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	<title>Blog Trace Sistemas &#187; estudos &amp; pesquisas</title>
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	<description>A Trace Sistemas é uma empresa que tem seu Core Business centrado em sua solução de Gestão do Trabalho, TraceGP.</description>
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		<title>Quem é esse tal empreendedor?</title>
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		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/quem-e-esse-tal-empreendedor/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Dec 2010 11:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Tiago Aguiar
Você já reparou que há dez anos ouvia-se falar pouco sobre empreendedorismo? Essa atitude transformadora ganhou força com a estabilização da economia brasileira, é claro, mas não podemos deixar de fora os efeitos da globalização e a revolução tecnológica, com a internet.
O fato é que o desejo empreendedor contaminou o brasileiro. Entre 12 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1170" title="Empreendedor" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/empreendedor.png" alt="Empreendedor" width="320" height="288" />Por Tiago Aguiar</em></p>
<p>Você já reparou que há dez anos ouvia-se falar pouco sobre empreendedorismo? Essa atitude transformadora ganhou força com a estabilização da economia brasileira, é claro, mas não podemos deixar de fora os efeitos da globalização e a revolução tecnológica, com a internet.</p>
<p>O fato é que o desejo empreendedor contaminou o brasileiro. Entre 12 e 13% da população economicamente ativa empreende: algo em torno de 14 milhões de pessoas. Além disso, com mais de 5 milhões de empresas no País, as pequenas e médias compõem 98% da nossa economia. Para confirmar essa natureza empreendedora, pesquisas dão conta de que, em 2015, chegaremos a 9,1 milhões de empresas.</p>
<p>Com toda essa vocação, é importante lembrarmos algumas características fundamentais para desenvolver essa atitude empreendedora: é preciso ser capaz de traçar claramente um objetivo e ter persistência e determinação para ir ao encontro dessas metas estabelecidas. É possível dizer, inclusive, que o empreendedor é um eterno “insatisfeito”. É essa insatisfação, aliada à capacidade de enxergar seus objetivos, que move o ideal do empresário.</p>
<p>Mesmo em algumas empresas que já tenham atingido certo grau de maturidade é importante não deixar essa visão de lado, de um processo constante de especialização e profissionalismo. Organizações nunca são obras prontas e precisam estar em constante expansão. Afinal, diante do quadro de crescimento econômico, estagnação e retrocesso caminham lado a lado.</p>
<p>O que está por trás disso tudo, então? Sonhos! É a capacidade de sonhar que acaba gerando toda essa clareza de pensamento, resiliência e persistência. Tal qual o triângulo do fogo (no qual se uma das partes deixa de existir, o fogo como resultado final deixa de ser possível), esse quadrilátero formado por sonho, resiliência, persistência e foco é o cenário ideal e necessário para o produto empreendedorismo!</p>
<p>Mantenha em mente que cada empreendedor é único em sua trajetória. Não existem fórmulas de sucesso ou manuais com respostas definitivas. Empreender é ter a capacidade de perseguir seus sonhos. Persiga-os!</p>
<blockquote><p>Tiago Aguiar Advogado, ganhador do Aprendiz 4 &#8211; O Sócio, empresário e apresentandor do Programa Atitude BR &#8211; TV BAND, Domingo, 10hs</p></blockquote>
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		<title>O DNA do Inovador</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/o-dna-do-inovador/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/o-dna-do-inovador/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 10:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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		<description><![CDATA[por Jorge Carvalho
Um artigo na HBR de Dezembro joga um pouco de luz no assunto Inovação.  O artigo, escrito por Clayton Christensen, professor de Harvard, fala sobre a análise de um estudo de 6 anos que ele realizou. A ideia era tentar descobrir o que diferencia os líderes/empreendedores inovadores dos demais.  Foram descobertas cinco habilidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">por Jorge Carvalho</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Um artigo na HBR de Dezembro joga um pouco de luz no assunto Inovação.  O artigo, escrito por Clayton Christensen, professor de Harvard, fala sobre a análise de um estudo de 6 anos que ele realizou. A ideia era tentar descobrir o que diferencia os líderes/empreendedores inovadores dos demais.  Foram descobertas cinco habilidades que todos os inovadores possuem. Abaixo uma breve descrição de cada uma.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Habilidade 1 &#8211; Associação: Como o Steve Jobs costuma falar “Criatividade é conectar as coisas”. O estudo mostrou que a inovação muitas vezes acontece através da conexão de experiências ou conhecimento. Quanto mais diverso nosso conhecimento e experiências, mais conexões poderão ser feitas. O estudo mostrou que umas das experiências mais transformadoras na vida de pessoas inovadoras é passar por experiências internacionais e experimentar novas culturas. Nos “9 princípios de inovação do Google”, o princípio nº2 é “Ideias podem vir de qualquer lugar”</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Habilidade 2 &#8211; Questionamento: O grande Peter Drucker já dizia que o importante não são as respostas certas mas saber fazer as perguntas corretas. Uma característica importante dos inovadores é questionar o statu quo. Não existe inovação sem as perguntas: Por que? Por que não? E se?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Habilidade 3 &#8211; Observação: Uma das filosofias da Toyota é “vá até o local e observe você mesmo”. Observar o usuário interagindo com o produto/serviço no dia a dia ajuda a descobrir insights que nunca teríamos fazendo pesquisas de mercado. O princípio de inovação nº6 do Google já diz tudo: Usuários, Usuários, Usuários.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Habilidade 4 &#8211; Experimentação: Thomas Edison costumava falar “Eu não fracassei. Apenas encontrei 10.000 maneiras que não funcionou”. O mundo é um laboratório. Empresas como o Google e Amazon conduzem centenas de pequenos experimentos todos os dias.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Habilidade 5 &#8211; Networking: Estamos falando de um tipo diferente de networking que costumamos ouvir por ai. O networking dos inovadores não é focado em se relacionar com o mercado ou cultivar o marketing pessoas. Eles buscam conhecer pessoas interessantes de diversas áreas e perspectivas. Um dos pontos importantes levantados pelo estudo é a participação em conferências como TED, Davos que sempre trazem insights valiosos. A inspiração de Michael Lazaridis, fundador da Research in Motion, para o aparelho de celular Blackberry aconteceu durante uma palestra da Coca Cola.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Imaginem dois profissionais de capacidade parecida. Damos a eles uma semana para criar uma nova ideia de negócio. O primeiro fica trancado no quarto pensando sozinho. O segundo, 1- fala com 10 pessoas (músicos, engenheiros, designers, economistas, etc) 2- visita 3 start-ups para observar como eles trabalham, 3- compra novos e inovadores produtos para experimentar, 4- mostra suas ideias e protótipos para várias pessoas e 5- Se pergunta “E se eu fizesse isso? Por que não tentar esse novo material? durante as quarto etapas anteriores.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quem você acha que traria a ideia mais inovadora e viável?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Alguns dos empreendedores estudados: Steve Jobs (Apple), Jeff Bezos (Amazon), Marc Benioff (Salesforce.com), Herb Kelleher (Southwest Airlines), Peter Thiel (PayPal), Pierre Omidyar (eBay), Niklas Zennstrom (Skype), Michael Dell (Dell), Scott Cook (Intuit), entre outros</div>
<p><img class="size-full wp-image-727 alignleft" title="Health Care Innovation" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/Health-Care-Innovation.jpg" alt="Health Care Innovation" width="283" height="424" />Por Jorge Carvalho</p>
<p>Um artigo na HBR de Dezembro joga um pouco de luz no assunto Inovação.  O artigo, escrito por Clayton Christensen, professor de Harvard, fala sobre a análise de um estudo de 6 anos que ele realizou. A ideia era tentar descobrir o que diferencia os líderes/empreendedores inovadores dos demais.  Foram descobertas cinco habilidades que todos os inovadores possuem. Abaixo uma breve descrição de cada uma.</p>
<p><strong>Habilidade 1</strong> &#8211; Associação: Como o Steve Jobs costuma falar “Criatividade é conectar as coisas”. O estudo mostrou que a inovação muitas vezes acontece através da conexão de experiências ou conhecimento. Quanto mais diverso nosso conhecimento e experiências, mais conexões poderão ser feitas. O estudo mostrou que umas das experiências mais transformadoras na vida de pessoas inovadoras é passar por experiências internacionais e experimentar novas culturas. Nos “9 princípios de inovação do Google”, o princípio nº2 é “Ideias podem vir de qualquer lugar”</p>
<p><strong>Habilidade 2</strong> &#8211; Questionamento: O grande Peter Drucker já dizia que o importante não são as respostas certas mas saber fazer as perguntas corretas. Uma característica importante dos inovadores é questionar o statu quo. Não existe inovação sem as perguntas: Por que? Por que não? E se?</p>
<p><strong>Habilidade 3</strong> &#8211; Observação: Uma das filosofias da Toyota é “vá até o local e observe você mesmo”. Observar o usuário interagindo com o produto/serviço no dia a dia ajuda a descobrir insights que nunca teríamos fazendo pesquisas de mercado. O princípio de inovação nº6 do Google já diz tudo: Usuários, Usuários, Usuários.</p>
<p><strong>Habilidade 4</strong> &#8211; Experimentação: Thomas Edison costumava falar “Eu não fracassei. Apenas encontrei 10.000 maneiras que não funcionou”. O mundo é um laboratório. Empresas como o Google e Amazon conduzem centenas de pequenos experimentos todos os dias.</p>
<p><strong>Habilidade 5</strong> &#8211; Networking: Estamos falando de um tipo diferente de networking que costumamos ouvir por ai. O networking dos inovadores não é focado em se relacionar com o mercado ou cultivar o marketing pessoas. Eles buscam conhecer pessoas interessantes de diversas áreas e perspectivas. Um dos pontos importantes levantados pelo estudo é a participação em conferências como TED, Davos que sempre trazem insights valiosos. A inspiração de Michael Lazaridis, fundador da Research in Motion, para o aparelho de celular Blackberry aconteceu durante uma palestra da Coca Cola.</p>
<p>Imaginem dois profissionais de capacidade parecida. Damos a eles uma semana para criar uma nova ideia de negócio. O primeiro fica trancado no quarto pensando sozinho. O segundo, 1- fala com 10 pessoas (músicos, engenheiros, designers, economistas, etc) 2- visita 3 start-ups para observar como eles trabalham, 3- compra novos e inovadores produtos para experimentar, 4- mostra suas ideias e protótipos para várias pessoas e 5- Se pergunta “E se eu fizesse isso? Por que não tentar esse novo material? durante as quarto etapas anteriores.</p>
<p>Quem você acha que traria a ideia mais inovadora e viável?</p>
<p>Alguns dos empreendedores estudados: Steve Jobs (Apple), Jeff Bezos (Amazon), Marc Benioff (Salesforce.com), Herb Kelleher (Southwest Airlines), Peter Thiel (PayPal), Pierre Omidyar (eBay), Niklas Zennstrom (Skype), Michael Dell (Dell), Scott Cook (Intuit), entre outros.</p>
<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com" target="_blank">http://hsm.updateordie.com</a></p>
<blockquote><p>Jorge Carvalho é coordenador do portal HSM Online.</p></blockquote>
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		<title>Projetos de TI : Números preocupantes</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/projetos-de-ti-numeros-preocupantes/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/projetos-de-ti-numeros-preocupantes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 11:17:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[estudos & pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcelo de Souza Bastos
Pessoal,
tive acesso, via Silvio meira no Twitter (@srlm), ao último relatório Chaos Report do Standish Groups. Para quem não conhece, o relatório apresenta a taxa de sucesso dos projetos de TI considerando 8000 projetos desenvolvidos por 300 empresas americanas, sendo que ele foi criado em 1994.
Esse último relatório apresentou dados alarmantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-498" title="Projeto de TI" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/chaos-report.jpg" alt="Projeto de TI" width="192" height="288" />Por Marcelo de Souza Bastos</em></p>
<p>Pessoal,</p>
<p>tive acesso, via Silvio meira no Twitter (@srlm), ao último relatório Chaos Report do Standish Groups. Para quem não conhece, o relatório apresenta a taxa de sucesso dos projetos de TI considerando 8000 projetos desenvolvidos por 300 empresas americanas, sendo que ele foi criado em 1994.</p>
<p>Esse último relatório apresentou dados alarmantes e mostra um retrocesso na taxa de sucesso dos projetos de desenvolvimento de software. Veja tabela após o jump :</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="500">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#cccccc">
<div><strong>1994</strong></div>
</td>
<td bgcolor="#cccccc">
<div><strong>1996</strong></div>
</td>
<td bgcolor="#cccccc">
<div><strong>1998</strong></div>
</td>
<td bgcolor="#cccccc">
<div><strong>2000</strong></div>
</td>
<td bgcolor="#cccccc">
<div><strong>2004</strong></div>
</td>
<td bgcolor="#cccccc">
<div><strong>2006</strong></div>
</td>
<td bgcolor="#cccccc">
<div><strong>2009</strong></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>31,10%</div>
</td>
<td>
<div>40%</div>
</td>
<td>
<div>28%</div>
</td>
<td>
<div>23%</div>
</td>
<td>
<div>18%</div>
</td>
<td>
<div>19%</div>
</td>
<td>
<div>24%</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td bgcolor="#d7d7d7">
<div>52,70%</div>
</td>
<td bgcolor="#d7d7d7">
<div>33%</div>
</td>
<td bgcolor="#d7d7d7">
<div>46%</div>
</td>
<td bgcolor="#d7d7d7">
<div>49%</div>
</td>
<td bgcolor="#d7d7d7">
<div>53%</div>
</td>
<td bgcolor="#d7d7d7">
<div>46%</div>
</td>
<td bgcolor="#d7d7d7">
<div>44%</div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>16,20%</div>
</td>
<td>
<div>27%</div>
</td>
<td>
<div>26%</div>
</td>
<td>
<div>28%</div>
</td>
<td>
<div>29%</div>
</td>
<td>
<div>35%</div>
</td>
<td>
<div>32%</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> </p>
<ol>
<li>Primeira linha &#8211; &gt; % Projetos cancelados;</li>
<li>Segunda linha &#8211; &gt; % Projetos entregues com variação em termos de prazo, custo ou qualidade;</li>
<li>Terceira linha &#8211; &gt; %Projetos entregues dentro de prazo, custo e qualidade esperados;</li>
</ol>
<p>Em 1994, as empresas americanas investiram 250 bilhões de dólares em 175.000 projetos de desenvolvimento de software. Baseado nessa pesquisa, estima-se que as empresas americanas desperdiçaram 81 bilhões de dólares em projetos que foram cancelados e mais 59 bilhões de dólares em projetos que foram entregues, mas não cumpriram pelo menos um dos requisitos referentes a tempo, custo e qualidade.</p>
<p>De 1994 até 2006, houve uma melhora significativa na taxa de sucesso de projetos de desenvolvimento de software, aumentando essa taxa em mais de 50% (de 16,1% para 35%). Segundo o lider da pesquisa, Jim Johnson, havia três razões para essa melhoria : melhor gerenciamento dos projetos, desenvolvimento iterativo e a infra-estrutura da web disponível. Essa percepção é referendada se observarmos que os 3 maiores fatores críticos de sucesso desses projetos foram :</p>
<p>- Suporte executivo &#8211; Patrocínio de projetos influencia no processo e no progresso dos projetos, principalmente, em empresas com estruturas funcionais ou matriciais fracas;</p>
<p>- Envolvimento dos usuários &#8211; Tradicionalmente, há uma distância muito grande entre a área de Ti e as áreas de negócio. Quando essa distância deixa de existir, a taxa de sucesso aumenta;</p>
<p>- Gerentes de projetos experientes &#8211; 97% dos projetos, que foram concluídos com sucesso, tinham gerentes de projetos experientes;</p>
<p>Ocorre que em 2009 houve uma queda na taxa de sucesso de projetos (de 35% para 32%) e aumento na taxa de falhas dos projetos (de 19% para 24%). É a primeira vez que há uma queda significativa na taxa de sucesso de projetos.</p>
<p>Ainda é cedo para maiores conclusões, mas é preocupante devido aos altos investimentos envolvidos. Na minha opinião, houve uma valorização muito grande da parte “Hard” de gestão de projetos que é mais focada na documentação e no registro formal do projeto, ou seja, no lado técnico da gestão de projetos. Esse foco inicial já esgotou a sua capacidade de aumentar a taxa de sucesso de projetos e, por essa razão, é preciso um novo salto.</p>
<p>Esse salto deve vir do investimento no desenvolvimento de competências não técnicas (Soft Skills) dos lideres de projetos como liderança, negociação, comunicação, estratégia e gestão de conflitos. Tal necessidade aumenta ainda mais se considerarmos que, com o aumento da tendência de adquirir tecnologia como serviço, o papel da área de tecnologia deve sofrer grandes mudanças, deixando de ter um papel reativo, que só atua sob demanda, e passe a ter um papel mais ativo na definição dos modelos de negócios da nova economia.</p>
<p>Muito se fala que as áreas de TI devem estar alinhadas as áreas de negócio. Na minha opinião, é preciso muito mais do que isso, é preciso que a TI esteja dentro do negócio, que ela seja O NEGÓCIO, participando das definições como consultora de alternativas de soluções tecnológicas e atuando ativamente na definição das estratégias do negócio.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com/" target="_blank">http://hsm.updateordie.com/</a></p>
<blockquote><p>Marcelo de Souza Bastos é Formado em ciência da computação pelo Uniceub em Brasília e MBA em planejamento e gestão empresarial pela Universidade Católica de Brasília. Possui certificação PMP (Project Management Professional) pelo PMI (Project Management Institute) desde 2003.</p></blockquote>
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