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	<title>Blog da Trace Sistemas &#187; jovens</title>
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	<description>A Trace Sistemas é uma empresa que tem seu Core Business centrado em sua solução de Gestão do Trabalho, TraceGP.</description>
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		<title>Características de um bom ambiente de trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 19:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Paula Carina
As prioridades e critérios ao escolher uma organização para se trabalhar mudaram muito nos últimos anos. As empresas, em geral, precisaram se adequar, pois a Geração Y, por exemplo, busca organizações que proporcionam autonomia, inovação, reconhecimento, possibilidade de crescimento profissional e também ambientes agradáveis para desenvolver suas atividades diárias.
Passamos grande parte das horas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-670" title="Ambiente de Trabalho" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/ambiente-de-trabalho-01.jpg" alt="Ambiente de Trabalho" width="555" height="160" />Por Paula Carina</em></p>
<p>As prioridades e critérios ao escolher uma organização para se trabalhar mudaram muito nos últimos anos. As empresas, em geral, precisaram se adequar, pois a Geração Y, por exemplo, busca organizações que proporcionam autonomia, inovação, reconhecimento, possibilidade de crescimento profissional e também ambientes agradáveis para desenvolver suas atividades diárias.</p>
<p>Passamos grande parte das horas de nosso dia no trabalho e compartilhamos esse espaço com pessoas de diferentes idades, opiniões, ideologias e formas de trabalhar. Que tal pensar um pouco sobre o ambiente organizacional que desejamos para o nosso dia a dia? Para que a convivência seja pacífica e possamos desempenhar bem nossas funções, um ambiente agradável é fundamental.</p>
<p>Levando em conta o que nós (jovens da Geração Y) procuramos nas organizações, é possível listar algumas características que descrevem um bom ambiente de trabalho:</p>
<ul>
<li><strong>Possibilidade de diálogo:</strong> queremos trabalhar em organizações dispostas à incentivar o diálogo, proporcionando trabalho em equipe harmonioso e uma busca coletiva pelos mesmos objetivos. Um grupo que se comunica livremente está apto a empreender e a inovar.</li>
<li><strong>Ergonomia</strong>: prezamos por nossa saúde e bem estar. Uma organização que dá atenção aos aspectos ergonômicos sem dúvidas faz brilhar os olhos de qualquer pessoa. Não queremos passar horas do dia em uma cadeira desconfortável, com um monitor acima ou abaixo do nível ideal que possa prejudicar a postura e até mesmo o rendimento no trabalho.</li>
<li><strong>Cuidado, Respeito, Verdade</strong>: Catherine Kikoski e John Kikoski, em seu texto “The pragmatics of knowledge creation: care respect and trust” que está no livro “The inquiring organization“, afirmam que uma organização só alcançará mudanças significativas quando criar uma ambiente em que cuidado, respeito e verdade estejam presentes e esse é um pressuposto para o compartilhamento de conhecimento.</li>
<li><strong>Incentivo à aprendizagem</strong>: as organizações que buscam a aprendizagem estão aptas a disputar no mercado com uma vantagem competitiva considerável. Quando há incentivo ao aprendizado contínuo, as pessoas se sentem valorizadas e farão o seu melhor para auxiliar no crescimento da organização a partir dos conhecimentos gerados e compartilhados.<br />
Dos pontos listados, considero os fatores cuidado, respeito e verdade os mais importantes, pois pressupõem várias outras ações a serem colocadas em prática. Quando as pessoas se respeitam e preocupam-se umas com as outras é muito mais fácil manter um ambiente favorável para o aprendizado e a troca de idéias. Nessas condições, a existência de uma cultura organizacional voltada à verdade e ao crescimento conjunto traz benefícios para os colaboradores e para a organização como um todo.</li>
</ul>
<p>Quando nos candidatamos a inúmeras vagas de estágio, concursos públicos e a trabalhos no setor privado, buscamos locais com essas características. Entretanto, vale lembrar que se não encontrarmos todas essas características e, outras além dessas, cabe a cada um de nós fazermos a nossa parte em prol de um bom ambiente de trabalho.</p>
<p>E você? Enxerga outras características importantes com relação ao ambiente organizacional? Compartilhe conosco!</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.minhacarreira.com">http://www.minhacarreira.com</a></p>
<blockquote><p>Paula Carina é bibliotecária, gestora da informação e mestranda em Ciência, Gestão e Tecnologia da Informação. Atua como bibliotecária na Universidade Federal do Paraná (UFPR) e presta consultoria informacional em diversas áreas. Escreve no Minha Carreira sobre Geração Y e Carreira Pública, desde abril.</p></blockquote>
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		<title>Quais são os seus pontos fracos?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/quais-sao-os-seus-pontos-fracos/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 11:49:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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Por Mari Coimbra
Crescer possui inúmeros significados: pode significar ganhar alguns centímetros (pra cima ou para os lados), desenvolver-se física e psicologicamente, fazer 18 anos, ou 21, 25, 30….
Para mim, crescer envolve um pouco de tudo isso, é amadurecer através das nossas decisões e suas consequências, dos nossos fracassos e vitórias. É entender que, por pior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-569" title="Quais são os teus  pontos fracos?" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/quais-os-seus-pontos-fracos.jpg" alt="Quais são os teus  pontos fracos?" width="555" height="160" /></em></p>
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<p><em> </em></p>
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<p> </p>
<p><em>Por Mari Coimbra</em></p>
<p>Crescer possui inúmeros significados: pode significar ganhar alguns centímetros (pra cima ou para os lados), desenvolver-se física e psicologicamente, fazer 18 anos, ou 21, 25, 30….</p>
<p>Para mim, crescer envolve um pouco de tudo isso, é amadurecer através das nossas decisões e suas consequências, dos nossos fracassos e vitórias. É entender que, por pior que seja a frustação, dali se absorve uma lição. Falo isso porque nós, Geração Y assumidos, somos mimados e não somos muito amigos da tal da frustação.</p>
<p>Tenho uma amiga que costuma dizer que somos a geração dos troféus, porque fomos acostumados a receber recompensas por simples participações. A maioria de nós nunca precisou chegar em primeiro lugar ou ser o melhor da turma para receber uma medalha.</p>
<p>Não cabe aqui discutir o que levou nossos pais a nos criarem assim – até porque esse seria um excelente assunto para outro post. Entretanto, devemos refletir acerca das consequências desse tipo de atitude em nossa formação.</p>
<p>Hoje somos rotulados, estudados, amados e odiados por muitos. E por mais que eu acredite que devemos tentar diminuir o gap entre as gerações, ainda vejo intolerância, teimosia e pré-conceitos vindos de todos os lados.</p>
<p>Muitos não entendem que o mundo dos troféus sem exigências, que o reconhecimento e o elogio por um desempenho mediano só existe dentro da nossa casa! Por mais dolorosa que essa verdade possa parecer, precisamos enxergar que não é porque nossos pais cedem aos nossos questionamentos que podemos exigir que isso aconteça no mercado de trabalho.</p>
<p>É preciso crescer! Entender que nem todos ganham troféus e que o “super ego” adquirido com os elogios incessantes de nossos pais deve ceder lugar à humildade de receber uma crítica e de assumir que estamos apenas chegando em um lugar ainda desconhecido, somos calouros em um mercado muitas vezes cruel e sempre realista.</p>
<p>Também é preciso parar para pensar que, de agora em diante, os troféus serão destinados àqueles que demonstrarem competências específicas, entregarem resultados e cumprirem metas ambiciosas. Os troféus serão destinados àqueles que fugirem da mediocridade e passarem a “dirigir a sua carreira” como disse meu amigo Bruno em seu post aqui no MC.</p>
<p>Culpar X, Y ou D por um fracasso é se negar a crescer, é deixar de enxergar pontos que devem ser desenvolvidos, é, enfim, boicotar seu próprio desenvolvimento, perdendo oportunidades únicas de se tornar um profissional melhor.</p>
<p>A chave para uma carreira de sucesso ou mesmo para a aprovação em um processo seletivo está na sua capacidade de buscar a autocrítica, aprender com as experiências (sejam elas boas ou más) e, principalmente, entender que críticas, quando construtivas, são melhores que elogios, quando gratuitos.</p>
<p>Podemos concluir que crescer é enxergar essa linha tênue e saber aproveitar oportunidades de aplicar tudo que aprendemos ao escolher, ao decidir e ao sofrer. Você será um profissioal cada vez melhor se souber responder com segurança e sinceridade à pergunta: “Quais os seus pontos fracos?”.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.minhacarreira.com/" target="_blank">http://www.minhacarreira.com/</a></p>
<blockquote><p>Mari Coimbra é Mineira residente em Pernambuco, graduanda em Direito e apaixonada por RH. Valoriza o talento independente da área de formação, Geração Y assumida, mas que carrega o idealismo dos BB&#8217;s, pois deseja fazer a diferença! Além de manter o Por que não passei? (Blog sobre <a href="http://www.tracegp.com.br/tracegpsite/ferramenta-processos.htm" target="_blank" rel="external" title="TraceGP - Workflow de Processos" >processos</a> seletivos), escreve sobre carreira, talento, Geração Y e processos seletivos como colaboradora para o Minha Carreira e sobre Geração Y como blogueira convidada no Foco Em Gerações.</p></blockquote>
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		<title>Você não vai com a minha cara?</title>
		<link>http://www.tracegp.com.br/blog/voce-nao-vai-com-a-minha-cara/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 11:22:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador TraceGP</dc:creator>
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por Maxsuel Siqueira
Cada um de nós tende a ver as coisas de um modo diferente. Isso se deve à nossa formação, vivência, cultura e personalidade, que se constituem nas diferenças individuais. Elas são nossa marca registrada e a imprimimos em tudo que fazemos: na maneira como elogiamos ou criticamos, no modo como avaliamos as outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img class="aligncenter size-full wp-image-462" title="Conflitos" src="http://www.tracegp.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/conflitos1.jpg" alt="Conflitos" width="555" height="160" /></em></p>
<p><em>por Maxsuel Siqueira</em></p>
<p>Cada um de nós tende a ver as coisas de um modo diferente. Isso se deve à nossa formação, vivência, cultura e personalidade, que se constituem nas diferenças individuais. Elas são nossa marca registrada e a imprimimos em tudo que fazemos: na maneira como elogiamos ou criticamos, no modo como avaliamos as outras pessoas, nos relacionamentos com a família, amigos etc.</p>
<p>Em geral, o ambiente de trabalho, seja ele uma fábrica, um escritório, uma loja ou uma repartição pública, representa um microcosmo da sociedade. Reúne, portanto, uma parte desse todo que é heterogêneo, disforme e plural. Com isso, todos os dias temos de conviver com pessoas completamente diferentes de nós.</p>
<p>É difícil aceitar a diferença e as antipatias são constantes no mundo corporativo. Já não bastassem as de gênero, raça, credo, etnia, idade e orientação sexual, o choque de gerações é o novo desafio que está tirando o sono (até mesmo) dos líderes mais experientes. É comum encontrar um jovem Y bem qualificado, dinâmico e talentoso fazer com que qualquer veterano X “trema na base”, provocando insegurança e colocando o outro na posição de autodefesa.</p>
<p>Neste ponto, nós da Geração Y, somos vistos como mais tolerantes, uma vez que o diferente nos desperta curiosidade; e não repugnância. Entretanto, impressiona o fato de que já se passaram quase seis séculos desde o fim da Idade Média e ainda não aprendemos a lidar com o próximo, conviver em sociedade e a respeitar diferenças. Por isso é que nas ruas, nos terminais rodoviários, nos restaurantes, aeroportos e em estações de metrô há avisos que nos condicionam à civilidade como “Reduza a Velocidade”; “Por Favor, não fume”; “Silêncio!”; “Caixa exclusivo para idosos”; entre outros.</p>
<p>O mercado de trabalho possui regras próprias de comportamento que variam de acordo com os valores da empresa para a qual prestamos serviços. Nesse contexto, relacionamento profissional é muito mais do que um bom tema para vender revistas sobre carreira. É falar da importância e necessidade da retomada de algo que se dilui lentamente: a dimensão humana sobre todas as coisas. Charles Chaplin já nos alertava sobre isso nos anos 40, em seu primeiro filme falado, “O Grande Ditador”, quando discursou que mais do que máquinas precisaríamos de humanidade.</p>
<p>Fica a proposta. Num cenário em que a palavra criticar tornou-se sinônimo de “falar mal” e onde competição é encarada como combate, empenhe-se em fazer o melhor que você puder sem que seja necessário prejudicar alguém. Procure desfrutar das oportunidades que lhe surgirem, qualifique-se, ouça, questione, aprenda com os outros, mesmo com aqueles que ocupam uma posição inferior na empresa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.minhacarreira.com/" target="_blank">http://www.minhacarreira.com/</a></p>
<blockquote><p>Maxsuel Siqueira é estudante de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro/RJ. Colabora com a equipe da TV Gama (UTV, canal 11 NET/Rio), como pauteiro e produtor dos programas &#8220;Mosaico&#8221; e &#8220;Papo Cabeça&#8221; e escreve o blog &#8220;Papo Live&#8221;. Participa do MC desde julho/2009.</p></blockquote>
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