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	<title>Blog da Trace Sistemas &#187; equipe</title>
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	<description>A Trace Sistemas é uma empresa que tem seu Core Business centrado em sua solução de Gestão do Trabalho, TraceGP.</description>
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		<title>Fofoca, Boato, Rádio Corredor ou Verdade?</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 17:37:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Gustavo Rocha
“Quem faz intrigas sobre a vida alheia quer ter algo de sua autoria, uma obra que se alastre e cresça, que se torne pública e que seja muito comentada. Algo que lhe dê continuidade. É por isso que fofocar é uma tentação. Porque nos dá, por poucos minutos, a sensação de ser portador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-968" title="Rádio Peão" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/untitled.jpg" alt="Rádio Peão" width="320" height="203" />Por Gustavo Rocha</em></p>
<p>“Quem faz intrigas sobre a vida alheia quer ter algo de sua autoria, uma obra que se alastre e cresça, que se torne pública e que seja muito comentada. Algo que lhe dê continuidade. É por isso que fofocar é uma tentação. Porque nos dá, por poucos minutos, a sensação de ser portador de uma informação valiosa que está sendo gentilmente dividida com os outros.“Quem faz intrigas sobre a vida alheia quer ter algo de sua autoria, uma obra que se alastre e cresça, que se torne pública e que seja muito comentada. Algo que lhe dê continuidade. É por isso que fofocar é uma tentação. Porque nos dá, por poucos minutos, a sensação de ser portador de uma informação valiosa que está sendo gentilmente dividida com os outros. Na verdade, está-se exercitando uma pequena maldade, não prevista no Código Penal. Fofocas podem provocar lesões emocionais. Por mais inocente ou absurda, sempre deixa um rastro de desconfiança.Onde há fumaça há fogo, acreditam todos, o que transforma toda fofoca numa verdade em potencial. Não há fofoca que compense. Se for mesmo verdade, é uma bala perdida. Se for mentira, é um tiro pelas costas.”<br />
Martha Medeiros</p>
<p>Quem nunca ouviu uma fofoca? Ou como dizem alguns a notícia circulou via rádio corredor…</p>
<p>Nas empresas é algo aterrorizador. Uma fofoca pode destruir um belo – e difícil – trabalho de equipe.</p>
<p>Muitas vezes as fofocas existem porque a direção/liderança não administrou bem a situação.</p>
<p>Um exemplo prático e comum: A demissão de um determinado funcionário.</p>
<p>fato de demitir é um exercício do livre arbítrio da empresa, contudo, assim que o funcionário saiu começam os boatos. “Ele saiu porque dormiu com a fulana” “Ele saiu porque brigou com o fulano” e por aí vai. Enquanto a direção da empresa fica calada, os boatos aumentam.<br />
A abordagem da empresa deve ser uma: Se posicionar.<br />
A empresa que se posiciona afirma aos demais funcionários que ele foi demitido pelo motivo A, B ou C. Se alguém da empresa quiser comentar outros motivos que não os elencados pela empresa, problema deles. A empresa deu o seu motivo.</p>
<p>O mais importante é termos uma versão oficial. Isto inibe comentários e auxilia a liderança a se posicionar também. Se alguém faz outro comentário que não o oficial, a liderança pode cobrar e reafirmar a posição oficial.</p>
<p>Inclusive sobre demissões, leia mais aqui.</p>
<p>Não aceite que fofocas, boatos maculem a sua empresa.</p>
<p>Posicione-se como empresa e extermine o problema pela raiz.</p>
<p>Fugir do problema não faz ele ser solucionado. Seja o verbo de ação da sua empresa.</p>
<p>Pense nisto!</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ogerente.com.br" target="_blank">http://www.ogerente.com.br</a></p>
<blockquote><p>Gustavo Rocha é Consultor nas áreas de Gestão, Tecnologia e Qualidade.</p></blockquote>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 608px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">http://www.ogerente.com.br</div>
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		<title>Quando é preciso dizer NÃO</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/quando-e-preciso-dizer-nao/</link>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 19:49:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Julio Sergio 
Quando a jornalista Letícia Bragaglia, ao me entrevistar para a TV Estadão, perguntou sobre o que ganhei com a aposentadoria, não tive dúvidas: “Aprender o valor da palavra NÃO”. Costumo dizer que o pós-carreira me deu total liberdade, total domínio do que vou fazer. Hoje só faço aquilo que quero fazer. Tranquilamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-965" title="Você sabe dizer não?" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/vcsabedizernc3a3o.jpg" alt="Você sabe dizer não?" width="315" height="400" />Por Julio Sergio </em></p>
<p>Quando a jornalista Letícia Bragaglia, ao me entrevistar para a TV Estadão, perguntou sobre o que ganhei com a aposentadoria, não tive dúvidas: “Aprender o valor da palavra NÃO”. Costumo dizer que o pós-carreira me deu total liberdade, total domínio do que vou fazer. Hoje só faço aquilo que quero fazer. Tranquilamente digo NÃO sem me preocupar com as consequências, porque sou dono da minha vida.</p>
<p>Muita gente tem dificuldade em dizer NÃO, parece um martírio. Reconheço que na vida corporativa é necessário transigir para sobreviver na carreira, conseguir espaço no mercado, fazer a empresa em que trabalha crescer e ser mais bem-sucedida. Sem esquecer os sapos que engolimos o tempo inteiro e o medo de perder o emprego se contestarmos alguma decisão.</p>
<p>Um alto executivo que conheço evita, por exemplo, dar qualquer tipo de opinião contrária.  Raramente se posiciona ou quando é preciso, reluta até o último instante. Mesmo que isso custe noites sem dormir por causa de dores no estômago ocasionadas pelo estresse. Prefere uma postura “em cima do muro” a se indispor com alguém.</p>
<p>Assim como ele, muitas pessoas preferem o caminho da omissão. Agora, será mesmo o melhor caminho? Quem sempre diz “Amém” também corre risco. A omissão gera inúmeras implicações. Ninguém garante que baixar a cabeça e só falar SIM vai perpetuar sua sobrevivência anos após anos na mesma organização.</p>
<p>As pessoas costumam achar que aceitar as coisas não lhes tirará da zona de conforto. Muito pelo contrário. A empresa quando achar que você já deu o que tinha que dar vai te dizer NÃO. Simples assim. Além disso, muitas vezes seu chefe espera que você saiba dizer o NÃO que mudará os rumos da companhia.</p>
<p>Se você engrossa a fila daqueles que relutam a dizer NÃO, aí vai uma dica, comece dando os primeiros passos em sua vida pessoal. Procure falar aquilo que te desagrada e daí por diante. Essa é uma forma de começar a identificar seus interesses e o que você consegue abrir mão. O conhecido autor William Ury, em seu livro O Poder do Não Positivo (Editora Campus), defende a teoria de que cada pessoa precisa se perguntar sempre por quê.</p>
<p>“O que espero criar ao dizer NÃO?” “Que interesse meu correrá risco se eu disser NÃO ou disser SIM e continuar aceitando o comportamento do outro?”. Desvendar suas necessidades é mega importante. O que é o NÃO? É aquilo que você NÃO quer fazer, é aquilo que NÃO vai te dá prazer. Então você NÃO deve fazer.</p>
<p>Imagine que seu chefe pediu para que você trabalhasse nesse fim de semana, o quarto consecutivo. Na hora lhe veio à cabeça dizer: “NÃO dá, porque planejei com minha esposa uma viagem curta que há tempos planejamos”. Mas você acaba dizendo SIM, depois de avaliar que seu emprego pode estar em risco se você não “obedecer”.</p>
<p>Será mesmo que você fez certo? Assim como seu emprego, seu casamento também é importante. Já imaginou se sua mulher ficará feliz em novamente ser preterida? Como afirma Ury, por trás do interesse em realizar seus planos reside a necessidade básica de autonomia e controle sobre seu destino. Você sabe que não deixará de cumprir suas obrigações e pensa: “vale mesmo a pena sempre sucumbir?”.</p>
<p>Dizer NÃO é uma importante arma para impor limites, marcar território, defender posições. Por isso, avalie bem o momento de ceder e de NÃO ceder. Fazer o jogo também implica em dizer NÃO. O segredo é descobrir quando abrir mão de algo ou NÃO.  A escolha é sua.</p>
<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com" target="_blank">http://hsm.updateordie.com</a></p>
<blockquote><p>Julio Sergio Cardozo é palestrante, autor e consultor em gestão corporativa e “coaching” para executivos. Foi Chairman e CEO da Ernst &amp; Young South America até 2007.</p></blockquote>
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		<title>Feedback como ferramenta de melhoria no desempenho</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/feedback-como-ferramenta-de-melhoria-no-desempenho/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 17:17:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
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		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[retorno]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Ricardo Dóres
“Sem feedback, voamos às cegas”.  (Folkman)
Quem não gosta de receber um retorno de algo que solicitou ou fez?
O feedback exprime uma retroalimentação, ou alimentação de retorno. É considerado como sendo uma sugestão ou crítica, que pode ser positiva ou não, de âmbito profissional ou pessoal, mas sempre vista de forma construtiva.
O feedback é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-887" title="Feedback" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/360-feedback-pic.jpg" alt="Feedback" width="395" height="298" />Por Ricardo Dóres</em></p>
<p><em>“Sem feedback, voamos às cegas”.</em>  (Folkman)</p>
<p>Quem não gosta de receber um retorno de algo que solicitou ou fez?</p>
<p>O feedback exprime uma retroalimentação, ou alimentação de retorno. É considerado como sendo uma sugestão ou crítica, que pode ser positiva ou não, de âmbito profissional ou pessoal, mas sempre vista de forma construtiva.</p>
<p>O feedback é uma forma de comunicação que pode ser feita por uma resposta escrita, um elogio, uma análise ou até mesmo uma opinião direta ao solicitante. Pode ser considerado como uma excelente ferramenta de aprendizado e aprimoramento em nosso trabalho, pois, por meio dele, podemos buscar a perfeição e descobrir o caminho certo a seguir.</p>
<p>É uma atitude que demonstra consideração e respeito pelo ser humano por minimizar incertezas e ansiedades, quando recebido. Deve ser individual quando se tratar de conduta ou até falhas impróprias.</p>
<p>O feedback é parte fundamental do processo que orienta as pessoas a apresentarem comportamento e desempenho apropriados a uma determinada situação, fazendo com que saibam como estão sendo vistas no mercado ou no ambiente de trabalho, desta forma, podemos saber como estamos sendo vistos e avaliados ao nosso redor.</p>
<p>A falta do feedback pode nos deixar sem saber qual direção seguir. Podemos considerá-lo como sendo uma bússola, que nos dá a direção que devemos tomar, para atingir nosso objetivo e satisfação do cliente. Assim sendo, temos que considerar que toda informação que recebemos de chefes, colegas, subordinados, amigos, clientes e etc., podem nos orientar na correção de nossa rota.</p>
<p>Dentro do ambiente de trabalho, é um processo, cuja postura crítica, não pode ter carga emocional, pois, poderá se transformar em desentendimentos e ressentimentos, que, ao invés de trazer estímulos, poderá acarretar perda de tempo e de dinheiro.</p>
<p>Quando bem recebido, deverá se tornar uma fonte de energia para nossas mentes e gerar ótimos resultados. O feedback serve para aperfeiçoar o comportamento de alguém em relação a nós e nosso grupo.</p>
<p>Por vezes, pode não ser bem compreendido e, assim, causar um resultado oposto ao pretendido, por falta de uma interpretação correta do receptor e acabar gerando efeito contrário ao pretendido. Por este motivo, assegure-se que no processo de comunicação, você seja compreendido corretamente.  </p>
<p>É preciso existir uma relação de confiança e segurança para que haja êxito no seu recebimento, pois, normalmente, o feedback é visto como uma relação negativa e não de forma construtiva, como deveria ser.</p>
<p>Quando der ou receber um feedback, atente-se ao fato de ser mais descritivo do que avaliativo. Preste muita atenção no que está sendo comunicado e tenha sempre em mente que o feedback é uma reorientação para melhoria  e sucesso. É uma lapidação que tornará seu colaborador mais valioso e forte a cada vez que for recebido.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.salesresults.com.br/" target="_blank">http://www.salesresults.com.br/</a></p>
<blockquote><p>Ricardo Dorés é formado na acadêmica em Direito e especialização em Marketing, ocupou no mercado as posições de Diretor de Unidades de Negócios, Gerente de Unidade de Negócio, Gerente Nacional de Vendas, Gerente de Desenvolvimento de Mercado, Gerente de Treinamento de Vendas, Supervisor de Vendas, em empresas multinacionais e nacionais de grande porte, tais como: 3M, Pfizer, Glaxo, IMB, Itaú Seguros, dentre outras. É, há 10 anos, consultor empresarial e palestrante. É sócio-diretor da SalesResults | Soluções para Mercados Competitivos.</p></blockquote>
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		<title>Destaque-se, seja resiliente!</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/destaque-se-seja-resiliente/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 12:44:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Leonardo Soares Grapeia
As corporações vem buscando profissionais capazes de suportar o estresse e se adaptar a ambientes conturbados. Veja dicas para desenvolver essa habilidade.
Hoje, neste mundo globalizado onde as empresas se relacionam em um ambiente de extrema competitividade por metas e resultados, o estresse é uma realidade observada nas mais diferentes áreas e setores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-589" title="Equilíbrio" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/0000079018.jpg" alt="Equilíbrio" width="300" height="170" />Por Leonardo Soares Grapeia</em></p>
<p>As corporações vem buscando profissionais capazes de suportar o estresse e se adaptar a ambientes conturbados. Veja dicas para desenvolver essa habilidade.</p>
<p>Hoje, neste mundo globalizado onde as empresas se relacionam em um ambiente de extrema competitividade por metas e resultados, o estresse é uma realidade observada nas mais diferentes áreas e setores do mercado de trabalho.</p>
<p>Para atender a esta realidade, as corporações vem buscando profissionais dotados da capacidade de se adaptarem a esse ambiente conturbado na busca de constantes resultados. Nessa busca destaca-se o chamado “profissional resiliente”. Mas o que é resiliência?</p>
<p>Resiliência é um conceito oriundo da Física, que se refere à propriedade de acumular energia quando exigidos ou submetidos a extrema pressão, voltando em seguida ao seu estado original, sem qualquer deformação, como um elástico. O dicionário Aurélio descreve a resiliência como “a capacidade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora de uma deformação elástica”.</p>
<p>No mundo corporativo, podemos definir resiliência como a capacidade do indivíduo de lidar com serenidade com o estresse e as adversidades cotidianas, decorrentes do ambiente de trabalho, moldando-se a cada situação e recuperando o seu estado original.</p>
<p>O equilíbrio humano é como a estrutura de um edifício. Se a pressão for maior que a resistência, aparecerão rachaduras, como doenças psicossomáticas. Daí a importância desta flexibilidade, característica principal do profissional resiliente.</p>
<p>Assim, pode-se considerar que a resiliência é uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades de maneira racional, buscando as soluções mais adequadas.</p>
<p><strong>Resiliência em dez dicas</strong></p>
<p>Um profissional resiliente, quando submetido a situação de estresse, a administrará de maneira sensata, sem impulsividade, visualizando o problema como um todo. Essa capacidade certamente lhe propocionará forças para enfrentar a adversidade e o tornará capaz de apresentar soluções criativas e eficazes.</p>
<p>A boa notícia é que todos nós podemos nos tornar resilientes. Seguem algumas dicas:</p>
<ul>
<li>Mentalize seu projeto de vida, mesmo que ele não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade;</li>
<li>Pratique esportes e métodos de relaxamento e meditação para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam o nível de endorfinas, hormônios que proporcionam sensação de bem-estar;</li>
<li>Procure manter o lar em harmonia, pois este é o &#8220;ponto de apoio” para recuperar-se;</li>
<li>Aproveite parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança;</li>
<li>Transforme-se em um otimista em potencial;</li>
<li>Assuma riscos (tenha coragem);</li>
<li>Apure o senso de humor (desarme os pessimistas);</li>
<li>Separe bem quem você é do que você faz;</li>
<li>Use a criatividade para quebrar a rotina;</li>
<li>Permita-se sentir dor, recuar e, às vezes, flexbilizar para em seguida retornar ao estado original.</li>
</ul>
<p>Lembre-se, resiliência é  a arte de transformar toda energia de um problema em uma solução criativa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com" target="_blank">http://br.hsmglobal.com</a></p>
<blockquote><p>Leonardo Soares Grapeia é fundador e editor da AGN &#8211; Administração, Gestão e Negócios.</p></blockquote>
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		</item>
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		<title>Motivar equipes, o desafio da liderança</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/motivar-equipes-o-desafio-da-lideranca/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 20:31:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[iniciativa]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[motivação]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[respeito]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Michael Useem
Como fazer com que os funcionários se empenhem em cumprir suas metas e estejam alinhados aos objetivos da organização? Como motivar pessoas e equipes a trabalhar de modo produtivo? Como alinhar seu trabalho a fim de que contribuam para as metas? Essas são questões enfrentadas por todos os líderes em qualquer parte do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-458" title="Michael Useem" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/0000077911.jpg" alt="Michael Useem" width="300" height="170" />Por Michael Useem</em></p>
<p>Como fazer com que os funcionários se empenhem em cumprir suas metas e estejam alinhados aos objetivos da organização? Como motivar pessoas e equipes a trabalhar de modo produtivo? Como alinhar seu trabalho a fim de que contribuam para as metas? Essas são questões enfrentadas por todos os líderes em qualquer parte do mundo e cruciais para os resultados das organizações.</p>
<p>Useem define motivação como atitudes que determinam o comportamento dos funcionários, enquanto o alinhamento é definido pelos recursos gerenciais que canalizam as ações para o atingimento das metas. É a variação desses fatores que leva às maiores dificuldades enfrentadas pela liderança na previsão de resultados, como bem definiu Robert Crandall, presidente do Conselho Administrativo da American Airlines em 1995: “todos querem vencer, mas cada um tem o seu motivo para isso”.</p>
<p>Na visão de Useem, é impossível motivar um funcionário que não deseje ser motivado. Por isso, os gerentes devem buscar motivar os funcionários que mais necessitem de:</p>
<p><strong>Realização</strong></p>
<ul>
<li>Dando-lhes tarefas não rotineiras e desafiadoras com metas claras;</li>
<li>Oferecendo-lhes feedback rápido e frequente de seu desempenho;</li>
<li>Aumentando-lhes o grau de responsabilidade.</li>
</ul>
<p><strong>Influência</strong></p>
<ul>
<li>Permitindo-lhes que controlem e planejem seu trabalho;</li>
<li>Incluindo-os nas tomadas de decisão;</li>
<li>Dando-lhes responsabilidade direta pela tarefa, não por meio da equipe.</li>
</ul>
<p><strong>Sociabilidade</strong></p>
<ul>
<li>Incluindo-os em iniciativas de cooperação e de grupo;</li>
<li>Oferecendo-lhes apoio e reconhecimento;</li>
<li>Incentivando-os a se desenvolver e ser mentores de outros.</li>
</ul>
<p>Para manter a equipe motivada, o professor deu algumas lições certeiras. Ele lembrou que um dos maiores inimigos da motivação é a rotina, porque níveis elevados de padronização roubam do trabalho seu interesse intrínseco, reduzindo a motivação e a criatividade. O risco disso é que o trabalho desmotivador provoca absenteísmo, rotatividade da mão de obra, queda da qualidade, greves e sabotagem. Por isso, esteja atento aos desafios e nível de autonomia propostos à sua equipe.</p>
<p>Investir na autonomia, inclusive, é uma das decisões inteligentes que você pode tomar por sua equipe. Estudos já mostraram que as pessoas tornam-se passivas e deprimidas se forem rigidamente controladas. Por outro lado, seu nível de energia e atividade sobe quando elas tem responsabilidade e influência.</p>
<p>Fonte: <a href="http://br.hsmglobal.com" target="_blank">http://br.hsmglobal.com</a></p>
<blockquote><p>Michael Useem é PhD pela Universidade de Harvard. Ele é professor de liderança e gestão da Universidade da Pensilvânia (EUA) e autor de diversos best-sellers do mundo dos negócios, alguns já traduzidos para o português.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Novo conceito de liderança</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/novo-conceito-de-lideranca/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/novo-conceito-de-lideranca/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 17:05:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[equipe]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tracegp.com.br/blog/?p=285</guid>
		<description><![CDATA[Na era do conhecimento, um dos principais desafios das organizações é atrair pessoas de talento. Hoje, praticamente todo o executivo reconhece a importância de ter indivíduos de alta criatividade e capacidade de inovação em sua equipe. Mas apenas atrair talentos não basta. É preciso cultivar um ambiente favorável que inspire os profissionais a atingir todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-287" title="Lideranca" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/lideranca.jpg" alt="Lideranca" width="300" height="226" />Na era do conhecimento, um dos principais desafios das organizações é atrair pessoas de talento. Hoje, praticamente todo o executivo reconhece a importância de ter indivíduos de alta criatividade e capacidade de inovação em sua equipe. Mas apenas atrair talentos não basta. É preciso cultivar um ambiente favorável que inspire os profissionais a atingir todo o seu potencial e gere valor e riqueza para todas as partes interessadas no sucesso da organização.</p>
<p>Os executivos empreendedores criam <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-gestao-de-projetos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Gerenciamento de Projetos" >projetos</a>, arriscam, revolucionam e fazem diferença no mundo dos negócios. Afinal, todos os recursos e sistemas do mundo são inúteis se não houver gente capacitada para gerenciá-los. Porém, cabe às organizações saber liderar os executivos empreendedores se quiserem desenvolvê-los e aproveitar esse diferencial competitivo.</p>
<p>O executivo empreendedor quer se sentir seguro para trabalhar de modo independente, sem perder a independência com seu gestor e com a organização. E isso só existe em um ambiente de credibilidade, em que possa acreditar que outras pessoas não utilizarão suas idéias e que seus conhecimentos em conjunto com o de outros indivíduos da organização proporcionarão resultados que não seriam alcançados se ele trabalhasse sozinho.</p>
<p>As empresas precisam de lideres em todos os níveis, não apenas no topo. As empresas estão se expandindo, se internacionalizando, precisando chegar mais perto de clientes e comunidades. Para tudo isso, são necessários muitos líderes. A idéia do líder sabe-tudo, o cacique, o que decide sozinho, o centralizador, o que tem carisma etc, tudo isso, tende a ficar menos importante diz o administrador e consultor internacional César Souza, que atua nas áreas de marketing, estratégias e recursos humanos &#8211; autor do livro Você é o líder de sua vida, Ed. Sextame.</p>
<p>O verdadeiro líder atualmente, deve ter em mente que comanda pessoas mais competentes que ele. Por isso, a tendência é de recrutar e liderar pessoas melhores que ele e estas o complementarem. O Líder do futuro deve oferecer causas em vez de empregos, formar outros lideres ao invés de seguidores, surpreender pelos resultados e não apenas ficar planejando.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.administradores.com.br/" target="_blank">http://www.administradores.com.br/</a></p>
<blockquote><p>Por Amazildo de Medeiros<br />
Graduado em Administração Pública e de Empresas. Pós-graduado em Política Externa Brasileira e o Mercosul. Atividades Anteriores Serviço Público Federal &#8211; Ministério da Fazenda. Consultor de Empresas, Gestor Empresarial e Analista Organizacional.</p></blockquote>
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