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	<title>Blog da Trace Sistemas &#187; Gestão</title>
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	<description>A Trace Sistemas é uma empresa que tem seu Core Business centrado em sua solução de Gestão do Trabalho, TraceGP.</description>
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		<title>Evolua sua gestão com inteligência</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 20:20:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Novo vídeo do TraceGP com a chamada &#8220;Evolua sua gestão com inteligência&#8221;. A Solução atua em todas os níveis da empresa, afim de evoluir o nível de gestão com inteligência e gerar resultados.
Planeje, automatize, controle, gerencie e otimize. 5 passos para um gestão completa de todo o processo de trabalho de sua organização.
Confira o vídeo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Novo vídeo do <a href="http://www.tracegp.com.br/" target="_blank" rel="external" title="Solução de Gestão do Trabalho" >TraceGP</a> com a chamada &#8220;Evolua sua gestão com inteligência&#8221;. A Solução atua em todas os níveis da empresa, afim de evoluir o nível de gestão com inteligência e gerar resultados.</p>
<p>Planeje, automatize, controle, gerencie e otimize. 5 passos para um gestão completa de todo o processo de trabalho de sua organização.</p>
<p>Confira o vídeo abaixo:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0kT5f1oEaMY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/0kT5f1oEaMY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Link relacionado:<br />
<a href="http://www.tracegp.com.br/videos" target="_blank">http://www.tracegp.com.br/videos</a></p>
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		<title>Liderança é um talento nato ou desenvolvido?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/lideranca-e-um-talento-nato-ou-desenvolvido/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 20:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Preston C. Bottger
Ou a pergunta sequer tem relevância?
As qualidades de um líder são natas ou adquiridas?
É uma questão que, ao longo dos anos, tem obcecado muitos estudiosos do conceito de liderança e é muitas vezes colocada em pauta por executivos em programas de desenvolvimento. Aqui está nossa resposta – é uma pergunta ruim, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1013" title="Lideranca" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/lideranca.jpg" alt="Lideranca" width="299" height="300" />Por Preston C. Bottger</em></p>
<p>Ou a pergunta sequer tem relevância?</p>
<p>As qualidades de um líder são natas ou adquiridas?</p>
<p>É uma questão que, ao longo dos anos, tem obcecado muitos estudiosos do conceito de liderança e é muitas vezes colocada em pauta por executivos em programas de desenvolvimento. Aqui está nossa resposta – é uma pergunta ruim, que gera respostas ruins.</p>
<p>A experiência de muitas décadas escrevendo sobre a liderança prova que esta é uma questão que não produz resposta satisfatória, principalmente para líderes aspirantes.</p>
<p>Compreensivelmente, a linha de pensamento adotada por educadores administrativos leva a crer que qualidades de liderança podem ser desenvolvidas, desde que haja características pessoais pertinentes, como inteligência e energia física. Mas o fato é que você não sabe exatamente com quais características nasceu até tentar arduamente expressá-las.</p>
<p>Então por que os executivos ainda debatem esta questão? Muitas vezes é para avaliar seu próprio potencial de liderança e, às vezes, para determinar o dos outros. No entanto, a pergunta &#8220;nata ou desenvolvida&#8221; não é apropriada para tais avaliações, pois faz com que executivos abordem os temas errados – como quais disposições são fixas e quais comportamentos são passíveis de mudança.</p>
<p>Na verdade, a questão pouco revela, pois não lida com um ponto chave: o tamanho da responsabilidade.<br />
Qual nível de liderança que a pessoa aspira? Os mais altos níveis apresentam tarefas enormes, complexas e conflituosas. O ambiente, os limites e as regras se tornam menos definidas e, definitivamente, é a função do líder moldar as escolhas que surgem.</p>
<p>Além disso, quanto mais os executivos avançam como líderes, mais terão de lidar com pessoas de alto calibre que sabem muito bem como conseguir o que querem, que são difíceis de lidar, com gênio forte e que têm um acentuado apetite pelo poder.</p>
<p>Para os executivos que tentam avaliar seu potencial de liderança, propomos três questões críticas.</p>
<p><strong>Questão 1: Até onde você quer ir?</strong></p>
<p>Para chegar ao cargo mais alto e para cumprir suas obrigações, você deve, continuamente, tomar medidas que afetarão a renda e a vida dos outros. Você estará inserido em um contexto onde outras pessoas vão querer a sua posição ou estarão competindo com você para chegar ao cargo acima.</p>
<p>É fácil criticar a competência daqueles com responsabilidades maiores do que as nossas e é ainda mais fácil imaginar como faríamos melhor.</p>
<p>Muitos que aspiram à liderança sênior simplesmente subestimam o grau e o tipo de esforço necessário para assumir essas responsabilidades.</p>
<p>Um exercício útil: Olhe para as funções de seu chefe e pergunte-se, honestamente, se poderia fazê-lo tão bem, ou melhor. Em seguida, considere o líder no mais alto escalão – talvez o CEO – e descubra com quais assuntos esta pessoa lida todos os dias. Tente analisar a maneira como você passa seu tempo e, em seguida, o tempo, energia e recursos necessários para realizar os trabalhos do CEO. O que é preciso para se tornar CEO de sua empresa?</p>
<p>O que você tem que fazer, mas que, neste momento, ainda não pode, ou não gosta? Do que você gosta agora, mas teria de abrir mão?</p>
<p><strong>Questão 2: Em que você está disposto a investir?</strong></p>
<p>Aspirantes à liderança podem se iludir a respeito de seus pontos fortes e limitações. É difícil digerir o fato de que você tem limitações significativas, mas, se estiver determinado a ser líder, enfrentará escolhas difíceis sobre quanto esforço deve aplicar e em quais áreas – a fim de desenvolver as capacidades que permitem o exercício da responsabilidade extrema.</p>
<p>A liderança certamente exige inteligência nos negócios, habilidades técnicas e sensibilidades culturais, mas, acima de tudo, exige poder. Embora seja perturbador para algumas pessoas, a realidade brutal é que não importa o que faça, um líder deverá conquistar, exercer e manter o poder. Encontramos muitos com &#8220;grande potencial&#8221; que aspiram à alta liderança, mas como estão acostumados a receber recompensas por serem inteligentes e criativos, acabam deixando de lutar por ela.</p>
<p>Embora tenha conotação negativa para alguns, a sede pelo poder é uma condição necessária para alcançar posições de alta responsabilidade.</p>
<p>Haverá prazeres dos quais você deve desistir e, certamente, haverá implicações em sua vida pessoal – levantando questões não somente a respeito do &#8220;equilíbrio trabalho-vida pessoal&#8221; no curto prazo, mas sim de encontrar uma &#8220;mistura viável&#8221; a longo prazo.</p>
<p>E há convicções limitadoras que deverão ser superadas. Elas reduzem sua capacidade de enxergar as coisas como realmente são e impedem gerar novos comportamentos. Atuando como um líder, você tem de levar as pessoas onde nunca estiveram antes – em pensamento e ação – muitas vezes contra as vontades iniciais delas.</p>
<p>Até você soltar os ganchos que o amarram ao seu próprio passado, não conseguirá alcançar novas fronteiras.</p>
<p><strong>Questão 3: Como vai manter isto?</strong></p>
<p>Por várias décadas, você precisa de métodos para se manter motivado nos momentos em que não está sendo reconhecido e recompensado pelo seu desempenho – e também para lidar com críticas, resistências, retrocessos e aqueles que não gostam de você ou aquilo que está pedindo. A avaliação dos custos da liderança não é um evento único. Se você visualiza mais 10, 20 ou mesmo 30 anos de trabalho de liderança, então deverá encontrar métodos eficazes para manter a vitalidade física, a flexibilidade emocional e o alcance e frescor intelectual.</p>
<p>Enquanto realizam o árduo trabalho da liderança, muitos se tornam cada vez mais fechados e dependentes da própria conduta que lhes trouxe o sucesso. Portanto, periodicamente, executivos seniores devem pausar as atividades para rever onde estão investindo seu tempo e energia para assegurar que permaneçam capazes de gerar novos comportamentos para lidar com novos desafios.</p>
<p>Educadores administrativos podem ter razão quando dizem que se aprende a liderança. Mas em vez de se reconfortar na idéia de que você pode se desenvolver, você deve temer a quantidade de trabalho há no desenvolvimento de métodos para administrar situações inusitadas e circunstâncias extremas.</p>
<p>A questão mais importante da liderança não é se é &#8220;nata ou desenvolvida&#8221;. As questões primordiais são: quais são os seus bens no momento e o que está disposto a fazer – ou sacrificar – para conquistar a posição mais alta possível da liderança?</p>
<p>Fonte: <a href="http://administradores.com.br" target="_blank">http://administradores.com.br</a></p>
<blockquote><p>Preston Bottger é professor de Leadership and General Management, no IMD. Ele leciona nos programas Leading the Global Enterprise (LGE), Orchestrating Winning Performance (OWP) e o Program for Executive Development (PED).</p></blockquote>
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		<title>As empresas perderam a vergonha &#8211; e os funcionários também</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/as-empresas-perderam-a-vergonha-e-os-funcionarios-tambem/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 20:47:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Julio Sergio
As empresas perderam a vergonha de uma vez. Não ficam constrangidas na hora de mandar embora os funcionários. Descartam seus talentos grisalhos e, sem peso na consciência, vão direto ao assunto: “Acho que você já está preparado para um novo desafio”. Aquele discurso bonito de que o profissional foi valioso pelo tempo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-1010" title="Pinóquio" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/pinoquio.jpg" alt="Pinóquio" width="111" height="200" />Por Julio Sergio</em></p>
<p>As empresas perderam a vergonha de uma vez. Não ficam constrangidas na hora de mandar embora os funcionários. Descartam seus talentos grisalhos e, sem peso na consciência, vão direto ao assunto: “Acho que você já está preparado para um novo desafio”. Aquele discurso bonito de que o profissional foi valioso pelo tempo de dedicação à companhia, já era.</p>
<p>Agora, o RH ou o chefe diz na lata: “Você está com uma saúde de ferro, todo gás e energia para seguir seu caminho”. Ou seja, nem precisa justificativa para dizer que você está na rua. Por isso, defendo a postura de cada um ser o CEO da própria carreira. A empresa não é e nem pode ser o responsável por sua vida. Seu destino quem faz é você.</p>
<p>Lembro-me de um executivo que entrou em depressão quando não cumpriu as metas de sua área no ano passado e levou um “belo” cartão vermelho de consolo. Simples assim. Ninguém quis saber se a crise tinha afetado os negócios, a mulher estava desempregada e as dívidas batendo à porta.</p>
<p>Da mesma forma que ele ficou surpreso com o tratamento que lhe foi dado, uma amiga confessou-me dias atrás que teve a mesma sensação ao ser demitida, sem saber sequer a razão. “Um belo dia, minha chefe volta de férias e diz que posso ir para casa. Eu precisava apenas passar no RH e ver como ficaria o plano de saúde”, disse-me.</p>
<p>Explicações, justificativas, segunda chance; tudo isso é coisa do passado. Como acontece nos relacionamentos de hoje, se não há sintonia entre as partes, a saída é “separar”. Sem choro nem vela, a realidade é uma só.</p>
<p>Por outro lado, esse cenário perverso vem levando as pessoas a atitudes extremas, como falta de comprometimento e de ética. Muitos não hesitam em tocar <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-gestao-de-projetos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Gerenciamento de Projetos" >projetos</a> paralelos, em falar mal da empresa fora do ambiente corporativo, em trocar de emprego como mudam de roupa, em “roubar” clientes quando vão para a concorrência, em levar equipes inteiras se recebem um convite de fora.</p>
<p>Infelizmente, o cenário é um tanto quanto assustador. Ninguém respeita mais ninguém. Na selva de pedra, quem vence é aquele que for mais esperto, passar o colega para trás, tirar o chefe da jogada, não ameaçar a liderança, tirar proveito de onde está. Onde vamos parar desse jeito?</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cardozo-group.com" target="_blank">http://www.cardozo-group.com</a></p>
<blockquote><p>Julio Sergio Cardozo é palestrante, autor e consultor em gestão corporativa e “coaching” para executivos. Foi Chairman e CEO da Ernst &amp; Young South America até 2007</p></blockquote>
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		<title>Cronogramas Desafiadores</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/cronogramas-desafiadores/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 17:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Luiz de Paiva
Na enquete realizada sobre os principais problemas em projetos, o segundo colocado foi “Cronogramas Desafiadores”.
Para ser sincero, não concordo que este realmente possa ser considerado um problema de projetos.  O cronograma sempre deve ser desafiador.   Acredito que isto somente possa ser considerado um problema quando o cronograma é totalmente fora da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-925" title="Cronograma" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/04/relogio-cronograma.jpg" alt="Cronograma" width="214" height="201" />Por Luiz de Paiva</em></p>
<div>Na enquete realizada sobre os principais problemas em <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-gestao-de-projetos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Gerenciamento de Projetos" >projetos</a>, o segundo colocado foi “Cronogramas Desafiadores”.</div>
<p>Para ser sincero, não concordo que este realmente possa ser considerado um problema de projetos.  O cronograma sempre deve ser desafiador.   Acredito que isto somente possa ser considerado um problema quando o cronograma é totalmente fora da realidade.</p>
<p>A seguir comento alguns pontos sobre este tema:</p>
<p><strong>O cronograma sempre deve ser desafiador</strong></p>
<p>Como comentei no começo do artigo, é sempre bom que os cronogramas dos projetos sejam desafiadores.   Desafiadores a ponto de forçar o gerente de projetos e a equipe a buscarem as melhores alternativas e soluções para os entraves do projeto.</p>
<p>Projetos com muita folga de tempo parecem ser bons mas apresentam riscos.  A equipe pode perder o foco quando há um espaçamento muito grande entre atividades relacionadas ao projeto, e a energia e entusiasmo podem se dissipar.  Além disso, uma tendência que deve ser combatida é a de se deixar as atividades para a parte final do prazo quando a folga é muito grande.</p>
<p><strong>Deve-se colocar o foco na estimativa e planejamento iniciais</strong></p>
<p>Para evitar cronogramas que fogem da realidade executável, o planejamento inicial é crítico.  Fazer estimativas bem discutidas e trabalhadas darão força ao gerente de projetos para manter as expectativas dentro do que pode ser feito.  Muitos dos problemas de cronogramas são originados em um planejamento falho ou inexistente na concepção do projeto.</p>
<p><strong>Distinguir urgências reais</strong></p>
<p>Cabe ao gerente de projeto administrar os stakeholders para que as tarefas sejam organizadas de forma lógica para o sucesso do projeto.  Em outras palavras, muitas tarefas consideradas urgentes poderiam ser adiadas sem que afete os resultados do projeto, enquanto a energia é concentrada naquelas que realmente fazem a diferença naquele instante.</p>
<p>Um cronograma bem desenhado e estruturado, com caminho crítico definido adequadamente, é ferramenta essencial para equilibrar a carga de trabalho de forma inteligente.</p>
<p><strong>O impossível não pode ser aceito</strong></p>
<p>Se o gerente de projetos aceita a imposição de um cronograma que é simplesmente inviável, então não está cumprindo seu papel… está sendo apenas um administrador de planilhas.  Neste tema, habilidades em gerenciamento de stakeholders farão a diferença para encontrar caminhos que ajustem as expectativas à realidade.</p>
<p><strong>Esclarecer as restrições</strong></p>
<p>As restrições entre os diferentes aspectos do projeto (custo x prazo x escopo x qualidade) devem ficar claras para todos, especialmente o patrocinador e o cliente do projeto.   As decisões quanto às prioridades devem ficar claras e bem documentadas.</p>
<p><strong>Monitoramento constante</strong></p>
<p>Quanto mais apertado é o cronograma, maior a necessidade de controle.  Nestes casos, a frequência das avaliações de evolução do projeto devem aumentar, para que ainda exista a oportunidade de tomar ações corretivas que levem o projeto de volta a seus objetivos.</p>
<p><strong>Divida o projeto em fases</strong></p>
<p>Os tomadores de decisão do projeto nem sempre estão com todos os elementos em sua mente, ou podem estar seguindo uma linha sem pensar em alternativas.  Quando os prazos não colaboram, pode-se, por exemplo, dividir as entregas em fases, mantendo itens críticos dentro do objetivo principal, e colocando outros deliverables em fases posteriores.  Tome a iniciativa para encontrar soluções e compromissos que atendam aos grandes objetivos do projeto.</p>
<p>Falando um pouco mais sobre a divisão do projeto em fases, ela pode ajudar na percepção gradual de valor.   Se alguns dos principais objetivos são atingidos e concluídos dentro do prazo esperado, o impacto de atrasos em outros objetivos pode ser minimizado.  Isto pode fazer uma diferença enorme para o cliente do projeto, que podem começar a obter retorno sobre seu investimento mesmo antes de 100% do projeto estar concluído.</p>
<p>Fonte: <a href="http://ogerente.com/stakeholder" target="_blank">http://ogerente.com/stakeholder</a></p>
<blockquote><p>Luiz de Paiva é Consultor em Gerenciamento de Projetos e Presença Online.  Responsável pelo Portal O Gerente.</p></blockquote>
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		</item>
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		<title>TraceGP &#8211; Obtendo Resultados</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/tracegp-obtendo-resultados/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/tracegp-obtendo-resultados/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 13:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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		<category><![CDATA[vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Solução de Gestão do Trabalho provê a todos os níveis da organização, funcionalidades específicas para a gestão de demandas e projetos, atuando desde o planejamento estratégico, passando pelo tático, até o operacional concretizando as metas pré-estabelecidas.
Confira novo vídeo:

Links Relacionados:
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.tracegp.com.br" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Solução de Gestão do Trabalho" >Solução de Gestão do Trabalho</a> provê a todos os níveis da organização, funcionalidades específicas para a gestão de <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-demandas.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Gestão e Demandas" >demandas</a> e <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-gestao-de-projetos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Gerenciamento de Projetos" >projetos</a>, atuando desde o planejamento estratégico, passando pelo tático, até o operacional concretizando as metas pré-estabelecidas.</p>
<p>Confira novo vídeo:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/YYMa3_B2HoY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/YYMa3_B2HoY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Links Relacionados:<br />
<a href="http://www.tracegp.com.br/video/">http://www.tracegp.com.br/videos/</a><br />
<a href="http://www.tracegp.com.br/solucao/index.html" target="_blank">http://www.tracegp.com.br/solucao/index.html</a><a href="http://www.tracegp.com.br/video/"><br />
</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tracegp.com.br/blog/tracegp-obtendo-resultados/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>A Empresa em 2010</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/a-empresa-em-2010/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/a-empresa-em-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 10:57:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[2010]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de janeiro de 2010, vou fazer aquela dieta alimentar que o cardiologista vive recomendando há anos, os exercícios físicos que o ortopedista prescreveu e a leitura dos grandes autores da literatura brasileira que meu professor indicou há décadas. Ou seja, vou cumprir todas as promessas que venho fazendo durante os últimos dez anos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A partir de janeiro de 2010, vou fazer aquela dieta alimentar que o cardiologista vive recomendando há anos, os exercícios físicos que o ortopedista prescreveu e a leitura dos grandes autores da literatura brasileira que meu professor indicou há décadas. Ou seja, vou cumprir todas as promessas que venho fazendo durante os últimos dez anos. Alguém ainda acredita nisto? Ninguém! Nem eu.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Da mesma forma, o corpo de gestores e profissionais da empresa Dias &amp; Dias Protelando não acredita mais nas promessas que o seu diretor geral faz durante todas as convenções de vendas (geralmente realizadas no final de ano para dar um gás suficiente para durar todo o ano seguinte).</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Apesar de o senhor Dias falar com emoção. (Às vezes chega às lágrimas.) Mostrar slides elaborados com esmero, acompanhado de fundo musical. Introduzir atrações que podem variar desde &#8220;as rainhas do rebolado&#8221; (para ilustrar o significado da palavra &#8220;flexibilidade&#8221;) até o palestrante que está na crista da onda ou um mágico que ensina como reter a atenção da platéia.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O senhor Dias diz que, agindo assim, está investindo em motivação.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Então porque suas promessas não alcançam mais crédito junto aos seus comandados?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Porque, durante o ano, qualquer sinal isolado do mercado é assumido como grande oportunidade atrás da qual todos são incentivados a sair correndo como se fosse a salvação da safra; ou é visto como o grande risco diante do qual todos devem participar dos rituais do &#8220;salve-se quem puder&#8221;, cortando gastos sem critério, mesmo implicando na descontinuidade de <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-gestao-de-projetos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Gerenciamento de Projetos" >projetos</a> de melhoria de seus <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-processos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Workflow de Processos" >processos</a> de produção, logística, marketing e vendas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Assim, mudando de rumo ao sabor de qualquer aragenzinha, ninguém consegue estabelecer foco e organizar dados para identificar tendências. A empresa sem projeto não tem futuro porque todos os anos são cópias dos anos anteriores, com agitação e pressões que não cultivam a maturidade. Seus processos de transformação, medição, controle e gestão envelhecem, tornam-se caquéticos, com o coronelismo cultural gritando clichês como se fossem &#8220;orientações estruturadas&#8221;, num ambiente colonial de &#8220;casa grande &amp; senzala&#8221; onde os culpados são sempre os mesmos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Poucos aprendem alguma coisa de útil para sua formação. Os que conseguem só alimentam a esperança de encontrar um outro emprego.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mas como mudar uma situação deste tipo?!</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Trocando as promessas e ameaças por projetos estruturados que são colocados em prática, mesmo que sejam modestos e não provoquem grandes excitações, mas orientem as ações de cada dia para um alvo maior, em função do qual as avaliações poderão ser feitas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Só planejando, agindo e avaliando de maneira estável as empresas amadurecem através do amadurecimento de seus gestores e profissionais, cuja atuação consequente e coerente propicia a manutenção de relações saudáveis com clientes e fornecedores, todos os dias de todos os anos, porque se promove a sintonia, a afinação dos instrumentos e a execução da música com base numa partitura única, conhecida de todos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">E o que é necessário para que isto aconteça?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Antes de mais nada, é necessário que o senhor Dias se convença de que é imprescindível melhorar o sistema de gestão de sua empresa.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O autoconvencimento pode ocorrer antes do &#8220;complexo de Midas&#8221; se transformar em &#8220;síndrome de Sadim&#8221;. Todos já conhecem a estória de Midas, aquele cujo toque transformava qualquer coisa em ouro. Sadim é simplesmente Midas ao contrário, uma forma como os profissionais de desenvolvimento organizacional identificam aquele que, sem uma visão integral do sistema, define aspectos específicos de um processo e cria uma colcha de retalhos, uma fábrica de perdas. Ou seja, transforma ouro em lixo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Neste primeiro caso, o medo de perder é o principal ingrediente. Mas a vontade de ganhar mais ou melhor também pode despertar o interesse.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fora o &#8220;medo de perder&#8221; e a &#8220;vontade de ganhar&#8221;, há quem diga que existe um tal de &#8220;insight&#8221; ou uma tal de &#8220;inspiração&#8221;. De qualquer forma, é importante lembrar que depois de se convencer, o empresário precisa convencer e persuadir os outros a participar do trabalho de planejamento e da execução do plano. Ou seja, a acreditar que agora o convite ao envolvimento é digno de crédito.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Fonte: http://www.administradores.com.br/</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Sebastião de Almeida Júnior, consultor na área de Desenvolvimento Gerencial &amp; Organizacional desde 1987 e professor convidado do Instituto de Economia da UNICAMP, autor de seis livros sobre temas empresariais.</div>
<p>A partir de janeiro de 2010, vou fazer aquela dieta alimentar que o cardiologista vive recomendando há anos, os exercícios físicos que o ortopedista prescreveu e a leitura dos grandes autores da literatura brasileira que meu professor indicou há décadas. Ou seja, vou cumprir todas as promessas que venho fazendo durante os últimos dez anos. Alguém ainda acredita nisto? Ninguém! Nem eu.</p>
<p>Da mesma forma, o corpo de gestores e profissionais da empresa Dias &amp; Dias Protelando não acredita mais nas promessas que o seu diretor geral faz durante todas as convenções de vendas (geralmente realizadas no final de ano para dar um gás suficiente para durar todo o ano seguinte).</p>
<p>Apesar de o senhor Dias falar com emoção. (Às vezes chega às lágrimas.) Mostrar slides elaborados com esmero, acompanhado de fundo musical. Introduzir atrações que podem variar desde &#8220;as rainhas do rebolado&#8221; (para ilustrar o significado da palavra &#8220;flexibilidade&#8221;) até o palestrante que está na crista da onda ou um mágico que ensina como reter a atenção da platéia.</p>
<p>O senhor Dias diz que, agindo assim, está investindo em motivação.</p>
<p>Então porque suas promessas não alcançam mais crédito junto aos seus comandados?</p>
<p>Porque, durante o ano, qualquer sinal isolado do mercado é assumido como grande oportunidade atrás da qual todos são incentivados a sair correndo como se fosse a salvação da safra; ou é visto como o grande risco diante do qual todos devem participar dos rituais do &#8220;salve-se quem puder&#8221;, cortando gastos sem critério, mesmo implicando na descontinuidade de projetos de melhoria de seus processos de produção, logística, marketing e vendas.</p>
<p>Assim, mudando de rumo ao sabor de qualquer aragenzinha, ninguém consegue estabelecer foco e organizar dados para identificar tendências. A empresa sem projeto não tem futuro porque todos os anos são cópias dos anos anteriores, com agitação e pressões que não cultivam a maturidade. Seus processos de transformação, medição, controle e gestão envelhecem, tornam-se caquéticos, com o coronelismo cultural gritando clichês como se fossem &#8220;orientações estruturadas&#8221;, num ambiente colonial de &#8220;casa grande &amp; senzala&#8221; onde os culpados são sempre os mesmos.</p>
<p>Poucos aprendem alguma coisa de útil para sua formação. Os que conseguem só alimentam a esperança de encontrar um outro emprego.</p>
<p>Mas como mudar uma situação deste tipo?!</p>
<p>Trocando as promessas e ameaças por projetos estruturados que são colocados em prática, mesmo que sejam modestos e não provoquem grandes excitações, mas orientem as ações de cada dia para um alvo maior, em função do qual as avaliações poderão ser feitas.</p>
<p>Só planejando, agindo e avaliando de maneira estável as empresas amadurecem através do amadurecimento de seus gestores e profissionais, cuja atuação consequente e coerente propicia a manutenção de relações saudáveis com clientes e fornecedores, todos os dias de todos os anos, porque se promove a sintonia, a afinação dos instrumentos e a execução da música com base numa partitura única, conhecida de todos.</p>
<p>E o que é necessário para que isto aconteça?</p>
<p>Antes de mais nada, é necessário que o senhor Dias se convença de que é imprescindível melhorar o sistema de gestão de sua empresa.</p>
<p>O autoconvencimento pode ocorrer antes do &#8220;complexo de Midas&#8221; se transformar em &#8220;síndrome de Sadim&#8221;. Todos já conhecem a estória de Midas, aquele cujo toque transformava qualquer coisa em ouro. Sadim é simplesmente Midas ao contrário, uma forma como os profissionais de desenvolvimento organizacional identificam aquele que, sem uma visão integral do sistema, define aspectos específicos de um processo e cria uma colcha de retalhos, uma fábrica de perdas. Ou seja, transforma ouro em lixo.</p>
<p>Neste primeiro caso, o medo de perder é o principal ingrediente. Mas a vontade de ganhar mais ou melhor também pode despertar o interesse.</p>
<p>Fora o &#8220;medo de perder&#8221; e a &#8220;vontade de ganhar&#8221;, há quem diga que existe um tal de &#8220;insight&#8221; ou uma tal de &#8220;inspiração&#8221;. De qualquer forma, é importante lembrar que depois de se convencer, o empresário precisa convencer e persuadir os outros a participar do trabalho de planejamento e da execução do plano. Ou seja, a acreditar que agora o convite ao envolvimento é digno de crédito.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.administradores.com.br/" target="_blank">http://www.administradores.com.br/</a></p>
<blockquote><p>Sebastião de Almeida Júnior, consultor na área de Desenvolvimento Gerencial &amp; Organizacional desde 1987 e professor convidado do Instituto de Economia da UNICAMP, autor de seis livros sobre temas empresariais.</p></blockquote>
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		<title>Idéias gerenciais que mais influenciaram a década</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/ideias-gerenciais-que-mais-influenciaram-a-decada/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/ideias-gerenciais-que-mais-influenciaram-a-decada/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 10:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Marcelo de Souza Bastos
Pessoal,
encontrei no site da Harvard Business Review, artigo que relaciona as idéias que mais influenciaram a gestão na última década. Relaciono-as abaixo com meus comentários :
- Valor para o acionista como estratégia : Na minha opinião, a mais infeliz das idéias. Como diz o artigo: “valor para o acionista deve ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-721" title="The Boss" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/the_boss.jpg" alt="The Boss" width="320" height="320" /></p>
<p>Por Marcelo de Souza Bastos</p>
<p>Pessoal,</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">encontrei no site da Harvard Business Review, artigo que relaciona as idéias que mais influenciaram a gestão na última década. Relaciono-as abaixo com meus comentários :</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">- Valor para o acionista como estratégia : Na minha opinião, a mais infeliz das idéias. Como diz o artigo: “valor para o acionista deve ser consequência, e não uma estratégia.” Lembro-me de um artigo do professor Mintzberg escreveu no final de 2007  em que ele afirmava que enquanto as empresas não se conscientizassem de que elas faziam parte de uma comunidade e que suas ações afetavam e eram afetadas por esse ambiente, não conseguiríamos evitar a catástrofe que estava por vir. A resposta a essa estratégia foi a maior crise financeira desde 1929;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">- TI como comoditie : O assunto do momento em termos de tecnologia chama-se Cloud Computing. Isso tem a ver com o sonho de todo administrador de querer trabalhar apenas com custos variáveis. O artigo apresenta uma visão interessante de que essa onda teve início com o Bug do milênio que obrigou a ter uma atenção muito grande com os sistemas legados onerosos;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">- Aumento do poder do consumidor : Em 2006, a revista “The economist” elegeu o consumidor como a personalidade do ano. Tem tudo a ver com uma série de evoluções tecnológicas e sociais que fizeram com que a voz do cliente ficasse cada vez mais alta. Tal fato é potencializado pelo crescimento veloz das redes sociais e o surgimento da geração Y;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">- Gestão de risco empresarial : O 11 de setembro de 2001 mudou muita coisa nesse campo. Apenas para lembrar, haviam empresas que funcionava em uma das torres e possuia seu backup na outra torre. Esse acontecimento fez com que fossem revisadas várias normas nesse campo. Uma delas é a necessidade de as empresas financeiras adotarem procedimentos de disaster recovery, sob pena de perder capacidade de investimento. Como exemplo de medida, podemos citar a construção de Datacenters foram de um raio de 10 quilômetros a partir da central de processamento de empresas financeiras, além de outras medidas de contigenciamento e recuperação imediata para mitigar o risco sistêmico no setor financeiro;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">- A organização criativa : Como já disse no post anterior, a pessoas passaram a estar novamente no centro do processo. Voltaram a ser a força motriz da economia devido a necessidade de inovação. A questão é como estruturar nossas organizações orientadas a melhor produtividade criativa e inovadoras das pessoas, uma vez que tudo que foi em termos de modelo de gestão foi pensado para tornar mais eficiente a produção de máquinas? Por essa razão, cresce a importância de conceitos como Enterprise 2.0 e Gestão 2.0, como bem citou o Jorge Carvalho no seu último post no blog da HSM (Clique aqui para acessar);</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">- Open source : Aqui devemos dar todo o crédito ao criador do Linux, Linus Torvalds, pois foi a partir do modelo de colaboração para construção Linux é que ganhou força conceitos como Wikipedia, Redes Sociais, software livre, inovação aberta;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">- Going Private : O fator “Enron” desestimulou a administração de uma empresa como se fosse um orgão público. Cresce a importância do capital privado como investimento nas empresas e, consequentemente, cresce a importância de mecanismos de gestão mais transparentes como governança corporativa;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">- High potentials : As empresas de consultoria e as que são baseadas em conhecimento já sabiam disso há algum tempo, mas na última década, o resto do mundo corporativo acordou para o fato de que alguns gerentes são mais iguais do que outros. A partir daí, foram criados programas para identificar gerentes que pensavam de forma diferente e inovadora da grande maioria. Quem ganhou com isso foi a indústria de Coaching Executivo;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">- Competição baseada em análise : Aqui o assunto é o BI (Business Inteligence).  Na minha opinião, ainda não está consolidada essa tendência e ainda precisa evoluir muito, não como ferramenta, mas sim no uso e na visão de como utiliza-la melhor pelos gestores das empresas. Já se fala em Business Analytics, mas esse é um assunto para um outro post;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">- Inovação reversa : A maior história aqui é o amadurecimento do conceito de globalização, particularmente no que diz respeito às economias emergentes. A maioria das grandes corporações, em 2000, viu-os primeiramente como uma fonte de recursos naturais e, cada vez mais trabalho, mais barato. Então, como o aumento do emprego alimentou o desenvolvimento da classe média, as cidades da Índia e da China passaram a representar mercados valiosos. Agora, esses não-consumidores nos EUA estão chegando para o primeiro plano. Empresas como a GE ea Microsoft estão fazendo R &amp; D nos mercados emergentes, Otimizando a essas preferências e restrições, e em seguida, trazendo os resultados de volta para casa;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">- Sustentabilidade : Mais do que tudo, os primeiros dez anos do século 21 será lembrado como a década que os negócios começaram a serem verdes. Daqui a dez anos, quando alguém revisitar esse artigo da Harvard, poderão dizer que 2010-2020 foi a década de sustentabilidade, mas a idéia estava no ar antes de 2010, pois foi a década em que esse conceito realmente pegou. Na minha opinião, não devemos enxergar o conceito de sustentabilidade aplicado apenas a questão ecológica, mas sim a vários aspectos da economia, principalmente em relação a valorizar a visão de longo prazo em detrimento da visão de curto prazo e, também, a valorizar a colaboração ao invés da competição;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Essas foram as idéias apresentadas no artigo. E você? Concorda com elas? Quais seria as suas?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Um abraço.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">“Keep the Faith”</div>
<p>encontrei no site da Harvard Business Review, artigo que relaciona as idéias que mais influenciaram a gestão na última década. Relaciono-as abaixo com meus comentários :</p>
<ul>
<li>Valor para o acionista como estratégia : Na minha opinião, a mais infeliz das idéias. Como diz o artigo: “valor para o acionista deve ser consequência, e não uma estratégia.” Lembro-me de um artigo do professor Mintzberg escreveu no final de 2007  em que ele afirmava que enquanto as empresas não se conscientizassem de que elas faziam parte de uma comunidade e que suas ações afetavam e eram afetadas por esse ambiente, não conseguiríamos evitar a catástrofe que estava por vir. A resposta a essa estratégia foi a maior crise financeira desde 1929;</li>
<li>TI como comoditie : O assunto do momento em termos de tecnologia chama-se Cloud Computing. Isso tem a ver com o sonho de todo administrador de querer trabalhar apenas com custos variáveis. O artigo apresenta uma visão interessante de que essa onda teve início com o Bug do milênio que obrigou a ter uma atenção muito grande com os sistemas legados onerosos;</li>
<li>Aumento do poder do consumidor : Em 2006, a revista “The economist” elegeu o consumidor como a personalidade do ano. Tem tudo a ver com uma série de evoluções tecnológicas e sociais que fizeram com que a voz do cliente ficasse cada vez mais alta. Tal fato é potencializado pelo crescimento veloz das redes sociais e o surgimento da geração Y;</li>
<li>Gestão de risco empresarial : O 11 de setembro de 2001 mudou muita coisa nesse campo. Apenas para lembrar, haviam empresas que funcionava em uma das torres e possuia seu backup na outra torre. Esse acontecimento fez com que fossem revisadas várias normas nesse campo. Uma delas é a necessidade de as empresas financeiras adotarem procedimentos de disaster recovery, sob pena de perder capacidade de investimento. Como exemplo de medida, podemos citar a construção de Datacenters foram de um raio de 10 quilômetros a partir da central de processamento de empresas financeiras, além de outras medidas de contigenciamento e recuperação imediata para mitigar o risco sistêmico no setor financeiro;</li>
<li>A organização criativa : Como já disse no post anterior, a pessoas passaram a estar novamente no centro do processo. Voltaram a ser a força motriz da economia devido a necessidade de inovação. A questão é como estruturar nossas organizações orientadas a melhor produtividade criativa e inovadoras das pessoas, uma vez que tudo que foi em termos de modelo de gestão foi pensado para tornar mais eficiente a produção de máquinas? Por essa razão, cresce a importância de conceitos como Enterprise 2.0 e Gestão 2.0, como bem citou o Jorge Carvalho no seu último post no blog da HSM (Clique aqui para acessar);</li>
<li>Open source : Aqui devemos dar todo o crédito ao criador do Linux, Linus Torvalds, pois foi a partir do modelo de colaboração para construção Linux é que ganhou força conceitos como Wikipedia, Redes Sociais, software livre, inovação aberta;</li>
<li>Going Private : O fator “Enron” desestimulou a administração de uma empresa como se fosse um orgão público. Cresce a importância do capital privado como investimento nas empresas e, consequentemente, cresce a importância de mecanismos de gestão mais transparentes como governança corporativa;</li>
<li>High potentials : As empresas de consultoria e as que são baseadas em conhecimento já sabiam disso há algum tempo, mas na última década, o resto do mundo corporativo acordou para o fato de que alguns gerentes são mais iguais do que outros. A partir daí, foram criados programas para identificar gerentes que pensavam de forma diferente e inovadora da grande maioria. Quem ganhou com isso foi a indústria de Coaching Executivo;</li>
<li>Competição baseada em análise : Aqui o assunto é o BI (Business Inteligence).  Na minha opinião, ainda não está consolidada essa tendência e ainda precisa evoluir muito, não como ferramenta, mas sim no uso e na visão de como utiliza-la melhor pelos gestores das empresas. Já se fala em Business Analytics, mas esse é um assunto para um outro post;</li>
<li>Inovação reversa : A maior história aqui é o amadurecimento do conceito de globalização, particularmente no que diz respeito às economias emergentes. A maioria das grandes corporações, em 2000, viu-os primeiramente como uma fonte de recursos naturais e, cada vez mais trabalho, mais barato. Então, como o aumento do emprego alimentou o desenvolvimento da classe média, as cidades da Índia e da China passaram a representar mercados valiosos. Agora, esses não-consumidores nos EUA estão chegando para o primeiro plano. Empresas como a GE ea Microsoft estão fazendo R &amp; D nos mercados emergentes, Otimizando a essas preferências e restrições, e em seguida, trazendo os resultados de volta para casa;</li>
<li>Sustentabilidade : Mais do que tudo, os primeiros dez anos do século 21 será lembrado como a década que os negócios começaram a serem verdes. Daqui a dez anos, quando alguém revisitar esse artigo da Harvard, poderão dizer que 2010-2020 foi a década de sustentabilidade, mas a idéia estava no ar antes de 2010, pois foi a década em que esse conceito realmente pegou. Na minha opinião, não devemos enxergar o conceito de sustentabilidade aplicado apenas a questão ecológica, mas sim a vários aspectos da economia, principalmente em relação a valorizar a visão de longo prazo em detrimento da visão de curto prazo e, também, a valorizar a colaboração ao invés da competição.</li>
</ul>
<p>Essas foram as idéias apresentadas no artigo. E você? Concorda com elas? Quais seria as suas?</p>
<p>Um abraço.</p>
<p>“Keep the Faith”</p>
<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com" target="_blank">http://hsm.updateordie.com</a></p>
<blockquote><p>Marcelo de Souza Bastos é Formado em ciência da computação pelo Uniceub em Brasília e MBA em planejamento e gestão empresarial pela Universidade Católica de Brasília. Possui certificação PMP (Project Management Professional) pelo PMI (Project Management Institute) desde 2003.</p></blockquote>
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		<title>Torne-se líder em 7 passos</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/torne-se-lider-em-7-passos/</link>
		<comments>http://www.tracegp.com.br/blog/torne-se-lider-em-7-passos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 11:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tracegp.com.br/blog/?p=679</guid>
		<description><![CDATA[Por Alexandre Silva
Conversando com alguns amigos, eles sugeriram que eu escrevesse sobre um tema que é essencial para qualquer tipo de empresa, estou falando sobre liderança. Existe milhares de livros sobre o assunto e enorme quantidade de sites que abordam o mesmo tema.
Poderia aqui comentar sobre vários autores e o que eles dizem a respeito, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-681" title="Sete passos para liderança" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/sete.jpg" alt="Sete passos para liderança" width="108" height="118" />Por Alexandre Silva</em></p>
<p>Conversando com alguns amigos, eles sugeriram que eu escrevesse sobre um tema que é essencial para qualquer tipo de empresa, estou falando sobre liderança. Existe milhares de livros sobre o assunto e enorme quantidade de sites que abordam o mesmo tema.</p>
<p>Poderia aqui comentar sobre vários autores e o que eles dizem a respeito, porém vou falar da minha experiência pessoal e o que aprendi com amigos, colegas de trabalho, com as equipes e empresas que tive a oportunidades de trabalhar.</p>
<p>Durante muito tempo trabalhei como vendedor e já de certa forma exercia em alguns momentos o papel de líder, mesmo que informalmente, sentia que minhas ações influenciavam alguns membros da equipe. Depois de vários anos na função resolvi mudar de empresa, junto com esta mudança veio a posição de supervisor de vendas e uma equipe de 18 pessoas para liderar.</p>
<p>Confesso que esta migração foi traumática, pois uma coisa é você ser responsável pelo seu resultado através do seu próprio esforço e outra coisa é você ter que contar com a boa vontade de um grupo de pessoas.</p>
<p>Bem, antes de dar continuidade quero fazer uma observação, grupo de pessoas é uma coisa e equipe é totalmente diferente:</p>
<ul>
<li><strong>Grupo de pessoas:</strong> Várias pessoas que trabalham na mesma empresa, porém cada um se preocupa com o seu próprio resultado;</li>
<li><strong>Equipe:</strong> Várias pessoas que trabalham na mesma empresa e que além de se preocuparem com os seus resultados individuais, também estão preocupados e compromissados com o resultado total, estas pessoas se ajudam mutuamente.</li>
</ul>
<p>Bem, voltando a liderança das 18 pessoas, foi um sufoco, pois cada um tinha um estilo de trabalho, cada um utilizava uma ferramenta de controle  própria e a impressão que eu tinha é que eu era um intruso.  Tentava ajudar de todas as formas mas naquele momento não tive a capacidade de me tornar um líder, fui apenas chefe, ou seja o grupo me respeitava hierarquicamente, tinham medo de serem demitidos.</p>
<p>Depois de algum tempo mudei de empresa novamente, desta vez tive uma equipe menor para conduzir eram apenas 10 pessoas, com o aprendizado da primeira experiência me saí um pouco melhor, mas mesmo assim me considerava chefe e não líder. Tive alguns problemas com os membros do grupo, demiti outros, porém entreguei o resultado. Para a empresa estava ok, pois o resultado vinha em primeiro lugar.</p>
<p>Depois de alguns anos mudei novamente de empresa e mais uma vez tinha uma equipe sob minha responsabilidade, cheguei com o mesmo tratamento da empresa anterior, porém comecei a notar que nesta empresa resultado e pessoas tinham o mesmo peso, notei que existia um tratamento diferenciado por parte dos gestores inclusive do meu próprio líder.</p>
<p>Depois de algum tempo percebi que dava para mudar o tratamento e atingir resultados, pois o meu líder agia desta forma e conseguia atingir os números, a partir daí mudei o meu tratamento e posso listar 7 passos do que você precisa a fazer para se tornar um líder:</p>
<ol>
<li><strong>Trate todos com respeito</strong> – Até aí não tem novidade, pois acredito que você já faça isto;</li>
<li><strong>Ganhe respeito através dos exemplos e dos conhecimentos adquiridos</strong> – Mostre para a equipe que você conhece o seu negócio, visite clientes junto com os membros da sua equipe, ajude naquilo que for capaz;</li>
<li><strong>Seja transparente</strong> – Você já ouviu aquela frase que tudo que é combinado não é caro? então, coloque isto em prática, combine todos os direitos e deveres de cada um e cumpra-os, passe para seu time qual é a meta da empresa, das demais áreas e como eles podem participar para que a empresa a tinja o resultado, isto é mostrar o valor de cada um dentro da equipe e da empresa;</li>
<li><strong>Seja amigo dos membros da sua equipe</strong> – Aqui vem aquela pergunta: Como separar amizade dos negócios? Quando você é um lider amigo, você já conseguiu transmitir onde existe esta divisa, certamente não terá problemas com isso;</li>
<li><strong>Seja Coach</strong> – Ensine o seu pessoal, não esconda nada, treine todos como se fossem ocupar a sua posição no dia seguinte, a maioria quer ser desenvolvido.</li>
<li><strong>Promova seu pessoal</strong> – Quando a promoção é dentro do seu negócio não há problemas, mas quando você pensa em liberar o seu colaborador para ir para um outro departamento ou equipe….vem aquele pensamento:  treinei, ensinei, agora que está pronto terei que abrir mão…lembre-se que você trabalha para a empresa e se você for fornecedor de pessoas qualificadas o mérito é seu, e quando você olha para dentro da equipe, esta ação não tem preço, pois eles sabem que podem contar com você da mesma forma que você conta com eles;</li>
<li><strong>Trate como gostaria de ser tratado</strong> – este é o resumo dos tópicos acima;<br />
Posso assegurar que seguindo os modelos acima você irá conseguir se transformar num líder, como também construirá uma equipe, junto com isto sempre vêm embutido os resultados esperados.</li>
</ol>
<p>Se você ainda está com dúvidas, tente, na pior das hipóteses você fará grandes amigos.</p>
<p>Abs,</p>
<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com/empresas/2009/12/torne-se-lider-em-7-passos/" target="_blank">http://hsm.updateordie.com/empresas/2009/12/torne-se-lider-em-7-passos/</a></p>
<blockquote><p>Alexandre Silva é um profissional com mais de 15 anos de experiência em vendas, atuando nos últimos 10 anos no mercado Food Service em grandes empresas de alimentos.</p></blockquote>
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		<title>Definindo Ativos Intangíveis</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/definindo-ativos-intangiveis/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 19:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Daniel Domeneghetti
Na Era do Conhecimento, os Ativos Intangíveis representam grande parte do valor de uma empresa &#8211; a diferença entre seu valor de mercado e seu valor contábil &#8211; que pode ser representada por ativos como Inovação, Sustentabilidade, Governança, Relacionamento com Stakeholders, Marcas, Conhecimento Corporativo, Talentos, dentre outros, que variam em relevância, papel e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-542" title="Ativos Intangiveis" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/ativos_intangiveis.jpg" alt="Ativos Intangiveis" width="120" height="120" />Por Daniel Domeneghetti</em></p>
<p>Na Era do Conhecimento, os Ativos Intangíveis representam grande parte do valor de uma empresa &#8211; a diferença entre seu valor de mercado e seu valor contábil &#8211; que pode ser representada por ativos como Inovação, Sustentabilidade, Governança, Relacionamento com Stakeholders, Marcas, Conhecimento Corporativo, Talentos, dentre outros, que variam em relevância, papel e valor, de acordo com a empresa, seu setor de atuação, estratégia e conjuntura atual.</p>
<p>Assim, compreender, mensurar e gerenciar os intangíveis é tarefa fundamental para a sobrevivência e competitividade de qualquer empresa.</p>
<p>Como 1º passo, a compreensão da natureza dos Ativos Intangíveis é fundamental. Temos feito muito trabalho de análise e formulação acerca do tema. Abaixo suas características principais de acordo com o Strategy Research Center da DOM Strategy Partners:</p>
<p>Ativos Intangíveis Geram e Protegem Valor: muito mais do que um vetor de geração de valor no curto, médio e longo prazo, os Ativos Intangíveis contribuem na Proteção de Valor da empresa. Não fosse dessa forma, todo o investimento em Segurança da Informação e Sustentabilidade seria injustificado.</p>
<p>Têm a Capacidade de Potencializar Tangíveis: ou seja, os investimentos em intangíveis no presente garantem</p>
<p>Só têm Valor se Percebidos pelo Stakeholder Externo: se uma empresa não comunica suas iniciativas e resultados em inovação, (imagine o caso da Apple, por exemplo), os mercados não saberão de seu potencial futuro de geração de resultados e não poderão precificar seu valor intangível adequadamente.</p>
<p>Interdependentes: fazendo valer o ditado um-por-todos, todos-por-um, as características de um ativo intangível influenciam os demais e vice-e-versa, tanto em relação aos aspectos positivos quanto aos negativos. Uma Marca Inovadora (Marca e Inovação) ou um Relacionamento Sustentável (Relacionamento e Sustentabilidade) são bons exemplos.</p>
<p>Têm a Capacidade de Potencializar Tangíveis: a partir dos investimentos em ativos intangíveis, os ativos tangíveis relacionados adquirem novas características e comportamentos. A organização e estruturação do relacionamento de uma empresa com seus consumidores em ativo de Relacionamento altera profundamente o RFV (Recência, Frequência e Valor) dos clientes.</p>
<p>Geram e Protegem Valor Econômico no Longo Prazo: (em Oposição à Ditadura dos Resultados Financeiros no Curto Prazo): os ativos intangíveis são a garantia dos resultados econômicos e financeiros de seu futuro, de uma forma consistente e sustentável.</p>
<p>Definem a Competitividade no Longo Prazo: os investimentos em ativos intangíveis realizados no presente permitem definir as bases da competição futura de um determinado setor, uma vez que é possível prever seus resultados derivados e influenciar a percepção dos stakeholders (clientes, acionistas, concorrentes, etc) com grande antecedência.</p>
<p>Marca como Agregadora: a marca é o ativo intangível que agrega a percepção dos demais, uma vez que os ativos intangíveis são interdependentes.</p>
<p>Obviamente esse conjunto de propriedades não é exaustivo. Mas entendo que representam de forma bastante fidedigna a natureza e a qualificação que estes ativos, atualmente, representam para as corporações.</p>
<p>Fonte: <a href="http://hsm.updateordie.com/" target="_blank">http://hsm.updateordie.com/</a></p>
<blockquote><p>Daniel Domeneghetti é sócio-fundador e diretor de Estratégia e Conhecimento da E-Consulting Corp. e vice-presidente de Estratégia, Métricas e Conhecimento da Camara-e.net.</p></blockquote>
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		<title>Trace Sistemas lança WebCast: &#8220;Universo TraceGP&#8221;</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/trace-sistemas-lanca-webcast-universo-tracegp/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 14:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[WebCast]]></category>
		<category><![CDATA[dashboards]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[tracegp]]></category>
		<category><![CDATA[universo]]></category>

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		<description><![CDATA[A Trace Sistemas, empresa especializada em soluções para Gerenciamento de Projetos e Governança acaba de lançar o &#8220;Universo TraceGP&#8220;, um webcast que tem como proposta apresentar quinzenalmente as inúmeras funcionalidades do TraceGP, de uma forma ampla e dinâmica.
Neste primeiro vídeo é apresentado os benefícios da funcionaldiade de Dashboard.

 
Se preferir, acesse o link relacionado abaixo:
http://www.tracegp.com.br/universotracegp
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-331" title="WebCast - Universo TraceGP" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/img-webcast.jpg" alt="WebCast - Universo TraceGP" width="200" height="170" />A <a href="http://www.tracesistemas.com.br" target="_blank" rel="external" title="Trace Sistemas" >Trace Sistemas</a>, empresa especializada em soluções para Gerenciamento de <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-gestao-de-projetos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Gerenciamento de Projetos" >Projetos</a> e Governança acaba de lançar o &#8220;Universo <a href="http://www.tracegp.com.br/" target="_blank" rel="external" title="Solução de Gestão do Trabalho" >TraceGP</a>&#8220;, um webcast que tem como proposta apresentar quinzenalmente as inúmeras funcionalidades do TraceGP, de uma forma ampla e dinâmica.</p>
<p>Neste primeiro vídeo é apresentado os benefícios da funcionaldiade de <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-dashboard.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Dashboard, Visão Executiva" >Dashboard</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="295" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/m6CUs45Bj8Q&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/v/m6CUs45Bj8Q&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object><br />
 </p>
<p>Se preferir, acesse o link relacionado abaixo:<br />
<a href="http://www.tracegp.com.br/universotracegp" target="_blank">http://www.tracegp.com.br/universotracegp</a></p>
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