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	<title>Blog Trace Sistemas &#187; empresa</title>
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	<description>A Trace Sistemas é uma empresa que tem seu Core Business centrado em sua solução de Gestão do Trabalho, TraceGP.</description>
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		<title>Multinacional ou Empresa nacional de pequeno e médio porte?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Sep 2011 12:17:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Recentemente dei uma entrevista para um portal especializado em gestão de carreira e liderança e a conversa girou em torno da seguinte questão: existe candidato, e por consequência colaborador, que seja adequado apenas a multinacionais e outros adequados apenas a empresas pequenas e médias nacionais ?
Minha resposta foi sim e não. Parece paradoxal, mas não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1514" title="Positivo e Negativo" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/positivo-e-negativo.png" alt="Positivo e Negativo" width="140" height="141" />Recentemente dei uma entrevista para um portal especializado em gestão de carreira e liderança e a conversa girou em torno da seguinte questão: existe candidato, e por consequência colaborador, que seja adequado apenas a multinacionais e outros adequados apenas a empresas pequenas e médias nacionais ?</p>
<p>Minha resposta foi sim e não. Parece paradoxal, mas não é.</p>
<p>Acho que a dúvida esta fundamentada no fato de que convencionou-se dizer que empresas multinacionais são empresas onde existe um desenho hierárquico rígido, as atribuições são bem definidas, os processos são claros e  sem margem de manobra e onde existe uma limitação de poder fruto de uma relação de dependência forte com a matriz, criando assim um ambiente onde as decisões são mais lentas e os processos mais burocráticos. Por outro lado a respeito das empresas pequenas e médias nacionais comenta-se que são empresas onde é possível que uma mesma sala reúna diretores e estagiários para a mesma reunião, onde é necessário ser multi funcional, e como se diz por ai “chupar cana e assobiar ao mesmo tempo”, onde os processos existentes são flexíveis a ponto de se adequar ao estado de espírito dos gestores e onde as decisões são tomadas muito rapidamente já que são poucos os degraus que separam o assistente do presidente.</p>
<p>Nesse contexto acredito que os profissionais que entre outras características e habilidades sejam metódicos e disciplinados se adequam mais as multinacionais enquanto os profissionais mais dinâmicos e criativos, entre outras características e habilidades, as empresas nacionais. Essa é a parte do sim da resposta.</p>
<p>Porém não podemos nunca considerar que todas as empresas multinacionais ou nacionais são como se convencionou dizer. Apesar dos cenários valerem para a maioria da amostra, existem diversas exceções a essas convenções (o recém lançado anuário das Melhores Empresas para se Trabalhar da Você SA esta repleto desses casos) e por isso não podemos afirmar que só os metódicos e disciplinados se adequam a uma Multinacional e nem que todos os dinâmicos e criativos só encontram espaço nas empresas nacionais. Essa é a parte do não da resposta.</p>
<p>Acredito, portanto, que a adequação do profissional esta mais ligada as características da empresa e do ambiente de trabalho do que a origem do capital da empresa ou seu porte.</p>
<p>E você ? Qual é a sua opinião ?</p>
<p><a href="http://twitter.com/fabioceleguim" target="_blank">@fabioceleguim</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://vocesa.abril.com.br/blog/gestao-estrategica/2011/09/16/multinacional-ou-empresa-nacional-de-pequeno-e-medio-porte/" target="_blank">http://vocesa.abril.com.br/blog/gestao-estrategica/2011/09/16/multinacional-ou-empresa-nacional-de-pequeno-e-medio-porte/</a></p>
<blockquote><p>Fábio Jorge Celeguim é graduado em Marketing, pós-graduado em Administração de Empresas pela FAAP e cursos de extensão e especialização em Contabilidade e Finanças pela FGV e em Desenvolvimento Gerencial pelo IBMEC.</p></blockquote>
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		<title>Desmotivado no trabalho? Transforme-se em um Capitão 1000</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/desmotivado-no-trabalho-transforme-se-em-um-capitao-1000/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 14:33:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Escrevo este texto no final da Semana da Pátria, onde duas notícias, em um espaço de dez dias, embora desconexas, me chamaram muito a atenção.
A primeira, publicada no caderno de Empregos do jornal O Estado de São Paulo, de 28 de setembro de 2011, afirmava em sua matéria principal que a falta de motivação no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1509" title="Desmotivado no Trabalho" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/desmotivado-no-trabalho.jpg" alt="Desmotivado no Trabalho" width="250" height="250" />Escrevo este texto no final da Semana da Pátria, onde duas notícias, em um espaço de dez dias, embora desconexas, me chamaram muito a atenção.</p>
<p>A primeira, publicada no caderno de Empregos do jornal O Estado de São Paulo, de 28 de setembro de 2011, afirmava em sua matéria principal que a falta de motivação no trabalho atingiu 31% dos trabalhadores.</p>
<p>A pesquisa que mostrou esta marca foi realizada pela consultoria Hay Group e envolveu 261 mil trabalhadores de 85 empresas dos mais variados segmentos. A pesquisa realizada em 2010, envolvendo 154 mil funcionários de 41 empresas, mostrou que este percentual foi de 33%. No mundo, esta porcentagem é de 28%.</p>
<p>Tais profissionais, segundo a pesquisa, são denominados de <em>“inefetivos”</em>, definidos pela professora Lilian Graziano como<em> “aqueles que vão à empresa e fazem apenas o suficiente para continuar empregados. Não pensam, não inovam.”</em></p>
<p>Para mais, de acordo com o estudo e a reportagem citada, <em>“são apontados como trabalhadores que entregam menos do que podem, não se sentem engajados com a empresa e acham que não dispõem do suporte necessário para desenvolver suas atividades. São profissionais que costumam permanecer na empresa porque acham o salário adequado e gostam dos colegas.”</em></p>
<p>Para o especialista em desenvolvimento humano Eduardo Shinyashiki, estes profissionais sofrem de uma <em>“aposentadoria mental”</em>, isto é, mesmo desempenhando suas funções e trabalhando forte, não procuram seu desenvolvimento, seu crescimento e também não investem em si mesmos buscando melhor qualificação.</p>
<p>A desmotivação é o prenúncio da acomodação, segundo alguns especialistas, e suas causas podem ser várias. Algumas delas são:</p>
<ul>
<li>passar o dia reclamando de tudo e de todos;</li>
<li>sentir-se incapaz frente a novos desafios;</li>
<li>ter consciência de seus pontos fracos e não fazer nada para reverter este quadro;</li>
<li>falta de entusiasmo;</li>
<li>falta de sinergia entre seus princípios e valores e aqueles preconizados pela empresa;</li>
<li>infra-estrutura inadequada levando à perda da qualidade de vida;</li>
<li>a empresa é pequena para que o profissional demonstre todo o seu potencial, ou seja, o colaborador é subaproveitado;</li>
<li>falta de valorização e reconhecimento;</li>
<li>política de competição interna mal gerida;</li>
<li>baixo salário;</li>
<li>falta de política clara sobre progressão de carreira e crescimento profissional;</li>
<li>burocracia e/ou excesso de regras que podem prejudicar o desempenho do colaborador;</li>
<li>nível de exigência de tarefas, onde tudo <em>“é para ontem”</em>;</li>
<li>tarefas repetitivas e ausência de novos projetos;</li>
<li>estratégias indefinidas, onde tudo é feito<em> “de acordo com a maré” </em>ou <em>“ao sabor do vento”</em>;</li>
<li>mudanças contínuas;</li>
<li>retenção de informações;</li>
<li>falta de transparência, confiança, respeito e ética;</li>
<li>gestores que, por medo,<em> “escondem”</em> seus colaboradores para evitar que alcancem destaque aos olhos dos superiores;</li>
<li>controle excessivo;</li>
<li>relacionamento ruim com o chefe ou superior hierárquico;</li>
<li>ambientes, duros, rígidos e tensos, sem qualquer tipo de flexibilidade;</li>
<li>Estas são algumas das causas que podem levar o colaborador a se desmotivar. Outras tantas poderiam ser agregadas a esta lista e que também poderiam contribuir para aquele alto índice de desmotivação.</li>
</ul>
<p>Particularmente não gosto da palavra motivação. Prefiro automotivação.</p>
<p>Acredito piamente que motivação é algo interior e inerente a cada Ser Humano. É ele que se automotiva. A empresa oferece várias ferramentas e condições para que o colaborador se sinta motivado e engajado. Mas caberá a ele, e somente a ele, sentir-se fazendo parte da mesma.</p>
<p>Pessoas automotivadas são pessoas felizes. E felicidade é algo individual. O mesmo acontecimento pode me fazer feliz e, ao mesmo tempo, deixar outra pessoa infeliz.</p>
<p>Dias atrás recebi um e-mail que abordava exatamente este tema. Era sobre um programa de entrevistas para casais. Ao entrevistar um deles, a apresentadora perguntou à esposa:</p>
<p>- Seu marido a faz feliz?</p>
<p>O marido se empertigou na cadeira, fez um olhar superior esperando uma resposta positiva, quando ela disse:</p>
<p>-Não, ele não me faz feliz. Quem me faz feliz sou eu.</p>
<p>Outro exemplo vem de uma frase que também recebi por e-mail: nunca ponha a tua felicidade nas mãos de outras pessoas, pois você poderá ficar sem ela.</p>
<p>Estes dois exemplos, para mim, são bastante significativos e mostram que a motivação e a felicidade estão dentro de cada Ser Humano. O ambiente, o entorno, é que nos fornecem as condições para sermos felizes e automotivados.</p>
<p>A segunda notícia, publicada em toda a imprensa esportiva, diz respeito a Rogério Ceni, goleiro do São Paulo Futebol Clube, que completou 1000 jogos em 7 de setembro de 2011.</p>
<p>Somente três jogadores conquistaram esta marca, além do goleiro: Pelé e Roberto Dinamite, já aposentados.</p>
<p>Diante destes recordes, cabe a pergunta: o que estas empresas (clubes) fizeram para que estes colaboradores (jogadores) conquistassem estas marcas? Que medidas foram tomadas por seus gestores para que estes jogadores se mantivessem automotivados e felizes por tanto tempo?</p>
<p>Especificamente, o que a empresa (São Paulo Futebol Clube) proporcionou ao goleiro-artilheiro para que ele afirmasse neste dia histórico da sua carreira: <em>“o São Paulo é a minha vida”</em>?</p>
<p>Acredito que as respostas podem ser várias e as razões bem diferentes. Mas, independentemente delas, foi a sua automotivação e sua felicidade que fizeram com que este goleiro esteja no clube até hoje.</p>
<p>Este exemplo mostra, de forma inconteste que se pode, sim, nos dias de hoje, desenvolver uma carreira em uma única empresa, como muitos veteranos e baby boomers. Bem diferente da realidade, onde muitos colaboradores das gerações X e Y que ficam mudando de emprego quando a eles são oferecidos alguns mimos a mais.</p>
<p>Se você é feliz, automotivado e trabalha em uma empresa que lhe fornece as condições para que isso se mantenha constante e em alta, não existirão razões para você ficar como um macaco, pulando de galho em galho.</p>
<p>Ah! Quase me esqueci. Capitão 1000 não é nome de super-herói. Foi a maneira que encontrei para dar um apelido ao Rogério Ceni. Capitão por ser o capitão do time e 1000 por ter jogado igual número de partidas em um único time.</p>
<p>E se ele pode ser um <em>“super herói”</em>, automotivado e feliz, você também poderá sê-lo. Só vai depender de você mesmo.</p>
<p>Fonte: <a href="http://ogerente.com.br/rede/favaconsulting/desmotivado-no-trabalho/" target="_blank">http://ogerente.com.br/rede/favaconsulting/desmotivado-no-trabalho/</a></p>
<blockquote><p>Luiz Roberto Gonçalves Fava é cirurgião-dentista, especialista em Endodontia, desempenhando esta atividade há mais de 30 anos. Experiência de igual número de anos como professor, pesquisador clínico e conferencista de temas ligados à especialidade Desde o ano de 2003 vem se dedicando ao estudo de temas ligados às áreas de qualidade de vida, motivação e sucesso, tendo já ministrados cursos, palestras e publicados artigos nestas áreas.</p></blockquote>
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		<title>Como otimizar a produtividade na empresa</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/como-otimizar-a-produtividade-na-empresa/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 11:44:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[As mudanças no ambiente empresarial não param de ocorrer e a busca pela redução dos custos, aumento da produtividade e da competitividade são realidades que nenhuma empresa pode prescindir.
As mudanças no ambiente empresarial não param de ocorrer e a busca pela redução dos custos, aumento da produtividade e da competitividade são realidades que nenhuma empresa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1276" title="Otimizar sua Empresa" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/otimizar-sua-empresa.jpg" alt="Otimizar sua Empresa" width="285" height="178" />As mudanças no ambiente empresarial não param de ocorrer e a busca pela redução dos custos, aumento da produtividade e da competitividade são realidades que nenhuma empresa pode prescindir.</p>
<p>As mudanças no ambiente empresarial não param de ocorrer e a busca pela redução dos custos, aumento da produtividade e da competitividade são realidades que nenhuma empresa pode prescindir.</p>
<p>Nos últimos, tempos tivemos muitas mudanças importantes no contexto empresarial que impactaram na performance das organizações. Talvez uma das mais importantes tenha sido a evolução tecnológica envolvendo o computador, a Internet e o telefone celular. Todas, sem dúvida, foram evoluções importantes para dar nova dinâmica ao desenvolvimento empresarial. Todavia, como quase tudo na vida, há os dois lados.</p>
<p><em>&#8220;Nós não temos talentos iguais, mas temos as mesmas oportunidades para desenvolver os nossos talentos&#8221; &#8211; </em>John F. Kennedy</p>
<p>Daí, se por um lado a evolução tecnológica proporcionou avanços, por outro trouxe problemas também. As empresas dos dias atuais, que depende do computador e de uma boa conexão com a Internet, se vê as voltas com problemas aparentemente inofensivos, mas que na prática têm causado muitas dores de cabeça aos gestores. Por exemplo, quanto tempo o funcionário (ou você mesmo) tem passado diante do computador abrindo e-mail desconhecidos ou que não tem nada a ver com a sua rotina de trabalho? Quanto tempo levamos para responder uma série de e-mails diários que muitas vezes nem deveríamos ter recebido? Quanto custa ficarmos parados aguardando solucionar o problema de vírus na rede? E a improdutividade provocada pela lentidão da conexão com a Internet? E o tempo que se fica no MSN messenger, Yahoo entre outros sites de bate-papo? Já parou para ver o valor que você paga pelo link e tráfego na rede?</p>
<p>Dias desses encontrei um micro-empresário indignado porque a sua funcionária estava fazendo um curso virtual durante o horário de trabalho. Essas e muitas outras são, de fato, problemas novos que as organizações precisam se preocupar em solucionar. Em minhas viagens pelo Brasil e exterior tenho procurado saber como os empresários têm lidado com situações desta natureza.</p>
<p><em>&#8220;Não existe nada mais insano do que fazer sempre as coisas do mesmo jeito e esperar resultados diferentes&#8221; &#8211; </em>Albert Einstein</p>
<p>Recentemente, estive na China e lá visitei uma empresa que adotou uma solução para tentar minimizar os problemas de dispersão digital. Ela bloqueou todos os acessos a mecanismos e sites de relacionamento. Liberou acesso somente as paginas com quem a empresa mantém contatos regulares. No entanto, pensando no bem estar do funcionário, a empresa liberou, diariamente, no horário de 12 às 14h acesso à rede para que todos pudessem navegar a vontade. No entanto, se alguma máquina for contaminada por vírus a pessoa responsável arcará com uma taxa de manutenção.</p>
<p>Em recente visita a empresas nos EUA vi algo também interessante. Lá existe uma norma para disciplinar o uso da Internet e dos e-mails. Nela há recomendações do tipo: a) não mandar e-mails com cópia para outras pessoas (só se for imprescindível), b) evitar mandar e-mail quando o assunto puder ser resolvido por telefone, c) não mandar e-mail para colegas que estejam próximos (eles disseram que havia um montão de mensagem entre pessoas que trabalhavam ao lado), d) evitar escrever mais que dez frases para explicar a situação, e) bloqueio de sites de bate-papo.</p>
<p><em>&#8220;Todos os empresários sabem como empreender, mas somente os empresários sábios sabem o que empreender&#8221;. &#8211; </em>Anônimo</p>
<p>Visitei também recentemente uma empresa na África do Sul que determinava horários para os funcionários se relacionarem digitalmente. Lá os funcionários dispõem de duas horas e meia por dia para mandar e responder seus e-mails. Uma hora pela manhã (no início da jornada de trabalho), uma hora após o retorno do almoço e trinta minutos antes de encerrar a jornada de trabalho. Havia também três computadores (de uso coletivo) que ficavam conectados o tempo todo para os imprevistos. Perguntei ao gerente se essa prática estava dando bons resultados. Ele me disse que pode haver medidas mais eficazes, mas que considerava sua estratégia eficiente para evitar perda de produtividade.</p>
<p>Você tem problemas semelhantes em sua empresa? Você tem conseguido lidar a contento com eles? Se você adotou ou conhece alguma medida interessante neste sentido peço que me mande um e-mail comentando o fato.</p>
<p>Pense nisso e muito sucesso.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.evaldocosta.com.br" target="_blank">http://www.evaldocosta.com.br</a></p>
<blockquote><p>Evaldo Costa é Escritor, Consultor, Conferencista e Professor. Autor dos livros: &#8220;Alavancando resultados através da gestão da qualidade&#8221;, &#8220;Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia&#8221; e co-autor do livro &#8220;Gigantes das Vendas&#8221;.</p></blockquote>
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		<title>Fim de ano: transforme a confraternização em tradição na sua empresa</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/fim-de-ano-transforme-a-confraternizacao-em-tradicao-na-sua-empresa/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 17:52:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[confraternização]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[tradição]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Eber Freitas
Após um estafante ano de muito trabalho e resultados, nada mais justo do que descansar e&#8230; confraternizar. A maioria das empresas realiza esse tipo de comemoração entre os colaboradores no período natalino, algumas há tanto tempo que a festa já deixou de ser uma questão de interação ou clima organizacional para se transformar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1192" title="Equipe Confraternização" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/gansos.jpg" alt="Equipe Confraternização" width="240" height="181" />Por Eber Freitas</em></p>
<p>Após um estafante ano de muito trabalho e resultados, nada mais justo do que descansar e&#8230; confraternizar. A maioria das empresas realiza esse tipo de comemoração entre os colaboradores no período natalino, algumas há tanto tempo que a festa já deixou de ser uma questão de interação ou clima organizacional para se transformar em tradição.</p>
<p>O escritório de advocacia Moraes &amp; Souza Advogados e Consultores realiza o evento há 21 anos. &#8220;Fazer da confraternização um momento especial, de alegria, de união dos colaboradores, deve ser a marca de uma empresa com boa gestão. Deve ser um momento de indispensável descontração&#8221;, afirma o advogado Alexandre Moraes, sócio do escritório.</p>
<p>Ele completa dizendo que a intenção neste ano é fazer algo menos formal, nas próprias dependências do escritório. Para ele, a importância do evento reside na &#8220;integração dos colaboradores, pois a participação deles na organização do evento, através da divisão das tarefas, sugestões para ornamentação, integra-os neste processo de confraternização, fazendo com que todos estejam presentes e possam se sentir mais à vontade&#8221;.</p>
<p>A agência de publicidade Bloom utiliza a criatividade natural da empresa para fazer algo diferente no final do ano. &#8220;Nas confraternizações de fim de ano, eu e as demais sócias, a Carol Azevedo e Raquel Bianchi, elaboramos um filme em forma de retrospectiva para veicularmos entre os nossos funcionários. Essa é uma das nossas tradições&#8221;, enfatiza Júlia Maciel.</p>
<p>Veja algumas dicas para acertar na confraternização da sua empresa:</p>
<ol>
<li>Decidir os detalhes com a participação dos colaboradores;</li>
<li>Caso necessário, selecionar e contratar serviços terceirizados (como buffet ou músicos) com boa reputação;</li>
<li>Amigo oculto também é tradição e geralmente funciona;</li>
<li>Não precisa ser tão rígido nos detalhes, afinal, você e sua equipe não estão buscando resultados nem produzindo relatórios;</li>
<li>Dê preferência a dinâmicas e ações que promovam a união e desencoraje a segmentação/hierarquização dos colaboradores.</li>
</ol>
<p>Siga os posts do Administradores no Twitter: <a href="http://twitter.com/admnews" target="_blank">@admnews</a>.</p>
<p>Fonte <a href="http://www.administradores.com.br" target="_blank">http://www.administradores.com.br</a></p>
<blockquote><p>Eber é formado em Comunicação Social com habilitação em jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba; cursando especialização em Mídia e Assessoria de Comunicação pela Cesrei.</p></blockquote>
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		<title>Evolua sua gestão com inteligência</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/evolua-sua-gestao-com-inteligencia/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 20:20:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Novo vídeo do TraceGP com a chamada &#8220;Evolua sua gestão com inteligência&#8221;. A Solução atua em todas os níveis da empresa, afim de evoluir o nível de gestão com inteligência e gerar resultados.
Planeje, automatize, controle, gerencie e otimize. 5 passos para um gestão completa de todo o processo de trabalho de sua organização.
Confira o vídeo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novo vídeo do TraceGP com a chamada &#8220;Evolua sua gestão com inteligência&#8221;. A Solução atua em todas os níveis da empresa, afim de evoluir o nível de gestão com inteligência e gerar resultados.</p>
<p>Planeje, automatize, controle, gerencie e otimize. 5 passos para um gestão completa de todo o processo de trabalho de sua organização.</p>
<p>Confira o vídeo abaixo:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0kT5f1oEaMY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/0kT5f1oEaMY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Link relacionado:<br />
<a href="http://www.tracegp.com.br/videos" target="_blank">http://www.tracegp.com.br/videos</a></p>
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		<title>O Mundo Gira!</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/o-mundo-gira/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/o-mundo-gira/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 11:06:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[ceo]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>

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		<description><![CDATA[A alguns dias atrás estava discutindo com um colega de trabalho quais as melhores áreas para criar um plano de carreira para chegar até a posição de  CEO de uma empresa, na verdade falávamos que para ser um CEO a pessoa teria que ter uma visão generalista e não especialista, mesmo assim as áreas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A alguns dias atrás estava discutindo com um colega de trabalho quais as melhores áreas para criar um plano de carreira para chegar até a posição de  CEO de uma empresa, na verdade falávamos que para ser um CEO a pessoa teria que ter uma visão generalista e não especialista, mesmo assim as áreas que mais se destacavam como promissoras para que um profissional atingisse a posição de CEO eram as áreas de Finanças e Marketing e muito esporadicamente Vendas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para a minha grata surpresa estava lendo a revista HSM Management e encontrei uma matéria de um dos maiores experts do mundo em gestão de vendas e marketing – Neil Rackham – que jogou por terra a nossa visão, ou pelo menos nos deu outra perspectiva.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Ele conta que a dez anos atrás quando os seus alunos perguntavam quais  eram as área que levavam ao caminho de se tornar um CEO, ele sempre indicava Marketing, Operações e Finanças, porém ele comenta que agora esta situação começa a se inverter, pois o foco das empresas está sendo direcionado para vendas, pois o momento de fusões agressivas, reorganização das empresas através de processos , automação, gestão e qualidade total já não demonstram tanto interesse aos acionistas, agora o novo mantra segundo Rackham é crescimento orgânico, ou seja, Vendas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Toda esta mudança veio em função da crise mundial e agora Vendas está sob os holofotes (título da matéria). Vejo esta notícia com muita alegria, pois sempre acreditei que a área de vendas é de muito importante para as empresas, porém sempre notei que ela nunca recebeu o seu devido valor. Quem sabe agora?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Porém tem outro aspecto que Rackham chama a atenção, que é o do ensino, pois vemos muitas muitos cursos universitários de Marketing e Finanças, mas dificilmente encontramos cursos voltados para Vendas, nos Estados Unidos para cada 80 cursos universitários para Marketing existe um para Vendas, acredito que no Brasil deva estamos em situação menos favorável, existe um enorme “Gap” que as universidades tem que sanar em um curto espaço de tempo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Eu como profissional de vendas fico muito contente com esta mudança de foco, pois dou valor para todas as áreas e sei da importância de cada uma delas, porém vendas tem papel decisivo nas empresas, pois é ela que cria o elo entre a cia.  e os clientes, e se este final da cadeia não funcionar direito, todo o esforço das demais áreas não foram válidos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Acho que este recado de Neil Rackham é muito importante para as empresas e para os profissionais repensarem sobre as áreas e planos de carreira, pois mostra que o mundo gira e é importante sempre estar atento as mudanças de mercado.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para você leitor que está pensando em qual área investir pensando em sua carreira profissional ou para você que já está trilhando a sua carreira e nunca olhou para vendas como uma possibilidade…sugiro começar a prestar mais atenção neste departamento, talvez o seu novo CEO esteja aí.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Abs,</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Alexandre Silva</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: http://hsm.updateordie.com/</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Alexandre Silva é um profissional com mais de 15 anos de experiência em vendas, atuando nos últimos 10 anos no mercado Food Service em grandes empresas de alimentos.</div>
<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-769" title="O mundo gira!" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/globo1.jpg" alt="O mundo gira!" width="111" height="111" />Por Alexandre Silva</em></p>
<p>A alguns dias atrás estava discutindo com um colega de trabalho quais as melhores áreas para criar um plano de carreira para chegar até a posição de  CEO de uma empresa, na verdade falávamos que para ser um CEO a pessoa teria que ter uma visão generalista e não especialista, mesmo assim as áreas que mais se destacavam como promissoras para que um profissional atingisse a posição de CEO eram as áreas de Finanças e Marketing e muito esporadicamente Vendas.</p>
<p>Para a minha grata surpresa estava lendo a revista HSM Management e encontrei uma matéria de um dos maiores experts do mundo em gestão de vendas e marketing – Neil Rackham – que jogou por terra a nossa visão, ou pelo menos nos deu outra perspectiva.</p>
<p>Ele conta que a dez anos atrás quando os seus alunos perguntavam quais  eram as área que levavam ao caminho de se tornar um CEO, ele sempre indicava Marketing, Operações e Finanças, porém ele comenta que agora esta situação começa a se inverter, pois o foco das empresas está sendo direcionado para vendas, pois o momento de fusões agressivas, reorganização das empresas através de processos , automação, gestão e qualidade total já não demonstram tanto interesse aos acionistas, agora o novo mantra segundo Rackham é crescimento orgânico, ou seja, Vendas.</p>
<p>Toda esta mudança veio em função da crise mundial e agora Vendas está sob os holofotes (título da matéria). Vejo esta notícia com muita alegria, pois sempre acreditei que a área de vendas é de muito importante para as empresas, porém sempre notei que ela nunca recebeu o seu devido valor. Quem sabe agora?</p>
<p>Porém tem outro aspecto que Rackham chama a atenção, que é o do ensino, pois vemos muitas muitos cursos universitários de Marketing e Finanças, mas dificilmente encontramos cursos voltados para Vendas, nos Estados Unidos para cada 80 cursos universitários para Marketing existe um para Vendas, acredito que no Brasil deva estamos em situação menos favorável, existe um enorme “Gap” que as universidades tem que sanar em um curto espaço de tempo.</p>
<p>Eu como profissional de vendas fico muito contente com esta mudança de foco, pois dou valor para todas as áreas e sei da importância de cada uma delas, porém vendas tem papel decisivo nas empresas, pois é ela que cria o elo entre a cia.  e os clientes, e se este final da cadeia não funcionar direito, todo o esforço das demais áreas não foram válidos.</p>
<p>Acho que este recado de Neil Rackham é muito importante para as empresas e para os profissionais repensarem sobre as áreas e planos de carreira, pois mostra que o mundo gira e é importante sempre estar atento as mudanças de mercado.</p>
<p>Para você leitor que está pensando em qual área investir pensando em sua carreira profissional ou para você que já está trilhando a sua carreira e nunca olhou para vendas como uma possibilidade…sugiro começar a prestar mais atenção neste departamento, talvez o seu novo CEO esteja aí.</p>
<p>Abs,</p>
<p>Alexandre Silva</p>
<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com/" target="_blank">http://hsm.updateordie.com/</a></p>
<blockquote><p>Alexandre Silva é um profissional com mais de 15 anos de experiência em vendas, atuando nos últimos 10 anos no mercado Food Service em grandes empresas de alimentos.</p></blockquote>
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		<title>Torne-se líder em 7 passos</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/torne-se-lider-em-7-passos/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/torne-se-lider-em-7-passos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 11:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Alexandre Silva
Conversando com alguns amigos, eles sugeriram que eu escrevesse sobre um tema que é essencial para qualquer tipo de empresa, estou falando sobre liderança. Existe milhares de livros sobre o assunto e enorme quantidade de sites que abordam o mesmo tema.
Poderia aqui comentar sobre vários autores e o que eles dizem a respeito, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-681" title="Sete passos para liderança" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/sete.jpg" alt="Sete passos para liderança" width="108" height="118" />Por Alexandre Silva</em></p>
<p>Conversando com alguns amigos, eles sugeriram que eu escrevesse sobre um tema que é essencial para qualquer tipo de empresa, estou falando sobre liderança. Existe milhares de livros sobre o assunto e enorme quantidade de sites que abordam o mesmo tema.</p>
<p>Poderia aqui comentar sobre vários autores e o que eles dizem a respeito, porém vou falar da minha experiência pessoal e o que aprendi com amigos, colegas de trabalho, com as equipes e empresas que tive a oportunidades de trabalhar.</p>
<p>Durante muito tempo trabalhei como vendedor e já de certa forma exercia em alguns momentos o papel de líder, mesmo que informalmente, sentia que minhas ações influenciavam alguns membros da equipe. Depois de vários anos na função resolvi mudar de empresa, junto com esta mudança veio a posição de supervisor de vendas e uma equipe de 18 pessoas para liderar.</p>
<p>Confesso que esta migração foi traumática, pois uma coisa é você ser responsável pelo seu resultado através do seu próprio esforço e outra coisa é você ter que contar com a boa vontade de um grupo de pessoas.</p>
<p>Bem, antes de dar continuidade quero fazer uma observação, grupo de pessoas é uma coisa e equipe é totalmente diferente:</p>
<ul>
<li><strong>Grupo de pessoas:</strong> Várias pessoas que trabalham na mesma empresa, porém cada um se preocupa com o seu próprio resultado;</li>
<li><strong>Equipe:</strong> Várias pessoas que trabalham na mesma empresa e que além de se preocuparem com os seus resultados individuais, também estão preocupados e compromissados com o resultado total, estas pessoas se ajudam mutuamente.</li>
</ul>
<p>Bem, voltando a liderança das 18 pessoas, foi um sufoco, pois cada um tinha um estilo de trabalho, cada um utilizava uma ferramenta de controle  própria e a impressão que eu tinha é que eu era um intruso.  Tentava ajudar de todas as formas mas naquele momento não tive a capacidade de me tornar um líder, fui apenas chefe, ou seja o grupo me respeitava hierarquicamente, tinham medo de serem demitidos.</p>
<p>Depois de algum tempo mudei de empresa novamente, desta vez tive uma equipe menor para conduzir eram apenas 10 pessoas, com o aprendizado da primeira experiência me saí um pouco melhor, mas mesmo assim me considerava chefe e não líder. Tive alguns problemas com os membros do grupo, demiti outros, porém entreguei o resultado. Para a empresa estava ok, pois o resultado vinha em primeiro lugar.</p>
<p>Depois de alguns anos mudei novamente de empresa e mais uma vez tinha uma equipe sob minha responsabilidade, cheguei com o mesmo tratamento da empresa anterior, porém comecei a notar que nesta empresa resultado e pessoas tinham o mesmo peso, notei que existia um tratamento diferenciado por parte dos gestores inclusive do meu próprio líder.</p>
<p>Depois de algum tempo percebi que dava para mudar o tratamento e atingir resultados, pois o meu líder agia desta forma e conseguia atingir os números, a partir daí mudei o meu tratamento e posso listar 7 passos do que você precisa a fazer para se tornar um líder:</p>
<ol>
<li><strong>Trate todos com respeito</strong> – Até aí não tem novidade, pois acredito que você já faça isto;</li>
<li><strong>Ganhe respeito através dos exemplos e dos conhecimentos adquiridos</strong> – Mostre para a equipe que você conhece o seu negócio, visite clientes junto com os membros da sua equipe, ajude naquilo que for capaz;</li>
<li><strong>Seja transparente</strong> – Você já ouviu aquela frase que tudo que é combinado não é caro? então, coloque isto em prática, combine todos os direitos e deveres de cada um e cumpra-os, passe para seu time qual é a meta da empresa, das demais áreas e como eles podem participar para que a empresa a tinja o resultado, isto é mostrar o valor de cada um dentro da equipe e da empresa;</li>
<li><strong>Seja amigo dos membros da sua equipe</strong> – Aqui vem aquela pergunta: Como separar amizade dos negócios? Quando você é um lider amigo, você já conseguiu transmitir onde existe esta divisa, certamente não terá problemas com isso;</li>
<li><strong>Seja Coach</strong> – Ensine o seu pessoal, não esconda nada, treine todos como se fossem ocupar a sua posição no dia seguinte, a maioria quer ser desenvolvido.</li>
<li><strong>Promova seu pessoal</strong> – Quando a promoção é dentro do seu negócio não há problemas, mas quando você pensa em liberar o seu colaborador para ir para um outro departamento ou equipe….vem aquele pensamento:  treinei, ensinei, agora que está pronto terei que abrir mão…lembre-se que você trabalha para a empresa e se você for fornecedor de pessoas qualificadas o mérito é seu, e quando você olha para dentro da equipe, esta ação não tem preço, pois eles sabem que podem contar com você da mesma forma que você conta com eles;</li>
<li><strong>Trate como gostaria de ser tratado</strong> – este é o resumo dos tópicos acima;<br />
Posso assegurar que seguindo os modelos acima você irá conseguir se transformar num líder, como também construirá uma equipe, junto com isto sempre vêm embutido os resultados esperados.</li>
</ol>
<p>Se você ainda está com dúvidas, tente, na pior das hipóteses você fará grandes amigos.</p>
<p>Abs,</p>
<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com/empresas/2009/12/torne-se-lider-em-7-passos/" target="_blank">http://hsm.updateordie.com/empresas/2009/12/torne-se-lider-em-7-passos/</a></p>
<blockquote><p>Alexandre Silva é um profissional com mais de 15 anos de experiência em vendas, atuando nos últimos 10 anos no mercado Food Service em grandes empresas de alimentos.</p></blockquote>
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