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	<title>Blog Trace Sistemas &#187; empreendedorismo</title>
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	<description>A Trace Sistemas é uma empresa que tem seu Core Business centrado em sua solução de Gestão do Trabalho, TraceGP.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Jan 2012 18:55:23 +0000</lastBuildDate>
	
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		<title>Ainda dá tempo de planejar 2012!</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/ainda-da-tempo-de-planejar-2012/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 16:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não vamos cair nessa fantasiosa afirmação de que planejamento deve ser feito entre outubro e dezembro, quando “geralmente” avaliamos o fechamento da empresa, os números da gestão e os acontecimentos do ano. A toda hora é possível repensar as estratégias de uma empresa e tomar ações para colocar o trem nos trilhos.
Aproveitando que iniciamos um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1742" title="Planejamento 2012" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/plan_colabora-300x119.jpg" alt="Planejamento 2012" width="300" height="119" />Não vamos cair nessa fantasiosa afirmação de que planejamento deve ser feito entre outubro e dezembro, quando “geralmente” avaliamos o fechamento da empresa, os números da gestão e os acontecimentos do ano. A toda hora é possível repensar as estratégias de uma empresa e tomar ações para colocar o trem nos trilhos.</p>
<p>Aproveitando que iniciamos um novo ano e geralmente estamos mais estimulados a analisar e repensar o que fizemos, eu quero fazer um convite. Vamos rever o passado e conectar com o futuro as lições que aprendemos?</p>
<p>Mesmo que você, como empresário ou gestor, não tenha costume ou tempo para acompanhar relatórios e analisar os acontecimentos do passado, é importante entender que esse tipo de atividade, que em determinadas situações pode parecer “chata”, sem dúvida alguma irá ajudá-lo a tomar decisões importantes.</p>
<p>Recentemente, em um dos projetos de planejamento em que estou trabalhando, consegui provar com simples cálculos que a empresa faria um investimento para aumento da sua estrutura sem necessidade pelo simples fato de desconhecer a capacidade total da empresa.</p>
<p>Esse tipo de análise é, sem dúvida, muito interessante e prova a importância da gestão estratégica de negócios. Mas, para que a gestão estratégica funcione, é preciso ter um mínimo de planejamento, definindo muito bem os objetivos estratégicos da empresa com perspectivas claras, sendo elas: financeiras, de clientes, processos internos e aprendizagem e conhecimento (BSC).</p>
<p>Em alguns casos, também é importante repensar alguns pontos como a inovação do seu modelo de negócios e, neste aspecto, eu gosto muito da ferramenta criada por Alexander Ostenwalder e Yves Pigneur (Business Model Generation). Ela identifica gaps importantes no modelo da estrutura da empresa, falhas que muitas vezes os responsáveis pela organização não conseguem enxergar devido à visão contaminada do próprio negócio e da operação no dia a dia.</p>
<p>Ter uma visão macro do negócio no momento de planejamento é fundamental e agregar o conhecimento de outras áreas e de pessoas que têm influência na organização é ainda mais inovador. Isso se chama cocriação.<br />
O importante é nunca deixar o que podemos fazer hoje para ser feito amanhã, principalmente quando essa procrastinação interfere diretamente nos resultados da empresa.</p>
<p>Por outro lado, há a comunicação das estratégias, que é um passo importante após o planejamento. Ainda existem empresas que não gostam de abrir certas discussões e informações aos seus colaboradores – e entendo isso de certa forma -, mas posso dizer que há um grande benefício a partir da colaboração de pessoas-chave, algo que infelizmente ainda não está sendo experimentado em grande parte das empresas.</p>
<p>Pois bem, esse é o momento de quebrar alguns paradigmas e entender como a colaboração pode potencializar os planos para o seu negócio e tomar uma atitude inovadora!</p>
<p>Bem-vindo à era da colaboração!</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.hsm.com.br/blog/2012/01/ainda-da-tempo-de-planejar-2012/" target="_blank">http://www.hsm.com.br/blog/2012/01/ainda-da-tempo-de-planejar-2012/</a></p>
<blockquote><p>Francisco Albuquerque é Consultor em Carreira, Planejamento, Estratégia, Gestão Empresarial, Empreendedorismo e Inovação. Autor do Blog: <a href="http://www.anossageracaoy.com.br" target="_blank">www.anossageracaoy.com.br</a></p></blockquote>
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		<title>O tempo que você não tem</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/o-tempo-que-voce-nao-tem/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 12:21:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Semana passada li um texto da amiga @mariacarol, no qual ela narra uma difícil experiência durante um sério tratamento de saúde de um parente. Em Os 11 dias que mudaram (o meu) mundo, Carol conta como ela precisou se virar para arrumar tempo para cuidar do seu familiar, em meio à estressante vida de empreendedora. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1564" title="O tempo que você não tem" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/bigstockphoto_turn_back_time_10456.jpg" alt="O tempo que você não tem" width="320" height="240" />Semana passada li um texto da amiga <a href="http://twitter.com/mariacarol" target="_blank">@mariacarol</a>, no qual ela narra uma difícil experiência durante um sério tratamento de saúde de um parente. Em <a href="http://www.kiwinuclear.com.br/blog/2011/04/11-dias/" target="_blank">Os 11 dias que mudaram (o meu) mundo</a>, Carol conta como ela precisou se virar para arrumar tempo para cuidar do seu familiar, em meio à estressante vida de empreendedora. Um tempo que ela não tinha – ou achava que não tinha.</p>
<p>A história ilustra a <strong>ilusão de sobrecarga</strong> a que nos submetemos diariamente, sem nos darmos conta que nossas rotinas estão sempre sujeitas aos imprevisíveis terremotos particulares, que insistem em mostrar a fragilidade dos momentâneos episódios de estabilidade.</p>
<p>Assim acontece com o Tempo, especialmente no <strong>equilíbrio entre vida profissional e vida pessoal</strong>. Quando deixamos de lado importantes aspectos da nossa vida pessoal, culpamos uma vida profissional muito intensa, sobrecarregada, fora do nosso controle.</p>
<p>Saúde, família e amigos são sempre as vítimas deste descontrole, cujas consequências se voltam contra nós com insistente frequência. Ora é a implacável balança, ora um cônjuge negligenciado, ora os amigos que não telefonam mais. Quando o trabalho está em primeiro lugar na sua vida, não demora a um destes pilares chacoalhar – e jogar seu peso nas costas dos outros.</p>
<p>Quando alguém me diz que não tira férias há dois, três anos, imediatamente desconfio da sua capacidade de se organizar, ou de entender o seu verdadeiro papel dentro da empresa. Nunca vi uma empresa parar ou quebrar porque um funcionário morreu de repente – com o agravante de que isso representa a sua ausência eterna, em comparação à ausência temporária que tirar férias representa.</p>
<p>A Carol é a principal executiva da sua empresa, que não parou durante a sua ausência. Todos precisaram se virar para suprir essa falta – o que fizeram de forma primorosa, apesar de não terem tido tempo para se preparar adequadamente para isso. Imagine você, que teria tempo suficiente para planejar um período de ausência. Por que isso é impossível?</p>
<p>Sempre dizem que se você quer que alguma coisa seja realmente feita, deve confiá-la a alguém ocupado porque, de alguma forma, ele vai encontrar tempo para fazê-lo. Pessoas desocupadas normalmente estão assim porque são pródigas em inventar desculpas e se equivar do trabalho. São mestres na arte da <a href="http://www.naopossoevitar.com.br/2009/02/amanha-eu-escrevo.html" target="_blank">Procrastinação</a>.</p>
<p>Episódios como o da Carol revelam que, ao contrário do que imaginamos, nós temos tempo para cuidar das nossas vidas fora do escritório. A grande decisão que você tem que tomar é se vai reservar este tempo espontaneamente, em pequenas parcelas, ou se vai tê-lo tomado de você, todo de uma vez só. Porque cedo ou tarde, você vai precisar fazer uso dele.</p>
<p>Fonte: <a href="http://vocesa.abril.com.br/blog/rodolfo/2011/07/30/o-tempo-que-voce-nao-tem/" target="_blank">http://vocesa.abril.com.br/blog/rodolfo/2011/07/30/o-tempo-que-voce-nao-tem/</a></p>
<blockquote><p>Rodolfo Araújo é mestre em Administração de Empresas pela PUC-RJ, pós-graduado em Tecnologia de Informação pela FGV-RJ e bacharel em Comunicação Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.</p></blockquote>
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		<title>Perdão, permissão e mudança</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/perdao-permissao-e-mudanca/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/perdao-permissao-e-mudanca/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 13:06:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de algum tempo de reflexão, volto a escrever nesse espaço. Durante esse tempo, procurei refletir bastante sobre minhas atitudes e sobre a forma como me relaciono com os diversos assuntos que aqui procuro comentar. Como já disse em posts anteriores, são necessários dois processos na aquisição de conhecimento: o primeiro é o conceito de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1398" title="Mudança" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/mudanca-300x282.jpg" alt="Mudança" width="300" height="282" />Depois de algum tempo de reflexão, volto a escrever nesse espaço. Durante esse tempo, procurei refletir bastante sobre minhas atitudes e sobre a forma como me relaciono com os diversos assuntos que aqui procuro comentar. Como já disse em posts anteriores, são necessários dois processos na aquisição de conhecimento: o primeiro é o conceito de exploration, que consiste em explorar e procurar por conhecimento, e o segundo é o processo de exploitation, que implica em absorver o conhecimento através da reflexão e da análise, comparando com conhecimentos que você já detém para depois fazer com que esses novos conhecimentos sejam refletidos nas suas atitudes.</p>
<p>Nesse sentido, procurei refletir bastante sobre um assunto que é parte permanente dos textos que publico nesse blog: a mudança, principalmente nos modelos de gestão das empresas. Durante muito tempo eu pesquisei sobre vários tipos de ferramentas de gestão que auxiliariam a mudança nos modelos de gestão, mas confesso que me sentia bastante frustrado ao tentar aplicá-los. E aí vem a importância do autoconhecimento, pois procurei identificar a causa dessa frustração e descobri que ela estava em mim mesmo.</p>
<p>Existe até um ditado que prega que “a maioria dos nossos problemas são causados por nós mesmos”. No meu caso, especificamente, eu estava tentando pregar a mudança esperando que as pessoas ao meu redor acreditassem em tudo o que eu dizia e que elas mudassem a partir do meu discurso. Esse era meu erro: tentar mudar os outros quando, na verdade, eu deveria mudar primeiramente a mim mesmo.</p>
<p>As razões são duas e são muito simples. Primeiro é que cada pessoa tem o seu tempo, a sua própria curva de aprendizado, e isso pode variar de acordo com o tipo de mudança envolvida e o perfil da pessoa, se mais conservador ou mais empreendedor. E a segunda é que as pessoas precisam de algo mais tangível para entender qualquer proposta de mudança, pois elas precisam visualizar com mais clareza qual papel ocupam dentro desse processo e, principalmente, quais benefícios que irão obter ao acolher a mudança. É por essas razões que a melhor forma, e talvez a única, de exercer liderança seja através do exemplo.</p>
<p>Diante disso, vem a lembrança uma frase importante quando se trata de inovação: “Muitas vezes é melhor pedir perdão do que permissão”. Qualquer conhecimento novo ou ferramenta nova que vise a fazer uma mudança não pode ser anunciada aos quatro cantos. Ela precisa ser implementada de forma silenciosa por você mesmo, sem alardes, pois, do contrário, você estará alertando o sistema imunológico da empresa contra corpos estranhos, mesmo sendo algo benigno. Faça as coisas pela razão certa, ou seja, porque você acredita e não porque os outros devem acreditar.</p>
<p>Faça isso pensando em pequenas vitórias e não grandes vitórias épicas. Pequenas vitórias geram mais confiança ao longo do caminho, além de serem uma excelente estratégia para se implementar algo novo. É dessa forma que os melhores líderes definem o que fazem como uma série de etapas viáveis e realizáveis, que levam a decisões melhores. Afinal de contas, conhecimento e ação são coisas que devem andar juntas. Saber o que deve ser feito é inútil, a menos que você realmente o faça.</p>
<p>Para finalizar, fecho com a frase de Mahatma Gandhi:</p>
<p>“Seja a mudança que você quer para o mundo”</p>
<p>Twitter: @blogdomarcelao</p>
<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com" target="_blank">http://hsm.updateordie.com</a></p>
<blockquote><p>Marcelo de Souza Bastos é Formado em ciência da computação pelo Uniceub em Brasília e MBA em planejamento e gestão empresarial pela Universidade Católica de Brasília. Possui certificação PMP (Project Management Professional) pelo PMI (Project Management Institute) desde 2003.</p></blockquote>
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		<title>Formal ou informal?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/formal-ou-informal/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 17:25:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Tiago Aguiar
Afirmo, sem nenhuma base científica, apenas baseado na minha impressão pessoal, que muitas boas ideias de empreendimento e inovação já foram engavetadas antes de sair do papel por um único motivo: a burocracia necessária para se abrir um novo negócio. São certidões, papéis, registros… Se passar por todas essas etapas é difícil, creio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Tiago Aguiar</em></p>
<p>Afirmo, sem nenhuma base científica, apenas baseado na minha impressão pessoal, que muitas boas ideias de empreendimento e inovação já foram engavetadas antes de sair do papel por um único motivo: a burocracia necessária para se abrir um novo negócio. São certidões, papéis, registros… Se passar por todas essas etapas é difícil, creio que mais difícil ainda seja não desanimar diante de tantas taxas, pendências, atrasos…</p>
<p>Ninguém gosta de pagar impostos, lidar com funcionários, contadores, no entanto, são etapas necessárias. Afinal, não existe país desenvolvido na informalidade. No Brasil, por exemplo, segundo dados do Sebrae, existem quase 6 milhões de micro e pequenas empresas, que respondem por mais de 50% da mão de obra com carteira assinada e 20% do PIB. Na informalidade calcula-se que existam mais de 10 milhões de empresas e 13 milhões de profissionais.</p>
<p>A formalização, os benefícios e os impostos fazem parte de um movimento de engrenagem, no qual uma ação depende da outra e todas juntas geram o resultado final. Quem estiver na informalidade dificilmente conseguirá tirar proveito do crescimento e desenvolvimento empresarial que acontecem no país.</p>
<p>Outro fator que deve ser levado em conta na hora de optar pela formalidade é que a questão burocrática favorece o planejamento do negócio. Esse planejamento, no entanto, não pode ser um trilho, mas uma trilha: existem momentos em que vai ser necessário mudar a rota, alterar atividades e ajustar a sintonia para chegar ao resultado almejado.</p>
<p>Lembre-se que o empreendedor é uma pessoa que vê oportunidades onde todos os outros podem ver problemas. A burocracia, então, não é um problema: é um desafio. Talvez seu contador seja seu melhor amigo para superar esse desafios. No final das contas, você vai ter aprendido bastante. Esse é o caminho para crescer.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/Yw1yTL_HZ9g?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.hsm.com.br" target="_blank">http://www.hsm.com.br</a></p>
<blockquote><p>Tiago Aguiar Advogado, ganhador do Aprendiz 4 – O Sócio, empresário e apresentandor do Programa Atitude BR – TV BAND, Domingo, 10hs</p></blockquote>
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		<title>Quem é esse tal empreendedor?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/quem-e-esse-tal-empreendedor/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Dec 2010 11:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Tiago Aguiar
Você já reparou que há dez anos ouvia-se falar pouco sobre empreendedorismo? Essa atitude transformadora ganhou força com a estabilização da economia brasileira, é claro, mas não podemos deixar de fora os efeitos da globalização e a revolução tecnológica, com a internet.
O fato é que o desejo empreendedor contaminou o brasileiro. Entre 12 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1170" title="Empreendedor" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/empreendedor.png" alt="Empreendedor" width="320" height="288" />Por Tiago Aguiar</em></p>
<p>Você já reparou que há dez anos ouvia-se falar pouco sobre empreendedorismo? Essa atitude transformadora ganhou força com a estabilização da economia brasileira, é claro, mas não podemos deixar de fora os efeitos da globalização e a revolução tecnológica, com a internet.</p>
<p>O fato é que o desejo empreendedor contaminou o brasileiro. Entre 12 e 13% da população economicamente ativa empreende: algo em torno de 14 milhões de pessoas. Além disso, com mais de 5 milhões de empresas no País, as pequenas e médias compõem 98% da nossa economia. Para confirmar essa natureza empreendedora, pesquisas dão conta de que, em 2015, chegaremos a 9,1 milhões de empresas.</p>
<p>Com toda essa vocação, é importante lembrarmos algumas características fundamentais para desenvolver essa atitude empreendedora: é preciso ser capaz de traçar claramente um objetivo e ter persistência e determinação para ir ao encontro dessas metas estabelecidas. É possível dizer, inclusive, que o empreendedor é um eterno “insatisfeito”. É essa insatisfação, aliada à capacidade de enxergar seus objetivos, que move o ideal do empresário.</p>
<p>Mesmo em algumas empresas que já tenham atingido certo grau de maturidade é importante não deixar essa visão de lado, de um processo constante de especialização e profissionalismo. Organizações nunca são obras prontas e precisam estar em constante expansão. Afinal, diante do quadro de crescimento econômico, estagnação e retrocesso caminham lado a lado.</p>
<p>O que está por trás disso tudo, então? Sonhos! É a capacidade de sonhar que acaba gerando toda essa clareza de pensamento, resiliência e persistência. Tal qual o triângulo do fogo (no qual se uma das partes deixa de existir, o fogo como resultado final deixa de ser possível), esse quadrilátero formado por sonho, resiliência, persistência e foco é o cenário ideal e necessário para o produto empreendedorismo!</p>
<p>Mantenha em mente que cada empreendedor é único em sua trajetória. Não existem fórmulas de sucesso ou manuais com respostas definitivas. Empreender é ter a capacidade de perseguir seus sonhos. Persiga-os!</p>
<blockquote><p>Tiago Aguiar Advogado, ganhador do Aprendiz 4 &#8211; O Sócio, empresário e apresentandor do Programa Atitude BR &#8211; TV BAND, Domingo, 10hs</p></blockquote>
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		<title>Não Terceirize sua Responsabilidade</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/nao-terceirize-sua-responsabilidade/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/nao-terceirize-sua-responsabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 13:03:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[gestão da mudança]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcelo de Souza Bastos
Pessoal,
nos últimos tempos temos visto uma onda muito grande terceirização de alguns trabalhos pela empresas. A estratégia de terceirização pode ser muito eficiente em vários tipos de contextos como adequar custos ao nível de demanda, contratação temporária de competência específica e não existente na empresa e outras mais. Mas se tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1134" title="Questionamento Constante" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/11/questionamento-constante.jpg" alt="Questionamento Constante" width="316" height="350" />Por Marcelo de Souza Bastos</em></p>
<p>Pessoal,</p>
<p>nos últimos tempos temos visto uma onda muito grande terceirização de alguns trabalhos pela empresas. A estratégia de terceirização pode ser muito eficiente em vários tipos de contextos como adequar custos ao nível de demanda, contratação temporária de competência específica e não existente na empresa e outras mais. Mas se tem alguma coisa que não podemos terceirizar é a nossa responsabilidade, principalmente, no que diz respeito as nossas responsabilidades como profissionais e como agentes de mudança.</p>
<p>No meu cotidiano, vejo muitas pessoas com atitudes pessimistas e passivas quanto a situações que elas vivem e não concordam. Dizem frases como “A empresa sempre foi assim”, “A empresa não vai mudar nunca”, “Nunca teremos um empresa que valorize a nós funcionários” e por aí vai. Soltam essas frases como se a “Empresa” fosse um ser vivo.</p>
<p>No entanto, essas mesmas pessoas afirmam que as “empresas são as pessoas”. Ora, se elas entendem que as empresas são as pessoas, e elas estão incluídas dentro desse grupo, qual é a ação que eles fazem para mudar a situação com a qual eles não concordam? Na verdade, o que eu vejo é que a maioria das pessoas terceirizam a responsabilidade de mudar as empresas para os altos escalões, permitindo mais ainda a concentração do poder no topo da pirâmide.</p>
<p>Já participei de inúmeros encontros ou reuniões em que as pessoas são chamadas a falar e a expor o que estão vendo de errado e, o que ocorre na maioria das vezes, é que elas entram mudas e saem caladas. Pouquíssimos são aqueles que tem a coragem de falar e criticar de forma construtiva o que está errado ou discordar da visão de alguém sobre os fatos. Ao final desses encontros, a maioria das pessoas que ficaram caladas comentam que não adiantava nada falar ou, o que é pior, criticam aqueles que se pronunciaram na reunião.</p>
<p>É preciso entender que empresas são abstrações. O que vale, de verdade, são as pessoas dentro delas. Empresas são redes interativas, não hierarquias verticais. Empresas são redes sociais tecidas e integradas pelos fios do conhecimento. Empresas são como os seres-humanos, estão em constante transformação. Se não estão em transformação, é porque entraram em processo de queda e que levará a sua extinção.</p>
<p>Para evitar esse trágico destino, e realizar a mudança necessária nos modelos de gestão, é preciso que cada pessoa entenda seu papel dentro do sistema e o seu significado dentro de todo o contexto organizacional. Feito isso, é preciso que cada um assuma a sua parcela de responsabilidade quanto ao futuro e perenidade das empresas e as redes as quais estão inseridos e dessa forma buscar verdadeiramente a mudança. Afinal de contas, ninguém muda ninguém, nós mudamos ao nos encontrarmos, ao buscarmos a interação e a diversidade de idéias visando construir uma inteligência coletiva onde realmente seja possível reconhecer que todos nós somos todos mais inteligentes do que qualquer um de nós.</p>
<p>Para finalizar, segue abaixo frase de Mahatma Gandhi:</p>
<p>“Seja a mudança que você quer para o mundo”</p>
<p>Portanto, não espere que os outros mudem, mude você começando por não terceirizar a sua responsabilidade pela mudança.</p>
<p>Um abraço.</p>
<p>Twitter: <a href="http://twitter.com/blogdomarcelao" target="_blank">@blogdomarcelao</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://marcelao.wordpress.com/" target="_blank">http://marcelao.wordpress.com/</a></p>
<blockquote><p>Marcelo de Souza Bastos é Formado em ciência da computação pelo Uniceub em Brasília e MBA em planejamento e gestão empresarial pela Universidade Católica de Brasília. Possui certificação PMP (Project Management Professional) pelo PMI (Project Management Institute) desde 2003.</p></blockquote>
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		<title>O segredo está no plano</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/o-segredo-esta-no-plano/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 11:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[plano de negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luiz de Paiva
Empreendedores, especialmente os de primeira viagem, são um mar de dúvidas.  Qual tipo de negócio dá mais lucro?  Quais são os primeiros passos que devo tomar?  Será que minha idéia vai funcionar?   O ponto que penso em adquirir é bom? O que está “em alta” hoje em dia?
Em dois artigos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por Luiz de Paiva</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Empreendedores, especialmente os de primeira viagem, são um mar de dúvidas.  Qual tipo de negócio dá mais lucro?  Quais são os primeiros passos que devo tomar?  Será que minha idéia vai funcionar?   O ponto que penso em adquirir é bom? O que está “em alta” hoje em dia?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Em dois artigos que escrevi neste blog, “Qual Negócio Devo Abrir?” e “Como Decidir Qual Negócio Abrir“, as dificuldades dos que querem abrir um negócio podem ser vistas nos comentários.  Isto não é um defeito dos empreendedores… pelo contrário, é uma etapa normal do processo de desenvolvimento de um negócio.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Empreender é isso mesmo:  fazer algo diferente, superar problemas, pesquisar soluções…  não existe um manual pronto para abrir um negócio inovador e ter sucesso.  Na realidade, este manual existe sim, mas deve ser desenvolvido pelo empreender a cada novo negócio – ele se chama Plano de Negócios.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Já comentei anteriormente que o plano de negócios é uma obrigação para qualquer novo empreendimento.  Isto, no entanto, não quer dizer que serão necessários meses de planejamento e estudos.  O tempo para preparar um plano sólido pode ser de alguns dias para negócios simples até meses para empreendimentos de grande porte.  Ainda assim, o interessante é que os principais tópicos estão presentes em qualquer tipo de negócio.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O desenvolvimento do plano é tão importante quanto o documento final em si.  Fazer um plano de negócios é um exercício intelectual que ajudará o empreendedor a avaliar todos os aspectos de sua idéia e definir soluções e estratégias para o sucesso.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Estes são os principais elementos na estrutura de um plano de negócios:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Detalhamento do Negócio: explica do que se trata o negócio, quais são seus diferenciais, porque interessa ao público-alvo, sua localização e os produtos e serviços que serão oferecidos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mercado: detalha qual o mercado que o negócio quer atingir, o público-alvo, e qual fatia você pretende conseguir.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Precificação: trata-se da estratégia de preços para atingir seu mercado.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Posicionamento: indica o contexto em que seu negócio se encaixa em relação à concorrência, e como ele se diferencia.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Marketing: indica quais serão as estratégias e as ações para que o público-alvo chegue até o produto ou serviço oferecido.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Recursos Humanos: detalha o número de funcionários e a política de contratação, cargos, salários, etc.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Finanças: mostra quanto terá que ser investido para abrir o negócio, quais serão os gastos mensais, o potencial de faturamento e os lucros que serão obtidos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Análise SWOT: Indica os pontos fortes, pontos fracos, ameaças e oportunidades do negócio, com um plano de ação para cada um.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A estrutura acima costuma ser suficiente quando o plano de negócios é apenas para consumo interno… ou seja, quando não há intenção de apresentar o plano a investidores e parceiros de negócios.   Planos formais costumam ter outros elementos, como um Resumo Executivo.  Além disso, dependendo do porte do negócio, cada item desta estrutura pode se desdobrar em inúmeros detalhes… muitas vezes é até importante especificar os procedimentos internos que serão estabelecidos (quando o processo for um diferencial estratégico do negócio).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Pesquise mais sobre os planos de negócios, e você perceberá rapidamente que além de não ser um bicho de sete cabeças, é uma ferramenta extremamente valiosa para seus objetivos de empreendedor.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: http://ogerente.com/empreendaja/</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Luiz Henrique de Paiva Jose é graduado em Engenharia Elétrica pela Unicamp, e pós-graduado em Gerenciamento de Projetos pela FGV. Certificado PMP  pelo PMI. Até 2007, atuou 5 anos como Gerente de Projetos e Diretor de Fábrica na Vitelcom México, multinacional fabricante de telefones celulares. Atualmente presta consultoria empresarial, voltada a Gerenciamento de Projetos e Presença Online para pequenas e médias empresas nas regiões de São Paulo, Jundiaí e Campinas. Proprietário da Avantta Consulting. Criador do Portal O GERENTE, e editor dos blogs do Portal.</div>
<p><em><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-773" title="Planejamento de Sucesso" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/planejamento-sucesso-in.jpg" alt="Planejamento de Sucesso" width="564" height="180" /></em></p>
<p><em>Por Luiz de Paiva</em></p>
<p>Empreendedores, especialmente os de primeira viagem, são um mar de dúvidas.  Qual tipo de negócio dá mais lucro?  Quais são os primeiros passos que devo tomar?  Será que minha idéia vai funcionar?   O ponto que penso em adquirir é bom? O que está “em alta” hoje em dia?</p>
<p>Em dois artigos que escrevi neste blog, “Qual Negócio Devo Abrir?” e “Como Decidir Qual Negócio Abrir“, as dificuldades dos que querem abrir um negócio podem ser vistas nos comentários.  Isto não é um defeito dos empreendedores… pelo contrário, é uma etapa normal do processo de desenvolvimento de um negócio.</p>
<p>Empreender é isso mesmo:  fazer algo diferente, superar problemas, pesquisar soluções…  não existe um manual pronto para abrir um negócio inovador e ter sucesso.  Na realidade, este manual existe sim, mas deve ser desenvolvido pelo empreender a cada novo negócio – ele se chama Plano de Negócios.</p>
<p>Já comentei anteriormente que o plano de negócios é uma obrigação para qualquer novo empreendimento.  Isto, no entanto, não quer dizer que serão necessários meses de planejamento e estudos.  O tempo para preparar um plano sólido pode ser de alguns dias para negócios simples até meses para empreendimentos de grande porte.  Ainda assim, o interessante é que os principais tópicos estão presentes em qualquer tipo de negócio.</p>
<p>O desenvolvimento do plano é tão importante quanto o documento final em si.  Fazer um plano de negócios é um exercício intelectual que ajudará o empreendedor a avaliar todos os aspectos de sua idéia e definir soluções e estratégias para o sucesso.</p>
<p>Estes são os principais elementos na estrutura de um plano de negócios:</p>
<p><strong>Detalhamento do Negócio:</strong> explica do que se trata o negócio, quais são seus diferenciais, porque interessa ao público-alvo, sua localização e os produtos e serviços que serão oferecidos.</p>
<p><strong>Mercado: </strong>detalha qual o mercado que o negócio quer atingir, o público-alvo, e qual fatia você pretende conseguir.</p>
<p><strong>Precificação:</strong> trata-se da estratégia de preços para atingir seu mercado.</p>
<p><strong>Posicionamento:</strong> indica o contexto em que seu negócio se encaixa em relação à concorrência, e como ele se diferencia.</p>
<p><strong>Marketing: </strong>indica quais serão as estratégias e as ações para que o público-alvo chegue até o produto ou serviço oferecido.</p>
<p><strong>Recursos Humanos: </strong>detalha o número de funcionários e a política de contratação, cargos, salários, etc.</p>
<p><strong>Finanças: </strong>mostra quanto terá que ser investido para abrir o negócio, quais serão os gastos mensais, o potencial de faturamento e os lucros que serão obtidos.</p>
<p><strong>Análise SWOT:</strong> Indica os pontos fortes, pontos fracos, ameaças e oportunidades do negócio, com um plano de ação para cada um.</p>
<p>A estrutura acima costuma ser suficiente quando o plano de negócios é apenas para consumo interno… ou seja, quando não há intenção de apresentar o plano a investidores e parceiros de negócios.   Planos formais costumam ter outros elementos, como um Resumo Executivo.  Além disso, dependendo do porte do negócio, cada item desta estrutura pode se desdobrar em inúmeros detalhes… muitas vezes é até importante especificar os procedimentos internos que serão estabelecidos (quando o processo for um diferencial estratégico do negócio).</p>
<p>Pesquise mais sobre os planos de negócios, e você perceberá rapidamente que além de não ser um bicho de sete cabeças, é uma ferramenta extremamente valiosa para seus objetivos de empreendedor.</p>
<p>Fonte: <a href="http://ogerente.com/empreendaja/" target="_blank">http://ogerente.com/empreendaja/</a></p>
<blockquote><p>Luiz Henrique de Paiva Jose é graduado em Engenharia Elétrica pela Unicamp, e pós-graduado em Gerenciamento de Projetos pela FGV. Certificado PMP  pelo PMI. Até 2007, atuou 5 anos como Gerente de Projetos e Diretor de Fábrica na Vitelcom México, multinacional fabricante de telefones celulares. Atualmente presta consultoria empresarial, voltada a Gerenciamento de Projetos e Presença Online para pequenas e médias empresas nas regiões de São Paulo, Jundiaí e Campinas. Proprietário da Avantta Consulting. Criador do Portal O GERENTE, e editor dos blogs do Portal.</p></blockquote>
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		<title>Mudar = Aprender = Ter Humildade</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/mudar-aprender-ter-humildade/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/mudar-aprender-ter-humildade/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 10:48:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcelo de Souza Bastos
Pessoal,
tem uma frase de Albert Einstein que diz “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.” Todos nós temos nossos préconceitos e muitas vezes são esses préconceitos que nos guiam nas nossas decisões e nas nossas escolhas. A verdade é que não vemos o mundo como ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por Marcelo de Souza Bastos</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Pessoal,</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">tem uma frase de Albert Einstein que diz “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.” Todos nós temos nossos préconceitos e muitas vezes são esses préconceitos que nos guiam nas nossas decisões e nas nossas escolhas. A verdade é que não vemos o mundo como ele é, mas sim como nós somos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O grande problema não é ter préconceitos, o grande problema, na minha opinião, é não saber reconhece-los e corrigi-los. Se você não procura identifica-los, você nunca estará livre deles. Somente após esse processo de reconhecimento é que poderemos mudar nossa visão de mundo e crescermos. É preciso muita humildade para reconhece-los e corrigi-los.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Humildade que é tão importante nos dias de hoje da era do conhecimento. Humildade para reconhecer que você não é dono de toda a verdade, mas sim de parte dela e, mesmo assim, a verdade de hoje que pode não valer amanhã.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">No meu mestrado, tive aula com o professor Tomás e ele disse durante uma de suas excelentes aulas que mudar é sinônimo de aprender e vice-versa. Ocorre que para aprender ou mudar é preciso ter humildade para reconhecermos onde estamos errados, fato esse muito dificil de você realizar em um mundo em que as pessoas continuam nos enxergando como máquinas e que o erro deve ser punido, ao invés de ser utilizado como instrumento pedagógico.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Hoje, no fórum mundial de negociação organizado pela HSM, o consultor Paul Schoemaker apresentou um conto sobre uma conversa de uma pessoa iniciante nos negócios com um empreendedor de sucesso :</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Iniciante pergunta : “O que é preciso para alcançar o sucesso?”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Empreendedor responde : “Boas decisões”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Iniciante pergunta : “O que é preciso para tomar boas decisões?”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Empreendedor responde : “Experiência”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Iniciante pergunta : “O que é preciso para ter experiência?”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Empreendedor responde : “Más decisões”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Eu conhecia essa passagem como um conto chinês, mas ele mostra com muita perfeição a importância de reconhecer seus erros e ter humildade para aprender com eles.Os nossos erros são a porta para a descoberta de coisas novas e, consequentemente, termos maior humildade, aprender e mudar.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quando não reconhecemos nossos erros, nós estagnamos e vamos contra a natureza humana que é a evolução. Nesse momento, nos tornamos arrogantes e no mundo de hoje, da colaboração e do conhecimento, não há espaço para arrogância. Ao eliminar a arrogância, ouvindo e aprendendo de maneira humilde com professores, funcionários, alunos e colegas, um líder terá certamente melhores condições de aprender, adaptar e crescer. O contrário será o isolamento, a estagnação e o fracasso.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ninguém é tão perfeito que não consiga mudar e melhorar. Aliás, essa é a melhor forma do líder humilde dar o seu recado: não se acomodando e procurando aperfeiçoar-se sempre. A humildade jamais fez ou fará mal a quem quer que seja. Ao contrário: a humildade é a grande virtude dos sábios.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Um abraço.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Keep the Faith”</div>
<p><em><img class="size-full wp-image-740 alignleft" title="Aprendizado" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/aprendizado.jpg" alt="Aprendizado" width="441" height="402" />Por Marcelo de Souza Bastos</em></p>
<p>Pessoal,</p>
<p>tem uma frase de Albert Einstein que diz “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.” Todos nós temos nossos préconceitos e muitas vezes são esses préconceitos que nos guiam nas nossas decisões e nas nossas escolhas. A verdade é que não vemos o mundo como ele é, mas sim como nós somos.</p>
<p>O grande problema não é ter préconceitos, o grande problema, na minha opinião, é não saber reconhece-los e corrigi-los. Se você não procura identifica-los, você nunca estará livre deles. Somente após esse processo de reconhecimento é que poderemos mudar nossa visão de mundo e crescermos. É preciso muita humildade para reconhece-los e corrigi-los.</p>
<p>Humildade que é tão importante nos dias de hoje da era do conhecimento. Humildade para reconhecer que você não é dono de toda a verdade, mas sim de parte dela e, mesmo assim, a verdade de hoje que pode não valer amanhã.</p>
<p>No meu mestrado, tive aula com o professor Tomás e ele disse durante uma de suas excelentes aulas que mudar é sinônimo de aprender e vice-versa. Ocorre que para aprender ou mudar é preciso ter humildade para reconhecermos onde estamos errados, fato esse muito dificil de você realizar em um mundo em que as pessoas continuam nos enxergando como máquinas e que o erro deve ser punido, ao invés de ser utilizado como instrumento pedagógico.</p>
<p>Hoje, no fórum mundial de negociação organizado pela HSM, o consultor Paul Schoemaker apresentou um conto sobre uma conversa de uma pessoa iniciante nos negócios com um empreendedor de sucesso :</p>
<p><strong>Iniciante pergunta:</strong> “O que é preciso para alcançar o sucesso?”</p>
<p><strong>Empreendedor responde:</strong> “Boas decisões”</p>
<p><strong>Iniciante pergunta:</strong> “O que é preciso para tomar boas decisões?”</p>
<p><strong>Empreendedor responde:</strong> “Experiência”</p>
<p><strong>Iniciante pergunta:</strong> “O que é preciso para ter experiência?”</p>
<p><strong>Empreendedor responde:</strong> “Más decisões”</p>
<p>Eu conhecia essa passagem como um conto chinês, mas ele mostra com muita perfeição a importância de reconhecer seus erros e ter humildade para aprender com eles.Os nossos erros são a porta para a descoberta de coisas novas e, consequentemente, termos maior humildade, aprender e mudar.</p>
<p>Quando não reconhecemos nossos erros, nós estagnamos e vamos contra a natureza humana que é a evolução. Nesse momento, nos tornamos arrogantes e no mundo de hoje, da colaboração e do conhecimento, não há espaço para arrogância. Ao eliminar a arrogância, ouvindo e aprendendo de maneira humilde com professores, funcionários, alunos e colegas, um líder terá certamente melhores condições de aprender, adaptar e crescer. O contrário será o isolamento, a estagnação e o fracasso.</p>
<p>Ninguém é tão perfeito que não consiga mudar e melhorar. Aliás, essa é a melhor forma do líder humilde dar o seu recado: não se acomodando e procurando aperfeiçoar-se sempre. A humildade jamais fez ou fará mal a quem quer que seja. Ao contrário: a humildade é a grande virtude dos sábios.</p>
<p>Um abraço.</p>
<p>“Keep the Faith”</p>
<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com" target="_blank">http://hsm.updateordie.com</a></p>
<blockquote><p>Marcelo de Souza Bastos é Formado em ciência da computação pelo Uniceub em Brasília e MBA em planejamento e gestão empresarial pela Universidade Católica de Brasília. Possui certificação PMP (Project Management Professional) pelo PMI (Project Management Institute) desde 2003.</p></blockquote>
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			<wfw:commentRss>http://www.tracegp.com.br/blog/mudar-aprender-ter-humildade/feed/</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>O DNA do Inovador</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/o-dna-do-inovador/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/o-dna-do-inovador/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 10:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[ensinamentos]]></category>
		<category><![CDATA[estudos & pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[executivos]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>

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		<description><![CDATA[por Jorge Carvalho
Um artigo na HBR de Dezembro joga um pouco de luz no assunto Inovação.  O artigo, escrito por Clayton Christensen, professor de Harvard, fala sobre a análise de um estudo de 6 anos que ele realizou. A ideia era tentar descobrir o que diferencia os líderes/empreendedores inovadores dos demais.  Foram descobertas cinco habilidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">por Jorge Carvalho</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Um artigo na HBR de Dezembro joga um pouco de luz no assunto Inovação.  O artigo, escrito por Clayton Christensen, professor de Harvard, fala sobre a análise de um estudo de 6 anos que ele realizou. A ideia era tentar descobrir o que diferencia os líderes/empreendedores inovadores dos demais.  Foram descobertas cinco habilidades que todos os inovadores possuem. Abaixo uma breve descrição de cada uma.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Habilidade 1 &#8211; Associação: Como o Steve Jobs costuma falar “Criatividade é conectar as coisas”. O estudo mostrou que a inovação muitas vezes acontece através da conexão de experiências ou conhecimento. Quanto mais diverso nosso conhecimento e experiências, mais conexões poderão ser feitas. O estudo mostrou que umas das experiências mais transformadoras na vida de pessoas inovadoras é passar por experiências internacionais e experimentar novas culturas. Nos “9 princípios de inovação do Google”, o princípio nº2 é “Ideias podem vir de qualquer lugar”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Habilidade 2 &#8211; Questionamento: O grande Peter Drucker já dizia que o importante não são as respostas certas mas saber fazer as perguntas corretas. Uma característica importante dos inovadores é questionar o statu quo. Não existe inovação sem as perguntas: Por que? Por que não? E se?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Habilidade 3 &#8211; Observação: Uma das filosofias da Toyota é “vá até o local e observe você mesmo”. Observar o usuário interagindo com o produto/serviço no dia a dia ajuda a descobrir insights que nunca teríamos fazendo pesquisas de mercado. O princípio de inovação nº6 do Google já diz tudo: Usuários, Usuários, Usuários.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Habilidade 4 &#8211; Experimentação: Thomas Edison costumava falar “Eu não fracassei. Apenas encontrei 10.000 maneiras que não funcionou”. O mundo é um laboratório. Empresas como o Google e Amazon conduzem centenas de pequenos experimentos todos os dias.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Habilidade 5 &#8211; Networking: Estamos falando de um tipo diferente de networking que costumamos ouvir por ai. O networking dos inovadores não é focado em se relacionar com o mercado ou cultivar o marketing pessoas. Eles buscam conhecer pessoas interessantes de diversas áreas e perspectivas. Um dos pontos importantes levantados pelo estudo é a participação em conferências como TED, Davos que sempre trazem insights valiosos. A inspiração de Michael Lazaridis, fundador da Research in Motion, para o aparelho de celular Blackberry aconteceu durante uma palestra da Coca Cola.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Imaginem dois profissionais de capacidade parecida. Damos a eles uma semana para criar uma nova ideia de negócio. O primeiro fica trancado no quarto pensando sozinho. O segundo, 1- fala com 10 pessoas (músicos, engenheiros, designers, economistas, etc) 2- visita 3 start-ups para observar como eles trabalham, 3- compra novos e inovadores produtos para experimentar, 4- mostra suas ideias e protótipos para várias pessoas e 5- Se pergunta “E se eu fizesse isso? Por que não tentar esse novo material? durante as quarto etapas anteriores.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quem você acha que traria a ideia mais inovadora e viável?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Alguns dos empreendedores estudados: Steve Jobs (Apple), Jeff Bezos (Amazon), Marc Benioff (Salesforce.com), Herb Kelleher (Southwest Airlines), Peter Thiel (PayPal), Pierre Omidyar (eBay), Niklas Zennstrom (Skype), Michael Dell (Dell), Scott Cook (Intuit), entre outros</div>
<p><img class="size-full wp-image-727 alignleft" title="Health Care Innovation" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/Health-Care-Innovation.jpg" alt="Health Care Innovation" width="283" height="424" />Por Jorge Carvalho</p>
<p>Um artigo na HBR de Dezembro joga um pouco de luz no assunto Inovação.  O artigo, escrito por Clayton Christensen, professor de Harvard, fala sobre a análise de um estudo de 6 anos que ele realizou. A ideia era tentar descobrir o que diferencia os líderes/empreendedores inovadores dos demais.  Foram descobertas cinco habilidades que todos os inovadores possuem. Abaixo uma breve descrição de cada uma.</p>
<p><strong>Habilidade 1</strong> &#8211; Associação: Como o Steve Jobs costuma falar “Criatividade é conectar as coisas”. O estudo mostrou que a inovação muitas vezes acontece através da conexão de experiências ou conhecimento. Quanto mais diverso nosso conhecimento e experiências, mais conexões poderão ser feitas. O estudo mostrou que umas das experiências mais transformadoras na vida de pessoas inovadoras é passar por experiências internacionais e experimentar novas culturas. Nos “9 princípios de inovação do Google”, o princípio nº2 é “Ideias podem vir de qualquer lugar”</p>
<p><strong>Habilidade 2</strong> &#8211; Questionamento: O grande Peter Drucker já dizia que o importante não são as respostas certas mas saber fazer as perguntas corretas. Uma característica importante dos inovadores é questionar o statu quo. Não existe inovação sem as perguntas: Por que? Por que não? E se?</p>
<p><strong>Habilidade 3</strong> &#8211; Observação: Uma das filosofias da Toyota é “vá até o local e observe você mesmo”. Observar o usuário interagindo com o produto/serviço no dia a dia ajuda a descobrir insights que nunca teríamos fazendo pesquisas de mercado. O princípio de inovação nº6 do Google já diz tudo: Usuários, Usuários, Usuários.</p>
<p><strong>Habilidade 4</strong> &#8211; Experimentação: Thomas Edison costumava falar “Eu não fracassei. Apenas encontrei 10.000 maneiras que não funcionou”. O mundo é um laboratório. Empresas como o Google e Amazon conduzem centenas de pequenos experimentos todos os dias.</p>
<p><strong>Habilidade 5</strong> &#8211; Networking: Estamos falando de um tipo diferente de networking que costumamos ouvir por ai. O networking dos inovadores não é focado em se relacionar com o mercado ou cultivar o marketing pessoas. Eles buscam conhecer pessoas interessantes de diversas áreas e perspectivas. Um dos pontos importantes levantados pelo estudo é a participação em conferências como TED, Davos que sempre trazem insights valiosos. A inspiração de Michael Lazaridis, fundador da Research in Motion, para o aparelho de celular Blackberry aconteceu durante uma palestra da Coca Cola.</p>
<p>Imaginem dois profissionais de capacidade parecida. Damos a eles uma semana para criar uma nova ideia de negócio. O primeiro fica trancado no quarto pensando sozinho. O segundo, 1- fala com 10 pessoas (músicos, engenheiros, designers, economistas, etc) 2- visita 3 start-ups para observar como eles trabalham, 3- compra novos e inovadores produtos para experimentar, 4- mostra suas ideias e protótipos para várias pessoas e 5- Se pergunta “E se eu fizesse isso? Por que não tentar esse novo material? durante as quarto etapas anteriores.</p>
<p>Quem você acha que traria a ideia mais inovadora e viável?</p>
<p>Alguns dos empreendedores estudados: Steve Jobs (Apple), Jeff Bezos (Amazon), Marc Benioff (Salesforce.com), Herb Kelleher (Southwest Airlines), Peter Thiel (PayPal), Pierre Omidyar (eBay), Niklas Zennstrom (Skype), Michael Dell (Dell), Scott Cook (Intuit), entre outros.</p>
<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com" target="_blank">http://hsm.updateordie.com</a></p>
<blockquote><p>Jorge Carvalho é coordenador do portal HSM Online.</p></blockquote>
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