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	<title>Blog Trace Sistemas &#187; desenvolvimento profissional</title>
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	<description>A Trace Sistemas é uma empresa que tem seu Core Business centrado em sua solução de Gestão do Trabalho, TraceGP.</description>
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		<title>Vocação: ser e nascer para ser</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 11:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Danielle Abade
O dicionário sintetiza o termo “vocação” como a tendência ou inclinação para um estado, uma profissão, a aptidão natural; o talento. Mas será que todo mundo nasce assim: médico nato, comunicador nato, mecânico nato e outros mais natos do mercado? Durante a 32ª edição do Workshop de Criatividade da ESPM de São Paulo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por Danielle Abade</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O dicionário sintetiza o termo “vocação” como a tendência ou inclinação para um estado, uma profissão, a aptidão natural; o talento. Mas será que todo mundo nasce assim: médico nato, comunicador nato, mecânico nato e outros mais natos do mercado? Durante a 32ª edição do Workshop de Criatividade da ESPM de São Paulo, o Prof. José Predebon discutiu as ideias sobre a escolha profissional e seus desdobramentos. Centrou o debate principalmente na necessidade de ser criativo para reinventar a rotina e encontrar subsídios para as tarefas que não correspondem ao ideal que se tinha ao escolher determinada carreira.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Discutiu-se que gostar do que se faz também não é garantia de sucesso, é relevante, mas não garante. Afinal, “fazer só o que a gente gosta é vender a um cliente só”. E é mesmo. É restringir ao máximo suas opções de escolha, e também de atuação profissional. É estar fadado a uma carreira que, ao longo do tempo, não vai satisfazer o âmago do ser humano que busca realização enquanto pessoa ativa na sociedade, com uma carência latente de algo indefinido, que muitas vezes é suprida com o sucesso profissional.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Não se nasce engenheiro, talvez haja amadurecimento que torne alguém predisposto para a área de exatas, por pura questão de educação cultural ou percepção de mundo. Assim como não se nasce padeiro, há circunstâncias e necessidades que impulsionam alguém para tal posição. Quando há a possibilidade de escolher uma profissão, o autoconhecimento é sempre a primeira chave. Logo depois, delimitar aquilo que lhe convém e descobrir sobre as possibilidades são tarefas também essenciais. É imprescindível aceitar que erros podem ocorrer. O gosto pela profissão não vem pela perfeição, é por acreditar que ela vale à pena. A busca pela excelência surge daquilo que acreditamos, e se você não acredita no seu trabalho, por que buscá-la?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Tudo isso também se aplica para a escolha de áreas, para quem pensa que escolher uma profissão é delimitar o futuro, engana-se. Ela apenas reduz, embora de forma significante, as possibilidades de escolha. Não importa se você acredita que nasceu para ser, importa é o que você é (ou escolherá ser). Envolver-se por inteiro naquilo que se faz, não é bem uma questão de gosto. É coerência, necessidade. E esteja preparado para os desafios. Serão muitos dissabores pelo caminho, que não é reto e muito menos plano. Mas aquela satisfação de saber que, apesar de tudo, você está na estrada certa, faz toda a diferença.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: http://www.minhacarreira.com/</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Danielle Abade é estudante de Comunicação Social – Relações Públicas na PUC Minas e atualmente estagia na Fundação dos Empregados da Fiat no setor de produção de eventos. Estreou no Minha Carreira em Janeiro de 2010.</div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-781" title="Vocação" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/vocacao-nascer.jpg" alt="Vocação" width="555" height="160" /></p>
<p><em>Por Danielle Abade</em></p>
<p>O dicionário sintetiza o termo “vocação” como a tendência ou inclinação para um estado, uma profissão, a aptidão natural; o talento. Mas será que todo mundo nasce assim: médico nato, comunicador nato, mecânico nato e outros mais natos do mercado? Durante a 32ª edição do Workshop de Criatividade da ESPM de São Paulo, o Prof. José Predebon discutiu as ideias sobre a escolha profissional e seus desdobramentos. Centrou o debate principalmente na necessidade de ser criativo para reinventar a rotina e encontrar subsídios para as tarefas que não correspondem ao ideal que se tinha ao escolher determinada carreira.</p>
<p>Discutiu-se que gostar do que se faz também não é garantia de sucesso, é relevante, mas não garante. Afinal, “fazer só o que a gente gosta é vender a um cliente só”. E é mesmo. É restringir ao máximo suas opções de escolha, e também de atuação profissional. É estar fadado a uma carreira que, ao longo do tempo, não vai satisfazer o âmago do ser humano que busca realização enquanto pessoa ativa na sociedade, com uma carência latente de algo indefinido, que muitas vezes é suprida com o sucesso profissional.</p>
<p>Não se nasce engenheiro, talvez haja amadurecimento que torne alguém predisposto para a área de exatas, por pura questão de educação cultural ou percepção de mundo. Assim como não se nasce padeiro, há circunstâncias e necessidades que impulsionam alguém para tal posição. Quando há a possibilidade de escolher uma profissão, o autoconhecimento é sempre a primeira chave. Logo depois, delimitar aquilo que lhe convém e descobrir sobre as possibilidades são tarefas também essenciais. É imprescindível aceitar que erros podem ocorrer. O gosto pela profissão não vem pela perfeição, é por acreditar que ela vale à pena. A busca pela excelência surge daquilo que acreditamos, e se você não acredita no seu trabalho, por que buscá-la?</p>
<p>Tudo isso também se aplica para a escolha de áreas, para quem pensa que escolher uma profissão é delimitar o futuro, engana-se. Ela apenas reduz, embora de forma significante, as possibilidades de escolha. Não importa se você acredita que nasceu para ser, importa é o que você é (ou escolherá ser). Envolver-se por inteiro naquilo que se faz, não é bem uma questão de gosto. É coerência, necessidade. E esteja preparado para os desafios. Serão muitos dissabores pelo caminho, que não é reto e muito menos plano. Mas aquela satisfação de saber que, apesar de tudo, você está na estrada certa, faz toda a diferença.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.minhacarreira.com/" target="_blank">http://www.minhacarreira.com/</a></p>
<blockquote><p>Danielle Abade é estudante de Comunicação Social – Relações Públicas na PUC Minas e atualmente estagia na Fundação dos Empregados da Fiat no setor de produção de eventos. Estreou no Minha Carreira em Janeiro de 2010.</p></blockquote>
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		<title>É hora de planejar 2010</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/e-hora-de-planejar-2010/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 10:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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Por Guilherme Tossulino
O fim de um ano representa o término de mais um ciclo. Época de confraternizar, comemorar e agradecer pelo o ano que passou. Para a carreira é hora de fazer a retrospectiva de 2009 e traçar os objetivos e metas para o ano novo. Reservar algumas horas ou dias para pensar e refletir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-685" title="Planejando" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/planejando.jpg" alt="Planejando" width="555" height="160" /></p>
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<p><em>Por Guilherme Tossulino</em></p>
<p>O fim de um ano representa o término de mais um ciclo. Época de confraternizar, comemorar e agradecer pelo o ano que passou. Para a carreira é hora de fazer a retrospectiva de 2009 e traçar os objetivos e metas para o ano novo. Reservar algumas horas ou dias para pensar e refletir como tudo aconteceu e planejar os desafios e desejos para o próximo ano é fundamental para quem deseja trilhar um caminho com menos incertezas e mais sucessos.<br />
Fazer o balanço profissional e refletir sobre o que você aprendeu, que competências adquiriu e quais experiências agregaram positivamente à sua carreira são importantes para identificação do que precisa ser aprimorado, investido e corrigido.</p>
<p>Pensando no futuro, é imprescindível impor metas desafiadoras. Metas de curto, médio e longo prazo devem ser sempre cultivadas para que os planejamentos tenham uma constante e para que o caminho a ser trilhado possa ser facilmente visualizado por quem o planeja.</p>
<p>Divido aqui algumas dicas para o planejamento profissional que costumo utilizar e espero que sejam úteis a quem está pensando em como se planejar para 2010:</p>
<ul>
<li><strong>Anote:</strong> Guardar o planejamento na cabeça é ilusão. Você vai lembrar dos principais itens, mas com o passar do tempo acaba esquecendo de coisas importantes. No fim do ano fica ainda mais difícil fazer o balanço e retrospectiva. Anote no celular, no computador ou naquele caderninho de anotações. Crie uma memória física para seus planos.</li>
<li><strong>Tenha disciplina:</strong> Seguir um planejamento requer muita disciplina. Quem deseja atingir metas precisa saber dizer não a si mesmo e lutar pelo que deseja. A disciplina é uma das características dos profissionais de sucesso. Se você não tem, pratique-a cada vez mais.</li>
<li><strong>Arrisque:</strong> Pense grande e não tenha medo de arriscar. O sucesso profissional geralmente está diretamente ligado à correr riscos. Quem arrisca-se com planejamento tem mais chances de vencer. Riscos calculados só são possíveis se forem bem planejados. Se errar, aprenda com a queda e utilize-a como experiência para os próximos desafios.</li>
<li><strong>Crie objetivos e metas desafiadoras:</strong> Objetivos e metas fáceis de serem alcançados não exigem muito planejamento, eles simplesmente acontecem. Objetivos desafiadores – possíveis, mas difíceis de serem conquistados – geram, normalmente, melhores resultados e benefícios, mesmo que não alcançados.</li>
<li><strong>Motive-se:</strong> A motivação para seguir o planejamento só depende de você. Não importa se tudo está dando errado. Você é responsável pela própria insatisfação e vai parecer que nada vai dar certo se você não estiver motivado. Se for preciso, refaça o planejamento, mas não desista.</li>
<li><strong>Busque conhecimento:</strong> A busca constante por conhecimento é importante para que a evolução da carreira seja sustentável. Objetivos e metas que envolvam capacitações e busca por conhecimentos devem estar nos seus planos. O conhecimento é a base para as novas ideias e para evolução pessoal.</li>
</ul>
<p>Acredito que estas sejam as principais características de um bom planejamento. Além de praticá-las, procuro pensar sempre em curto, médio e longo prazo com os ciclos de 1, 3, 5 e 10 anos. Todo ano reviso e atualizo meu planejamento, sem nunca esquecer de executá-lo.</p>
<p>Para complementar o assunto, recomendo uma reportagem que saiu na revista Você S/A deste mês. Nela há um teste bem interessante, desenvolvido pela consultoria em RH Ricardo Xavier, que ajuda na hora de fazer o balanço e planejar 2010.</p>
<p>Se você tem outras dicas ou sugestões para um bom planejamento, comente e contribua também.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.minhacarreira.com/" target="_blank">http://www.minhacarreira.com/</a></p>
<blockquote><p>Guilherme Tossulino é bacharel em Sistemas de Informação e pós graduando em Gerenciamento de projetos. Atualmente atua como coordenador de TI no Instituto de Estudos Avançados (IEA) em Florianópolis e é um dos fundadores do Minha Carreira.</p></blockquote>
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		<title>Quais são os seus pontos fracos?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/quais-sao-os-seus-pontos-fracos/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 11:49:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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Por Mari Coimbra
Crescer possui inúmeros significados: pode significar ganhar alguns centímetros (pra cima ou para os lados), desenvolver-se física e psicologicamente, fazer 18 anos, ou 21, 25, 30….
Para mim, crescer envolve um pouco de tudo isso, é amadurecer através das nossas decisões e suas consequências, dos nossos fracassos e vitórias. É entender que, por pior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-569" title="Quais são os teus  pontos fracos?" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/quais-os-seus-pontos-fracos.jpg" alt="Quais são os teus  pontos fracos?" width="555" height="160" /></em></p>
<p><em> </em></p>
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<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
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<p><em>Por Mari Coimbra</em></p>
<p>Crescer possui inúmeros significados: pode significar ganhar alguns centímetros (pra cima ou para os lados), desenvolver-se física e psicologicamente, fazer 18 anos, ou 21, 25, 30….</p>
<p>Para mim, crescer envolve um pouco de tudo isso, é amadurecer através das nossas decisões e suas consequências, dos nossos fracassos e vitórias. É entender que, por pior que seja a frustação, dali se absorve uma lição. Falo isso porque nós, Geração Y assumidos, somos mimados e não somos muito amigos da tal da frustação.</p>
<p>Tenho uma amiga que costuma dizer que somos a geração dos troféus, porque fomos acostumados a receber recompensas por simples participações. A maioria de nós nunca precisou chegar em primeiro lugar ou ser o melhor da turma para receber uma medalha.</p>
<p>Não cabe aqui discutir o que levou nossos pais a nos criarem assim – até porque esse seria um excelente assunto para outro post. Entretanto, devemos refletir acerca das consequências desse tipo de atitude em nossa formação.</p>
<p>Hoje somos rotulados, estudados, amados e odiados por muitos. E por mais que eu acredite que devemos tentar diminuir o gap entre as gerações, ainda vejo intolerância, teimosia e pré-conceitos vindos de todos os lados.</p>
<p>Muitos não entendem que o mundo dos troféus sem exigências, que o reconhecimento e o elogio por um desempenho mediano só existe dentro da nossa casa! Por mais dolorosa que essa verdade possa parecer, precisamos enxergar que não é porque nossos pais cedem aos nossos questionamentos que podemos exigir que isso aconteça no mercado de trabalho.</p>
<p>É preciso crescer! Entender que nem todos ganham troféus e que o “super ego” adquirido com os elogios incessantes de nossos pais deve ceder lugar à humildade de receber uma crítica e de assumir que estamos apenas chegando em um lugar ainda desconhecido, somos calouros em um mercado muitas vezes cruel e sempre realista.</p>
<p>Também é preciso parar para pensar que, de agora em diante, os troféus serão destinados àqueles que demonstrarem competências específicas, entregarem resultados e cumprirem metas ambiciosas. Os troféus serão destinados àqueles que fugirem da mediocridade e passarem a “dirigir a sua carreira” como disse meu amigo Bruno em seu post aqui no MC.</p>
<p>Culpar X, Y ou D por um fracasso é se negar a crescer, é deixar de enxergar pontos que devem ser desenvolvidos, é, enfim, boicotar seu próprio desenvolvimento, perdendo oportunidades únicas de se tornar um profissional melhor.</p>
<p>A chave para uma carreira de sucesso ou mesmo para a aprovação em um processo seletivo está na sua capacidade de buscar a autocrítica, aprender com as experiências (sejam elas boas ou más) e, principalmente, entender que críticas, quando construtivas, são melhores que elogios, quando gratuitos.</p>
<p>Podemos concluir que crescer é enxergar essa linha tênue e saber aproveitar oportunidades de aplicar tudo que aprendemos ao escolher, ao decidir e ao sofrer. Você será um profissioal cada vez melhor se souber responder com segurança e sinceridade à pergunta: “Quais os seus pontos fracos?”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.minhacarreira.com/" target="_blank">http://www.minhacarreira.com/</a></p>
<blockquote><p>Mari Coimbra é Mineira residente em Pernambuco, graduanda em Direito e apaixonada por RH. Valoriza o talento independente da área de formação, Geração Y assumida, mas que carrega o idealismo dos BB&#8217;s, pois deseja fazer a diferença! Além de manter o Por que não passei? (Blog sobre processos seletivos), escreve sobre carreira, talento, Geração Y e processos seletivos como colaboradora para o Minha Carreira e sobre Geração Y como blogueira convidada no Foco Em Gerações.</p></blockquote>
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		<title>Dirija sua carreira, antes que ela dirija você</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/dirija-sua-carreira-antes-que-ela-dirija-voce/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 12:41:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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Por Bruno Mascarenhas
Um dos conceitos mais confundidos quando falamos sobre o mercado de trabalho, definitivamente, é o conceito de “carreira”. Muita gente acaba confundindo esse termo com “empregabilidade”, “emprego”, “oportunidade”, entre outros. Carreira, na verdade, é um conceito bem mais amplo, que basicamente descreve a história de um profissional.
Ter uma carreira é muito mais do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-560" title="Dirija sua vida" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/dirija-sua-vida2.jpg" alt="Dirija sua vida" width="555" height="160" /></p>
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<p> </p>
<p> </p>
<p>Por Bruno Mascarenhas</p>
<p>Um dos conceitos mais confundidos quando falamos sobre o mercado de trabalho, definitivamente, é o conceito de “carreira”. Muita gente acaba confundindo esse termo com “empregabilidade”, “emprego”, “oportunidade”, entre outros. Carreira, na verdade, é um conceito bem mais amplo, que basicamente descreve a história de um profissional.</p>
<p>Ter uma carreira é muito mais do que ter um bom emprego, do que aproveitar uma grande oportunidade. Os que conquistaram uma boa carreira, com certeza, aprenderam muito com seus erros e souberam extrair resultados positivos, mesmo nas derrotas.</p>
<p><strong>Qual sua expectativa de carreira?</strong><br />
Tenho feito essa pergunta para os profissionais que assistem meus treinamentos – cerca de cinquenta por semana – e, invariavelmente, todos respondem que querem crescer.</p>
<p>Mas quando indagados sobre qual seria a direção desse crescimento, percebo que as respostas são, em geral, muito vagas. Poucos são aqueles que se preocupam com a direção que estão seguindo e com o rumo que sua carreira tomará nos próximos anos.</p>
<p>Muita gente se preocupa somente com seus empregos, salários e benefícios. Escuto muito a frase: “irei para onde as oportunidades apontarem”, “vou pra onde a vida e a empresa me levarem” ou “abraçarei as oportunidades que aparecerem com unhas e dentes!”.</p>
<p>Não recrimino quem ainda não sabe pra onde quer ir, quem ainda não decidiu a verdadeira direção. Aliás, acho que seremos sempre jovens demais para sabermos isso. O importante é ter um caminho. É como um sábio provérbio chinês diz: “Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”. E, infelizmente, muitos são realmente levados pelos caminhos do destino. E é aí que mora o problema, pois se esperamos as ondas do mar da vida nos levarem, podemos chegar à praia, mas também podemos bater nas pedras.</p>
<p>Um brilhante – e muito mal interpretado – historiador tem muito a ensinar para nossa geração – a Geração Y. Seu nome é Nicolau Maquiavel, fundador do pensamento e da ciência política moderna. Ele deixou uma enorme herança para a humanidade &#8211; que há pouco tempo começou a descobrir parte desse conhecimento. Ressalto dois dos conceitos interessantes consolidados por ele, que são os mais relacionados às nossas vidas: a virtú e a fortuna.</p>
<p>A virtú é a qualidade do homem que o capacita a realizar grandes obras e feitos. É o poder humano de efetuar mudanças e controlar eventos, um pré-requisito da liderança. É a motivação interior, a força de vontade que induz os homens, individualmente ou em grupo. Já a fortuna é o acaso, o curso da história, o destino cego, o fatalismo a necessidade natural.</p>
<p>Por toda nossa carreira, devemos nos esforçar para reduzirmos as consequencias da “sorte” e do “acaso”, e tomarmos verdadeiramente as rédeas de nossas vidas, criando nosso destino.</p>
<p>O grande pai da gestão moderna, Peter Drucker, já dizia: “A melhor maneira de prever o futuro é inventá-lo”.<br />
Então, pare de culpar o destino pelas suas derrotas. É mais valioso usar a queda para aprender a se equilibrar melhor. O maior e único responsável pela sua carreira é você mesmo. E você tem total responsabilidade pelas escolhas que toma e são elas que o tornam o ser humano que é hoje. Não espere as oportunidades baterem à sua porta, receba-as antes disso.</p>
<p><strong>Dirija sua carreira, antes que ela dirija você!</strong></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.minhacarreira.com/" target="_blank">http://www.minhacarreira.com/</a></p>
<blockquote><p>Bruno Mascarenhas é especialista em Recursos Humanos pela FGV, Pós-Graduando em Gestão Estratégica e Qualidade pelo IAVM-RJ e Graduado em Gestão de Serviços. Atua como Instrutor Comportamental em uma empresa de contact center, também escreve para o <a href="http://www.gatomole.com/" target="_blank">http://www.gatomole.com/</a> e outros portais de conteúdo. Escreve no Minha Carreira sobre Gestão, Empreendedorismo e Carreira desde novembro/2009.</p></blockquote>
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		<title>Curtindo as férias e investindo na sua carreira</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/curtindo-as-ferias-e-investindo-na-sua-carreira/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/curtindo-as-ferias-e-investindo-na-sua-carreira/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 17:01:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Guilherme Tossulino
O mercado de trabalho está cada vez mais exigente na contratação de profissionais. Idiomas estrangeiros, pós-graduação, conhecimentos técnicos e cursos são uma constante em oportunidades de emprego. Além disso, ter experiência, ser líder, pró-ativo e comunicativo, geralmente, é requisito indispensável.
Tudo isso dificulta a entrada de jovens, principalmente, recém-formados e pouco experientes no mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por Guilherme Tossulino</p>
<p>O mercado de trabalho está cada vez mais exigente na contratação de profissionais. Idiomas estrangeiros, pós-graduação, conhecimentos técnicos e cursos são uma constante em oportunidades de emprego. Além disso, ter experiência, ser líder, pró-ativo e comunicativo, geralmente, é requisito indispensável.</p>
<p>Tudo isso dificulta a entrada de jovens, principalmente, recém-formados e pouco experientes no mercado profissional. Por isso, começar cedo é essencial, estudar um idioma estrangeiro e conciliar estudos e trabalho é muito importante. Entretanto, muitas vezes a correria do dia a dia e o excesso de atividades acadêmicas e profissionais não permitem o aperfeiçoamento de um idioma estrangeiro ou a prática adequada de habilidades que formam um bom profissional.</p>
<p>Férias é sinônimo de tranquilidade, passeios, viagens e muito descanso. Tempo sagrado para alguns, útil e oportunidade de investimento na carreira para outros. Entre as propostas de trabalho ou estudo durante as férias, destaco a seguir algumas opções que podem desenvolver e melhorar sua vivência profissional, além de serem bem vistas em seu currículo:</p>
<p>Trabalho no exterior – Para estudantes universitários existem excelentes oportunidades para aprender ou aperfeiçoar um idioma estrangeiro e ganhar vivência internacional. Estações de esqui americanas são ótimas opções para quem deseja ganhar uns dólares, melhorar o inglês e exercitar a independência.<br />
Curso de idiomas no exterior – Existem inúmeras escolas especializadas em receber estrangeiros interessados em aprender o idioma local em vários países. Elas tomam cuidado para não colocar nativos de um mesmo país na mesma sala e procuram estimular atividades em grupo para que a língua seja realmente praticada. Canadá, EUA, Inglaterra e África do Sul são bons destinos para quem deseja ganhar fluência na língua inglesa.<br />
Cursos técnicos – Há profissões que exigem do profissional uma maior atualização e capacitação. Para isso, o período de férias é uma excelente oportunidade para fazer cursos técnicos com uma carga horária mais elevada.<br />
Trabalho voluntário – Quem não tem dinheiro suficiente para um curso ou pra uma viagem pode investir no trabalho voluntário. Cada vez mais crescente, as oportunidades do terceiro setor podem proporcionar ao profissional a prática de habilidades importantes para carreira. Procure uma instituição séria e faça do trabalho um aprendizado.<br />
Livros, revistas e internet – Ser autodidata também é uma habilidade que requer disciplina e estudo. A internet, um bom livro ou revistas podem contribuir muito para o crescimento profissional.<br />
Bem, antes de começar algo, procure descobrir o que o mercado de trabalho demanda e quais as tendências para o seu setor. Falta de tempo e dinheiro não podem ser desculpas para não aprender e não evoluir. Existem oportunidades de curto, médio e longo prazo, assim como oportunidades de custos baixos e altos. Pense, estude e planeje para que curtindo as férias você também invista na sua carreira.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.minhacarreira.com" target="_blank">http://www.minhacarreira.com</a></p>
<blockquote><p>Guilherme Tossulino é bacharel em Sistemas de Informação e pós graduando em Gerenciamento de projetos. Atualmente atua como coordenador de TI no Instituto de Estudos Avançados (IEA) em Florianópolis e é um dos fundadores do Minha Carreira.</p></blockquote>
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