiores reclamações quando instigo os participantes dos meus eventos a lerem é a falta de tempo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quando lhes digo que não estão lendo porque preferiram se tornar especialistas em novelas, em filmes, em jogos de futebol, por isso não têm tempo, a maioria sente-se desconfortável, pois refletem e concluem que é absolutamente verossímil a afirmativa. Mostro-lhes que se lerem, ao menos, 10 minutos por dia, ainda que sejam péssimos em leitura, lerão 3 páginas e, certamente, próximo de 100 páginas em um mês. Ficam boquiabertos quando revelo que com apenas 10 minutos por dia de leitura, serão capazes de ler mais de 1.000 páginas em um mês.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Não é preciso abandonar as novelas, os filmes, os jogos de futebol, os programas da tarde. Eles também têm seu papel na sociedade. Muitos deles esclarecem dúvidas latentes sobre a vida de cada ser humano. Até mesmo as novelas que, infelizmente, na sua maioria, não dão bons exemplos de moral, honestidade, ética, apenas revelam o lado caótico do país. Ainda assim, se as pessoas tivessem opinião crítica, aprenderiam, pois podemos aprender grandemente com os maus exemplos: podemos aprender a como não nos comportarmos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O grande problema gravita na necessidade neurótica que algumas pessoas têm de não perder um capítulo da novela, um segundo do jornal, um minuto do jogo de futebol. Conheço funcionários que quando são instigados a laborarem até mais tarde logo respondem: “só posso ficar até o horário da minha novelinha”. Se não mudarem tal comportamento são os melhores candidatos para vencer o jogo dos fracassados.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Não há meio termo para os que decidem não se especializar na atividade ou atividades que exercem: ou você conta muito com a sorte e vê o que acontece; ou você se prepara muito, conta pouco com a sorte e faz as coisas acontecerem?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Qual é a melhor decisão? Decidir é fácil, o difícil é enfrentar as conseqüências do que fora decidido!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Um abraço e felicidades sempre!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: http://www.ogerente.com.br/</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Paulo Sérgio é Contador, Consultor, Escritor e Palestrante nas áreas de Treinamento e Desenvolvimento Pessoal e Profissional, Vendas, Motivação, Liderança, Perfil Profissional. Pós-Graduado em Gestão e Auditoria de Negócios. Há mais de 12 anos vem contribuindo nos processos de decisões empresariais e profissionais. Foco no desenvolvimento e potencialização de talentos.</div>
<p><em>Por Paulo Sérgio</em></p>
<p>Cada vez mais temos visto a falta de dedicação dos profissionais na busca da preparação adequada para exercer suas atividades laborais. Uma das maiores reclamações é a falta de tempo. Só depois de Cristo já são mais de dois mil anos que cada dia tem vinte e quatro horas. Mas, infelizmente, parece que boa parte de nós ainda não percebeu isto: o dia não terá aumento de horas, continuará a ter vinte e quatro horas.</p>
<p>No trabalho, via de regra, são oito horas diárias de labor. São 480 minutos diários que temos para cumprir nossas tarefas e, em pouquíssimos lugares, invariavelmente, há espaço para treinamento nesse período. Não há outro jeito: preparação deve ser, sobretudo, fora do ambiente de trabalho.</p>
<p>Ao realizar treinamentos, palestras, cursos, não é difícil notar que alguns participantes estão ali meramente por obrigação. Sentem-se desconfortáveis, alguns, embriagados pela arrogância e soberba, murmuram que não precisariam estar ouvindo tudo aquilo novamente, pois já sabem tudo o que precisam para empreender um brilhante trabalho. Crasso erro, pois o primeiro sinal de ignorância é a crença de que tudo já se sabe.</p>
<p>Quando o evento é aberto à população, é possível notar também que alguns vão deixando o treinamento quando começam a ouvir algumas verdades que lhes ferem profundamente o íntimo, tendo em vista que não aceitam ser contrariados, diante do primeiro sinal de contrariedade, sentem-se ofendidos e retornam ao lamentável mundo da mediocridade.</p>
<p>Muitos profissionais sentem-se mal quando precisam permanecer por duas ou três horas em treinamentos. Acreditam que é extremamente cansativo e que não traz resultado algum. No entanto, são capazes de varar a noite na espera do show de um cantor, grupo, de uma banda, cantora tipo como famosos. Enfrentam chuvas, lama, aglomeração, desconforto, empurra-empurra para assistirem, o mais próximo possível, o artista.</p>
<p>Sim, os artistas merecem o nosso carinho, mas, o maior carinho a quem devemos dar é a nós mesmos. Por que somos capazes de aguardar três, quatro, cinco horas para assistir a um show que, em muito pouco nos acrescentará profissionalmente, no entanto, não temos força de vontade para participar de treinamentos, palestras, que, quase sempre, nos enriquecem sobremaneira?</p>
<p>Uma das maiores reclamações quando instigo os participantes dos meus eventos a lerem é a falta de tempo.</p>
<p>Quando lhes digo que não estão lendo porque preferiram se tornar especialistas em novelas, em filmes, em jogos de futebol, por isso não têm tempo, a maioria sente-se desconfortável, pois refletem e concluem que é absolutamente verossímil a afirmativa. Mostro-lhes que se lerem, ao menos, 10 minutos por dia, ainda que sejam péssimos em leitura, lerão 3 páginas e, certamente, próximo de 100 páginas em um mês. Ficam boquiabertos quando revelo que com apenas 10 minutos por dia de leitura, serão capazes de ler mais de 1.000 páginas em um mês.</p>
<p>Não é preciso abandonar as novelas, os filmes, os jogos de futebol, os programas da tarde. Eles também têm seu papel na sociedade. Muitos deles esclarecem dúvidas latentes sobre a vida de cada ser humano. Até mesmo as novelas que, infelizmente, na sua maioria, não dão bons exemplos de moral, honestidade, ética, apenas revelam o lado caótico do país. Ainda assim, se as pessoas tivessem opinião crítica, aprenderiam, pois podemos aprender grandemente com os maus exemplos: podemos aprender a como não nos comportarmos.</p>
<p>O grande problema gravita na necessidade neurótica que algumas pessoas têm de não perder um capítulo da novela, um segundo do jornal, um minuto do jogo de futebol. Conheço funcionários que quando são instigados a laborarem até mais tarde logo respondem: “só posso ficar até o horário da minha novelinha”. Se não mudarem tal comportamento são os melhores candidatos para vencer o jogo dos fracassados.</p>
<p>Não há meio termo para os que decidem não se especializar na atividade ou atividades que exercem: ou você conta muito com a sorte e vê o que acontece; ou você se prepara muito, conta pouco com a sorte e faz as coisas acontecerem?</p>
<p>Qual é a melhor decisão? Decidir é fácil, o difícil é enfrentar as conseqüências do que fora decidido!</p>
<p>Um abraço e felicidades sempre!</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ogerente.com.br/" target="_blank">http://www.ogerente.com.br/</a></p>
<blockquote><p>Paulo Sérgio é Contador, Consultor, Escritor e Palestrante nas áreas de Treinamento e Desenvolvimento Pessoal e Profissional, Vendas, Motivação, Liderança, Perfil Profissional. Pós-Graduado em Gestão e Auditoria de Negócios. Há mais de 12 anos vem contribuindo nos processos de decisões empresariais e profissionais. Foco no desenvolvimento e potencialização de talentos.</p></blockquote>
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